Brasil

      Brasil
      República Federativa do Brasil
      Bandeira do Brasil
      Armas Nacionais
      Bandeira Brasão de armas
      Lema: Ordem e Progresso
      Hino nacional: Hino Nacional Brasileiro
      Gentílico: Brasileiro

      Localização do Brasil

      Localização do Brasil no mundo.
      Capital Brasília
      15°47'56"S 47°52'00"O
      Cidade mais populosa São Paulo
      Língua oficial Portuguêsnota 1
      Governo República federativa presidencialista
       - Presidente Dilma Rousseff
       - Vice-presidente Michel Temer
       - Presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves
       - Presidente do Senado Federal Renan Calheiros
       - Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa
       - Número de ministérios 38
      Independência do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves 
       - Declarada 7 de setembro de 1822 
       - Reconhecida 29 de agosto de 1825 
       - Descoberta pelos europeus 22 de abril de 1500 
       - Início da colonização 1530 
       - Proclamação da Independência 7 de setembro de 1822 
       - Proclamação da República 15 de novembro de 1889 
      Área  
       - Total 8 515 767,0491km² (5.º)
       - Água (%) 0,65
       Fronteira Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana Francesa (França), Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela
      População  
       - Estimativa de 2012 193 946 8862 hab. (5.º)
       - Densidade 22 hab./km² (182.º)
      PIB (base PPC) Estimativa de 2012
       - Total US$ 2,355 trilhões*3  (7.º)
       - Per capita US$ 11 8753  (75.º)
      PIB (nominal) Estimativa de 2012
       - Total US$ 2,395 trilhões*3  (7.º)
       - Per capita US$ 12 0783  (53.º)
      IDH (2012) 0,730 (85.º) – elevado4
      Gini (2012) BaixaPositiva 51,95
      Moeda Real (BRL)
      Fuso horário UTC -4 a UTC -2 (oficial: UTC -3) 6
      Hora atual: 23:44 a 01:44
       - Verão (DST) UTC -4 a UTC -2 7
      Clima Tropical, subtropical, temperado, equatorial e semiárido
      Org. internacionais ONU (OMC), Mercosul, OEA, CPLP, Aladi, OTCA, Unasul, CI-A, UL e OIE.
      Cód. ISO BRA
      Cód. Internet .br
      Cód. telef. +55
      Website governamental www.brasil.gov.br

      Mapa do Brasil

      Brasil (pronuncia-se localmente AFI[bɾɐˈziw]8 ), oficialmente República Federativa do Brasil ,9 é o maior país da América do Sul e da região da América latina, sendo o quinto maior do mundo em área territorial (equivalente a 47% do território sul-americano1 ) e população (com mais de 193 milhões de habitantes).10 É o único país onde se fala majoritariamente a língua portuguesa na América e o maior país lusófono do planeta,10 além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da forte imigração oriunda de variados cantos do mundo.

      Delimitado pelo oceano Atlântico a leste, o Brasil tem um litoral de 7 491 km.10 É limitado a norte pela Venezuela, Guiana, Suriname e pelo departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; a noroeste pela Colômbia; a oeste pela Bolívia e Peru; a sudoeste pela Argentina e Paraguai e ao sul pelo Uruguai. Vários arquipélagos formam parte do território brasileiro, como Fernando de Noronha (o único destes habitado), Atol das Rocas, Arquipélago de São Pedro e São Paulo e Trindade e Martim Vaz. O país faz fronteira com todos os outros países sul-americanos, exceto Equador e Chile.10

      O Brasil foi descoberto pelos europeus em 1500, por uma expedição portuguesa liderada por Pedro Álvares Cabral. O território atual do país, até então habitado por indígenas ameríndios divididos em alguns milhares de grupos étnicos e linguísticos distintos, a partir de tal evento torna-se uma colônia do império ultramarino português. O vínculo colonial foi, de fato, quebrado em 1808, quando a capital do reino foi transferida de Lisboa para o Rio de Janeiro, depois de tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte invadirem Portugal.11 Em 1815 se torna um reino unido com Portugal. Sua independência, proclamada por Dom Pedro I (o primeiro imperador), se deu em 1822. Inicialmente independente como Império, período no qual foi uma monarquia constitucional parlamentarista, o Brasil se tornou uma república em 1889, através de um golpe militar chefiado pelo marechal Deodoro da Fonseca (o primeiro presidente), embora a legislatura bicameral, agora chamada de congresso nacional, remonte à ratificação da primeira constituição, em 1824.11 A sua constituição atual, formulada em 1988, define o Brasil como uma república federativa presidencialista,9 formada pela união do Distrito Federal, dos 26 estados e dos 5 570 municípios.912nota 2

      A economia brasileira é a maior da América Latina e do Hemisfério Sul, a sétima maior do mundo por PIB nominal14 e a sétima maior por paridade do poder de compra (PPC).3 Reformas econômicas deram ao país novo reconhecimento internacional, seja em âmbito regional ou global.1516 O país é membro fundador da Organização das Nações Unidas (ONU), G20, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), União Latina, Organização dos Estados Americanos (OEA), Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), Mercado Comum do Sul (Mercosul) e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), além de ser um dos países BRIC. O Brasil também é o lar de uma diversidade de animais selvagens, ecossistemas e de vastos recursos naturais em uma grande variedade de habitats protegidos.10

      Etimologia

      As raízes etimológicas do termo "Brasil" são de difícil reconstrução. O filólogo Adelino José da Silva Azevedo postulou que se trata de uma palavra de procedência celta (uma lenda que fala de uma "terra de delícias", vista entre nuvens), mas advertiu também que as origens mais remotas do termo poderiam ser encontradas na língua dos antigos fenícios. Na época colonial, cronistas da importância de João de Barros, frei Vicente do Salvador e Pero de Magalhães Gândavo apresentaram explicações concordantes acerca da origem do nome "Brasil". De acordo com eles, o nome "Brasil" é derivado de "pau-brasil", designação dada a um tipo de madeira empregada na tinturaria de tecidos. Na época dos descobrimentos, era comum aos exploradores guardar cuidadosamente o segredo de tudo quanto achavam ou conquistavam, a fim de explorá-lo vantajosamente, mas não tardou em se espalhar na Europa que haviam descoberto certa "ilha Brasil" no meio do oceano Atlântico, de onde extraíam o pau-brasil (madeira cor de brasa).17

      Antes de ficar com a designação atual, "Brasil", as novas terras descobertas foram designadas de: Monte Pascoal (quando os portugueses avistaram terras pela primeira vez), Ilha de Vera Cruz, Terra de Santa Cruz, Nova Lusitânia, Cabrália, etc. Em 1967, com a primeira constituição da ditadura militar, o Brasil passou a chamar-se República Federativa do Brasil, nome que a constituição federal brasileira de 1988 conserva até hoje. Antes, na época da monarquia constitucional, de acordo com a primeira constituição, a constituição imperial brasileira de 1824, era Império do Brasil, e depois, com a proclamação da República brasileira em 1889, o nome foi alterado para Estados Unidos do Brasil.18

      Os habitantes naturais do Brasil são denominados brasileiros, cujo gentílico é registrado em português a partir de 170619 que se referia inicialmente apenas aos que comercializavam pau-brasil.20 Entretanto, foi apenas em 1824, na primeira constituição brasileira,21 que o gentílico "brasileiro" passou legalmente a designar as pessoas naturais do Brasil. Há ainda a possibilidade do uso de outros gentílicos como brasiliano, brasílico, brasílio e brasiliense (esse último também atribuído aos habitantes de Brasília) para designar os naturais do Brasil.19

      ↑Topo da secção

      História

      Período pré-colonial

      Quando descoberto pelos portugueses em 1500, estima-se que o atual território do Brasil (a costa oriental da América do Sul), era habitado22 por dois milhões de indígenas, do norte ao sul.23

      A população ameríndia era repartida em grandes nações indígenas compostas por vários grupos étnicos entre os quais se destacam os grandes grupos tupi-guarani, macro-jê e aruaque. Os primeiros eram subdivididos em guaranis, tupiniquins e tupinambás, entre inúmeros outros. Os tupis se espalhavam do atual Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte de hoje.24 Os tupis foram "a primeira raça indígena que teve contato com o colonizador e decorrentemente a de maior presença, com influência no mameluco, no mestiço, no luso-brasileiro que nascia e no europeu que se fixava".25

      Colonização

      Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500. Óleo sobre tela de Oscar Pereira da Silva (1904).

      A terra agora chamada Brasil (nome cuja origem é contestada) foi reivindicada por Portugal em abril de 1500, com a chegada da frota portuguesa comandada por Pedro Álvares Cabral.26

      A colonização foi efetivamente iniciada em 1534, quando D. João III dividiu o território em doze capitanias hereditárias,2728 mas esse arranjo se mostrou problemático, e em 1549 o rei atribuiu um governador-geral para administrar toda a colônia.2930 Os portugueses assimilaram algumas das tribos nativas,31 enquanto outras foram escravizadas ou exterminadas por doenças europeias para as quais não tinham imunidade,3233 ou em longas guerras travadas nos dois primeiros séculos de colonização, entre os grupos indígenas rivais e seus aliados europeus.343536 Em meados do século XVI, quando o açúcar de cana tornou-se o mais importante produto de exportação do Brasil,37 os portugueses deram início à importação de escravos africanos, comprados nos mercados de escravos da África ocidental.3839 Assim, estes começaram a ser trazidos ao Brasil, inicialmente para lidar com a crescente demanda internacional do produto, naquele que foi chamado ciclo da cana-de-açúcar.4041

      Quadro que retrata a prisão de Tiradentes, único condenado a morte pelo envolvimento naquele que, é hoje o mais conhecido movimento por independência ocorrido no Brasil Colonial.

      Ignorando o tratado de Tordesilhas de 1494, os portugueses, através de expedições conhecidas como bandeiras, paulatinamente avançaram sua fronteira colonial na América do Sul para onde se situa a maior parte das atuais fronteiras brasileiras,4243 tendo passado os séculos XVI e XVII defendendo tais conquistas contra potências rivais europeias.44 Desse período destacam-se os conflitos que: rechaçaram as incursões coloniais francesas (no Rio de Janeiro em 1567 e no Maranhão em 1615) e expulsaram os holandeses do nordeste (ver Nova Holanda), após o fim da União Ibérica.45 Sendo o conflito com os holandeses, parte integrante da Guerra Luso-Holandesa.46

      Ao final do século XVII, devido à concorrência colonial as exportações de açúcar brasileiro começaram a declinar, mas a descoberta de ouro pelos bandeirantes na década de 1690, abriu um novo ciclo para a economia extrativista da colônia, promovendo uma febre do ouro no Brasil, que atraiu milhares de novos colonos, vindos não só de Portugal, mas também de outras colônias portuguesas ao redor do mundo, o que por sua vez acabou gerando conflitos (como a Guerra dos Emboabas), entre os antigos colonos e os recém-chegados.47

      Para garantir a manutenção da ordem colonial interna, além da defesa do monopólio de exploração econômica do Brasil, o foco da administração colonial portuguesa se concentrou tanto em manter sob controle e erradicar as principais formas de rebelião e resistência dos escravos (a exemplo do Quilombo dos Palmares);48 como em reprimir todo movimento por autonomia ou independência política (como a Inconfidência Mineira).4950

      Reino unido com Portugal

      No final de 1807, forças espanholas e napoleônicas ameaçaram a segurança de Portugal Continental, fazendo com que o Príncipe Regente D. João VI, em nome da rainha Maria I, transferisse a corte real de Lisboa para o Brasil.51 O estabelecimento da corte portuguesa trouxe o surgimento de algumas das primeiras instituições brasileiras, como bolsas de valores locais52 e um banco nacional, e acabou com o monopólio comercial que Portugal mantinha sob o Brasil, liberando as trocas comerciais com outras nações. Em 1809, em retaliação por ter sido forçado a um "auto-exílio" no Brasil, o príncipe regente ordenou a conquista portuguesa da Guiana Francesa.53

      Com o fim da Guerra Peninsular em 1814, os tribunais europeus exigiram que a rainha Maria I e o príncipe regente D. João regressassem à Portugal, já que consideravam impróprio que representantes de uma antiga monarquia europeia residissem em uma colônia. Em 1815, para justificar a sua permanência no Brasil, onde a corte real tinha prosperado nos últimos seis anos, o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves foi criado, estabelecendo, assim, um Estado monárquico transatlântico e pluricontinental.54 No entanto, isso não foi suficiente para acalmar a demanda portuguesa pelo retorno da corte para Lisboa, como a revolução liberal do Porto exigiria em 1820, e nem o desejo de independência e pelo estabelecimento de uma república por grupos de brasileiros, como a Revolução Pernambucana de 1817 mostrou.54 Em 1821, como uma exigência de revolucionários que haviam tomado a cidade do Porto,55 D. João VI foi incapaz de resistir por mais tempo e partiu para Lisboa, onde foi obrigado a fazer um juramento à nova constituição, deixando seu filho, o príncipe Pedro de Alcântara, como Regente do Reino do Brasil.56

      Independência e império

      Declaração da Independência do Brasil pelo imperador Pedro I em 7 de setembro de 1822. Obra de Pedro Américo (1888).

      Em decorrência desses acontecimentos, a coroa portuguesa tentou, mais uma vez, transformar o Brasil em uma colônia, privando o país do estatuto de Reino, adquirido em 1815.57 Os brasileiros se recusaram a ceder e D. Pedro ficou com eles, declarando a independência do país do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 7 de setembro de 1822.58 Em 12 de outubro de 1822, Pedro foi declarado o primeiro imperador do Brasil e coroado D. Pedro I em 1 de dezembro do mesmo ano, fundando, assim, o Império do Brasil.59

      A subsequente guerra da independência do Brasil propagou-se pelas regiões norte, nordeste e ao sul na província Cisplatina.60 Os últimos soldados portugueses renderam-se em 8 de março de 1824,61 sendo a independência reconhecida por Portugal em 29 de agosto de 1825, no tratado do Rio de Janeiro.62

      Dom Pedro II, Imperador do Brasil entre 1841 e 1889. Pintura de Delfim da Câmara (1875).

      A primeira constituição brasileira foi promulgada em 25 de março de 1824, após a sua aceitação pelos conselhos municipais de todo o país.6364 Exaurido no Brasil por anos de exercício do Poder moderador, período no qual também enfrentou uma tentativa de secessão republicana, e inconformado com o rumo que os absolutistas portugueses haviam imprimido à sucessão de D.João VI, D. Pedro I abdicou em 7 de abril de 1831, em favor de seu filho de cinco anos e herdeiro (que viria a ser o imperador Dom Pedro II), e retornou à Europa a fim de recuperar a coroa para sua filha.65 Como o novo imperador não poderia, até atingir a maturidade, exercer suas prerrogativas constitucionais, a regência foi adotada.66 Durante o período regencial ocorreu uma série de rebeliões localizadas, como a Cabanagem, a Revolta dos Malês, a Balaiada, a Sabinada e a Guerra dos Farrapos, decorrentes do descontentamento das províncias com o poder central e das tensões sociais latentes de uma nação escravocrata e recém-independente.67 Em meio a esta agitação, D. Pedro II foi declarado imperador prematuramente em 1841. Porém, somente ao final daquela década, as últimas revoltas do período regencial, e outras posteriores, como a Revolta Praieira, foram debeladas e o país pode voltar à uma relativa estabilidade política interna.68

      Internacionalmente, após a perda da província Cisplatina, que se tornou o Uruguai, o Brasil saiu vitorioso de três guerras no Cone Sul durante o reinado de Dom Pedro II: a guerra do Prata, a guerra do Uruguai e, a guerra da Tríplice Aliança naquele que, além de ter sido um dos maiores conflitos da história (o maior da América do Sul), foi o que exigiu o maior esforço de guerra na história do país.69 Concernente à questão da escravidão no país, somente após anos de pressão comercial e marítima exercida pelo Reino Unido, em decorrência da lei "Bill Aberdeen", o Brasil concordou em abandonar o tráfico internacional de escravos, em 1850. Apesar disso e da repercussão internacional, dos efeitos políticos e econômicos decorrentes da derrota dos Estados Confederados na Guerra Civil Americana durante a década de 1860, foi apenas em 1888, após um longo processo de mobilização interna e debate para a desmontagem moral e legal da escravidão, que esta foi formalmente abolida no Brasil.7071 Em 15 de novembro 1889, desgastada por anos de estagnação econômica, em atrito com a oficialidade do Exército e também com as elites rurais e financeira (embora por razões diferentes), a monarquia foi derrubada por um golpe militar.7273

      República velha e era Vargas

      Proclamação da República, óleo sobre tela de 1893, por Benedito Calixto.

      Com o início do governo republicano sendo pouco mais do que uma ditadura militar, a então nova constituição de 189174 previa eleições diretas apenas para 1894 e embora abolisse a restrição do período monárquico que estabelecia direito ao voto apenas aos que tivessem determinado nível de renda, mantinha porém o exercício do voto em caráter aberto (não secreto) e, entre outras restrições, circunscrito apenas aos homens, alfabetizados, numa época em que a população do país era majoritariamente analfabeta.75

      Se em relação à política externa o país neste primeiro período republicano manteve um relativo equilíbrio que só foi rompido pela questão acriana76 (1899-1902) e o envolvimento do país na Primeira Guerra Mundial (1914-1918);777879 internamente, a partir da crise do encilhamento808182 e da 1ª Revolta da Armada em 1891,83 iniciou-se um ciclo prolongado de instabilidade financeira, política e social que se estenderia até a década de 1920, mantendo o país assolado por diversas rebeliões, tanto civis 848586 como militares,878889 que pouco a pouco minaram o regime de tal forma que em 1930 foi possível ao candidato presidencial derrotado nas eleições de 1930, Getúlio Vargas, na esteira do assassinato de seu companheiro de chapa, liderar o movimento de 1930, com o apoio dos militares, e assumir a presidência da república.90

      Diretamente, ou através de figuras por ele apoiadas, como Getúlio Vargas (no centro de uniforme militar, mas sem chapéu), o Exército Brasileiro esteve à frente do poder político na metade dos primeiros 100 anos do período republicano brasileiro.

      Vargas e os militares, que deveriam assumir a presidência apenas temporariamente a fim de implementar reformas democráticas, fecharam o congresso nacional brasileiro, e seguiram governando sob estado de emergência, tendo, à exceção de Minas Gerais,91 feito a intervenção federal de todos os estados, substituindo os governadores dos estados por interventores federais, interventores, estes, que eram seus apoiadores políticos.92 Sob a justificativa de cobrar a implementação das promessas de reformas democráticas, em 1932 a oligarquia paulista tentou recuperar o poder,93 e em 1935 os comunistas se rebelaram,94 tendo ambos os movimentos sido derrotados. No entanto, a ameaça comunista serviu de pretexto tanto para impedir as eleições previamente estipuladas, como para que Vargas e os militares lançassem mão de outro golpe de Estado em 1937 estabelecendo uma ditadura de fato.95 Em maio de 1938, houve ainda uma outra tentativa fracassada de tomada de poder, desta vez por parte dos fascistas locais.96

      O Brasil manteve-se neutro durante os primeiros anos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) até os antecedentes que levaram o país a se postar ao lado dos Estados Unidos durante a conferência do Rio em janeiro de 1942, rompendo relações diplomáticas com as potências do Eixo.9798 Em represália, as marinhas de guerra da Alemanha nazista e Itália fascista estenderam sua campanha de guerra submarina ao Brasil, e após meses de contínuo afundamento de navios mercantes brasileiros e forte pressão popular, o governo declarou-lhes guerra em agosto daquele ano,99100 tendo somente em 1944 enviado uma força expedicionária para combater na Europa.101102 Com a vitória aliada em 1945 e o fim dos regimes nazifascistas na Europa, a posição de Vargas tornou-se insustentável e ele foi rapidamente deposto por outro golpe militar.103 A democracia foi "restabelecida"104 e o general Eurico Gaspar Dutra foi eleito presidente, tomando posse em 1946.105 Tendo voltado ao poder democraticamente eleito no fim de 1950, Vargas suicidou-se em agosto de 1954, em meio a uma crise política.106107

      Regime militar e era contemporânea

      Vários governos provisórios breves sucederam-se após o suicídio de Vargas.108Juscelino Kubitschek se tornou presidente em 1956 e assumiu uma postura conciliadora em relação à oposição política que lhe permitia governar sem grandes crises.109 A economia e o setor industrial cresceram consideravelmente,110 mas sua maior conquista foi a construção da nova capital, Brasília, inaugurada em 1960.111 Seu sucessor, Jânio Quadros, renunciou em 1961, menos de um ano após assumir o cargo.112 Seu vice-presidente, João Goulart, assumiu a presidência, mas suscitou forte oposição política113 e foi deposto pelo Golpe de 1964 que resultou em um regime militar.114

      O novo regime se destinava a ser transitório,115 mas, cada vez mais fechado em si mesmo, se tornou uma ditadura plena com a promulgação do Ato Institucional Nº 5 em 1968.116 A censura e a repressão em todas as suas formas (incluindo a tortura), não se restringiu aos políticos oposicionistas e militantes de esquerda. A sua ação alcançou a todos aqueles a quem o regime encarava como opositores, ou a eles ligados, o que abrangeu praticamente a todos os setores sociais; entre eles artistas, estudantes, jornalistas, clérigos, sindicalistas, professores, intelectuais, além dos próprios militares e policiais que demonstrassem não estar alinhados com o regime,117118 e familiares de presos políticos.119120 Tendo também participado na perseguição internacional a dissidentes sul-americanos em geral, através da infame Operação Condor.121 A exemplo de outros regimes ditatoriais na história, o regime militar brasileiro atingiu o auge de sua popularidade num momento de alto crescimento econômico, que ficou conhecido como "milagre econômico", momento este que coincidiu com o auge da repressão.122

      Lentamente no entanto, o desgaste natural de anos de poder ditatorial, que não abrandou a repressão mesmo após a derrota da guerrilha de esquerda,123124 somado à inabilidade em lidar com as crises econômicas do período e pressões populares, tornaram inevitável a abertura política do regime que, por seu lado foi conduzida pelos generais Geisel e Golbery.125 Com a promulgação da Lei da Anistia em 1979, o Brasil lentamente iniciou a volta à democracia, que se completaria na década de 1980.126 Após o movimento popular das Diretas Já, os civis voltaram ao poder em 1985, quando José Sarney assumiu a presidência,127 tornando-se impopular ao longo de seu mandato, devido à continuidade da crise econômica e hiperinflação herdadas do regime militar.128 O mal-sucedido governo de Sarney permitiu a eleição, em 1989, do quase desconhecido Fernando Collor, que posteriormente foi deposto pelo Congresso Nacional brasileiro em 1992. Collor foi sucedido pelo seu vice-presidente, Itamar Franco, que nomeou Fernando Henrique Cardoso como ministro da Fazenda.129

      Cardoso criou o bem-sucedido Plano Real,nota 3 que trouxe estabilidade para a economia brasileira, após décadas de inúmeros planos econômicos de governos anteriores, que haviam fracassado na tentativa de controlar a hiperinflação.130 Em consequência, Fernando Henrique Cardoso foi eleito como presidente em 1994 e novamente em 1998.131 A transição pacífica de poder para Luiz Inácio Lula da Silva, que foi eleito em 2002 e reeleito em 2006, mostrou que o Brasil finalmente conseguiu alcançar a sua muito procurada estabilidade política.132 Em 2010, Dilma Rousseff tornou-se a primeira mulher eleita presidente, sendo também a segunda pessoa a chegar à presidência sem nunca antes ter disputado uma eleição. Com a eleição dela, Lula se tornou o primeiro presidente a eleger seu sucessor na plenitude democrática.133

      ↑Topo da secção

      Geografia

      Mapa topográfico do Brasil.

      O território brasileiro é cortado por dois círculos imaginários: o Equador que passa pela embocadura do Amazonas e o Trópico de Capricórnio, que corta o município de São Paulo.134 O país ocupa uma vasta área ao longo da costa leste da América do Sul e inclui grande parte do interior do continente,135 que compartilham fronteiras terrestres com o Uruguai ao sul; Argentina e Paraguai a sudoeste; Bolívia e Peru a oeste; Colômbia a noroeste e Venezuela, Suriname, Guiana e o departamento ultramarino francês da Guiana Francesa, ao norte. O país compartilha uma fronteira comum com todos os países da América do Sul exceto Equador e Chile. Ele também engloba uma série de arquipélagos oceânicos, como Fernando de Noronha, Atol das Rocas, São Pedro e São Paulo e Trindade e Martim Vaz.10 O seu tamanho, relevo, clima e recursos naturais fazem do Brasil um país geograficamente diverso.135

      O Brasil é o quinto maior país do mundo, depois da Rússia, Canadá, China e Estados Unidos, e o terceiro maior da América, com uma área total de 8 515 767,049 km²,1 incluindo 55 455 km² de água.10 Seu território abrange três fusos horários, a partir de UTC-4 nos estados ocidentais, a UTC-3 nos estados do leste (e hora oficial do Brasil) e UTC-2 nas ilhas do Atlântico.136

      A topografia brasileira também é diversificada e inclui morros, montanhas, planícies, planaltos e cerrados. Grande parte do terreno se situa entre 200 metros e 800 metros de altitude.137 A área principal de terras altas ocupa mais da metade sul do país.137 As partes noroeste do planalto são compostas por terreno, amplo rolamento quebrado por baixo e morros arredondados.137 A seção sudeste é mais robusta, com uma massa complexa de cordilheiras e serras atingindo altitudes de até 1 200 metros.137 Esses intervalos incluem a serra da Mantiqueira, a serra do Espinhaço e a serra do Mar.137 No norte, o planalto das Guianas constituem um fosso de drenagem principal, separando os rios que correm para o sul da Bacia Amazônica dos rios que desaguam no sistema do rio Orinoco, na Venezuela, ao norte. O ponto mais alto no Brasil é o Pico da Neblina, na serra do Imeri (fronteira com a Venezuela) com 2 994 metros e o menor é o oceano Atlântico.10

      O Brasil tem um sistema denso e complexo de rios, um dos mais extensos do mundo, com oito grandes bacias hidrográficas, que drenam para o Atlântico.138 Os rios mais importantes são o Amazonas (o maior rio do mundo tanto em comprimento – 6 937,08 km de extensão – como em termos de volume de água – vazão de 12,5 bilhões de litros por minuto), o Paraná e seu maior afluente, o Iguaçu (que inclui as cataratas do Iguaçu), o Negro, São Francisco, Xingu, Madeira e Tapajós.138

      Meio ambiente

      A Floresta Amazônica, a mais rica e biodiversa floresta tropical do mundo.139

      A grande extensão territorial do Brasil abrange diferentes ecossistemas, como a floresta Amazônica, reconhecida como tendo a maior diversidade biológica do mundo,139 a mata Atlântica e o Cerrado, que sustentam também grande biodiversidade,140 sendo o Brasil reconhecido como um país megadiverso. No sul, a floresta de araucárias cresce sob condições de clima temperado.140

      A rica vida selvagem do Brasil reflete a variedade de habitats naturais. Os cientistas estimam que o número total de espécies vegetais e animais no Brasil seja de aproximadamente de quatro milhões.140 Grandes mamíferos incluem pumas, onças, jaguatiricas, raros cachorros-vinagre, raposas, queixadas, antas, tamanduás, preguiças, gambás e tatus. Veados são abundantes no sul e muitas espécies de platyrrhini são encontradas nas florestas tropicais do norte.140141 A preocupação com o meio ambiente tem crescido em resposta ao interesse mundial nas questões ambientais.142

      O patrimônio natural do Brasil está seriamente ameaçado pela pecuária e agricultura, exploração madeireira, mineração, reassentamento, extração de petróleo e gás, a sobrepesca, comércio de espécies selvagens, barragens e infraestrutura, contaminação da água, alterações climáticas, fogo e espécies invasoras.139 Em muitas áreas do país, o ambiente natural está ameaçado pelo desenvolvimento.143 A construção de estradas em áreas de floresta, tais como a BR-230 e a BR-163, abriu áreas anteriormente remotas para a agricultura e para o comércio; barragens inundaram vales e habitats selvagens; e minas criaram cicatrizes na terra e poluíram a paisagem.142144

      Clima

      O clima do Brasil dispõe de uma ampla variedade de condições de tempo em uma grande área e topografia variada, mas a maior parte do país é tropical.10 Segundo o sistema Köppen, o Brasil acolhe seis principais subtipos climáticos: equatorial, tropical, semiárido, tropical de altitude, temperado e subtropical. As diferentes condições climáticas produzem ambientes que variam de florestas equatoriais no Norte e regiões semiáridas no Nordeste, para florestas temperadas de coníferas no Sul e savanas tropicais no Brasil central.145 Muitas regiões têm microclimas totalmente diferentes.146147

      O clima equatorial caracteriza grande parte do norte do Brasil. Não existe uma estação seca real, mas existem algumas variações no período do ano em que mais chove.145 Temperaturas médias de 25°C,147 com mais variação de temperatura significativa entre a noite e o dia do que entre as estações.146 As chuvas no Brasil central são mais sazonais, característico de um clima de savana.146 Esta região é tão extensa como a bacia amazônica, mas tem um clima muito diferente, já que fica mais ao sul, em uma altitude inferior.145 No interior do nordeste, a precipitação sazonal é ainda mais extrema. A região de clima semiárido geralmente recebe menos de 800 milímetros de chuva,148 a maioria do que geralmente cai em um período de três a cinco meses no ano149 e, por vezes menos do que isso, a criação de longos períodos de seca.146 A "Grande Seca" de 1877–78 no Brasil, a mais grave já registrada no país,150 causou cerca de meio milhão de mortes.151 Outra em 1915 foi devastadora também.152

      No sul da Bahia, a distribuição de chuva muda, com chuva caindo ao longo do ano.145 O Sul e parte do Sudeste possuem condições de clima temperado, com invernos frescos e temperatura média anual não superior a 18 °C;147geadas de inverno são bastante comuns, com ocasional queda de neve nas áreas mais elevadas.145146

      ↑Topo da secção

      Demografia

      Mapa da densidade populacional do Brasil (2007).

      A população do Brasil, conforme registrado pelo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) de 2008, foi de aproximadamente 190 milhões de habitantes153 (22,31 habitantes por quilômetro quadrado), com uma proporção de homens e mulheres de 0,95:1154 e 83,75% da população definida como urbana.155 A população está fortemente concentrada nas regiões Sudeste (79,8 milhões de habitantes) e Nordeste (53,5 milhões de habitantes), enquanto as duas regiões mais extensas, o Centro-Oeste e o Norte, que formam 64,12% do território brasileiro, contam com um total de apenas 30 milhões de habitantes.

      A população do Brasil aumentou significativamente entre 1940 e 1970, devido a um declínio na taxa de mortalidade, embora a taxa de natalidade também tenha passado por um ligeiro declínio no período. Na década de 1940 a taxa de crescimento anual da população foi de 2,4%, subindo para 3,0% em 1950 e permanecendo em 2,9% em 1960, com a expectativa de vida subindo de 44 para 54 anos156 e para 72,6 anos em 2007.157 A taxa de aumento populacional tem vindo a diminuir desde 1960, de 3,04% ao ano entre 1950–1960 para 1,05% em 2008 e deverá cair para um valor negativo, de -0,29%, em 2050,158 completando assim a transição demográfica.159

      As maiores áreas metropolitanas do Brasil são São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte – todas na região Sudeste – com 19,6, 11,7 e 4,8 milhões de habitantes, respectivamente.160 Quase todas as capitais são as maiores cidades de seus estados, com exceção de Vitória, capital do Espírito Santo, e Florianópolis, a capital de Santa Catarina. Existem também regiões metropolitanas não-capitais nos estados de São Paulo (Campinas, Santos e Vale do Paraíba), Minas Gerais (Vale do Aço), Rio Grande do Sul (Vale do Rio dos Sinos) e Santa Catarina (Vale do Itajaí).161

      Etnias

      Grupos étnicos no Brasil163164165
      Etnia Porcentagem
      Brancos
        
      47,3%
      Pardos
        
      43,1%
      Pretos
        
      7,6%
      Amarelos
        
      2,1%
      Indígenas
        
      0,3%

      Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) de 2008, 48,43% da população (cerca de 92 milhões) foi descrita como brancos; 43,80% (cerca de 83 milhões) como pardos (multirracial); 6,84% (cerca de 13 milhões) como negros; 0,58% (cerca de 1,1 milhões) como asiáticos e 0,28% (cerca de 536 mil) como indígenas, enquanto 0,07% (cerca de 130 mil) não declararam sua raça.166 Em 2007, a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) relatou a existência de 67 tribos indígenas isoladas em regiões remotas do Brasil, a maioria delas no interior da Floresta Amazônica. Acredita-se que o Brasil possua o maior número de povos isolados do mundo.167

      A maioria dos brasileiros descendem de povos indígenas do país, colonos portugueses, imigrantes europeus e escravos africanos.168 Desde a chegada dos portugueses em 1500, um considerável número de uniões entre estes três grupos foram realizadas. A população parda169170 é uma categoria ampla que inclui caboclos (descendentes de brancos e índios), mulatos (descendentes de brancos e negros) e cafuzos (descendentes de negros e índios).168171172173174175 Os pardos e mulatos formam a maioria da população nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.176 A população mulata concentra-se geralmente na costa leste da região Nordeste, da Bahia à Paraíba177178 e também no norte do Maranhão,179180 sul de Minas Gerais181 e no leste do Rio de Janeiro.182183 No século XIX o Brasil abriu suas fronteiras à imigração. Cerca de cinco milhões de pessoas de mais de 60 países migraram para o Brasil entre 1808 e 1972, a maioria delas de Portugal, Itália, Espanha, Alemanha, Japão e Oriente Médio.23

      Religiões

      Religiões no Brasil (Censo de 2010)184
      Religião Porcentagem
      Catolicismo romano
        
      64,6%
      Protestantismo
        
      22,2%
      Sem religião
        
      8%
      Espiritismo
        
      2%
      Outras religiões
        
      3,2%

      A Constituição prevê liberdade de religião e a Igreja e o Estado estão oficialmente separados, sendo o Brasil um estado oficialmente laico.185 A legislação proíbe qualquer tipo de intolerância religiosa, no entanto, a Igreja Católica goza de um estatuto privilegiado186 e, ocasionalmente, recebe tratamento preferencial. Ainda assim os católicos passaram de 73,6% em 2000 para 64,6% em 2010, sendo observada pela primeira vez a redução em números absolutos (de 124 980 132 em 2000187 para 123 280 172 em 2010188 ).189 Embora o perfil religioso ainda mantenha a maioria católica, essa religião vem perdendo adeptos desde o primeiro Censo, realizado em 1872.190191192 De acordo com o Censo de 2010, entre os estados, o Rio de Janeiro apresenta a menor proporção de católicos, 45,8%; e o Piauí, a maior, 85,1%. Já a proporção de evangélicos era maior em Rondônia (33,8%) e menor no Piauí (9,7%).191

      O cristianismo é a religião da maioria da população. De acordo com o Censo Demográfico de 2010, 64,6% da população segue o catolicismo romano; 22,2% o protestantismo; 2,0% espiritismo, 2,7% outras denominações cristãs, islamismo, budismo, judaísmo e religiões ameríndias; 0,3% religiões afro-brasileiras; 0,1% de outras religiões, não declarado ou indeterminado, enquanto de 8,0% não têm religião.193

      Idiomas

      Pórtico de Pomerode, em Santa Catarina, um dos municípios brasileiros com língua cooficial alóctone.194195 Nessa região, o dialeto alemão é um dos principais idiomas.196

      A língua oficial do Brasil é o português,nota 1 que é falado por quase toda a população e é praticamente a única língua usada nos meios de comunicação, nos negócios e em fins administrativos. Por ser o único país lusófono da América, o idioma tornou-se uma parte importante da identidade nacional brasileira e deu-lhe uma cultura distinta da dos seus vizinhos hispanófonos.197 O português brasileiro teve o seu próprio desenvolvimento, influenciado por línguas ameríndias, africanas e por outros idiomas europeus.198 Como resultado, essa variante é um pouco diferente, principalmente na fonologia, do português lusitano. Essas diferenças são comparáveis àquelas entre o inglês americano e o inglês britânico.198 Em 2008, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que inclui representantes de todos os países cujo o português é o idioma oficial, chegou a um acordo sobre a padronização ortográfica da língua, com o objetivo de reduzir as diferenças entre as duas variantes. A todos os países da CPLP foi dado o prazo de 2009 até 2016 para se adaptarem às mudanças necessárias.199

      Idiomas minoritários são falados em todo o país. O censo de 2010 contabilizou 305 etnias indígenas no Brasil, que falam 274 línguas diferentes. Dos indígenas com 5 ou mais anos, 37,4% falavam uma língua indígena e 76,9% falavam português.200 Há também comunidades significativas de falantes do alemão (na maior parte o Hunsrückisch, um alto dialeto alemão) e italiano (principalmente o talian, de origem vêneta) no sul do país, os quais são influenciados pelo idioma português.201202 Diversos municípios brasileiros cooficializaram outras línguas,203 como São Gabriel da Cachoeira, no estado do Amazonas, onde ao nheengatu, tukano e baniwa, que são línguas ameríndias, foi concedido o estatuto cooficial com o português.204 Outros municípios, como Santa Maria de Jetibá (no Espírito Santo) e Pomerode (em Santa Catarina) também cooficializaram outras línguas alóctones, como o alemão e o pomerano.205 Os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul também possuem o talian como patrimônio linguístico oficial,206207 enquanto o Espírito Santo, desde agosto de 2011, incluiu em sua constituição o pomerano, junto com o alemão, como seus patrimônios culturais.208

      ↑Topo da secção

      Governo e política

      A Federação Brasileira é formada pela união indissolúvel de três entidades políticas distintas: os estados, os municípios e o Distrito Federal.9 A União, os estados, o Distrito Federal e os municípios são as esferas "do governo". A Federação está definida em cinco princípios fundamentais:9soberania, cidadania, dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e o pluralismo político. Os ramos clássicos tripartite de governo (executivo, legislativo e judiciário no âmbito do sistema de controle e equilíbrios) são oficialmente criados pela Constituição.9 O executivo e o legislativo estão organizados de forma independente em todas as três esferas de governo, enquanto o Judiciário é organizado apenas a nível federal e nas esferas estadual/Distrito Federal.209

      Todos os membros do executivo e do legislativo são eleitos diretamente.210211212 Juízes e outros funcionários judiciais são nomeados após aprovação em exames de entrada.210 O voto é obrigatório para os alfabetizados entre 18 e 70 anos e facultativo para analfabetos e aqueles com idade entre 16 e 18 anos ou superior a 70 anos.9 Juntamente com vários partidos menores, quatro partidos políticos destacam-se: o Partido dos Trabalhadores (PT), Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e Democratas (DEM). Quase todas as funções governamentais e administrativas são exercidas por autoridades e agências filiadas ao Executivo.213

      A forma de governo é a de uma república democrática, com um sistema presidencial.9 O presidente é o chefe de Estado e o chefe de governo da União e é eleito para um mandato de quatro anos,9 com a possibilidade de reeleição para um segundo mandato consecutivo. Ele é o responsável pela nomeação dos ministros de Estado, que auxiliam no governo.9 A atual presidente, Dilma Rousseff, foi eleita em 31 de outubro de 2010.214

      As casas Legislativas de cada entidade política são a principal fonte de direito no Brasil. O Congresso Nacional é a legislatura bicameral da Federação, composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Autoridades do Judiciário exercem funções jurisdicionais, quase exclusivamente.209 Quinze partidos políticos estão representados no Congresso. É comum que os políticos mudem de partido e, assim, a proporção de assentos parlamentares detidos por partidos muda regularmente. Os maiores partidos políticos são o Partido dos Trabalhadores (PT), Democratas (DEM), Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB-centro), Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Partido Progressista (PP), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido Liberal (PL), Partido Socialista Brasileiro (PSB), Partido Popular Socialista (PPS), Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB).215

      Lei

      Interior do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do Poder Judiciário.

      A lei brasileira é baseada na tradição do código civil, parte do sistema romano-germânico.216 Assim, os conceitos de direito civil prevalecem sobre práticas de direito comum. A maior parte da legislação brasileira é Codificada, apesar de os estatutos não-codificados serem uma parte substancial do sistema, desempenhando um papel complementar. Decisões do Tribunal e orientações explicativas; no entanto, não são vinculativas sobre outros casos específicos, exceto em algumas situações. Obras de doutrina e as obras de juristas acadêmicos têm forte influência na criação de direito e em casos de direito. O sistema jurídico baseia-se na Constituição Federal, que foi promulgada em 5 de outubro de 1988 e é a lei fundamental do Brasil. Todos as outras legislações e as decisões das cortes de justiça devem corresponder a seus princípios.217 Os estados têm suas próprias constituições, que não devem entrar em contradição com a constituição federal.218 Os municípios e o Distrito Federal não têm constituições próprias; em vez disso, eles têm leis orgânicas.219 Entidades legislativas são a principal fonte dos estatutos, embora, em determinadas questões, organismos dos poderes judiciário e executivo possam promulgar normas jurídicas.209

      A jurisdição é administrada pelas entidades do poder judiciário brasileiro, embora em situações raras a Constituição Federal permita que o Senado Federal interfira nas decisões jurídicas. Existem também jurisdições especializadas como a Justiça Militar, a Justiça do Trabalho e a Justiça Eleitoral. O tribunal mais alto é o Supremo Tribunal Federal. Este sistema tem sido criticado nas últimas décadas devido à lentidão com que as decisões finais são emitidas. Ações judiciais de recurso podem levar vários anos para serem resolvidas e, em alguns casos, mais de uma década para expirar antes de as decisões definitivas serem tomadas.220

      Política externa

      A presidente Dilma Rousseff na cúpula de 2011 do G20, em Cannes, França.

      Embora alguns problemas sociais e econômicos impeçam o Brasil de exercer poder global efetivo,221 o país é hoje um líder político e econômico na América Latina.222223 Esta alegação, porém, é parcialmente contestada por outros países, como a Argentina e o México, que se opõem ao objetivo brasileiro de obter um lugar permanente como representante da região no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Entre a Segunda Guerra Mundial e a década de 1990, os governos democráticos e militares procuraram expandir a influência do Brasil no mundo, prosseguindo com uma política externa e industrial independente. Atualmente o país tem como objetivo reforçar laços com outros países da América do Sul e exercer a diplomacia multilateral, através das Nações Unidas e da Organização dos Estados Americanos.224

      A atual política externa do Brasil é baseada na posição do país como uma potência regional na América Latina, um líder entre os países em desenvolvimento e uma superpotência mundial emergente.225 A política externa brasileira em geral tem refletido multilateralismo, resolução de litígios de forma pacífica e não intervenção nos assuntos de outros países.226 A Constituição brasileira determina também que o país deve buscar uma integração econômica, política, social e cultural com as nações da América Latina.9227228229

      Forças armadas

      As Forças Armadas do Brasil compreendem o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira.9 As Forças Armadas do Brasil são a maior força militar da América Latina, a segunda maior de toda a América e também uma das doze forças armadas mais bem preparadas do mundo.230 As polícias militares estaduais e os corpos de bombeiros militares são descritas como forças auxiliares e reservas do Exército pela Constituição,9 mas sob o controle de cada estado e de seus respectivos governadores.9 A Força Aérea Brasileira é o ramo de guerra aérea das Forças Armadas Brasileiras, sendo a maior força aérea da América Latina, com cerca de 700 aviões tripulados em serviço e efetivo de cerca de 67 mil militares.231

      Fragata F-48 da Marinha do Brasil atira contra um VANT durante um treinamento em 2011.

      A Marinha do Brasil é responsável pelas operações navais e pela guarda das águas territoriais brasileiras. É a mais antiga das Forças Armadas brasileiras, possui o maior efetivo de fuzileiros navais da América Latina, estimado em 15 000 homens,232 tendo o Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais como sua principal unidade.233 A Marinha também possui um grupo de elite especializado em retomar navios e instalações navais, o Grupamento de Mergulhadores de Combate, unidade especialmente treinada para proteger as plataformas petrolíferas brasileiras ao longo de sua costa.234 É a única Marinha da América Latina que opera um porta-aviões, o NAe São Paulo,235 e uma das dez marinhas do mundo a operar tal tipo de navio.236

      O Exército Brasileiro é responsável pelas operações militares por terra, possui o maior efetivo da América Latina, contando com uma força de cerca de 290 000 soldados. Também possui a maior quantidade de veículos blindados da América do Sul, somados os veículos blindados para transporte de tropas e carros de combate principais.236 Possui uma grande unidade de elite especializada em missões não convencionais, a Brigada de Operações Especiais, única na América Latina,237238239 além de uma Força de Ação Rápida Estratégica, formada por unidades de elite altamente mobilizáveis e preparadas (Brigada de Operações Especiais, Brigada de Infantaria Paraquedista,2402411º Batalhão de Infantaria de Selva (Aeromóvel)242 e 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel)243 ) para atuar em qualquer parte do território nacional, em curto espaço de tempo, na hipótese de agressão externa.244 Como o Brasil adota o serviço militar obrigatório, sua força militar é uma das maiores do mundo com efetivo calculado em mais de 1 600 000 homens em idades de reservista por ano.245

      ↑Topo da secção

      Subdivisões

      O Brasil é uma Federação constituída pela união indissolúvel de 26 estados-membros, um Distrito Federal e municípios.246 Os estados e municípios possuem natureza de pessoa jurídica de direito público, portanto, como qualquer pessoa em território nacional (cidadão ou estrangeiro), possuem direitos e deveres estabelecidos pela Constituição Brasileira de 1988. Estados e municípios possuem autoadministração, autogoverno e auto-organização, ou seja, elegem seus líderes e representantes políticos e administram seus negócios públicos sem interferência de outros municípios, estados ou da União. De modo a permitir a autoadministração, a Constituição Federal define quais tributos podem ser coletados por cada unidade da federação e como as verbas serão distribuídas entre eles.9 Estados e municípios, atendendo ao desejo de sua população expresso em plebiscitos, podem dividir-se ou se unir. Porém, não têm assegurado pela constituição o direito de se tornarem independentes.9

      As unidades federativas são entidades subnacionais autônomas (autogoverno, autolegislação e autoarrecadação) dotadas de governo e constituição próprios que juntas formam a República Federativa do Brasil.9 Atualmente o Brasil é dividido política e administrativamente em 27 unidades federativas, sendo 26 estados e um distrito federal.9 O Poder Executivo é exercido por um governador eleito quadrienalmente. O Poder Judiciário é exercido por tribunais estaduais de primeira e segunda instância que cuidam da justiça comum.9 O Distrito Federal tem características comuns aos estados-membros e aos municípios. Ao contrário dos estados-membros, não pode ser dividido em municípios. Por outro lado, pode arrecadar tributos atribuídos como se fosse um estado e, também, como município.9

      Os municípios são uma circunscrição territorial dotada de personalidade jurídica e com certa autonomia administrativa, sendo as menores unidades autônomas da Federação. Cada município tem sua própria Lei Orgânica que define a sua organização política, mas limitada pela Constituição Federal.9 Há cerca de 5 565 municípios em todo território nacional, alguns com população maior que a de vários países do mundo (cidade de São Paulo com cerca de 11 milhões de habitantes), outros com menos de mil habitantes; alguns com área maior do que vários países no mundo (Altamira, no Pará, é quase duas vezes maior que Portugal), outros com menos de quatro quilômetros quadrados, como Águas de São Pedro, no estado de São Paulo, e Santa Cruz de Minas, em Minas Gerais, que são os dois menores municípios do Brasil em tamanho territorial.1

      ↑Topo da secção

      Economia

      Colheitadeira em uma plantação de algodão brasileira. O Brasil é o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo.247
      E-190, jato desenvolvido pela empresa brasileira Embraer, a terceira maior produtora mundial de aviões civis, depois da Airbus e da Boeing.248
      Plataforma petrolífera P-51 da estatal brasileira Petrobras. Desde 2006 o país equilibra sua balança de petróleo.249

      O Brasil é a maior economia da América Latina (e a segunda da América, atrás apenas dos Estados Unidos), a sétima maior economia do mundo a taxas de mercado de câmbio e a sétima maior em paridade do poder de compra (PPC), de acordo com o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial.250251 O seu PIB (PPC) per capita é de US$ 12.181,341, colocando o Brasil na posição 75ª posição de acordo com dados do Banco Mundial.3 O país tem grandes e desenvolvidos setores agrícola, minerador, manufatureiro e de serviços, bem como um grande mercado de trabalho.252 As exportações brasileiras estão crescendo, criando uma nova geração de magnatas.253 Os principais produtos de exportação incluem aeronaves, equipamentos elétricos, automóveis, álcool, têxtil, calçados, minério de ferro, aço, café, suco de laranja, soja e carne enlatada.254 O país tem vindo a expandir a sua presença nos mercados financeiros internacionais e mercados de commodities e faz parte de um grupo de quatro economias emergentes chamadas de países Bric.255

      Entre as empresas mais conhecidas do Brasil estão: Brasil Foods, Perdigão, Sadia e JBS (setor alimentício); Embraer (setor aéreo); Havaianas e Calçados Azaleia (calçados); Petrobras (setor petroleiro); Companhia Vale do Rio Doce (mineração); Marcopolo e Busscar (carroceiras); Gerdau (siderúgicas); Organizações Globo (comunicação). O Brasil é visto por muitos economistas como um país com grande potencial de desenvolvimento, assim como a Rússia, Índia e China, os países BRIC. Alguns especialistas em economia, como o analista Peter Gutmann, afirmam que em 2050 o Brasil poderá vir a atingir estatisticamente o padrão de vida verificado em 2005 nos países da Zona Euro.256 De acordo com dados do Goldman Sachs, o Brasil atingirá em 2050 um PIB de US$ 11.366.000 e PIB per capita de US$ 49.759, a quarta maior economia do planeta.257

      A economia brasileira é diversa,258 abrangendo a agricultura, a indústria e uma multiplicidade de serviços.259260 Atualmente o país tem conseguido impor sua liderança global graças ao desenvolvimento de sua economia.261 A força econômica que o país tem demonstrado, deve-se, em parte, ao boom mundial nos preços de commodities e de mercadorias para exportação, como a carne bovina e a soja.260261 As perspectivas da economia brasileira têm melhorado ainda mais graças a descobertas de enormes jazidas de petróleo e gás natural na bacia de Santos.262 Potência mundial na agricultura e em recursos naturais, o Brasil desencadeou sua maior explosão de prosperidade econômica das últimas em três décadas.263

      A agricultura e setores aliados, como a silvicultura, exploração florestal e pesca contabilizaram 6,1% do PIB em 2007,264 um desempenho que põe o agronegócio em uma posição de destaque na balança comercial do Brasil, apesar das barreiras comerciais e das políticas de subsídios adotadas pelos países desenvolvidos.265 Em relatório divulgado em 2010 pela OMS, o Brasil é o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo, atrás apenas de Estados Unidos e União Europeia.247

      A indústria de automóveis, aço, petroquímica, computadores, aeronaves e bens de consumo duradouros contabilizam 30,8% do produto interno bruto brasileiro.264 A atividade industrial está concentrada geograficamente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Campinas, Porto Alegre, Belo Horizonte, Manaus, Salvador, Recife e Fortaleza.266 O país responde por três quintos da produção industrial da economia sul-americana e participa de diversos blocos econômicos como: o Mercosul, o G-22 e o Grupo de Cairns.

      O Brasil comercializa regularmente com mais de uma centena de países, sendo que 74% dos bens exportados são manufaturas ou semimanufaturas. Os maiores parceiros são: União Europeia (com 26% do saldo); Mercosul e América Latina (25%); Ásia (17%) e Estados Unidos (15%). Um setor dos mais dinâmicos nessa troca é o de agronegócio, que mantém o Brasil entre os países com maior produtividade no campo.

      Dono de sofisticação tecnológica, o país desenvolve de submarinos a aeronaves, além de estar presente na pesquisa aeroespacial, possuindo um Centro de Lançamento de Veículos Leves e sendo o único país do Hemisfério Sul a integrar a equipe de construção da Estação Espacial Internacional (ISS). Pioneiro na pesquisa de petróleo em águas profundas, de onde extrai 73% de suas reservas, foi a primeira economia capitalista a reunir, no seu território, as dez maiores empresas montadoras de automóveis.267

      Turismo

      O turismo é uma atividade econômica importante em várias regiões do país. Com cinco milhões de visitantes estrangeiros em 2008,268269 o Brasil é o principal destino do mercado turístico internacional na América do Sul, e ocupa o segundo lugar na América Latina em termos de fluxo de turistas internacionais.269270

      Os gastos dos turistas estrangeiros em visita ao Brasil alcançaram 5,8 bilhões de dólares em 2008, 16,8% a mais do que em 2007.271 O país abarcou 3,4% do fluxo turístico internacional no continente americano em 2008.269 Em 2005, o turismo contribuiu com 3,2% das receitas nacionais advindas da exportação de bens e serviços, responsável pela criação de 7% dos empregos diretos e indiretos na economia brasileira.272 Em 2006, estima-se que 1,87 milhão de pessoas foram empregadas no setor, com 768 mil empregos formais (41%) e 1,1 milhão de ocupações informais (59%).273 O turismo doméstico representa uma parcela fundamental do setor, contabilizando 51 milhões de viagens em 2005.274

      ↑Topo da secção

      Infraestrutura

      Educação

      Universidade Federal do Paraná (UFPR), uma das mais antigas instituições de ensino superior do país, fundada em 1912.

      A Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) determinam que o Governo Federal, os Estados, o Distrito Federal e os municípios devem gerir e organizar seus respectivos sistemas de ensino. Cada um desses sistemas educacionais públicos é responsável por sua própria manutenção, que gere fundos, bem como os mecanismos e fontes de recursos financeiros. A nova constituição reserva 25% do orçamento do Estado e 18% de impostos federais e taxas municipais para a educação.9275

      Segundo dados do IBGE, em 2011, a taxa de literacia da população brasileira foi de 90,4%, significando que 13 milhões (9,6% da população) de pessoas ainda são analfabetas no país; já o analfabetismo funcional atingiu 21,6% da população.276 O analfabetismo é mais elevado no Nordeste, onde 19,9% da população é analfabeta.277 Ainda segundo o PNAD, o percentual de pessoas na escola, em 2007, foi de 97% na faixa etária de 6 a 14 anos e de 82,1% entre pessoas de 15 a 17 anos, enquanto o tempo médio total de estudo entre os que têm mais de 10 anos foi, em média, de 6,9 anos.276

      O ensino superior começa com a graduação ou cursos sequenciais, que podem oferecer opções de especialização em diferentes carreiras acadêmicas ou profissionais. Dependendo de escolha, os estudantes podem melhorar seus antecedentes educativos com cursos de pós-graduação Stricto Sensu ou Lato Sensu.275278 Para frequentar uma instituição de ensino superior, é obrigatório, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, concluir todos os níveis de ensino adequados às necessidades de todos os estudantes dos ensinos infantil, fundamental e médio,279 desde que o aluno não seja portador de nenhuma deficiência, seja ela física, mental, visual ou auditiva.280

      Saúde

      O sistema de saúde pública brasileiro, o Sistema Único de Saúde (SUS), é gerenciado e fornecido por todos os níveis do governo, sendo o maior sistema do tipo do mundo.281 Já os sistemas de saúde privada atendem um papel complementar.282 Os serviços de saúde públicos são universais e oferecidos a todos os cidadãos do país de forma gratuita. No entanto, a construção e a manutenção de centros de saúde e hospitais são financiadas por impostos, sendo que o país gasta cerca de 9% do seu PIB em despesas na área. Em 2009, o território brasileiro tinha 1,72 médicos e 2,4 camas hospitalares para cada 1000 habitantes.11

      Apesar de todos os progressos realizados desde a criação do sistema universal de cuidados de saúde em 1988, ainda existem vários problemas de saúde pública no Brasil. Em 2006, os principais pontos a serem resolvidos eram as altas taxas de mortalidade infantil (2,51%) e materna (73,1 mortes por 1000 nascimentos). O número de mortes por doenças não transmissíveis, como doenças cardiovasculares (151,7 mortes por 100 000 habitantes) e câncer (72,7 mortes por 100 000 habitantes) também têm um impacto considerável sobre a saúde da população brasileira. Finalmente, fatores externos, mas evitáveis, como acidentes de carro, violência e suicídio causaram 14,9% de todas as mortes no país.282283

      Energia

      O Brasil é o décimo maior consumidor da energia do planeta e o terceiro maior do hemisfério ocidental, atrás dos Estados Unidos e Canadá.284 A matriz energética brasileira é baseada em fontes renováveis, sobretudo a energia hidrelétrica e o etanol, além de fontes não-renováveis de energia, como o petróleo e o gás natural.285

      Usina Hidrelétrica de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do planeta por produção de energia.286

      Ao longo das últimas três décadas o Brasil tem trabalhado para criar uma alternativa viável à gasolina. Com o seu combustível à base de cana-de-açúcar, a nação pode se tornar energicamente independente neste momento. O Pró-álcool, que teve origem na década de 1970, em resposta às incertezas do mercado do petróleo, aproveitou sucesso intermitente. Ainda assim, grande parte dos brasileiros utilizam os chamados "veículos flex", que funcionam com etanol ou gasolina, permitindo que o consumidor possa abastecer com a opção mais barata no momento, muitas vezes o etanol.287 Os países com grande consumo de combustível, como a Índia e a China, estão seguindo o progresso do Brasil nessa área.288 Além disso, países como o Japão e Suécia estão importando etanol brasileiro para ajudar a cumprir as suas obrigações ambientais estipuladas no Protocolo de Quioto.289

      O Brasil possui a segunda maior reserva de petróleo bruto na América do Sul e é um dos produtores de petróleo que mais aumentaram sua produção nos últimos anos.290 O país é um dos mais importantes do mundo na produção de energia hidrelétrica. Da sua capacidade total de geração de eletricidade, que corresponde a 90 mil megawatts (MW), a energia hídrica é responsável por 66.000 MW (74%).291 A energia nuclear representa cerca de 3% da matriz energética do Brasil.292 O Brasil pode se tornar uma potência mundial na produção de petróleo, com grandes descobertas desse recurso nos últimos tempos na Bacia de Santos.293294295

      Transportes

      Com uma rede rodoviária de cerca de 1,8 milhões de quilômetros, sendo 96 353 km de rodovias pavimentadas (2004), as estradas são as principais transportadoras de carga e de passageiros no tráfego brasileiro.296297

      Os primeiros investimentos na infraestrutura rodoviária deram-se na década de 1920, no governo de Washington Luís, sendo prosseguidos no governo Vargas e Gaspar Dutra.298 O presidente Juscelino Kubitschek (1956–61), que concebeu e construiu a capital Brasília, foi outro incentivador de rodovias. Kubitschek foi responsável pela instalação de grandes fabricantes de automóveis no país (Volkswagen, Ford e General Motors chegaram ao Brasil durante seu governo) e um dos pontos utilizados para atraí-los era, evidentemente, o apoio à construção de rodovias.

      Trecho da BR-116 em Fortaleza, Ceará.

      Hoje, o país tem instalados em seu território outros grandes fabricantes de automóveis, como Fiat, Renault, Peugeot, Citroën, Chrysler, Mercedes-Benz, BMW, Hyundai e Toyota. O Brasil é o sétimo mais importante país da indústria automobilística.299

      Existem cerca de quatro mil aeroportos e aeródromos no Brasil, sendo 721 com pistas pavimentadas, incluindo as áreas de desembarque.296 O país tem o segundo maior número de aeroportos em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.296300 O Aeroporto Internacional de Guarulhos, localizado na Região Metropolitana de São Paulo, é o maior e mais movimentado aeroporto do país, grande parte dessa movimentação deve-se ao tráfego comercial e popular do país e ao fato de que o aeroporto liga São Paulo a praticamente todas as grandes cidades de todo o mundo. O Brasil tem 34 aeroportos internacionais e 2 464 aeroportos regionais.301

      O país possui uma extensa rede ferroviária de 28 857 km de extensão, a décima maior rede do mundo.296 Atualmente, o governo brasileiro, diferentemente do passado, procura incentivar esse meio de transporte; um exemplo desse incentivo é o projeto do Trem de Alta Velocidade Rio-São Paulo, um trem-bala que vai ligar as duas principais metrópoles do país. Há 37 grandes portos no Brasil, dentre os quais o maior é o Porto de Santos.302 O país também possui 50 000 km de hidrovias.296

      Ciência e tecnologia

      A produção científica brasileira começou, efetivamente, nas primeiras décadas do século XIX, quando a família real e a nobreza portuguesa, chefiadas pelo Príncipe-regente Dom João de Bragança (futuro Rei Dom João VI), chegaram no Rio de Janeiro, fugindo da invasão do exército de Napoleão Bonaparte em Portugal, em 1807. Até então, o Brasil era uma colônia portuguesa (ver colônia do Brasil), sem universidades e organizações científicas, em contraste com as ex-colônias americanas do império espanhol, que apesar de terem uma grande parte da população analfabeta, tinham um número considerável de universidades desde o século XVI.304305

      César Lattes, físico brasileiro codescobridor do méson pi, trabalho fundamental no desenvolvimento da física atômica.

      A pesquisa tecnológica no Brasil é em grande parte realizada em universidades públicas e institutos de pesquisa. Alguns dos mais notáveis polos tecnológicos do Brasil são os institutos Oswaldo Cruz e Butantã, o Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

      O Brasil tem o mais avançado programa espacial da América Latina, com recursos significativos para veículos de lançamento, e fabricação de satélites.306 Em 14 de outubro de 1997, a Agência Espacial Brasileira assinou um acordo com a NASA para fornecer peças para a ISS.307 Este acordo possibilitou ao Brasil treinar seu primeiro astronauta. Em 30 de março de 2006 o Cel. Marcos Pontes a bordo do veículo Soyuz se transformou no primeiro astronauta brasileiro e o terceiro latino-americano a orbitar nosso planeta.308

      O urânio enriquecido na Fábrica de Combustível Nuclear (FCN), de Resende, no estado do Rio de Janeiro, atende a demanda energética do país. Existem planos para a construção do primeiro submarino nuclear do país.309 O Brasil também é um dos três países da América Latina310 com um laboratório Síncrotron em operação, um mecanismo de pesquisa da física, da química, das ciências dos materiais e da biologia.311 Segundo o Relatório Global de Tecnologia da Informação 2009–2010 do Fórum Econômico Mundial, o Brasil é o 61º maior desenvolvedor mundial de tecnologia da informação.312

      O Brasil também tem um grande número de notáveis personalidades científicas. Entre os inventores brasileiros mais reconhecidos estão os padres Bartolomeu de Gusmão,313Roberto Landell de Moura313 e Francisco João de Azevedo,313 além Alberto Santos Dumont,314Evaristo Conrado Engelberg,315Manuel Dias de Abreu,316Andreas Pavel317 e Nélio José Nicolai.318 A ciência brasileira é representada por nomes como César Lattes,319Mário Schenberg,320José Leite Lopes321 e Fritz Müller.322 Entre os profissionais e pesquisadores da área de medicina, destacam-se os brasileiros Ivo Pitanguy,323Mayana Zatz,324Adib Jatene,325Adolfo Lutz,326Emílio Ribas,327Vital Brasil,328Carlos Chagas,329Oswaldo Cruz,330Henrique da Rocha Lima,331Mauricio Rocha e Silva332 e Euryclides Zerbini.313

      Comunicação

      Instalações da Rede Globo em São Paulo, a segunda maior rede de televisão comercial do planeta.333334

      A imprensa brasileira tem seu início em 1808 com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, sendo até então proibida toda e qualquer atividade de imprensa — fosse a publicação de jornais ou livros.335 A imprensa brasileira nasceu oficialmente no Rio de Janeiro em 13 de maio de 1808, com a criação da Impressão Régia, hoje Imprensa Nacional, pelo príncipe-regente Dom João.336

      A Gazeta do Rio de Janeiro, o primeiro jornal publicado em território nacional,337 começa a circular em 10 de setembro de 1808. Atualmente a imprensa escrita consolidou-se como um meio de comunicação em massa e produziu grandes jornais que hoje estão entre as maiores do país e do mundo como a Folha de S. Paulo, O Globo e o Estado de S. Paulo, e publicações das editoras Abril e Globo.338

      A radiodifusão surgiu em 7 de setembro de 1922,339 sendo a primeira transmissão um discurso do então presidente Epitácio Pessoa, porém a instalação do rádio de fato ocorreu apenas em 20 de abril de 1923 com a criação da "Rádio Sociedade do Rio de Janeiro". Na década de 1930 começou a era comercial do rádio, com a permissão de comerciais na programação, trazendo a contratação de artistas e desenvolvimento técnico para o setor. Com o surgimento das radionovelas e da popularização da programação, na década de 1940, começou a chamada era de ouro do rádio brasileiro, que trouxe um impacto na sociedade brasileira semelhante ao que a televisão produz hoje. Com a criação da televisão o rádio passa por transformações, os programas de humor, os artistas, as novelas e os programas de auditório são substituídos por músicas e serviços de utilidade pública. Na década de 1960 surgiram as rádios FMs que trazem mais músicas para o ouvinte.340

      A televisão no Brasil começou, oficialmente, em 18 de setembro de 1950,341 trazida por Assis Chateaubriand que fundou o primeiro canal de televisão no país, a TV Tupi. Desde então a televisão cresceu no país, criando grandes redes como a Globo, Record, SBT e Bandeirantes. Hoje, a televisão representa um fator importante na cultura popular moderna da sociedade brasileira. A televisão digital no Brasil teve início às 20h30 de 2 de dezembro de 2007, inicialmente na cidade de São Paulo, pelo padrão japonês.342

      ↑Topo da secção

      Cultura

      Interior da Igreja de São Francisco em Salvador, Bahia, uma das mais ricas expressões do barroco brasileiro.

      O núcleo de cultura é derivado da cultura portuguesa, por causa de seus fortes laços com o império colonial português. Entre outras influências portuguesas encontram-se o idioma português, o catolicismo romano e estilos arquitetônicos coloniais.343 A cultura, contudo, foi também fortemente influenciada por tradições e culturas africanas, indígenas e europeias não-portuguesas.344 Alguns aspectos da cultura brasileira foram influenciadas pelas contribuições dos italianos, alemães e outros imigrantes europeus que chegaram em grande número nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.345 Os ameríndios influenciaram a língua e a culinária do país e os africanos influenciaram a língua, a culinária, a música, a dança e a religião.346

      A arte brasileira tem sido desenvolvida, desde o século XVI, em diferentes estilos que variam do barroco (o estilo dominante no Brasil até o início do século XIX)347348 para o romantismo, modernismo, expressionismo, cubismo, surrealismo e abstracionismo.

      O cinema brasileiro remonta ao nascimento da mídia no final do século XIX e ganhou um novo patamar de reconhecimento internacional nos últimos anos.349

      Música

      Homens tocando berimbau e pandeiro em uma roda de capoeira.

      A música do Brasil se formou, principalmente, a partir da fusão de elementos europeus e africanos, trazidos respectivamente por colonizadores portugueses e escravos. Até o século XIX Portugal foi a porta de entrada para a maior parte das influências que construíram a música brasileira, clássica e popular, introduzindo a maioria do instrumental, o sistema harmônico, a literatura musical e boa parcela das formas musicais cultivadas no país ao longo dos séculos, ainda que diversos destes elementos não fosse de origem portuguesa, mas genericamente europeia. O primeiro grande compositor brasileiro foi José Maurício Nunes Garcia, autor de peças sacras com notável influência do classicismo vienense. A maior contribuição do elemento africano foi a diversidade rítmica e algumas danças e instrumentos, que tiveram um papel maior no desenvolvimento da música popular e folclórica, florescendo especialmente a partir do século XX. O indígena praticamente não deixou traços seus na corrente principal, salvo em alguns gêneros do folclore, sendo em sua maioria um participante passivo nas imposições da cultura colonizadora.350

      Com grande participação negra, a música popular desde fins do século XVIII começou a dar sinais de formação de uma sonoridade caracteristicamente brasileira. Na música clássica, contudo, aquela diversidade de elementos se apresentou até tardiamente numa feição bastante indiferenciada, acompanhando de perto - dentro das possibilidades técnicas locais, bastante modestas se comparadas com os grandes centros europeus ou como os do México e do Peru - o que acontecia na Europa e em grau menor na América espanhola em cada período, e um caráter especificamente brasileiro na produção nacional só se tornaria nítido após a grande síntese realizada por Villa Lobos, já em meados do século XX.350

      A música brasileira engloba vários estilos regionais influenciados por formas africanas, europeias e ameríndias. Ela se desenvolveu em estilos e gêneros musicais diferentes, tais como música popular brasileira, música nativista, música sertaneja, samba, choro, axé, brega, forró, frevo, baião, lambada, maracatu, tropicalismo, bossa nova e rock brasileiro, entre outros.350

      Literatura

      Machado de Assis, poeta e romancista, fundador da Academia Brasileira de Letras (ABL).

      A literatura brasileira surgiu a partir da atividade literária incentivada pelos jesuítas após o descobrimento do Brasil durante o século XVI.351 No séculos posteriores, o barroco desenvolveu-se no nordeste do país nos séculos XVI e XVII e o arcadismo se expandiu no século XVIII na região das Minas Gerais. No século XIX, o romantismo brasileiro afetou a literatura nacional, tendo como seu maior nome José de Alencar.352 Após esse período, o realismo brasileiro expandiu-se pelo país, principalmente pelas obras de Machado de Assis, poeta e romancista, cujo trabalho se estende por quase todos os gêneros literários e que é amplamente considerado como o maior escritor brasileiro.353

      Bastante ligada, de princípio, à literatura metropolitana, ela foi ganhando independência com o tempo, iniciando o processo durante o século XIX com os movimentos romântico e realista, atingindo o ápice com a Semana de Arte Moderna em 1922, caracterizando-se pelo rompimento definitivo com as literaturas de outros países, formando-se, portanto, a partir do Modernismo e suas gerações as primeiras escolas de escritores verdadeiramente independentes. São dessa época grandes nomes como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, João Guimarães Rosa, Clarice Lispector e Cecília Meireles.354

      Culinária

      A cozinha brasileira varia muito de acordo com a região, refletindo a combinação de populações nativas e de imigrantes pelo país. Isto criou uma cozinha nacional marcada pela preservação das diferenças regionais.355 Os exemplos são a feijoada, considerado o prato nacional do país;356357 e os alimentos regionais, como vatapá, moqueca, polenta, pão de queijo e acarajé.

      O Brasil tem uma grande variedade de doces como brigadeiros e beijinhos. A bebida nacional é o café, e a cachaça é uma bebida destilada nativa do Brasil. A cachaça é destilada a partir de cana-de-açúcar e é o ingrediente principal do coquetel nacional, a caipirinha.358

      Esportes

      O futebol é o esporte mais popular no Brasil.344

      O futebol é o esporte mais popular no Brasil.344 A Seleção Brasileira de Futebol foi cinco vezes vitoriosa na Copa do Mundo FIFA, em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.359Voleibol, futsal, basquetebol, skate, automobilismo e as artes marciais também têm grande popularidade no país.

      Embora não sejam tão praticados e acompanhados como os esportes citados anteriormente, tênis, handebol, natação e ginástica têm encontrado muitos seguidores brasileiros ao longo das últimas décadas. Algumas variações de esportes têm suas origens no Brasil. Futebol de praia,360futsal (versão oficial do futebol indoor)361futetênis, 362363futebol de saco364365 e futevôlei emergiram de variações do futebol. Outros esportes também criados no país são a peteca,366 o acquaride,367368369 o frescobol370 o sandboard,371 e o biribol.372

      A premiada Seleção Brasileira de Voleibol Masculino em junho de 2012.

      Nas artes marciais, os brasileiros têm desenvolvido a capoeira,373vale-tudo,374 e o jiu-jitsu brasileiro,375 entre outras artes marciais brasileiras.

      No automobilismo, pilotos brasileiros ganharam o campeonato mundial de Fórmula 1 oito vezes: Emerson Fittipaldi, em 1972 e 1974;376Nelson Piquet, em 1981, 1983 e 1987;377 e Ayrton Senna, em 1988, 1990 e 1991.378

      O Brasil já organizou eventos esportivos de grande escala: o país organizou e sediou a Copa do Mundo FIFA de 1950, na qual foi o vice-campeão379 e foi escolhido para sediar a Copa do Mundo FIFA de 2014.380 O circuito localizado em São Paulo, Autódromo José Carlos Pace, organiza anualmente o Grande Prêmio do Brasil.381São Paulo organizou os Jogos Pan-americanos de 1963 e o Rio de Janeiro organizou os Jogos Pan-americanos de 2007. Além disso, o país vai sediar os Jogos Olímpicos de Verão de 2016, que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro.382

      Feriados

      Feriados fixos383
      Data Nome Observações
      1º de janeiro Confraternização Universal Início do ano civil
      21 de abril Tiradentes Em homenagem ao mártir da Inconfidência Mineira
      1º de maio Dia do Trabalhador Homenagem a todos os trabalhadores
      7 de setembro Independência Proclamação da Independência em relação a Portugal
      12 de outubro384 Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil
      2 de novembro Finados Dia de memória aos mortos
      15 de novembro Proclamação da República Transformação do Império em República
      25 de dezembro Natal Celebração tradicional natalina
      Feriados móveis (Festas móveis do Cristianismo-Igreja Católica)
      Data Observações
      Carnaval Tradicional festa popular que precede a Quaresma católica; embora não seja um feriado nacional, o carnaval brasileiro é celebrado na terça-feira anterior à quarta-feira de cinzas.385386 Em alguns municípios não há trabalho na segunda-feira anterior também, formando assim 4 dias de carnaval.
      Sexta-feira santa Data cristã na qual a morte de Cristo é lembrada. Assim como o carnaval, não é um feriado nacional, mas é feriado em vários municípios.387
      Corpus Christi Data em que a Igreja Católica comemora com Procissão Solene o Sacramento da Eucaristia, devido à impossibilidade de fazê-lo no dia de sua instituição, a Quinta-Feira Santa, uma vez que na Semana Santa não se recomendam manifestações de júbilo. É um feriado comum instituído em vários municípios do Brasil, apesar de não ser um feriado nacional.383
      Dia de eleições
      Data Observações
      Eleições O primeiro turno, desde a edição da Lei nº 9.504/97, ocorre sempre no primeiro domingo do mês de outubro. Caso seja necessário um segundo turno, este ocorrerá no último domingo do mesmo mês. As eleições no Brasil ocorrem a cada quatro anos. Para os cargos de vereador e prefeito dos municípios, ocorrem nos anos bissextos. Para os cargos de deputado estadual, governador de estado, deputado federal, senador e presidente da república, ocorrem 2 anos após as eleições municipais.388
      ↑Topo da secção

      Notas

      1. ab A língua oficial da República Federativa do Brasil é o português (Art. 13 da Constituição da República Federativa do Brasil). É ainda reconhecida e protegida oficialmente e a língua brasileira de sinais ( lei n° 10.436 de 24 de abril de 2002). Além disso, as línguas tucano, nhengatu e baniua são reconhecidas oficialmente no município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e a língua alemã é reconhecida como cooficial secundária no município de Pomerode, em Santa Catarina.
      2. Para fins estatísticos, o IBGE considera que o Brasil tem 5570 municípios, incluindo Brasília – a capital federal – e Fernando de Noronha, que é oficialmente um território estadual de Pernambuco.13
      3. O nome da moeda brasileira atual veio de uma antiga moeda que existiu até 1942.
      ↑Topo da secção

      Referências

      1. abcd IBGE apresenta nova área territorial brasileira: 8.515.767,049 km². Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 28 de novembro de 2012.
      2. IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em 2012. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (31 de agosto de 2012). Página visitada em 31 de agosto de 2012.
      3. abcdef Brazil. Fundo Monetário Internacional (FMI). Página visitada em 17 de abril de 2013.
      4. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD):Relatório de Desenvolvimento Humano 2013 – Ascensão do Sul: progresso humano num mundo diversificado (14 de março de 2013). Página visitada em 15 de março de 2013.
      5. Sogamespo, Pedro (7 de março de 2012). Brasil atinge menor nível de desigualdade social desde 1960. Fundação Getúlio Vargas. Página visitada em 7/3/2012.
      6. Ministério da Casa Civil – Subchefia para Assuntos Jurídicos. (24 de Abril de 2008). "Lei nº 11.662, de 2008". Diário Oficial da União. Página visitada em 16 de outubro de 2008.
      7. Ministério da Casa Civil – Subchefia para Assuntos Jurídicos. (8 de Setembro de 2008). "Decreto nº 6.558 – Institui a hora de verão em parte do território nacional". Diário Oficial da União. Página visitada em 16 de Outubro de 2008.
      8. A vocalização do /l/ no fim das sílabas geralmente só não acontece em dialetos influenciados pelos vizinhos falantes de espanhol, como na pampa rio-grandenseAFI[bɾɐˈziɫ] –, entretanto, em dialetos ultraconservadores do interior do planalto, comumente referidos por caipira, o novo /l/ semivogal é um rótico retroflexo, fone herdado de línguas indígenas macro-jê, e não labio-velar, daí AFI[bɾɐˈziɻ], hoje muito menos comum por pressão sociolinguística da variedade de prestígio. Em todas, assume-se uma prosódia de conversa cotidiana. Em uma prosódia mais clara e formal, como a midiática, geralmente usa-se AFI[bɾaˈziw]. Esta mudança de pronúncia da vogal átona pré-tônica não ocorre nas variedades de outros países falantes da língua portuguesa, que conservam a redução de /o ~ ɔ/ para [u], /e ~ ɛ/ para [i ~ ɨ] e /a/ para [ɐ ~ ə] considerada mais coloquial no Brasil.
      9. abcdefghijklmnopqrstuv Constituição da República Federativa do Brasil de 1988
      10. abcdefghi Geography of Brazil. Central Intelligence Agency: The World Factbook (2008).
      11. abc Central Intelligence Agency:Introduction of Brazil – The World Factbook (2008). Página visitada em 3 de junho de 2008.
      12. Juliana Castro (9 de janeiro de 2013). Com 5 novos municípios, Brasil agora tem 5.570 cidades. O Globo. Página visitada em 10 de janeiro de 2013.
      13. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Sinopse do Censo Demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. 261 p. ISBN 978-85-240-4187-7
      14. FMI, relatório de 2013
      15. Brasil recupera posição de maior economia da América Latina. UOL (30/3/2006). Página visitada em 4 de maio de 2010.
      16. Alan Clendenning (17/04/2008). USA Today – The Associated Press:Booming Brazil could be world power soon. Página visitada em 12/12/2008.
      17. Brasil – Origem do nome. A Enciclopédia. Página visitada em 5 de maio de 2010.
      18. Constituição brasileira de 1891. Presidência da República. Página visitada em 10 de maio de 2010.
      19. ab Houaiss, Antônio (2009), "Brasileiro", Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, Rio de Janeiro: Objetiva .
      20. COUTO, Jorge (1997), A construção do Brasil, Cosmos, ISBN 978-9-72808185-0 .
      21. Constituição política do Império do Brazil (de 25 de março de 1824), Brasil: Presidência da república, http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao24.htm .
      22. "A Pré-História do Brasil registrada", Mercosul Educacional, Brasil: Inep, http://www.sic.inep.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=161&Itemid=83&lang=br .[ligação inativa]
      23. ab Ferreira-Levy, Maria Stella (junho 1974) (PDF), Revista de Saúde Pública, 8, p. 74, suplemento, Tabela 2, http://www.scielo.br/pdf/rsp/v8s0/03.pdf .
      24. "Que índios dominavam o litoral do Brasil na época do Descobrimento?", Mundo Estranho, Brasil: Abril, http://mundoestranho.abril.com.br/historia/pergunta_303242.shtml .
      25. CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro, vol. II, p. 865.
      26. Boxer 2002, pp. 98
      27. Boxer 2002
      28. Skidmore 2003, pp. 27
      29. Skidmore 2003, pp. 27
      30. Boxer 2002, pp. 101
      31. Boxer 2002, pp. 108
      32. Boxer 2002, pp. 102
      33. Skidmore 2003, pp. 30, 32
      34. Marcia Amantino "O mundo das feras: os moradores do Sertão Oeste de Minas Gerais - Século XVIII" AnnaBlume 2008 ISBN 9788574198460 pág.47
      35. Rachel Soihet e Martha Abreu "Ensino de história: conceitos, temáticas e metodologia" FAPERJ/Ed. Casa da Palavra 2003 ISBN 8587220640 pág. 29, 2º§ visualização Google Livros
      36. Adriana Lopez e Carlos G.Mota "História do Brasil; Uma Interpretação" Ed. SENAC São Paulo 2008 ISBN 9788573597899 páginas 95 (final) à 97
      37. Skidmore 2003, pp. 36
      38. Cashmore, Ernest "Dicionário de relações étnicas e raciais" Summus/Selo Negro, SP 2000 ISBN 8587478060 Pág. 39 visualização no Google Livros
      39. Lovejoy, Paul E. "A escravidão na África: uma história de suas transformacões" Ed. Record 2002 ISBN 8520005896 págs. 51 a 56
      40. Boxer 2002, pp. 32–33, 102, 110
      41. Skidmore 2003, pp. 34
      42. Boxer 2002, pp. 207
      43. Donato, Hernâni "Dicionário das Batalhas Brasileiras" IBRASA 1987 ISBN 8534800340 páginas 71 a 82
      44. Ibidem, Donato 1987
      45. Mello, Evaldo Cabral de "Olinda restaurada; Guerra e Açúcar no Nordeste, 1630-1654" Editora 34 Ltda 2007
      46. Ibidem, Donato 1987
      47. Sérgio Buarque de Holanda, Pedro Moacyr Campos e Boris Fausto "História geral da civilização brasileira" Difusão Européia do Livro 1963, Capítulo III
      48. Ibidem, Donato 1987 p.82
      49. Christiane Figueiredo Pagano de Mello "Forças Militares no Brasil Colonial" E-papers 2009 ISBN 9788576502050 páginas 51, 59, 85
      50. Regina Célia Pedroso "Estado autoritário e ideologia policial" FAPESP 2005 ISBN 8598292753 página 67, 2º§ (final) visualização Google livros
      51. Boxer, p. 213
      52. Marta Barcellos & Simone Azevedo; "Histórias do Mercado de Capitais no Brasil" - Campus Elsevier 2011 ISBN 85-352-3994-4 Introdução (por Ney Carvalho), Intro. pg. xiv
      53. Bueno, p. 145.
      54. ab Jeffrey C. Mosher. Political Struggle, Ideology, and State Building: Pernambuco and the Construction of Brazil, 1817-1850. [S.l.]: U of Nebraska Press, 2008. p. 9. ISBN 978-0-8032-3247-1
      55. Jeremy Adelman. Sovereignty and Revolution in the Iberian Atlantic. [S.l.]: Princeton University Press, 2006. 334– p. ISBN 978-0-691-12664-7
      56. Lustosa, pp. 109–110
      57. Lustosa 2006
      58. Lustosa 2006
      59. Vianna 1994, pp. 418
      60. Diégues 2004
      61. Diégues 2004
      62. Lustosa 2006, pp. 208
      63. Vianna 1994, pp. 140
      64. Carvalho 1993, pp. 23
      65. Lyra 1977a, pp. 17
      66. Carvalho 2007, pp. 21
      67. Maria Ligia Prado. A Formação das Nações Latino-americanas (em português). 2ª ed. Campinas: Atual/Editora da Unicamp, 1986. Capítulo: 5. o regime monárquico e o estado nacional, 61 e seg. p. ISBN
      68. name=fausto
      69. Lyra 1977a
      70. Moura, Clóvis "Dicionário da Escravidão Negra no Brasil" EDUSP 2004 ISBN 8531408121 páginas 15, 48 (2ªcoluna ) à 50; 69, 70, 153, 241, 386
      71. Schulz, John "O Exército na política: origens da intervenção militar, 1850-1894" EDUSP 1994 ISBN 8531401887 Capítulo 6
      72. Ibidem Schulz 1994 Capítulo 7
      73. Lincoln de Abreu Penna "O progresso da ordem: O florianismo e a construção da República" ISBN 9788576501862 página 59, último parágrafo
      74. Constituição, Brasil: Presidência da República, 1891, http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao91.htm .
      75. Leal 1976
      76. Rodrigues , Seitenfus & Boechat 1995, capítulo 15.5
      77. "A raiz das coisas: Rui Barbosa, o Brasil no mundo" Civilização Brasileira 2008 ISBN 85-2000835-6 pp 225-78
      78. "Uma história diplomática do Brasil, 1531-1945" pp 265–69
      79. "O Brasil e a Primeira Guerra Mundial" Instituto Geográfico Brasileiro 1990
      80. Visconde de Taunay "O encilhamento: scenas contemporaneas da bolsa em 1890, 1891 e 1892" Melhoramentos 1893
      81. Luís Nassif; "Os cabeças-de-planilha" Ediouro 2007 ISBN 978-85-00-02094-0 pp 69–107
      82. Ney O. Ribeiro de Carvalho; "O Encilhamento: anatomia de uma bolha brasileira" Bovespa 2004 ISBN-10 859040191X
      83. Hélio L. Martins; "A Revolta da Armada" BibliEx 1997
      84. Edmundo Moniz; "Canudos: a luta pela terra" Global, 1984
      85. Sevcenko, Nicolau "A Revolta da Vacina" Cosac Naify 2010 ISBN 978-85-7503868-0
      86. Aureliano P.de Moura; "Contestado: a guerra cabocla" Bibliteca do Exército 2003
      87. Arthur Thompson; "Guerra civil do Brazil de 1893-1895" Ravaro, 1934
      88. Roland, Maria Inês, "A Revolta da Chibata" Saraiva, 2000 ISBN 85-0203095-7
      89. Maria C.S. Forjaz; "Tenentismo e politica" Paz e Terra 1977.
      90. "Política e sociedade no Brasil, 1930-1964" ISBN 85-7419-242-2 pp 17–25
      91. Frank McCann; "Soldados da Pátria: História do exército brasileiro, 1889-1937" Cia das Letras 2007 ISBN 85-3591084-0 p 386
      92. Bueno 2003
      93. "Política e sociedade no Brasil, 1930-1964" pp 26–28
      94. Fausto & Devoto 2005, pp. 249
      95. Fausto & Devoto 2005, pp. 267
      96. Ricardo A.S. Seitenfus; "A entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial" EDIPUCRS 2000 ISBN 85-7430-122-1 Capítulo 2.2 pp 116–68
      97. Ricardo A.S. Seitenfus; Obra citada Capítulo 5, seções 5.1.1 à 5.1.3
      98. Hélio Silva; "1942; Guerra no Continente - O ciclo de Vargas, Volume 12" Civilização Brasileira, 1971 Capítulo "Defesa do Hemisfério"
      99. Roberto Sander; "O Brasil na mira de Hitler; " Objetiva 2007 ISBN 8573028688
      100. Hélio Silva; obra citada
      101. Celso Castro; Vitor Izecksohn & Hendrik Kraay, Capítulos 13 e 14 em "Nova história militar brasileira"; Fundação Getúlio Vargas; 2004; ISBN 85-225-0496-2
      102. Skidmore 2003, pp. 173
      103. Fausto & Devoto 2005, pp. 281
      104. McCann 2007 Ibidem; p 553: "O governo eleito que Dutra presidiu de 1946 a 1951 foi sustentado pelo exército intervencionista conservador e não por uma entidade subitamente democrática. ...Dutra traçou 1 paralelo significativo (declarando à época): "Pela grandeza do Brasil, assim foi em 15/11/1889 e em 29/10/1945." A seu ver, as derrubadas de d.Pedro II e Getúio Vargas eram análogas e tinham o mesmo propósito"
      105. Skidmore 2003
      106. Bueno 2003
      107. Skidmore 2003
      108. Skidmore 2003, pp. 201
      109. Skidmore 2003
      110. Skidmore 2003, pp. 204
      111. Skidmore 2003
      112. Skidmore 2003
      113. Skidmore 2003, pp. 210
      114. Fausto & Devoto 2005, pp. 397
      115. Gaspari 2002a
      116. Gaspari 2002a, pp. 35
      117. Vários autores-juristas "Direito Militar; doutrina e aplicações" Elsevier Ed. Ltda 2011 ISBN 9788535247909 páginas 130-31 visualização Google Livros
      118. Chirio, Maud "A política nos quartéis: Revoltas e protestos de oficiais na ditadura militar brasileira" Jorge Zahar Editor 2012 ISBN 9788537807798 Páginas 122-23, 185-186 Visualização pág.186 Google Livros
      119. Matéria jornalística sobre o tema
      120. Reportagem sobre uso de Crianças em torturas na ditadura
      121. Barboza, Nelson Alves "O golpe no Brasil e a Revolução no Cinema" Rio, 2008 ISBN 9788590698814 Visualização Google Livros
      122. Fausto & Devoto 2005, pp. 422
      123. Guerra, Cláudio "Memórias de uma Guerra Suja" TopBooks 2012 ISBN 8574752045
      124. Carlos Guilherme Mota "Viagem incompleta. A Experiência Brasileira (1500/2000): A grande transação" Editora SENAC 2000 ISBN 8573591110 Página 201 2º§ visualização Google livros
      125. Ibidem Mota 2000
      126. Alzira Alves de Abreu "A democratização no Brasil: atores e contextos" FAPERJ e Fundação Getúlio Vargas 2006 ISBN 8522505462 página 79 (do penúltimo parágrafo) à 81
      127. Fausto & Devoto 2005, pp. 460
      128. Fausto & Devoto 2005
      129. Fausto & Devoto 2005
      130. Fausto & Devoto 2005, pp. 482
      131. Fausto & Devoto 2005, pp. 474
      132. Fausto & Devoto 2005, pp. 502
      133. "A eleição de Dilma Rousseff", O Estado de S. Paulo, 2 de novembro de 2010, http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101102/not_imp633577,0.php .
      134. Posição Geográfica. Web Ciência. Página visitada em 5 de maio de 2010.
      135. ab "Land and Resources". Encarta. MSN. Consultado em 2008-06-11. 
      136. Hora Legal Brasileira. Observatório Nacional. Página visitada em 2009-02-21.
      137. abcde "Natural Regions". Encarta. MSN. Consultado em 2008-06-11. 
      138. ab "Rivers and Lakes". Encarta. MSN. Consultado em 2008-06-11. 
      139. abc One fifth of the world's freshwater. Amazon. World Wide Fund for Nature (2007-08-06). Página visitada em 2008-06-12.
      140. abcd "Plant and Animal Life". Encarta. MSN. Consultado em 2008-06-12. 
      141. "Atlantic Forest, Brazil", Map: Biodiversity hotspots, BBC News, 2004-10-01. Página visitada em 2008-06-12.
      142. ab "Environmental Issues". Encarta. MSN. Consultado em 2008-06-12. 
      143. Under threat. Greenpeace. Página visitada em 2008-06-12.
      144. Amazon destruction: six football fields a minute. Greenpeace. Página visitada em 2008-06-12.
      145. abcde Brazil. Country Guide. BBC Weather. Página visitada em 2008-06-11.
      146. abcde "Natural Regions". Encarta. MSN. Consultado em 2008-06-11. 
      147. abc Temperature in Brazil. Brazil Travel. Página visitada em 2008-06-11.
      148. Embrapa. Médias Anuais da Estação Agrometeorológica de Mandacaru. Arquivado do original em 2007-08-20. Página visitada em 2008-10-21.
      149. CPD: South America, Site SA19, Caatinga of North-eastern Brazil, Brazil. SI. Página visitada em 2009-10-29.
      150. (em inglês) Drought, Smallpox, and Emergence of Leishmania braziliensis in Northeastern Brazil, Estados Unidos: Centers for Disease Control and Prevention (CDC), http://origin.cdc.gov/eid/content/15/6/916.htm .
      151. Ó Gráda, C (em inglês), Famine: A Short History, Princeton University Press, http://press.princeton.edu/chapters/s8857.html .
      152. Inland fishery enhancements, FAO, http://www.fao.org/DOCREP/005/W8514E/W8514E29.htm .
      153. "População residente por situação, sexo e grupos de idade", PNAD, Brasil: IBGE, 2008, http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?c=261&i=P&nome=on&notarodape=on&tab=261&unit=0&pov=1&opc1=1&poc2=1&OpcTipoNivt=1&opn1=2&nivt=0&poc1=1&sec58=0&orp=6&qtu3=27&opv=1&sec1=0&opc2=1&pop=1&opn2=2&orv=2&orc2=4&opc58=1&qtu2=5&sev=93&sec2=0&opp=1&opn3=0&orc1=3&poc58=1&qtu1=1&cabec=on&orc58=5&opn7=0&decm=99&ascendente=on&sep=43343&orn=1&qtu7=9&pon=2&OpcCara=44&proc=1 .
      154. "População residente por situação, sexo e grupos de idade", PNAD, Brasil: IBGE, 2008, http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?c=261&i=P&nome=on&notarodape=on&tab=261&unit=0&pov=1&opc1=1&poc2=3&OpcTipoNivt=1&opn1=2&nivt=0&poc1=1&sec58=0&orp=6&qtu3=27&opv=1&sec1=0&opc2=1&pop=1&opn2=2&orv=2&orc2=4&opc58=1&qtu2=5&sev=93&sec2=0&sec2=92956&sec2=92957&opp=1&opn3=0&orc1=3&poc58=1&qtu1=1&cabec=on&orc58=5&opn7=0&decm=99&ascendente=on&sep=43343&orn=1&qtu7=9&pon=2&OpcCara=44&proc=1 .
      155. "População residente por situação, sexo e grupos de idade", PNAD, Brasil: IBGE, 2008, http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?c=261&i=P&nome=on&notarodape=on&tab=261&unit=0&pov=3&opc1=1&poc2=1&OpcTipoNivt=1&opn1=2&nivt=0&poc1=2&sec58=0&orp=6&qtu3=27&opv=1&sec1=0&sec1=1&sec1=2&opc2=1&pop=1&opn2=2&orv=2&orc2=4&opc58=1&qtu2=5&sev=93&sev=1000093&sec2=0&opp=1&opn3=0&orc1=3&poc58=1&qtu1=1&cabec=on&orc58=5&opn7=0&decm=99&ascendente=on&sep=43343&orn=1&qtu7=9&pon=2&OpcCara=44&proc=1 .
      156. Carvalho 2004, pp. 5
      157. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE (1999-11-29). Página visitada em 2010-01-25.
      158. Projeção da Populaçãoo do Brasil. IBGE. Página visitada em 2010-01-25.
      159. Carvalho 2004, pp. 7–8.
      160. "População residente por situação, sexo e grupos de idade", PNAD, Brasil: IBGE, 2008, http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?c=261&i=P&nome=on&notarodape=on&tab=261&unit=0&pov=1&opc1=1&poc2=1&opn1=2&OpcTipoNivt=2&nivt=0&poc1=1&sec58=0&orp=6&qtu3=27&opv=1&sec1=0&opc2=1&pop=1&opn2=0&orv=2&orc2=4&opc58=1&qtu2=5&sev=93&sec2=0&opp=1&opn3=0&orc1=3&poc58=1&qtu1=1&cabec=on&orc58=5&opn7=0&decm=99&ascendente=on&sep=43343&orn=1&qtu7=9&pon=2&OpcCara=43&proc=1 .
      161. "Principal Cities". Encarta. MSN. Consultado em 2008-06-10. [vago]
      162. Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2012 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (30 de agosto de 2011). Página visitada em 6 de setembro de 2012.
      163. Tendências Demográficas: Uma análise da população com base nos resultados dos Censos Demográficos 1940 e 2000
      164. Censo demográfico revela que o Brasil ficou mais velho e menos branco
      165. População que se declara branca diminui, diz IBGE
      166. "População residente por cor ou raça, situação e sexo", PNAD, IBGE, 2008, http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?c=262&i=P&nome=on&notarodape=on&tab=262&unit=0&pov=3&opc1=1&poc2=1&OpcTipoNivt=1&opn1=2&nivt=0&orc86=3&poc1=1&orp=6&qtu3=27&opv=1&poc86=2&sec1=0&opc2=1&pop=1&opn2=0&orv=2&orc2=5&qtu2=5&sev=93&sev=1000093&opc86=1&sec2=0&opp=1&opn3=0&sec86=0&sec86=2776&sec86=2777&sec86=2779&sec86=2778&sec86=2780&sec86=2781&ascendente=on&sep=43344&orn=1&qtu7=9&orc1=4&qtu1=1&cabec=on&pon=1&OpcCara=44&proc=1&opn7=0&decm=99 .
      167. "In Amazonia, Defending the Hidden Tribes" (em inglês), The Washington Post, 8 de julho 2007, http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/07/07/AR2007070701312.html .
      168. ab Enciclopédia Barsa, 4, p. 230 .
      169. Coelho 1996, pp. 268
      170. Vesentini 1988, pp. 117
      171. Coelho 1996, pp. 268
      172. Vesentini 1988, pp. 117
      173. Melhem 2004, pp. 268
      174. Azevedo 1971, pp. 2–3
      175. Moreira 1981, pp. 108
      176. Síntese dos Indicadores Sociais 2010 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Tabela 8.1 – População total e respectiva distribuição percentual, por cor ou raça, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Regiões Metropolitanas – 2009. Página visitada em 19 set. 2010.
      177. Moreira 1981, pp. 108
      178. Azevedo 1971, pp. 74–75
      179. Enciclopédia Barsa, 10, Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica do Brasil, 1987, p. 355 .
      180. Azevedo 1971, pp. 74
      181. Azevedo 1971, pp. 161
      182. Moreira 1981, pp. 108
      183. Azevedo 1971, pp. 161
      184. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE):Tabela 1.4.1 População residente, por situação do domicílio e sexo, segundo os grupos de religião - Brasil (2010). Página visitada em 29 de janeiro de 2013.
      185. Queiroz, Fernando Fonseca de (outubro de 2005). Brasil: Estado laico e a inconstitucionalidade da existência de símbolos religiosos em prédios públicos. Jus Navigandi. Página visitada em 30/11/2009.
      186. "Senado aprova acordo com o Vaticano", O Globo (Globo), 2009-10-8, http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/10/08/senado-aprova-acordo-com-vaticano-767959739.asp .
      187. "Tabela 1.3.1 – População residente, por sexo e situação do domicílio, segundo a religião" (PDF), Resultados do Censo 2000, Brasil: IBGE, http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2000/populacao/religiao_Censo2000.pdf 
      188. "Tabela 1.4.1 – População residente, por situação do domicílio e sexo, segundo os grupos de religião" (PDF), Resultados do Censo 2010, Brasil: IBGE, 2010, ftp://ftp.ibge.gov.br/Censos/Censo_Demografico_2010/Caracteristicas_Gerais_Religiao_Deficiencia/tab1_4.pdf 
      189. "Pela primeira vez, número de católicos cai", Comunicação pública, Brasil: Secom, 2012-6-30, p. 6, http://www.secom.gov.br/sobre-a-secom/acoes-e-programas/comunicacao-publica/clipping/junho-2012/clippingsecom-midia-30-de-junho-de-2012/at_download/file .
      190. (PDF) O processo de mudança de hegemonia religiosa no Brasil, RJ, BR: UFRJ, http://www.ie.ufrj.br/aparte/pdfs/a_mudanca_de_hegemonia_religiosa_no_brasil_02abr12.pdf .
      191. ab "Número de católicos cai e aumenta o de evangélicos, espíritas e sem religião", Censo 2010, BR: IBGE, http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2170&id_pagina=1 
      192. Os Mapas, Atores e Números da Diversidade Religiosa Cristã Brasileira: Católicos e Evangélicos entre 1940 e 2007, São Paulo, BR: PUC-SP, http://www.pucsp.br/rever/rv4_2008/t_campos.htm .
      193. (PDF) Censo, BR: IBGE, 2010, http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/imprensa/ppts/00000009352506122012255229285110.pdf .
      194. Pomerode institui língua alemã como co-oficial no Município.
      195. Patrimônio - Língua alemã
      196. Soraia Vilela (20 de abril de 2004). Deutsche Welle:O alemão lusitano do Sul do Brasil. Página visitada em 5 de novembro de 2012.
      197. "Portuguese language and the Brazilian singularity", Country studies, EUA, http://countrystudies.us/brazil/39.htm .
      198. ab Languages of Brazil. Ethnologue. Página visitada em 9 de junho de 2008.
      199. Adiamento da vigência do acordo ortográfico teve apoio de senadores. Agência Senado (28 de dezembro de 2012). Página visitada em 28 de dezembro de 2012.
      200. Censo 2010: população indígena é de 896,9 mil, tem 305 etnias e fala 274 idiomas
      201. "O alemão lusitano do Sul do Brasil", DW-World, Alemanha, http://www.dw-world.de/dw/article/0,,1174391,00.html .
      202. "O talian", Campinas, SP, Brasil: Unicamp, http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/talian.htm .
      203. Uma política patrimonial e de registro para as línguas brasileiras
      204. "Language Born of Colonialism Thrives Again in Amazon" (em inglês), The New York Times, http://www.nytimes.com/2005/08/28/international/americas/28amazon.html?ex=1282881600&en=2dbb31357d010164&ei=5090 .
      205. Pomerode institui língua alemã como co-oficial no Município. Página visitada em 5/9/2010.
      206. "Lei nº 14.951", Legislação estadual, Santa Catarina: PGE, 11 de novembro de 2009, http://server03.pge.sc.gov.br/LegislacaoEstadual/2009/014951-011-0-2009-001.htm .
      207. "Aprovado projeto que declara o Talian como patrimônio do RS", BR: Ipol, http://www.ipol.org.br/ler.php?cod=597 .
      208. "Plenário aprova em segundo turno a PEC do patrimônio", BR: ROG, http://www.ipol.org.br/ler.php?cod=690 .
      209. abc "Poder Judiciário", Sobre o Brasil, Governo Brasileiro, http://www.brasil.gov.br/sobre/o-brasil/estrutura/poder-judiciario-assegura-direitos-dos-cidadaos .
      210. ab Embassy of Brazil — Ottawa. Página visitada em 2007-07-19. "Political Institutions — The Executive"
      211. City Mayors. Página visitada em 2007-07-19. "Brazil federal, state and local government"
      212. MARTINS, Wilson. Brazilian Politics. Luso-Brazilian Review. Página visitada em 2007-07-19.
      213. "Poder Executivo", Sobre o Brasil, Governo brasileiro, http://www.brasil.gov.br/sobre/o-brasil/estrutura/poder-executivo-1 .
      214. Biografia de Dilma Rousseff. Presidência da República Federativa do Brasil. Página visitada em 4 jan. 2011.
      215. Government – Brazil (em inglês). Southtravels (1988-10-05). Página visitada em 2010-03-17.
      216. (em inglês) The Brazilian Legal System, Organization of American States, http://www.oas.org/juridico/mla/en/bra/en_bra-int-des-ordrjur.html .
      217. Silva 2004, pp. 46
      218. Silva 2004, pp. 592
      219. "Veja como funciona a estrutura governamental no país", Sobre o Brasil, Governo brasileiro, http://www.brasil.gov.br/sobre/o-brasil/estrutura/por-dentro-da-estrutura-governamental .
      220. Glugoski, Miguel; Medauar, Odete. "Nossos direitos nas suas mãos", USP Journal, 24–30 November 2003. Retrieved 17 May 2007.
      221. Zibechi, Raúl "Difficult Path" Funder's Network on Trade and Globalization. Acessado em 22 June 2007.
      222. Lima, Maria Regina Soares; Hirst, Mônica. "Brazil as a regional power" Blackwell Synergy Journal. Acessado em 22 June 2007.
      223. Bandeira, Luiz Alberto Moniz. "Brazil as a regional power" Sage Journals Online. Acessado em 22 de junho de 2007.
      224. Universia Knowledge at Wharton website, "Can Brazil Play a Leadership Role in the Current Round of Global Trade Talks?". Wharton School, Pennsylvania. Acessado em 22 June 2007.
      225. RIBANDO, Clare. US-Brazil relations. Congressional Research Service. Página visitada em 16 ago. 2007.
      226. Georges D. Landau, "The Decisionmaking Process in Foreign Policy: The Case of Brazil," Center for Strategic and International Studies: Washington DC: March 2003
      227. Zibechi, Raul. Brazil and the Difficult Path to Multilateralism. IRC Americas. Acessado em 16 Agosto 2007.
      228. De Lima, Maria Regina Soares. Hirst, Monica. Brazil as an intermediate state and regional power: action, choice and responsibilities. International Affairs 82 (1), 21–40. Acessado em 16 Agosto 2007.
      229. Bandeira, Luiz Alberto Moniz.Brazil as a Regional Power and Its Relations with the United States Universidade de Brasília. Acessado em 16 August 2007.
      230. "GlobalFirepower" Acessado em 23/12/2010.
      231. "FAB em números", Sala de imprensa, Brasil: Força Aérea, http://www.fab.mil.br/portal/imprensa/fab_numeros.php .
      232. Comando Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Brasil: Marinha, https://www.mar.mil.br/cgcfn/ .
      233. "Organização", Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra, Brasil: Marinha, http://www.mar.mil.br/ffe/organizacao.htm .
      234. "Grumec", Tropas elite, T35, http://tropaselite.t35.com/BRASIL_GRUMEC.htm .
      235. Perguntas mais freqüentes, Brasil: Marinha, https://www.mar.mil.br/menu_v/ccsm/perguntas/perguntas_mais_frequentes.htm#44.44 .
      236. ab "Mundo", Military Power, Brasil, http://www.militarypower.com.br/mundo.htm .
      237. Brigada de Operações Especiais, Brazil: Exército, http://www.bdaopesp.eb.mil.br/ .
      238. "Brigada de operações especiais", Defesanet, Brasil, http://www.defesanet.com.br/sof/cb_bda_opesp_1.htm .
      239. "Brigada de operações especiais", Tropas Elite, T35, http://tropaselite.t35.com/BRASIL_Brigada_de_Operacoes_Especiais_Parte-1.htm .
      240. "Combatentes", Military Power, Brasil, http://www.militarypower.com.br/combatentes.htm .
      241. Brigada de Infantaria Pára-quedista, Brasil: Exército, http://www.bdainfpqdt.eb.mil.br/ .
      242. 1º Batalhão de Infantaria de Selva (Aeromóvel), Brasil: Exército, http://www.1bis.eb.mil.br/ .
      243. 12º Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), Brasil: Exército, http://www.bdaamv.eb.mil.br/ .
      244. "Força de ação rápida", Tropas Elite, Brasil: T35, http://tropaselite.t35.com/BRASIL_FORCA%20DE%20ACAO%20RAPIDA.htm .
      245. The World Factbook, Estados Unidos: CIA, https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/br.html .
      246. Constituição Federal de 1988, artigo primeiro.
      247. ab "Brasil supera Canadá e se torna o terceiro maior exportador agrícola", O Estado de S. Paulo, 2010-03-07. Página visitada em 2010-3-7.
      248. Embraer vê clientes mais dispostos à compra de aviões. Economia. Exame. Página visitada em 8 de fevereiro de 2011.
      249. "Lula anuncia auto-suficiência do Brasil em petróleo amanhã", Folha de S. Paulo, 2006-04-20. Página visitada em 2009-05-26.
      250. Brazil. Fundo Monetário Internacional. Página visitada em 2009-10-01.
      251. Report for Selected Countries and Subjects (PPP). Fundo Monetário Internacional (2008-04-17). Página visitada em 2008-06-06.
      252. Economy of Brazil. Central Intelligence Agency (2008). Página visitada em 2008-06-03.
      253. Phillips, Tom. "The country of the future finally arrives", The Guardian, 2008-05-10. Página visitada em 2008-06-06.
      254. "The economy of heat", The Economist, 2007-04-12. Página visitada em 2008-06-06.
      255. O'Neill, Jim. BRICs. Goldman Sachs. Página visitada em 2008-06-06.
      256. Brasil terá padrão de vida 'europeu' em 2050, diz estudo, Brasil: BBC, http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070208_bricestudo1ss.shtml, visitado em 8 de fevereiro de 2007 .
      257. Goldman Sachs, Global Economics Paper No: 153, visitado em 31 de agosto de 2009
      258. "Brazil's shares at all-time high", BBC News, 2008-04-30. Página visitada em 2008-06-09.
      259. Alves, Fabio. "Brazilian Debt Raised to Investment Grade by S&P", Reuters, 2008-04-30. Página visitada em 2008-06-09.
      260. ab Warner, Jeremy. "Jeremy Warner's Outlook: Brazil secures investment grade", The Independent, 2008-05-02. Página visitada em 2008-06-09.
      261. ab Colitt, Raymond. "Sleeping giant Brazil wakes, but could stumble", Reuters, 2008-05-13. Página visitada em 2008-06-09.
      262. "An economic superpower, and now oil too", The Economist, 2008-04-17. Página visitada em 2008-06-09.
      263. "Brazil Joins Front Rank Of New Economic Powers", The Wall Street Journal. Página visitada em 2008-6-9.
      264. ab Field Listing — GDP — composition by sector (em inglês). Central Intelligence Agency (2008). Página visitada em 2008-6-9.
      265. Agropecuária. Economia. Página oficial do Governo do Brasil. Página visitada em 2008-06-09.
      266. Economia: O novo mapa da indústria brasileira, FPabramo, http://www.fpabramo.org.br/conteudo/economia-o-novo-mapa-da-industria-brasileira .
      267. "Brasil", Paíes miembros, http://www.aidef.org/paises-miembros-detalhe.asp?pais=brasil&link=infogerais .
      268. EMBRATUR (2009). Anuário Estatístico de Turismo 2009. Ministério de Turismo. Página visitada em 5 de setembro de 2008. Veja tabelas 1.1 e 3.8
      269. abc UNWTO Tourism Highlights, 2009 Edition. World Tourism Organization (2009). Página visitada em 4 de outubro de 2009. Clicar no link "UNWTO Tourism Highlights" para acessar o relatório em PDF.
      270. Organização Mundial do Turismo (2007). UNWTO Datos Esenciales del Turismo, Edición 2007 (em espanhol). UNWTO. Página visitada em 20 de junho de 2008.
      271. Adair de Oliveira Júnior (27 de janeiro de 2008). Gasto de turistas estrangeiros registra recorde em 2008. Centro de Excelência em Turismo, UNB. Página visitada em 1 de fevereiro de 2008. Dados do Banco Central
      272. Carmen Altés (2006). El Turismo en América Latina y el Caribe y la experiencia del BID (em inglês). Inter-American Development Bank; Sustainable Development Department, Technical Paper Series ENV-149, Washington, DC. Página visitada em 14 de junho de 2008.
      273. Margerida Coelho (2008). Distribução Espacial da Ocupação no Setor de Turismo: Brasil e Regiões. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Página visitada em 22 de junho de 2008.
      274. Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (2007). Caracterização e Dimensionamento do Turismo Doméstico no Brasil 2002 e 2006. Ministério do Turismo. Página visitada em 21 de junho de 2008.
      275. ab Educação. Sistema educacional brasileiro. Página oficial do Governo do Brasil. Página visitada em 11 de junho de 2008.
      276. ab "Cai proporção de jovens de 15 anos ou mais na escola", BBC Brasil. Página visitada em 19 de setembro de 2008.
      277. "IBGE: analfabetismo cai, mas País está atrás da Bolívia", A TARDE On Line. Página visitada em 19 de setembro de 2008.
      278. Sector Study for Education in Brazil. Japan Bank for International Cooperation (2005). Página visitada em 10 de junho de 2008.
      279. Sistema Educacional Brasileiro Dicionário Interativo da Educação Brasileira. Página visitada em 13 de dezembro de 2009.
      280. Discutindo Secretaria de Estado da Educação do Rio de Janeiro. Página visitada em 13 de dezembro de 2009.
      281. Conselho Nacional de Saúde:20 Anos do SUS. Página visitada em 13 de abril de 2012.
      282. ab Saúde. Atendimento. Página oficial do Governo brasileiro. Página visitada em 26 de março de 2010.
      283. Saúde. Radar social. Ministério do Planejamento. Página visitada em 10 de junho de 2008.
      284. The World Factbook. CIA (2008). Página visitada em março de 2006.
      285. "Reflexões sobre a história da matriz energética brasileira e sua importância para a definição de novas estratégias para o gás".. BGF. Consultado em 9 de junho de 2008. 
      286. G1 (20 de janeiro de 2011). Itaipu é a maior hidrelétrica do mundo em geração de energia. Página visitada em 5 de março de 2011.
      287. "Brasil alcança marca de 10 milhões de carros flex", O Estado de S. Paulo, 4 de março de 2010. Página visitada em 27 de março de 2010.
      288. "China, Índia and Brazilian ethanol" (em inglês), Veja (São Paulo, SP, BR: Abril), 2007-3-7, http://veja.abril.com.br/070307/p_064.shtml .
      289. "Programas de energia alternativa nos EUA, União Europeia e Japão podem favorecer etanol brasileiro", Universia, BR, http://www.universia.com.br/noticia/materia_dentrodocampus.jsp?not=27453 .
      290. (em inglês) Oil reserves in Brazil, EUA: Department of Energy, http://www.eia.doe.gov/cabs/Brazil/Oil.html .
      291. Freitas, Newton (em inglês), Hydroelectric power in Brazil, BR, http://www.newton.freitas.nom.br/artigos.asp?cod=322 .
      292. Nuclear Power in Brazil (em inglês). World Nuclear Association. Página visitada em 26 de março de 2010.
      293. "Oil discovery rocks Brazil", CNN, 2007-11-09. Página visitada em 9 de junho de 2008.[ligação inativa]
      294. Schneyer, Joshua. "Brazil, the New Oil Superpower", Business Week, 2007-11-09. Página visitada em 9 de junho de 2008. (em inglês)
      295. "More bounty", The Economist, 17 de abril de 2008. Página visitada em 9 de junho de 2008.
      296. abcde Brazil. Agência Central de Inteligência. Página visitada em 18 de agosto de 2010.
      297. Transportes de Passageiros: Apresentação. Agência Nacional de Transportes Terrestres. Página visitada em 25 de fevereiro de 2010.
      298. Pereira, LAG; LESSA, SN; CARDOSO, AD, Planejamento e Transporte Rodoviário no Brasil .
      299. Automotive industry in Brazil and the world (PDF) (em inglês). International Organization of Motor Vehicle Manufacturers. Página visitada em 14 de maio de 2010.
      300. Ociosidade atinge 70% dos principais aeroportos. Globo (12 de agosto de 2007). Página visitada em 14 de maio de 2010.
      301. INFRAERO - Aeroportos Brasileiros
      302. Sistema Portuário Nacional. Secretaria de Portos. Página visitada em 14 de maio de 2010.
      303. UOL. Brasil vai ganhar seu segundo acelerador de partículas de grandes proporções. Página visitada em 27 de dezembro de 2010.
      304. "Independência da América Espanhola", Brasil Escola, http://www.meuartigo.brasilescola.com/historia-geral/independencia-america-espanhola.htm .
      305. A universidade no Brasil: pano de fundo histórico e presença cristã, ABUB, http://www.abub.org.br/2010/04/universidade-no-brasil-pano-de-fundo-historico-e-presenca-crista .
      306. Brazil — The Space Program. Country data (abril 1997). Página visitada em 24 de maio de 2008.
      307. Clipping. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Página visitada em 26 de março de 2010.
      308. Do cosmonauta ao taikonauta, dezenas de nacionalidades no espaço. Terra. Página visitada em 18 de novembro de 2008.
      309. "Brazil to revive nuclear project", BBC News, BBC, 2007-07-11. Página visitada em 24 de maio de 2008.
      310. Accelerator list, Bonn, DE: Rheinische Friedrich-Wilhelms-Universität, http://www-elsa.physik.uni-bonn.de/accelerator_list.html .
      311. O que é o LNLS, LNLS Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, http://www.lnls.br/lnls/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=60 .
      312. "Brasil cai duas posições em ranking mundial", Folha de S.Paulo, 26 de março de 2010, http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2603201010.htm .
      313. abcd Almanaque Brasil. Inventores do Brasil para o mundo. Página visitada em 27 de dezembro de 2010.
      314. M. Santos Dumont Rounds Eiffel Tower." New York Times, 20 de outubro de 1901. Retrieved January 12, 2009.. Página visitada em 29 de dezembro de 2010.
      315. Engelberg, Inc. Vintage Machinery (2011). Página visitada em 17 de julho de 2011.
      316. Abreu, Manuel de, pag. 17 - Grande Enciclopédia Universal - edição de 1980 - ed.Amazonas
      317. http://www.iht.com/articles/2005/12/16/news/profile.php
      318. Exposição destaca centenário do CEFET-MG Sítio do Cefet-MG, acessado em 13 de novembro de 2010
      319. Ministério da Ciência e Tecnologia. 50 anos do Méson-Pi. Página visitada em 29 de dezembro de 2010.
      320. Mário Schenberg - Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas
      321. CARUSO, F. José Leite Lopes: in memoriam (em inglês). Página visitada em 30 de abril de 2011.
      322. West, David A. 2003. Fritz Müller: a naturalist in Brazil. Blacksburg: Pocahontas Press
      323. Ivo Pitanguy. A biblioteca Virtual de Literatura
      324. Academia Brasileira de Ciências.Página visitada em 6 de março de 2008
      325. Comissão Nacional sobre determinantes da Saúde
      326. Adolfo Lutz. Página visitada em 18 de dezembro de 2012.
      327. Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Página visitada em 23/12/2012.
      328. Museu Vital Brazil. VITAL BRAZIL: uma apresentação. Página visitada em 29 de dezembro de 2010.
      329. Fiocruz. Carlos Chagas e a descoberta de uma nova tripanossomíase humana. Página visitada em 29 de dezembro de 2010.
      330. Fiocruz. Criação do Instituto Soroterápico. Página visitada em 29 de dezembro de 2010.
      331. Fiocruz. Rocha Lima, o pai das rickettsias. Página visitada em 29 de dezembro de 2010.
      332. SBPC cuidará do acervo de Maurício Rocha e Silva. Agência FAPESP. Página visitada em 14 de abril de 2011.
      333. Globo cresce e se torna a segunda maior emissora do mundo. Página visitada em 22 de novembro de 2012.
      334. Rede Globo se torna a 2ª maior emissora do mundo. Página visitada em 22 de novembro de 2012.
      335. 200 anos da Imprensa no Brasil, 50 anos do Jornal Pequeno. Rede Alfredo de Carvalho. Página visitada em 2 de dezembro de 2008.
      336. A Imprensa Nacional, BR: Imprensa Nacional, http://portal.in.gov.br/in/imprensa1/a-imprensa-nacional/ .
      337. "Primeira página da primeira edição da Gazeta do Rio de Janeiro", Novo milênio, BR, http://www.novomilenio.inf.br/idioma/200009u.htm .
      338. "Maiores jornais do Brasil", A indústria jornalística, Associação Nacional de Jornais, http://www.anj.org.br/a-industria-jornalistica/jornais-no-brasil/maiores-jornais-do-brasil .
      339. História do Rádio no Brasil. Infoescola. Página visitada em 2 de dezembro de 2008.
      340. "História do Rádio no Brasil", Grupo escolar, http://www.grupoescolar.com/materia/historia_do_radio_no_brasil.html .
      341. História da televisão brasileira. Microfone. Página visitada em 2 de dezembro de 2008.
      342. TV digital brasileira, http://www.dtv.org.br/materias.asp?menuid=3&id=5 [ligação inativa]
      343. Períodos históricos. História. Página oficial do Governo brasileiro. Página visitada em 8 de junho de 2008.
      344. abc "People and Society". Encarta. MSN. Consultado em 10 de junho de 2008. 
      345. "Population". Encarta. MSN. Consultado em 10 de junho de 2008. 
      346. Freyre, Gilberto. "The Afro-Brazilian experiment: African influence on Brazilian culture", UNESCO. Página visitada em 8 de junho de 2008. (em inglês)
      347. Karnal 1998
      348. "Barroco Brasileiro", Enciclopédia, Itaú Cultural, http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=termos_texto&cd_verbete=63 .
      349. "Theater and Film". Encarta. MSN. Consultado em 8 de junho de 2008. 
      350. abc Renato Roschel. Folha de São Paulo:Música Popular do Brasil. Página visitada em 29 de outubro de 2012.
      351. "Origens da Literatura no Brasil", Algo Sobre, Brasil, http://www.algosobre.com.br/literatura/origens-da-literatura-no-brasil.html .
      352. José de Alencar e o Romantismo (em português). Vestibular1. Página visitada em 2008-12-02.
      353. Cândido, Antônio. (1970) Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades. p. 18
      354. Luciano Rodrigues Lima. Misticismo e Ateísmo em 'Amor', de Clarice Lispector. UNEB. Página visitada em 3 de dezembro de 2008.
      355. "Way of Life". Encarta. MSN. Consultado em 8 de junho de 2008. 
      356. Roger, "Feijoada: The Brazilian national dish" braziltravelguide.com.
      357. "Brazil National Dish: Feijoada Recipe and Restaurants". Acesso em 8 de novembro de 2009.
      358. DECRETO Nº 4.851, DE 2 DE OUTUBRO DE 2003. (html) (em português). Senado.gov. Página visitada em 4 de dezembro de 2009.
      359. Football in Brazil. Goal Programme. International Federation of Association Football (15 de abril de 2008). Página visitada em 6 de junho de 2008.
      360. Beach Soccer. International Federation of Association Football. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      361. Futsal. International Federation of Association Football. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      362. Dia do Desafio traz inventor de fute-tênis Jornal O Imparcial, acessado em 17 de junho de 2010
      363. Santos terá torneio de fute-tênis no fim de semana Folha Online, acessado em 17 de junho de 2010
      364. Portal do Futsac
      365. Parque Barigui ganha três quadras de footsack – Esporte criado em Curitiba
      366. Federação Mineira de Peteca, Histórico da Peteca
      367. Acqua Ride na Europa
      368. Acqua Ride (em português). Cidade Aventura.
      369. Acqua Ride: Passeio aquático radical. LivrEsportes.
      370. "Frescobol", Educação física, Brasil escola, http://www.brasilescola.com/educacaofisica/frescobol.htm .
      371. "Sandboard, um esporte criado no Brasil", O radical, Brasil: UOL, http://oradical.uol.com.br/sandboard/sandboard_um_esporte_criado_brasil/ .
      372. Montoro, Patricia (2005-06-14). História do Biribol. EducaRede. Página visitada em 2008-08-15.
      373. The art of capoeira (em inglês). BBC (20 de setembro de 2006). Página visitada em 6 de junho de 2008.
      374. Brazilian Vale Tudo. I.V.C. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      375. Brazilian Jiu-Jitsu Official Website. International Brazilian Jiu-Jitsu Federation. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      376. Donaldson, Gerald. Emerson Fittipaldi. Hall of Fame. The Official Formula 1 Website. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      377. Donaldson, Gerald. Nelson Piquet. Hall of Fame. The Official Formula 1 Website. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      378. Donaldson, Gerald. Ayrton Senna. Hall of Fame. The Official Formula 1 Website. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      379. 1950 FIFA World Cup Brazil. Previous FIFA World Cups. International Federation of Association Football. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      380. 2014 FIFA World Cup Brazil. International Federation of Association Football. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      381. Formula 1 Grande Premio do Brasil 2008. The Official Formula 1 Website. Página visitada em 6 de junho de 2008.
      382. Rio de Janeiro 2016 Summer Olympics (em inglês). Comitê Olímpico Internacional. Página visitada em 16 de julho de 2010.
      383. ab Lei nº10.607. Presidência da República Federativa do Brasil (19 de dezembro de 2002). Página visitada em 5 de maio de 2010.
      384. Lei nº6.802. Presidência da República Federativa do Brasil (30 de junho de 1980). Página visitada em 5 de maio de 2010.
      385. CAVALLINI, Marta. Carnaval não é feriado nacional; veja se você pode 'emendar'. g1.com. Página visitada em 21 fev. 2012..
      386. CARNAVAL – É OU NÃO FERIADO? FOLGA AUTOMÁTICA PODE GERAR ALTERAÇÃO CONTRATUAL. Página visitada em 5 de maio de 2010.
      387. Lei nº9.093. Presidência da República Federativa do Brasil (12 de setembro de 1995). Página visitada em 5 de maio de 2010.
      388. Lei nº9.504. Presidência da República Federativa do Brasil (30 de setembro de 1997). Página visitada em 18 de maio de 2010.

      Bibliografia

      • Azevedo, Aroldo (1971), O Brasil e suas regiões, São Paulo: Companhia Editora Nacional .
      • Barman, Roderick J (1999) (em inglês), Citizen Emperor: Pedro II and the Making of Brazil, 1825–1891, Stanford: Stanford University Press, ISBN 1-8047-3510-7 .
      • Enciclopédia Barsa, 4: Batráquio – Camarão, Filipe, Rio de Janeiro: Encyclopædia Britannica, 1987 .
      • Boxer, Charles R (2002), O império marítimo português 1415–1825, São Paulo: Companhia das Letras, ISBN 85‐3590292‐9 .
      • Bueno, Eduardo (2003), Brasil: uma História, São Paulo: Ática, ISBN 85‐0808213‐4 .
      • Calmon, Pedro (2002), História da Civilização Brasileira, Brasília: Senado Federal .
      • de Carvalho, José Alberto Magno (Fev 2004) (PDF), Crescimento populacional e estrutura demográfica no Brasil, Belo Horizonte: UFMG/Cedeplar, http://150.164.82.140/pesquisas/td/TD%2520227.pdf .
      • Carvalho, José Murilo de (1993), A Monarquia brasileira, Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico .
      •     (2007), D. Pedro II, São Paulo: Companhia das Letras .
      • Coelho, Marcos Amorim (1996), Geografia do Brasil (4ª ed.), São Paulo: Moderna .
      • Diégues, Fernando (2004), A revolução brasílica, Rio de Janeiro: Objetiva .
      • Fausto, Boris; Devoto, Fernando J (2005), Brasil e Argentina: Um ensaio de história comparada (1850–2002) (2ª ed.), São Paulo: 34 .
      • Gaspari, Elio (2002a), A ditadura envergonhada, As Ilusões Armadas, São Paulo: Companhia das Letras, ISBN 85‐3590277‐5 .
      •     (2002b), A ditadura escancarada, As Ilusões Armadas, São Paulo: Companhia das Letras, ISBN 85‐3590299‐6 .
      • Holanda, Sérgio Buarque de (1976), O Brasil Monárquico: o processo de emancipação (4ª ed.), São Paulo: Difusão Europeia do Livro .
      • Janotti, Aldo (1990), O Marquês de Paraná: inícios de uma carreira política num momento crítico da história da nacionalidade, Belo Horizonte: Itatiaia .
      • Karnal, Leandro (1998), Teatro da fé: Formas de representação religiosa no Brasil e no México do século XVI, São Paulo: Hucitec, http://www.fflch.usp.br/dh/ceveh/public_html/biblioteca/livros/teatro_fe/ .
      • Adas, Melhem (2004), Panorama geográfico do Brasil (4ª ed.), São Paulo: Moderna .
      • Leal, Victor Nunes (1976), Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil, Alfa-Ômega, ISBN 85‐2950092‐x .
      • Lyra, Heitor (1977), História de Dom Pedro II (1825–1891), 1. Ascensão (1825–1870), Belo Horizonte: Itatiaia .
      • Lyra, Heitor (1977), História de Dom Pedro II (1825–1891), 3. Declínio (1880–1891), Belo Horizonte: Itatiaia .
      • Lustosa, Isabel (2006), D. Pedro I: um herói sem nenhum caráter, São Paulo: Companhia das letras, ISBN 85‐3590807‐2 .
      • Moreira, Igor AG (1981), O Espaço Geográfico, geografia geral e do Brasil (18ª ed.), São Paulo: Ática .
      • Munro, Dana Gardner (1942) (em inglês), The Latin American Republics; A History, Nova Iorque: D. Appleton .
      • Rodrigues, José H; Seitenfus, Ricardo AS; Boechat, Lêda (1995), Uma história diplomática do Brasil, 1531-1945, Civilização Brasileira, ISBN 85‐2000391‐5 .
      • Schwarcz, Lilia Moritz (1998), As barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos (2ª ed.), São Paulo: Companhia das Letras, ISBN 85‐7164837‐9 .
      • Skidmore, Thomas E (2003), Uma História do Brasil (4ª ed.), São Paulo: Paz e Terra, ISBN 85‐2190313‐8 .
      • Sousa (2008), Duque de Caxias: o homem por trás do monumento, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, ISBN 978‐85‐2000864‐5 .
      • Vainfas, Ronaldo (2002), Dicionário do Brasil Imperial, Rio de Janeiro: Objetiva, ISBN 85‐7302441‐0 .
      • Vesentini, José William (1988), Brasil, sociedade e espaço – Geografia do Brasil (7ª ed.), São Paulo: Ática .
      • Vianna, Hélio (1994), História do Brasil: período colonial, monarquia e república (15ª ed.), São Paulo: Melhoramentos .

      Leitura adicional

      ↑Topo da secção

      Ligações externas

      Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
      Wikcionário Definições no Wikcionário
      Wikilivros Livros e manuais no Wikilivros
      Wikiquote Citações no Wikiquote
      Wikisource Textos originais no Wikisource
      Commons Imagens e media no Commons
      Commons Categoria no Commons
      Wikinotícias Notícias no Wikinotícias
      Wikivoyage Guia turístico no Wikivoyage
      Este é um artigo destacado. Clique aqui para mais informações

      ↑Topo da secção

      Read in another language

      Este artigo está disponível em 228 línguas

      Last modified on 17 de junho de 2013, at 19h52min