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Álvaro José
Nome completo Álvaro José Paes Leme de Abreu
Nascimento 9 de setembro de 1958 (60 anos)
São Paulo, São Paulo
Ocupação Jornalista e locutor esportivo
Nacionalidade brasileiro

Álvaro José Paes Leme de Abreu (São Paulo, 9 de setembro de 1958), mais conhecido simplesmente por Álvaro José, é um jornalista e locutor esportivo brasileiro. É filho do também jornalista Álvaro Paes Leme de Abreu, e pai da atriz Fernanda Paes Leme.[1]

Narrador oficial da história das olimpíadas, lançou um DVD pela Revista Placar, que o considerou "A voz das Olimpíadas".

Índice

BiografiaEditar

Esteve em 10 Olimpíadas - 1980, 1984, 1988, 1992, 1996, 2000, 2004, 2008, 2012 e 2016.

Cobriu também cinco Copas do Mundo, quatro Jogos Olímpicos de Inverno, além de campeonatos mundiais de voleibol, natação e ginástica, entre outros eventos.

Trabalhou na TV Globo, TV Record e, durante a maior parte de sua carreira, na TV Bandeirantes e no canal por assinatura Bandsports. Foi blogueiro em Pequim pelo portal Terra.[2] Ganhou prêmios-APCA, de jornalismo e Ford/ACESP.


CarreiraEditar

Sua carreira na televisão começou em 1975, na TV Bandeirantes, quando participou do programa "Transa Esportiva", que era apresentado por Alexandre Santos e J. Hawilla.

Em 1981, transferiu-se para a TV Globo, onde transmitiu a final histórica do torneio de Wimbledon entre Jimmy Connors e John Mc Enroe, decidida em 3 sets a 2 para Connors após 4 tiebreaks.

Em agosto de 1982, em um eventou que foi transmitido ao vivo no Fantástico, narrou o recorde mundial do Ricardo Prado nos 400 metros medley do Mundial de Natação no Equador.

Em 1983, retornou para a TV Bandeirantes, onde narrou a temporada da NBA.

Nos jogos de Barcelona, em 1992, o narrador improvisou ao transmitir uma competição de judô, do brasileiro Rogério Sampaio, sem assistir a luta. Conforme relatou ao UOL Esporte: "Eu estava no estádio Olímpico de Montjuic. Naquela época tínhamos todos os sinais na posição de comentarista, o que não acontece hoje. A primeira luta do Rogério foi contra o português Augusto Almeida, luta no tatame B e eu só tinha sinal do tatame A. Aí fechei os olhos, colocaram no meu ouvido o retorno do nosso editor Rogerio Carneireiro, que foi árbitro de judô. Ele que falava: "Eles estão em pé. Agora no solo". Imaginei a luta e com a ajuda dele fui falando. Quando a luta acabou, duvidaram que eu não tinha o sinal. Nelson Guzzardi, diretor da transmissão, abaixou o comunicador e todos bateram palmas. Fizemos o mesmo na segunda luta contra o sul-coreano Sang Moon. Aí, mal acabou o combate, veio ordem do Luciano do Valle para eu abandonar o atletismo e descer o Montjuic para o estúdio da TV. As outras lutas foram feitas de lá, até o ouro contra o húngaro Jozsef Csak"[3].

Em 2008, em Pequim, participou da oitava Olimpíada de sua carreira. Narrador oficial da história das olimpíadas, lançou um DVD pela Revista Placar, que o considerou "A voz das Olimpíadas".[carece de fontes?] Trabalhou na Rede Bandeirantes até o final de 2009.

Em 2010, Álvaro José muda de emissora e passa a integrar o time da Rede Record de Televisão. Ele foi escalado para cobrir as Olimpíadas de Inverno em Vancouver. É um grande fã do esporte dança no gelo, onde sempre faz um comentário à parte e grande crítico da Copa no Brasil.[carece de fontes?] Álvaro manteve um blog no portal R7. Em 2012, retorna ao Grupo Bandeirantes, somente nas rádios, como comentarista de esportes da Bradesco Esportes FM e da Rádio Bandeirantes. Álvaro ficou na Rede Record até janeiro de 2016 quando retornou para mais uma passagem pela Rede Bandeirantes para cobrir mais uma edição dos Jogos Olímpicos. [4]

Referências

  1. «Explosão de Fernanda Paes Leme no Twitter 'salva' Globo de boicote na rede». Veja. 25 de junho de 2010. Consultado em 24 de agosto de 2016 
  2. Blog no Terra (não ativo)
  3. uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/ Álvaro José revela narração mais difícil: "judô às cegas"
  4. «Álvaro José deixa Record e volta à Band para cobertura da Rio-2016, tendo depois delas ficado na Band e no BandSports, como narrador de esportes olímpicos.» 🔗. UOL Esporte. 16 de janeiro de 2016. Consultado em 24 de agosto de 2016 

Ligações externasEditar