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Íñigo Errejón Galván
Errejón num foro na Argentina em março de 2015
Político de Flag of Spain.svg Espanha
Dados pessoais
Nascimento 1983 (36 anos)
Madrid
Nacionalidade Espanhola
Alma mater Universidad Complutense de Madrid
Partido Podemos
Profissão Politólogo, Político
Website https://twitter.com/ierrejon

Íñigo Errejón Galván (Madrid, 1983) é um politólogo e político espanhol. É doutorado e investigador em Ciência Política na Universidade Complutense de Madrid[1], vogal da Fundação CEPS (Centro de Estudos Políticos e Sociais) e membro do conselho editorial da revista de análise política Viento Sur. Em 2014 foi o director da campanha do partido político Podemos nas eleições ao Parlamento Europeu de 2014.[1]

BiografiaEditar

Íñigo Errejón nasceu em Madrid em 1983. É filho de José Antonio Errejón Villacieros, funcionário de carreira com alto cargo na Administração Geral do Estado, tendo desenvolvido também uma significativa atividade política. José Antonio Errejón militou durante Transição Espanhola no Partido do Trabalho da Espanha [2] e foi um dos signatários do Manifesto de Tenerife (1983), que marcou o nascimento de Los Verdes em Espanha. Atualmente é militante da Izquierda Anticapitalista).[3]

Íñigo estudou Ciências Políticas na Universidad Complutense de Madrid (UCM), onde obteve a licenciatura em 2006.[4] Quando estudante universitário, vinculou-se a diversos movimentos de esquerda com os quais participou nos protestos anti-globalização, durante a reunião do G8, em Génova (junho de 2000), quando foi morto o ativista anti-globalização Carlo Giuliani). Em setembro de 2000, Errejón também participou de manifestações de protesto durante a assembleia anual da junta de governadores do FMI e do Banco Mundial, em Praga. Em julho de 2005, na Escócia, esteve nas manifestações contra uma nova reunião do G8. Participou também das mobilizações contra a guerra de Iraque e das manifestações de 13 de março de 2004, em frente às sedes do Partido Popular, em Madrid, após os atentados de 11-M.[5]

Em 2006, Íñigo Errejón foi um dos fundadores da associação estudantil Contrapoder, um coletivo de esquerda, anticapitalista e internacionalista que organizou atos de protesto contra a presença de Rosa Díez na UCM e convidou Evo Morales a dar uma conferencia na Facultad de Ciencias Políticas. Em 2012 obteve o doutorado sob a direção de Heriberto Cairo Carou, com a tese A luta pela hegemonia durante o primeiro governo do MAS na Bolívia (2006-2009): uma análise discursiva.[6]

Encontrava-se na Venezuela, como diretor da linha de pesquisa de Identidades Políticas da Fundación GIS XXI, quando foi recrutado por Pablo Iglesias para converter-se em chefe de campanha do Podemos nas eleições ao Parlamento Europeu de 2014.[7][8].[9] A campanha foi un sucesso, e o novo partido obteve 1,2 milhões de votos..[10]

Referências

  1. a b Almeida, Nuno. «Íñigo Errejón. "Esta União Europeia colapsou"». I. Consultado em 23 de outubro de 2014 
  2. Un partido sin líderes. Por Lola Galán. El País, 14 de abril de 1985.
  3. El padre de Errejón (Podemos) acusa a Cebrián de impulsar una "operación" para salvar la Corona. Por Segundo Sanz. Vozpópuli, 19 de junho de 2014.
  4. Cine, identidades políticas y hegemonía. Marzo a junho de 2011. Fundación General de la Universidad Complutense de Madrid.
  5. TURRIÓN, Pablo Iglesias Multitud y acción colectiva postnacional - Un estudio comparado de los desobedientes: de Italia a Madrid (2000-2005). Tese de doutorado. ISBN 978-84-692-1016-1, p.67 Madrid: Universidad Complutense de Madrid, 2008.
  6. Jóvenes afrancesados. Por Diego Barcala. Público, 24 de outubro de 2010.
  7. El jefe de campaña de Pablo Iglesias para el 25-M colabora con una fundación vinculada al chavismo. Por Segundo Sanz. Vozpópuli, 4 de maio de 2014.
  8. Íñigo Errejón Galván: Chávez y el chavismo son fuente de pedagogía política. Grupo de Investigación Social Siglo XXI (GISXXI), 13 de novembro de 2013.
  9. Íñigo Errejón, jefe de campaña de Pablo Iglesias, se convierte en el nuevo líder mediático de Podemos. Vozpopuli, 29 de maio de 2014.
  10. Errejón cobra 1.825 euros por un trabajo al que apenas se dedica. Por Susana Villaverde. El Confidencial, 17 de novembro de 2014.

Ligações externasEditar