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Agildo no País das Maravilhas

Agildo no País das Maravilhas
Informação geral
Formato Série
Gênero Humorístico
Duração 60 min.
Criador(es) Gepp & Maia
País de origem  Brasil
Idioma original português
Produção
Diretor(es) Augusto César Vanucci
Produtor(es) Jorge Campos-Trajano
Apresentador(es) Agildo Ribeiro
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Bandeirantes
Transmissão original 6 de abril de 198730 de agosto de 1988

Agildo no País das Maravilhas foi um programa humorístico transmitido pela Rede Bandeirantes entre os anos de 1987 e 1988, onde o ator principal era Agildo Ribeiro. O programa era feito com atores e fantoches, e satirizava a situação político-social-econômica do Brasil. O formato era fortemente inspirado no programa britânico Spitting Image. Os fantoches representavam, em sua maioria, os políticos brasileiros.

Principais personagensEditar

Além do ator principal Agildo Ribeiro, os fantoches que mais se destacavam eram José Sarney, Jânio Quadros e Zé Brasil, um fantoche que representava o cidadão brasileiro. Outros personagens bastante cômicos eram Leonel Brizola, Orestes Quércia e Paulo Maluf, dentre outros políticos ativos da época. Até mesmo Xuxa, que pretendia mas desistiu de candidatar-se a carreira política, também tinha seu fantoche. O ex-presidente Tancredo Neves, por já haver falecido, aparecia sempre como um anjo em nuvens do céu.

Havia também a Inflação, representada ou como dragão ou como uma rainha gorda; o FMI, um fantoche com uma cartola semelhante à do Tio Sam e um fantoche de um papagaio que recebia a voz do dublador Nelson Machado, que tambem dava voz ao personagem Zé Brasil, é o mesmo que dá a voz ao personagem Quico da série Chaves. Também havia a participação especial de Suzane Carvalho, como a nossa querida "Miss Constituinte". Os bonecos ganharam as vozes foram manipulados por Luis Perrone, Oscar Pardini, Zé Américo, Ricardo de Souza, Ênio Vivona, Nelson Machado, Neusa de Souza, a mesma que deu a voz a personagem Vaca Mimosa de Cocoricó da Rede Cultura, Ary Colares, Adelina Ymamura, Fátima Teixeira, Fumyo Kai, Deusa Maria, Ailton Colares e Sueli de Almeida.

Obs: Oscar Pardini, Zé Américo e Ênio Vivona trabalham no humorístico A Praça é Nossa com Carlos Alberto de Nóbrega, no SBT.

Tema de aberturaEditar

Aaai Brasil… aaai Brasil.... Qualquer dia a gente acorda, vai olhar e ele sumiu… Você vai ver… Faliu… Brasil

Hoje a violência manda no país… Você sabia, quem não morre escapa por um triz?… Alguém falou que a fome não é a causa disso não… O crime é a influência da televisão…

Quanta ilusão, Brasil… Quanta ilusão, Brasil… Qualquer dia a gente acorda, vai olhar e ele sumiu… Você vai ver… Faliiiiiiiiiu!

E no término do tema de abertura, Jânio aparecia e dizia: - Mas que bombaaa!!!

A música Tema chama-se Radio Amendoeira (A hora da verdade brasileira) e é do roteirista, tradutor e compositor Daltony Nóbrega.

Direçao Geral - Augusto César Vanucci

Direçao de palco - Vicente Burger

Produçao - Jorge Campos-Trajano

Pós-Produção: Kadu Telles

Criação dos bonecos: Gepp e Maia

Cabaré do BarataEditar

Em 1989 o programa mudou-se para a Rede Manchete com o nome de Cabaré do Barata, com os mesmos personagens e introduzindo novos, como o fantoche de Fernando Collor de Mello. Mas tal programa não repetiu o sucesso do seu antecessor e teve fim em 1990.

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