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Aiuruoca

município brasileiro do estado de Minas Gerais

Aiuruoca é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população recenseada em 2010 era de 6162 habitantes e em julho de 2019 foi estimada em 6003 habitantes.[10] A sede do município está localizada a 989 metros de altitude, aos pés do Pico do Papagaio, montanha símbolo-mor da cidade numa região de topografia bastante acidentada.

Município de Aiuruoca
Bandeira de Aiuruoca
Brasão de Aiuruoca
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1706
Gentílico aiuruocano[1]
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Conceição[2]
CEP 37450-000 a 37451-999[3]
Prefeito(a) Paulo Roberto Senador (PR)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Aiuruoca
Localização de Aiuruoca em Minas Gerais
Aiuruoca está localizado em: Brasil
Aiuruoca
Localização de Aiuruoca no Brasil
21° 58' 33" S 44° 36' 10" O21° 58' 33" S 44° 36' 10" O
Unidade federativa Minas Gerais
Mesorregião Sul/Sudoeste de Minas IBGE/2008[4]
Microrregião Andrelândia IBGE/2008[4]
Municípios limítrofes Cruzília, Baependi, Alagoa, Bocaina de Minas, Carvalhos, Seritinga, Serranos, Minduri[5]
Distância até a capital 423 km
Características geográficas
Área 650,069 km² [6]
População 6 003 hab. IBGE/2019[7]
Densidade 9,23 hab./km²
Altitude 989 m
Clima tropical de altitude Cwb
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,668 médio PNUD/2010[8]
PIB R$ 98 628,59 mil IBGE/2016[9]
PIB per capita R$ 15 846 50 IBGE/2016[9]
Página oficial
Prefeitura https://www.aiuruoca.mg.gov.br/
Câmara http://www.camaraaiuruoca.mg.gov.br/
Trecho inicial da rodovia AMG-1035 no município de Aiuruoca, próximo ao entroncamento com a BR-267. Ao fundo o Pico do Papagaio

Seu nome deriva do Tupi-Guarani e significa "Casa do Papagaio do peito roxo", através da junção das palavras aîuru ("papagaio do peito roxo") e oka ("casa")[11].

HistóriaEditar

Terra desbravada em 1692 pelo padre João de Faria Fialho, capelão dos bandeirantes, conforme descrição de Bento Pereira de Sousa Coutinho em carta ao governador-geral do Brasil, D. João de Lencastre, datada de 29 de julho de 1694. Abaixo, um trecho da carta:

"De frente a Villa de Taubaté, dizia elle, quatro ou cinco dias de viagem se acha estar o Rio Sapucahi e descendo da direita da dicta villa para a de Guaratinguetá, tomando a estrada real do sertão 10 dias de jornada para a parte norte sobre o Monte de Amantiquira, quadrilheira do mesmo Sapucahi, achou o padre Vigário João de Faria, seu cunhado Antonio Gonçalves Viana, o Capitão Manoel de Borba e Pedro de Avos, vários ribeiros com pintas de ouro de muita conta: e das campinas da Amantiquira, cinco dias de jornada, correndo para o norte, estrada também geral do sertão, fica a serra da Boa Vista, d’onde começam os campos geraes até confinar com os da Bahia: e da Serra da Boa Vista até o Rio Grande são 15 dias de jornada cujas cabeceiras nascem na Serra Da Juruoca, defrente dos quaes serros até o Rio do Guanhanhães e em Monte de Ebitipoca tem 10 léguas pouco mais ou menos de circuito, toda essa planície com cascalho formado de safiras e de frente aos mesmos Serro da Juruoca para a parte da estrada caminho do oeste pouco mais ou menos esta distancias são muitos montes escalvados pelos campos e muitos rios..."

Complementando a narrativa, o livro "Primeiros Descobridores das Minas do Ouro na Capitania de Minas Gerais" traz: "Assim se denominou um descobrimento, ao sul das minas de São João Del Rei, por alusão a um penedo cheio de orifícios, em que se aninhavam e se reproduziam os papagaios".

Vê-se, pelo exposto, que, antes da descoberta do Ribeirão do Carmo, hoje cidade de Mariana, em 1696, da cidade de Ouro Preto, em 1698, da criação da Capitania Independente de Minas, em 1720, da fundação da Cidade de Campanha, em 1737, o nome Aiuruoca ecoava como o voo do papagaio ajuru, pela história das minas do ouro.

Porém sua fundação oficial ocorreu em 1706 por João de Siqueira Afonso, taubateano, descobridor das Minas de Aiuruoca e fundador do arraial do mesmo nome, atraindo exploradores portugueses e paulistas. Logo fundado o arraial, recebeu em 1708, a patente de capitão-mor e superintendente das Minas de Aiuruoca e Ibitipoca o capitão Melchior Felix de reconhecida nobreza das principais famílias de Taubaté, sendo neto do fundador da mesma, e morador no distrito de Aiuruoca onde possuía roças e escravos.

Em 1711, Manoel Garcia de Oliveira improvisou uma Cavalaria na Aiuruoca e saiu em socorro da cidade do Rio de Janeiro, a qual sofria uma invasão comandada por franceses. Esta Cavalaria foi provida em 8 de janeiro de 1715, tendo como capitão-mor Salvador Freire da Silva. Posteriormente, em 1723, Manoel Garcia foi nomeado o seu capitão-mor. Foi este capitão-mor da Aiuruoca quem informou ao governador Martinho Proença, em 16 de junho de 1737, sobre os descobertos de ouro na Campanha do Rio verde, segundo as informações de José de Barros.

A presença do Pe. João Faria Fialho, em Aiuruoca, ocorreu no ínterim de 1694-1698. Em 29 de dezembro de 1711, foi batizado em Aiuruoca:José Ponce Diniz, futuro padre Ponce da Diocese de s. Paulo, que trabalhou em Nossa Senhora do Livreamento-MT (1777-1778) e em Cáceres-MT (1779-1784), onde foi Juiz Eclesiástico e Delegado de Polícia.

Elevou-se a paróquia em novembro de 1717, tendo, como seu primeiro vigário, o padre Manuel Rebelo (1718-1725), e na sequência: Pe. Francisco leite Lobo (1726-1729), Pe. Inocêncio de Araújo Meneses (1730-1737), Pe. José Matol de Miranda (1737-1741), Pe. João de Sousa Lobato (1741), Pe. Luís Alvares Fernandes (1741), o músico e compositor sacro Pe. Faustino do Prado Xavier (1741-1746), Pe. Dr. José de Sousa Barreto e Pe Manuel Afonso (1746), Pe. Manuel Caetano de Figueiredo (1746-1747), Pe. Manuel da Fonseca (1747-1748), Pe. Manuel Machado Falcão (1748-1749), Pe. Francisco de Siqueira Campos (1749-1752), Pe. Dr. Inácio José de Sousa (1752-1767), Juiz Eclesiástico e primeiro pároco colado e seguem sem interrupção os párocos até hoje. As extensões territoriais da Freguesia da Aiuruoca eram enormes, de cuja divisão posteriormente, foram criadas várias outras paróquias e capelas.

São elas:

  • Nossa Senhora do Bom Sucesso dos Serranos – 29 de julho de 1725.
  • Nossa Senhora do Rosário da Alagoa da Aiuruoca– 1730, confirmada em 1752.
  • São Miguel do Cajuru – antes de 1741.
  • Capela Sant'Ana da Guapiara – 1730, confirmada em 1752
  • Capela Nossa Senhora da Conceição do Varadouro – 24 de agosto de 1748.
  • Nossa Senhora da Conceição do Porto do turvo – 4 de janeiro de 1752.
  • Bom Jesus do Livramento – 11 de abril de 1772, confirmada em 1814.
  • São Vicente Ferrer – 1797, confirmada em 17 de fevereiro de 1814.
  • Nossa Senhora do Rosário da Bocaina – 1830.

Por Alvará Régio de 16 de fevereiro de 1724 foi criado o Distrito Judiciário de Aiuruoca, subordinado à Comarca do Rio das Mortes.

É importante assinalar que, em 1733, encontra-se, em Aiuruoca, Simão da Cunha Gago, filho do Tenente Coronel Simão da Cunha Gago um dos cabos da Bandeira de Fernão Dias Paes Leme; dizem que ele erigiu uma Capela dedicada a nossa Senhora. Simão da Cunha Gago Filho juntamente com vários aiuruocanos fazendo-se acompanhar, em sua comitiva, do Padre Felipe Teixeira Pinto (capelão da Alagoa da Aiuruoca) levando consigo uma imagem da Conceição, desceram a serra desbravando matas, atravessando campos e rios chegaram a um promontório, na margem esquerda do rio Paraíba, onde fincaram bandeira e fundaram a cidade de Rezende, em 1744.

Em 1764, Aiuruoca foi visitada pelo governador Luís Diogo e pelo doutor Cláudio Manuel da Costa, inconfidente mineiro então secretário do governo, na tentativa de conter os contrabandistas e os desvios do fisco real.

No Brasil Colônia, as Freguesias (Paróquias)tinham suas circunscrições político-administrativas e elegiam suas representações para as vereanças nas Sedes das Comarcas. Este sistema mudou em 1 de outubro de 1828, quando D. Pedro I criou a Municipalidade. Portando, até 1828, as cidades eram somente as sedes Episcopais, as Vilas: sedes de Comarcas e as Freguesias: sedes paroquiais. De 1828 a 1889, havia as eleições Paroquias.

A Freguesia de Aiuruoca passou à categoria de Vila em 14 de agosto de 1834. E por mais de 150 anos foi Comarca Eclesiástica, as vezes com os poderes: religioso, civil e criminal. Quando o ouro se esgotou, os moradores se dedicaram à criação de gado leiteiro e à agricultura. Tendo como pano de fundo a Serra dos Papagaios, onde se encontra a Estação Ecológica Serra dos Papagaios, é um município privilegiado pela beleza natural e sua história.

Na cultura aiuruocana, destacam-se o Museu Municipal Doutor Júlio Arantes Sanderson de Queirós, as festas religiosas, destacando-se a Semana Santa de Aiuruoca celebrada desde o início da Comunidade, reestruturada desde 1726 e é tombada como patrimônio histórico municipal em novembro de 2010.

FutebolEditar

No futebol, vale destaque para equipe do Aiuruoca Esporte Clube; equipe alvi-rubra, fundada nos anos 1920. Atualmente, disputa campeonatos amadores da região de Andrelândia, onde é filiada à liga local.

GeografiaEditar

 
Cachoeira dos Garcias
  • Localização: Sul de Minas
  • Circuito Turístico: Terras Altas da Mantiqueira[12].
  • Área do Município: 651,8 km²
  • Relevo: bastante movimentado, registra quarenta por cento de terrenos acidentados, 55 por cento de terrenos ondulados e apenas cinco por cento de terrenos planos. O município localiza-se numa área de transição entre o Planalto de Cruzília, ao norte e a região da Mantiqueira, ao sul. A região do Planalto de Cruzília caracteriza-se por colinas e vales de fundo plano e a região da Mantiqueira, por cristas e vertentes íngremes, com vales encaixados.[carece de fontes?]
  • Quadro Natural: Aiuruoca situa-se numa área de rochas ígneas ácidas, representadas por granitos de granulação fina e grosseira, localmente poríficas. Registram-se ocorrências de granada, titânio, calcário e fosfato.
  • Altitude média: gira em torno de 1000 metros. As encostas mais elevadas localizam-se no sul Morro da Mitra do Bispo (2.149 m) e ao sudoeste Pico do Bandeira (2.357 m). O Pico do Papagaio possui 2.105 metros de altitude e o Retiro dos Pedros, 2.200 metros. A cidade está a 989 metros de altitude.
  • Clima: corresponde, na classificação de Köppen, ao tipo "CWB" (Tropical de Altitude de Verões Suaves) e apresenta as seguintes temperaturas: do mês mais quente 32 °C, do mês mais frio 3 °C e média anual de 20 °C.
  • Vegetação: A Floresta Tropical Subcaducifólia, vegetação primitiva predominante na região, encontra-se preservada apenas nas encostas, nos topos das serras e ao longo dos cursos d'água, formando galerias. Bosque de Araucárias, Mata Atlântica, Vegetação de Campo, Campos Rupestres ou de Altitude completam o quadro florístico do município.
  • Rede de drenagem: bem distribuída, faz parte da bacia do Rio Grande. O Rio Aiuruoca (cuja nascente é a mais alta do País, com 2.450 metros de altitude e localizada no Pico das Agulhas Negras) tem o curso no sentido sul-norte, banhando a sede municipal. Seus principais afluentes são os ribeirões do Tamanduá, da Água Preta e do Papagaio além do Córrego dos Nogueiras e o Córrego do Cangalha. O Rio Angaí, que percorre as áreas, central e norte do município, tem como tributários principais o Ribeirão das Posses e o Ribeirão do Maia.
  • Precipitação Média Anual: 2 100 milímetros por ano. O período mais chuvoso corresponde aos meses de novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, enquanto as menores precipitações ocorrem em abril, maio, junho e julho.
  • Densidade Demográfica: 9,95 hab/km².
  • Temperatura Média Anual: 19,1 graus centígrados.
  • Localiza-se dentro dos limites da Área de Proteção Ambiental da Mantiqueira, Reserva da Biodiversidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência, a Cultura e Parque Estadual da Serra do Papagaio.

Calendário de festas e eventos[13]Editar

  • [Janeiro] Folia de Reis – 06 de Janeiro – realizada na cidade e nos povoados rurais. Festa realizada por grupos folclóricos da zona rural. É uma comemoração ao nascimento do Menino Jesus.[14]
  • [Janeiro] Festa de São Sebastião – realizada no Povoado de Campina. [15]
  • [Fevereiro] Carnaval Antecipado - Ocorre sempre 01 (uma) semana antes do carnaval oficial. Carnaval antecipado criado em 1938 devido a uma proibição do padre da época, Monsenhor Nagel. É o primeiro carnaval antecipado do Brasil.[16]
  • [Março] Semana Santa - Celebrada desde o início da Povoação e reestruturada em 1726, sendo reconhecida como uma das mais tradicionais do Estado de Minas Gerais. Na semana Santa de Aiuruoca, pode-se ainda observar os antigos ritos da Igreja Católica, com procissões, os cortejos, a missas com músicas em latim e ouvir a genuína Música Barroca Mineira através da centenária Corporação Musical São Vicente de Paula e Coral Vozes de Aiuruoca, ambas organizações aiuruocanas. [17]
  • [Maio] Encontro de motos - Evento que ocorre no centro da cidade. [18]
  • [Maio] Festa de São José dos Operários – realizada no Povoado do Pinhal.[19]
  • [Maio] Festa de Nossa Senhora de Fátima – realizada no Povoado do Nogueiras.
  • [Junho] Festa da Água Limpa – realizada no Povoado da Água Limpa
  • [Junho] Festa do Sagrado Coração de Jesus – realizada no Povoado do Cangalha
  • [Junho] Festa de Santo Antônio – realizada no Povoado de Furnas de Cima
  • [Junho] Festa de Corpus Christi
  • [Julho] Festa do Lar Santo Antônio – Asilo
  • [Julho] Festa de Sao Bento – realizada no Povoado de Furnas de Baixo
  • [Julho] Festa de Santa’Ana e São Joaquim – realizada no Povoado da Guapiara
  • [Julho] Festa de São Pedro – realizada no Povoado dos Pedros
  • [Agosto] Festa de Aniversário da Cidade na Praça central da cidade. Comemoração da Fundação e da Emancipação Política e Administrativa do Município.
  • [Outubro] Festa de Nossa Senhora Aparecida – realizada no Povoado da Raia
  • [Outubro] Festa de Nossa Senhora Aparecida – realizada no Povoado do Quatro Oleos
  • [Dezembro] 8 de dezembro - Festa da Padroeira Nossa Senhora da Conceição.
  • [Dezembro] Festa de Natal
  • [Dezembro] Festa de virada do ano.

PolíticaEditar

TurismoEditar

Aiuruoca integra o circuito turístico Terras Altas da Mantiqueira.[20] O acesso à sede do município é feito pela rodovia AMG-1035 a partir do entroncamento com a BR-267.[21]

  • Atrativos Naturais[22]
  • Picos - são vários picos com altitudes que variam de 1.300 metros a 2.357 metros de altitude.
  • Cachoeiras - são mais de 85 sendo que cerca de 40 são visitadas constantemente e impressionam por sua beleza.
  • Atrativos Culturais[23]
  • Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - datada de 1726, com antigos altares de madeira.
  • Guias[24]
  • Roteiros de Passeios - são inúmeros e atendem a todos os públicos.
  • Esportes de Aventura - rapel, canyoning, escalada, tirolesa, rapel guiado, off-road, mountain bike, mini-rafting, rafting, boia cross.

Filhos ilustresEditar

Referências

  1. «Aiuruoca». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 20 de fevereiro de 2018 
  2. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 3. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 
  3. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 
  4. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  5. «Aiuruoca». Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Consultado em 25 de julho de 2017 
  6. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  7. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  8. «Ranking IDHM Municípios 2010». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2013. Consultado em 14 de junho de 2015 
  9. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  10. «Aiuruoca». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  11. NAVARRO, E. A. Método Moderno de Tupi Antigo. Terceira edição. São Paulo: Global, 2005. p. 103
  12. Prodweb. «Aiuruoca». Portal Terras Altas. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  13. mahlvieira (3 de julho de 2018). «Eventos». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  14. mahlvieira (3 de julho de 2018). «Eventos». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  15. mahlvieira (3 de julho de 2018). «Eventos». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  16. mahlvieira (3 de julho de 2018). «Eventos». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  17. mahlvieira (3 de julho de 2018). «Eventos». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  18. mahlvieira (3 de julho de 2018). «Eventos». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  19. mahlvieira (3 de julho de 2018). «Eventos». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  20. «Listagem dos Circuitos Turísticos» (PDF). Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais. p. 31. Consultado em 16 de abril de 2011. Arquivado do original (PDF) em 12 de Maio de 2013 
  21. «Rodovias estaduais de acesso». DER-MG. Consultado em 2 de abril de 2011. Arquivado do original em 31 de Julho de 2013 
  22. «Atrativos naturais». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  23. «Atrativos Culturais». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  24. «Guias». Segredos de Aiuruoca. Consultado em 16 de outubro de 2019 

Ligações externasEditar