2011 QF99

asteroide

2011 QF99, também escrito como 2011 QF99, foi o primeiro e único troiano de Urano a ser descoberto.[1][2] O mesmo possui uma magnitude absoluta de 9,7[3] e tem um diâmetro com cerca de 51 km.[4]

2011 QF99
Data da descoberta 29 de agosto de 2011
Descoberto por M. Alexandersen
Categoria Troiano de Urano
Elementos orbitais
Semieixo maior 19,097 UA
Periélio 15,690 UA
Afélio 22,504 UA
Excentricidade 0,178
Anomalia média 266,9 °
Inclinação 10,8°
Longitude do nó ascendente 222,5 °
Argumento do periastro 286,3 °
Características físicas
Dimensões 51 km
Magnitude absoluta 9,7

DescobertaEditar

2011 QF99 foi descoberto no dia 29 de agosto de 2011 pelo astrônomo M. Alexandersen, através do Telescópio Canadá-França-Havaí.[3]

ÓrbitaEditar

A órbita de 2011 QF99 tem uma excentricidade de 0,178 e possui um semieixo maior de 19,097 UA. O seu periélio leva o mesmo a uma distância de 15,690 UA em relação ao Sol e seu afélio a 22,504 UA.[3]

Estado dinâmico de troiano e evolução orbitalEditar

2011 QF99 orbita temporariamente perto ponto de Lagrange L4 de Urano. Ele continuará neste estado até pelo menos 70 mil anos e continuará a ser um coorbital de Urano até daqui três milhões de anos antes se tornar um centauro. 2011 QF99 é, assim, um centauro capturado há algum tempo por Urano e que permanecerá temporariamente como um troiano deste planeta.[5]

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Cientistas descobrem asteroide troiano em Urano». Oficina da Net. Consultado em 13 de julho de 2015 
  2. «Rocha de 3.000 km2 está 'presa' a Urano pelos próximos 700 mil anos». Consultado em 13 de julho de 2015 
  3. a b c «List Of Centaurs and Scattered-Disk Objects» (em inglês). Minor Planet Center. Consultado em 13 de julho de 2015 
  4. «List of Known Trans-Neptunian Objects» (em inglês). Consultado em 13 de julho de 2015 
  5. Alexandersen, Mike; Brett (30 de agosto de 2013). «A Uranian Trojan and the Frequency of Temporary Giant-Planet Co-Orbitals». Science (em inglês). 341 (6149): 994-997. ISSN 0036-8075. PMID 23990557. doi:10.1126/science.1238072