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A Princesa e o Robô

filme de 1983 dirigido por Maurício de Sousa
A Turma da Mônica em a Princesa e o Robô
Cartaz de lançamento do filme.
 Brasil
1983 •  cor •  90 min min 
Direção Itsuo Nakashima
Produção Mauricio de Sousa
Produção executiva Marcos Urbani Saraiva
Roteiro Itsuo Nakashima
José Márcio Nicolosi
História Mauricio de Sousa
Reinaldo Waisman
Baseado em Turma da Mônica de Mauricio de Sousa
Narração Ronaldo Baptista
Música Márcio Roberto de Sousa
Eduardo Leão Waisman
Lino Simão
Direção de arte Fumiomi Yabuki[1]
Edição J. A. Ferreira
Companhia(s) produtora(s) Black & White & Color
Maurício de Sousa Produções[1]
Distribuição Embrafilme
Lançamento 12 de fevereiro de 1983[1]
Idioma português
Cronologia
As Aventuras da Turma da Mônica (1982)
As Novas Aventuras da Turma da Mônica (1986)
Página no IMDb (em inglês)

A Princesa e o Robô é um filme de animação brasileiro produzido em 1983 pelo cartunista Mauricio de Sousa. Trata-se do segundo filme da Turma da Mônica. O filme mistura os gênero aventura e Space opera, sendo vagamente inspirado na franquia Star Wars do consagrado cineasta norte-americano George Lucas.

Ao contrário do filme anterior, A Princesa e o Robô segue um único enredo original, não sendo baseado em histórias em quadrinhos já publicadas como foi o seu antecessor. Nele, a Turma da Mônica viaja pelo espaço em busca de um coração para uma criatura robótica chamada Robôzinho para, assim, possibilitar um casamento entre ele e a coelhinha Mimi, princesa de seu planeta de origem. Todavia, a turminha enfrenta diversas dificuldades do vilão Lorde Coelhão que fará de tudo para impedir que as crianças consigam tal objetivo e assim ter a mão da princesa e ser herdeiro direto do Rei.

Outro fator mudado durante a produção deste filme foram os dubladores: quase todo o elenco do filme anterior foi substituído. Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali passaram a ser dublados por Marli Bortoletto, Angélica Santos, Paulo Camargo e Elza Gonçalves, respectivamente. Em relação ao primeiro filme, foram preservados apenas os dubladores Araquem Saldanha (Lorde Coelhão) e Denise Simonetto (Anjinho). O ator e dublador Older Cazarré também foi convidado para participar do elenco de dublagem, embora não tenha sido creditado por seu trabalho no filme.

Vendo o sucesso que As Aventuras da Turma da Mônica alcançou, Mauricio de Sousa imediatamente iniciou a produção de A Princesa e o Robô assim que o primeiro filme saiu de cartaz. Itsuo Nakashima e José Márcio Nicolosi ficaram responsáveis pelos roteiros e a história do filme foi criada por Mauricio de Sousa e Reinaldo Waisman. É o primeiro filme totalmente animado de Mauricio de Sousa, uma vez que As Aventuras da Turma da Mônica teve algumas cenas em live-action com a atuação do próprio desenhista. O filme foi produzido durante quase todo o ano de 1983 e foi lançado em janeiro do ano seguinte pela Embrafilme.[1]

EnredoEditar

O filme começa no espaço, onde é narrado a lenda do Pulsar:

''Nos confins do universo, foram descobertas recentemente misteriosas estrelas pulsantes, batizadas pelos astrônomos de 'Pulsar' elas não brilham como outras estrelas, elas pulsam como um grande coração de luz, batendo sem parar.

Diz a lenda que às vezes um raio de luz desgarrado de uma distante estrela Pulsar pode atingir alguém, e esse alguém nunca mais será o mesmo.''

Em um pequeno planeta em forma de coração, o feixe de uma estrela pulsar acaba se soltando e voa pelo espaço até cair em outro planeta, chamado Cenourano, atingindo um coelho robô do exército do planeta, que adquire emoções e se apaixona pela princesa do reino onde vive: a coelhinha Mimi, filha do Rei.

O Rei decide promover um torneio cujo vencedor terá a mão e o amor de Mimi. O Pequeno robô, chamado de Robozinho durante todo o filme, decide entrar na disputa contra diversos adversários, entre eles está o ex-conselheiro do Rei, o malvado e vingativo Lorde Coelhão que é dono de um enorme exército de coelhos andróides e oriundo do primeiro filme da Turma da Mônica. O duelo acaba empatado entre Lorde Coelhão e Robozinho e então é feito o famoso jogo da moeda, onde o jogador escolhe entre cara ou coroa. Lorde Coelhão escolhe coroa e Robozinho escolhe cara, assim que a moeda é jogada o resultado é cara, decretando a vitória do singelo robô.

Apesar de Robozinho vencer a peleja, Lorde Coelhão contesta a vitória ao Rei dizendo que o pequeno robô "coelhóide" não pode ser noivo da princesa, pois ele não possui um coração de verdade. Apesar de meio cético, o Rei concorda, mas oferece ao robô uma última chance de ganhar o amor da princesa, dando a Robozinho um prazo de três dias cenouras para arranjar um coração de verdade; caso o jovem robô não consiga um coração a mão de Mimi passará a ser de Lorde Coelhão. Apesar do acordo, Mimi também corresponde o amor de Robozinho, o que desperta forte ira de Lorde Coelhão, que apenas quer se casar com a princesa com o objetivo de ser herdeiro direto do Rei, não por amor de verdade.

Após um tempo, Robozinho caminha sem saber o que fazer pelas ruas do reino, quando é atacado por Lorde Coelhão, que utiliza o seu raio empacotador, uma espécie de arma que empacota as vítimas quando atirado, capturando o indefeso robô. Feito isso, Lorde Coelhão manda seus capangas deixarem o pacote com o indefeso robô em um lugar bem longe de Cenourano. Os capangas-andróides, liderados por Zoiudo, uma espécie de libélula comparsa de Lorde Coelhão, decidem jogar o pacote no Planeta Terra, que cai exatamente ao lado da casa do Cebolinha. Com a queda, é causada uma explosão que logo atrai Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e Anjinho em direção ao pacote.

As crianças o abrem e soltam o Robozinho aos prantos chorando abusadamente pequenas peças como parafusos e porcas em vez de lágrimas, que conta como veio parar na Terra. Depois de contada a história a turma decide ajudá-lo, embora um pouco contrariados. A Turma da Mônica então se dirige a casa de Franjinha e pede que ele construa uma nave; eles reutilizam a mesma nave da história O Império Empacota,após uma reforma. Contudo, a turma nem sequer nota a presença de Zoiudo, que havia descido para a Terra para verificar o destino do pacote. Após ouvir toda a conversa da turma escondido atrás de uma pedra, a maléfica libélula avisa a Lorde Coelhão que as crianças irão ajudar o Robozinho a encontrar um coração.

Durante a reforma da pequena nave, Anjinho desenha um mapa com a rota que a Turma deverá fazer da Terra até a Estrela Pulsar que, segundo Anjinho, servirá como um coração "pulsante" para Robozinho; mapa este que Zoiudo consegue fazer uma cópia. Após a decolagem da turma, Zoiudo informa a Lorde Coelhão o plano da Turma da Mônica de ajudarem o pequeno robô a acharem um coração. Lorde Coelhão ordena Zoiudo e seus capangas a irem atrás das crianças para os impedir de chegarem até ao Pulsar. Enquanto isso, Mimi escondida ouve todo o plano do vilão e acaba sendo capturada por um dos guardas capangas de Lorde Coelhão, que a mantém presa e longe de seu pai, o Rei. Apesar de confinada, a princesa consegue escrever uma mensagem de aviso para enviar ao Robozinho e a Turma da Mônica através de um foguete-correio, mas a tentativa é fracassada após a pequenina nave que carregava a mensagem ser destruída pela Nave-Mãe dos capangas do Zoiudo.

Percorrendo o espaço sideral, a Turma enfrenta algumas tentativas da Nave-Mãe dos capangas de Zoiudo de destruí-los, mas conseguem escapar ilesos, inclusive de uma chuva de meteoros causada pelos próprios vilões. As crianças finalmente encontram o planeta onde, segundo Anjinho, o Pulsar se localiza, mas ainda continuam sendo fortemente perseguidos por Zoiúdo e seus capangas. Após serem atingidos por armas dos vilões durante uma perseguição, a nave da turminha pousa para que Anjinho e Robozinho consertem um dos reatores atingidos do veículo, enquanto que Cebolinha e Mônica decidem vigiar os vilões, mas acabam por serem atacados por um monstro do planeta. Após fugirem, a Turma imediatamente decola para se despistarem da gigante criatura, enquanto a mesma consegue destruir todos os capangas de Lorde Coelhão, restando apenas Zoiudo que, sozinho, decide continuar atrás da turma, vigiando-a.

Alguns metros a frente, e ainda sob a observação escondida de Zoiudo, a Turma da Mônica finalmente encontra a estrela pulsar. Porém, uma espécie de barreira invisível impede o Robô de pegar a estrela pulsante, praticamente acabando com todas as esperanças de Robozinho conseguir a mão de Mimi. Triste por isso, após novamente "chorar" parafusos e porcas, uma lágrima de verdade finalmente cai dos olhos de Robozinho em um lenço que Mimi havia lhe entregado. Com isso, a barreira é quebrada e o Robozinho, enfim, pega a estrela e a coloca dentro de seu mecanismo que imediatamente o transforma num coelho de verdade. Após a Turma comemorar, eles correm contra o tempo rumo a Cenourano para Robozinho casar-se com a princesa, enquanto que Zoiudo, após os observarem atentamente, informa a Lorde Coelhão que as crianças conseguiram seu objetivo. O vilão fica furioso com Zoiudo, que considera seu insucesso e também a destruição da Nave-Mãe de Lorde Coelhão por um vulcão do planeta para descansar em uma pedra por ali mesmo, abandonando de vez o coelho malfeitor.

Com a Turma da Mônica correndo apressada rumo ao reino de Cenourano, Lorde Coelhão insistentemente pede que o Rei lhe conceda a mão de sua filha antes mesmo do fim do prazo dado a Robozinho, mas o pai da princesa o nega. Enfurecido, o vilão pega Mimi aos pulsos para obrigá-la a se casar com ele, quando as crianças enfim chegam com Robozinho agora como um coelho de verdade e tendo finalmente condições de se casar com a princesa. Todavia, Lorde Coelhão ainda relutante e enfurecido, decide confrontá-lo num duelo de espadas. Após uma longa briga, o vilão é atingido no braço pela espada de Robozinho, mas não machuca ninguém.


apesar de fingir um ferimento grave. Após confessar seus planos maliciosos diante de todos, Lorde Coelhão é preso e empacotado. Com isso a Turma da Mônica se despede de todos de Cenourano e retorna ao Planeta Terra e Robozinho e Mimi conseguem, enfim, realizar seu sonho de se casarem.

Enquanto isso, Lorde Coelhão, já empacotado, é jogado no mesmo planeta onde Zoiudo estava descansando anteriormente. A libélula, ao ver o pacote cair perto de onde estava dormindo, decide abrí-lo libertando o malfeitor que lhes desconta toda a sua raiva e indignação em Zoiudo, terminando o filme.

Elenco de dublagemEditar

Dubladores (ou dubladoras) Personagens
Marli Bortoletto Mônica
Angélica Santos Cebolinha
Paulo Camargo Cascão
Elza Gonçalves Magali
Denise Simonetto Anjinho
Araquem Saldanha Lorde Coelhão
André Luis Robozinho
Flora Maria Fernandes Princesa Mimi
Marthus Matias O Rei
Orlando Vigiani Filho Franjinha
Older Cazarré Zoiudo

Curiosidades:

  • Além disso, Ronaldo Baptista ficou responsável pela locução no filme.
  • Older Cazarré é o único do elenco de dublagem que não foi creditado.
  • Araquem Saldanha já havia dublado Lorde Coelhão em As Aventuras da Turma da Mônica e foi creditado no filme.

ProduçãoEditar

Com o grande sucesso de As Aventuras da Turma da Mônica, lançado em 1982 que levou mais de 1 milhão de espectadores aos cinemas, Mauricio de Sousa quis continuar a promover seus personagens nas telas grandes. Todavia, ficou decidido que o novo filme seguiria uma única história, ao contrário do anterior (que mostrava quatro pequenos segmentos intercalados entre aparições em live-action do próprio Mauricio).

O desenhista havia se inspirado na aclamada franquia cinematográfica Star Wars para produzir O Império Empacota, última história do filme anterior ambientada no espaço onde Cebolinha e Mônica são sequestrados por Lorde Coelhão para este dar início a seu fracassado "domínio" na Terra. Aproveitando-se disso, Mauricio decidiu fazer uma espécie de continuação desse segmento, mas com algumas modificações nas ambições do vilão.

Com a ajuda de Reinaldo Waisman, Mauricio produziu a história e criou novos personagens. O roteiro foi escrito por Itsuo Nakashima e José Márcio Nicolosi. A equipe de animação incluiu mais de 10 profissionais incluindo os próprios Nakashima e Nicolosi, que já haviam trabalhado no primeiro filme. A equipe de fotografia incluiu quatro pessoas incluindo José Reinaldo Barbirato, também oriundo de As Aventuras da Turma da Mônica. O filme foi produzido nos Estúdios Mauricio de Sousa em São Paulo em parceria com a extinta Black & White & Color.[1]

Trilha SonoraEditar

A Princesa e o Robô
Trilha sonora de Turma da Mônica
Lançamento 1984
Gravação 1983
Gênero(s) Orquestra
Infantil
Duração 23:30
Formato(s) K7, Vinil
Gravadora(s) Seta Fonogramas Ltda.
Produção Mauricio de Sousa, Eduardo Leão Waismann, Lino Simão, Márcio Roberto de Souza
Arranjos Remo Usai, Ruria Duprat e Lino Simão
Cronologia de Turma da Mônica
 
As Aventuras da Turma da Mônica (1982)
 

Assim como o primeiro filme, a trilha sonora de A Princesa e o Robô foi planejada por uma grande equipe. Foram mantidas inspirações em algumas trilhas instrumentais de As Aventuras da Turma da Mônica e foram criadas novas canções.

As músicas foram compostas, em sua maioria, por Mauricio de Sousa, Márcio Roberto de Souza, Leão Waisman e Lino Simão (Luciano Marques Simão), sob assistência de arranjos de Ruria Duprat, Remo Usai e Lino Simão, cantadas pelos personagens do filme. A direção musical e de produção foi de Eduardo Leão Waismann. Assistente de Produção foi de Luciano Marques Simão.


A trilha sonora foi gravada nos estúdios da Vice-Versa e da Black & White em São Paulo, sendo posteriormente lançada nos formatos cassete e vinil pela Seta Fonogramas Ltda, logo após o lançamento do filme.

LançamentoEditar

O filme teve sua premiere dia 12 de fevereiro de 1983 na cidade do Rio de Janeiro. Três dias depois o filme foi lançado em São Paulo.[1]

Recepção comercialEditar

Não foi divulgado quanto o filme arrecadou, considerando o fato de, na época, os filmes brasileiros divulgarem não o faturamento, mas sim o público: A Princesa e o Robô foi visto por 616.457 espectadores. Apesar de ter conseguido uma aceitação razoável, o longa não conseguiu repetir o sucesso de seu antecessor. Todavia, vale lembrar que a grande crise econômica que o Brasil sofria à época, com uma inflação superando incríveis 100%, desencorajava a população a ir aos cinemas.

Com um público de um pouco mais de seiscentas mil pessoas, A Princesa e o Robô é atualmente o segundo filme da franquia da Turma da Mônica com mais público nos cinemas, superando até mesmo a recente produção Uma Aventura no Tempo de 2007 (que por sua vez atraiu 470.138 espectadores). Hoje o filme possui o status de clássico cult.

Lançamento em outras mídiasEditar

DomésticoEditar

Assim como seu antecessor, A Princesa e o Robô foi lançado pela primeira vez de forma doméstica pela Trans Vídeo ainda em 1984, pela Premier Filmes como parte da Coleção Turma da Mônica em 1994 e pela PubliFolha em 1998. Todos os lançamentos ocorreram no formato VHS.

Apesar de diversos apelos de fãs cult, o filme ainda não teve um lançamento em DVD. Contudo, em 11 de fevereiro de 2019 a animação foi adicionada ao canal oficial da Turma da Mônica no YouTube, em alta definição e com a dublagem original, como comemoração de seus 10 milhões de inscritos.[2]

TelevisãoEditar

Não existem muitos registros sobre exibições da animação na televisão brasileira. O que se sabe é que a extinta Rede Manchete exibiu o filme no dia 18 de dezembro de 1988 fazendo parte da programação especial de final de ano da emissora.- Existem duas fontes que comprovam essa exibição: uma chamada da emissora no YouTube[3] e uma edição do jornal Folha de S.Paulo do dia 18 de dezembro de 1988 (data da exibição) noticiando a transmissão do filme.[4]

Aparições dos personagens em HQ'sEditar

O filme originou novos personagens de Mauricio de Sousa, como Mimi, Robozinho e Lorde Coelhão, embora esse último já tinha aparecido no primeiro filme. Todavia, esses mesmos personagens dificilmente surgem nos quadrinhos atuais da Turma da Mônica, porém já houve algumas aparições desses em diversas outras historinhas publicadas depois do longa:

  • Mônica #200 (Editora Abril): nessa publicação, Lorde Coelhão retorna na historinha "Um Natal Empacotado" onde o vilão sequestra o Papai Noel impedindo-o de entregar presentes na noite de Natal. Esta edição foi uma das últimas revistas a serem publicadas pela Abril algum tempo antes de Mauricio de Sousa assinar contrato com a Editora Globo, sendo lançada em dezembro de 1986.
  • Revista Parque da Mônica #102 (Editora Globo): nesta revista existe a história "2001 - Uma Odisseia no Parque", como o próprio nome diz, é uma paródia ao clássico filme 2001 - Uma Odisseia no Espaço, novamente contando com Lorde Coelhão como antagonista e uma aparição de Robozinho (agora como coelho) no final. Foi lançada em junho de 2001.
  • Turma da Mônica Jovem #6-8 (Editora Panini): nessas edições é contada a história "O Brilho de um Pulsar", roteirizada por Marcelo Cassaro, sendo completamente baseado em A Princesa e o Robô. O título vem de uma frase em uma das canções presentes no filme. o nome da canção era "tum-tum" Este Mangá Conta com a aparição de Mimi adolescente, assim como o resto da Turma da Mônica. Foi a primeira aparição da personagem nos quadrinhos de Mauricio de Sousa. A história, dividida em três partes, foi lançada em janeiro, fevereiro e março de 2009.

Veja tambémEditar

Referências

  1. a b c d e f «A Princesa e o Robô - 1983». Cinemateca Brasileira. Consultado em 20 de maio de 2016 
  2. Turma da Mônica Oficial (11 de fevereiro de 2019). A Princesa e o Robô | Turma da Mônica. YouTube 
  3. Êgon Bonfim (28 de abril de 2016). Chamada Rede Manchete - Turma da Mônica em: A Princesa e o Robô, 1988. YouTube 
  4. «Edição Folha de S.Paulo nº 21.809 (18/12/1988) - Caderno Ilustrada págs. 16 (seção Filmes da Semana) e 18 (seção Programação)». Folha de S.Paulo. Consultado em 20 de maio de 2016 

SitesEditar