A perturbação astronômica, ou somente perturbação, é o termo usado pela Astronomia em conexão com as descrições da moção complexa de um corpo maciço que está sujeito a efeitos gravitacionais significativos mais do que uma outra entidade maciça.[1]

Simulação Gravitacional, entre Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.

A órbita de um corpo em relação ao primário (por exemplo, um planeta orbitando o Sol, ou um satélite natural ou artificial orbitando um planeta) é dada por uma órbita osculadora: os seis parâmetros orbitais que definem a órbita elíptica, solução do problema dos dois corpos para aquele par.[2] Esta órbita osculadora pode ser imaginada como a órbita que seria seguida pelo sistema de dois corpos caso, instantaneamente, desaparecessem todas as perturbações[2] - aqui incluídas as perturbações gravitacionais dos demais corpos, as perturbações gravitacionais resultantes da não-esfericidade dos dois corpos em questão, e forças não-gravitacionais.[3]

Referências

  1. Roger R. Bate, Donald D. Mueller, Jerry E. White. Fundamentals of astrodynamics. Editora Dover Publications, 1971. p.385.
  2. a b Swiss Ephemeris, Computer ephemeris for developers of astrological software
  3. Kamran Ahmed, Orbital Perturbation, Lecture # 5 [https://web.archive.org/web/20111225030500/http://www.rfcafe.com/references/articles/Satellite%20Comm%20Lectures/Satellite-Comms-Orbital-Perturbation.pdf Arquivado em 25 de dezembro de 2011, no Wayback Machine. [em linha]]
  Este artigo sobre astronomia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.