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BiografiaEditar

Grieco nasceu no interior do estado do Rio de Janeiro, filho de imigrantes italianos e foi educado em sua cidade, que possuía uma biblioteca e o possibilitou acesso à literatura brasileira e portuguesa, como a de Camilo Castelo Branco e Olavo Bilac. Colaborou em "O Jornal", "Revista ABC" e "Hoje". Voraz leitor, chegou a ter uma biblioteca particular com um acervo de mais de 50 mil volumes.[1] Morador durante muitos anos da rua Aristides Caires no Méier, era frequentador assíduo da Biblioteca Nacional, então situada na Lapa. Na cidade do Rio de Janeiro tem uma biblioteca pública municipal (Biblioteca Popular Municipal Agripino Grieco no Engenho Novo) e uma praça em sua homenagem (Praça Agripino Grieco no Méier).[2]

Foi um dos fundadores, ao lado de Gastão Cruls, da Editora Ariel, no Rio de Janeiro, que esteve em atividade entre 1930 e 1939, e foi o responsável pela revista Boletim de Ariel, a principal revista literária da época[3].

BibliografiaEditar

  • Ânforas (1910)
  • Estatuas Mutiladas (1913)
  • Fetiches e fantoches (1921)
  • Evolução da Poesia Brasileira (1932)
  • Evolução da Prosa Brasileira (1933)
  • Poetas e Prosadores do Brasil (1968)

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Universidade Federal de Campina Grande — Só Biografias». Consultado em 30 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 11 de junho de 2008 
  2. «Biblioteca Popular Municipal Agripino Seco (Secretaria Municipal de Cultura - Prefeitura do Rio de Janeiro)». Consultado em 30 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 11 de novembro de 2011 
  3. Hallewell,1985, p. 346

Referências bibliográficasEditar

  • HALLEWELL, Laurence (1985). O livro no Brasil: sua história (coleção Coroa Vermelha, Estudos Brasileiros, v. 6). São Paulo: EdUSP. [S.l.: s.n.] ISBN 85-85008-24-5 

Ligações externasEditar

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