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Alambari

município brasileiro do estado de São Paulo
Disambig grey.svg Nota: Para os rios de São Paulo, veja Rio Alambari.
Alambari
  Município do Brasil  
Símbolos
Bandeira de Alambari
Bandeira
Brasão de armas de Alambari
Brasão de armas
Hino
Apelido(s) "Cidade Natureza"
Gentílico alambariense
Localização
Localização de Alambari em São Paulo
Localização de Alambari em São Paulo
Alambari está localizado em: Brasil
Alambari
Localização de Alambari no Brasil
Mapa de Alambari
Coordenadas 23° 33' 03" S 47° 53' 56" O
País Brasil
Unidade federativa São Paulo
Região intermediária[1] Sorocaba
Região imediata[1] Itapetininga
Região metropolitana Sorocaba
Municípios limítrofes Itapetininga; Sarapuí e Capela do Alto.
Distância até a capital 156 km
História
Fundação 19 de maio de 1993 (26 anos)
Administração
Prefeito(a) Hudson José Gomes (PSDB, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [2] 159,190 km²
População total (Censo IBGE/2018[3]) 5 918 hab.
Densidade 37,18 hab./km²
Clima Subtropical (Cfa)
Altitude 585 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000[4]) 0,748 alto
PIB (IBGE/2008[5]) R$ 56 175,230 mil
PIB per capita (IBGE/2018[5]) R$ 15 426,66
www.alambari.sp.gov.br (Prefeitura)

Alambari é um município brasileiro do estado de São Paulo, situado na Região Metropolitana de Sorocaba, na Mesorregião Macro Metropolitana Paulista e na Microrregião de Itapetininga.

HistóriaEditar

A origem do antigo Distrito de Paz de Alambari, outrora pertencente ao município de Itapetininga, data de 1820.

Naquela época, o major Domingos Afonso, residente na cidade de Itapetininga,empreendeu viagem para Guaratinguetá, acompanhado de sua esposa e de seu filho menor, de nome Afonso.

Ao atravessarem um lajeado, o pequeno Afonso caiu do animal em que viajava, fraturando o crânio e ficando desacordado por muitas horas.

O inditoso casal, desesperado e aflito, julgando que seu filho morreria devido à falta de recursos, volveu os olhos para o céu, implorando a Deus que o salvasse. E unindo à súplica o voto, Domingos Afonso e sua esposa comprometeram-se a erigir um modesto templo sob a invocação do Senhor Bom Jesus de Alambari, se o seu filho recobrasse os sentidos e se restabelecesse da queda que levara.

Operou-se o milagre. O pequeno Afonso recobrou os sentidos, ficando, logo depois, completamente restabelecido, o que permitiu à caravana prosseguir, alegre e contente, na sua longa e penosa jornada. Mais tarde, os pais de Afonso internaram-no em um colégio na cidade de Itu, recomendando-o ao Padre Elias do Monte Carmelo.

Concluídos os estudos preparatórios, isto em 1830, Afonso seguiu para São Paulo,matriculando-se no seminário.

Ordenado sacerdote, voltou o jovem Afonso para Itapetininga, onde oficiou pela primeira vez,no dia 04 de outubro de 1836.

A esse tempo, Domingos Afonso e sua mulher, que não esqueceram a promessa feite, davam andamento à construção do templo no lugar em que, havia dezesseis anos passados, Afonso caíra do animal. O levantamento das taipas foi contratado com seu primo Joaquim da Fonseca e o madeiramento e cobertura, com Antonio Lopes Seabra.

Desejando que seu filho desempenhasse as funções eclesiásticas na capela em construção, Domingos Afonso e sua mulher construíram uma casa nas proximidades do templo, onde passaram a residir.

A capela do Alambari só foi construída em 1842, e o branqueamento da parede externa iniciou-se a 07 de janeiro de 1843, pelo mestre Thomé Thadeu Aires, para esse fim contratado por João de Moura, primeira autoridade policial da já então povoação.

Enquanto era construída a capela de Alambari, o padre Afonso servia de coadjutor na paróquia de Itapetininga, da qual era vigário o padre Francisco de Paula Medeiros.

A capela do Senhor Bom Jesus do Alambari foi inaugurada em 09 de setembro de 1846.

Por uma fatalidade, o padre Afonso não chegou a residir em Alambari, pois, atacado de uma pertinaz moléstia, veio a falecer.

O primeiro vigário que aportou em Alambari foi o padre Isidoro de Campos, natural de Porto Feliz, que ali residiu pelo espaço de alguns anos.

Com o aumento rápido da população do referido povoado, devido à chegada de famílias vindas de Jacareí, Sorocaba e outros pontos da Província de São Paulo, as pessoas influentes do lugar, trabalhando pela sua prosperidade, requereram e obtiveram da Assembléia Provincial que a povoação de Alambari fosse elevada à categoria de freguesia, pela Lei Provincial nº. 7, de 12 de abril de 1861, que a elevou também à categoria de paróquia.

O primeiro sacerdote que residiu em Alambari, depois de instalada a paróquia, foi o padre João Baptista Arroza, que ali prestou serviços de 1861 a 1862, seguindo-se-lhe o padre José Cantisari, de 1863 a 1878 e de 1879 a 1885, o Padre Antonio Roberto. O primeiro daqueles sacerdotes era brasileiro e os outros dois, italianos.

Alambari IndustrialEditar

O mato de Alambari, outrora existente nas proximidades da Vila, denominou-se durante muitos anos de Mato das Pederneiras, devido à grande quantidade de pedra de fogo que era retirada das rochas ali existentes, o que deu motivo a que as pessoas pobres para ali afluissem, entregando-se à sua extração. A indústria da pedra de fogo, foi por muito tempo lucrativo comércio, pois, as praças de Itapetininga, Sorocaba, São Paulo e Santos, preferiam o produto de Alambari, devido à sua ótima qualidade.

Essa indústria, denominada "das pederneiras", existiu, ao que parece, por longo tempo. Auguste Saint Hilaire escreveu sobre essa assunto, quando de sua passagem por Itapetininga: "Na época de minha passagem, Itapetininga estava de posse de um pequeno comércio de pedras de fogo, que, com o decurso dos tempos, deve certamente ter decaído. Vendiam-se ali pederneiras aparadas na vizinhança, principalmente em sambas. Essas pedras - escrevia Frederico Varnhagem, em 1814 - são excelentes e de cor mais escura do que as que nos vêm da França e da Suíça. As pessoas pobres aparam-nas com auxílio de pequenos martelos de ferro chatos de seis polegadas de comprimento sobre uma de largura e de um quarto de polegada de espessura, seguros a um pequeno cabo de madeira. Um desses operários apara por dia até duzentas destas pedras e por um cento paga-se oito vinténs. Vende-se em grande quantidade as pedras de fogo de Itapetininga, sendo dali transportadas para os portos de mar, onde são mais estimadas do que as que vem de fora".

Em 1888, um milheiro dessas pedras custava 10$000. Essa indústria, outrora florescente, foi decaindo aos poucos devido ao aparecimento do fósforo.

Alambari também foi, por dezenas de anos, um dos mais importantes centros produtores do município de Itapetininga. A lavoura, propriamente dita, consistia na cultura, em grande escala, de algodão, café, cana-de-açúcar, cereais, legumes, mandioca, fumo, etc.

A lavoura mais importante foi a do algodão,cujas safras, em 1873 e 1874, produziram, cada uma, setenta mil arrobas.

Com a baixa deste produto, em 1875, os alambarienses voltaram sua atenção para cultura do café, cuja lavoura se tornou importantíssima, sendo plantados para mais de cento e cinquenta mil pés de café.

Uma plantação nova de cem mil pés de café produziu, em 1887, duas mil e trezentas arrobas.

Em 1890, existiam, na paróquia de Alambari, 400 prédios assim ocupados: 6 negócios de secos e molhados; 2 lojas de fazendas; 6 oficinas diversas; 1 agência do correio; 1 casa de detenção; 1 igreja; 1 capela; 1 olaria; 1 engenho de cilindro movido à água para o fabrico de açúcar e aguardente; 2 escolas, sendo uma do sexo masculino e outra do sexo feminino; e 378 prédios residenciais.

Com o desaparecimento da indústria da pedra de fogo e com a devastação de suas matas, Alambari foi decaindo, tornando-se num pequeno distrito de paz de Itapetininga.


Auguste de Saint-HilaireEditar

Em seu livro "Viagem à Província de São Paulo", o botânico e naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire descreve, detalhadamente, aspectos geográficos e culturais da região de Alambari quando de sua passagem por volta de 1820:


Desde minha partida de São Paulo fiz voltas, muito me afastando da estrada que conduz diretamente ao Sul — estrada real ; nessa estrada entrei ao chegar a Sorocaba, seguindo-a sempre até o rio Jaguariaíba. Dirigi-me em primeiro lugar à pequena vila de Itapetininga,afastada doze léguas da de Sorocaba, pelo lado sudoeste. A região que percorri não é deserta, mas percebe-se que se abandonam distritos ricos e florescentes, onde é cultivada a cana de açúcar, e que se entra numa região miserável e pouco civilizada (1820). Essa região que atravessei até Itapetininga, ora plana ora ondulada ou mesmo montanhosa, apresenta uma alternativa de matas e de campos. Excetuados os arredores de Sorocaba, onde estes últimos, dentro de pequeno espaço, são semeados de árvores raquíticas, apresentam, geralmente, apenas gramíneas em tufos esparsos, entre os quais não se vê grande número de outras plantas.

Próximo a Pedro Antunes, e mais além, em um espaço de cinco léguas, entre o rio Sarapuhú e a mata de Lambari, os tufos de gramíneas são, entretanto, todos entremeados de numerosas palmeiras de olhas inteiramente radicadas; é a espécie conhecida no Brasil com o nome de endaiâ, e que produz um fruto cuja parte interna é comestível.

Em parte alguma há grandes fazendas; mas vêem-se, frequentemente, esparsas pelos campos, casas que, mal conservadas, muito pequenas, constituem indício de completa indigência. Os moradores desses tristes casebres parecem ser brancos e como tais são tratados, mas suas fisionomias demonstram suficientemente, uma originária mistura de sangue indígena. Aos caracteres que indicam essa mescla, já por mim assinalados, muitas vezes juntam-se outros, que recomendo à particular atenção dos antropólogos e dos naturalistas em geral — os da côr da pele e do cabelo. Ao passo que os portugueses de raça pura teem uma pele morena e olhos pretos, e que os indígenas teem olhos e cabelos pretos, e uma pele escura, os indivíduos dessa região, originários dessas duas raças, são facilmente reconhecidos por sua côr esbranquiçada e cabelos louros, caracteres que eu já tinha observado, com pequenas diferenças, entre os mestiços de Caracatinga. Trata-se, talvez, duma espécie de albinismo, cuja causa deve ser complexa e não poderá ser atribuída, unicamente, ao cruzamento das duas raças.

Esses mestiços, relativamente à inteligência, estão muito abaixo dos mulatos, e diferem inteiramente dos fazendeiros brancos da parte mais civilizada da província de Minas Gerais. Estes são homens mais ou menos abonados, que possuem escravos e não cultivam a terra com as próprias mãos; nos colonos brancos, ou pretensos brancos, da parte da província de São Paulo de que me vou ocupando, não se podem ver senão verdadeiros camponeses: não possuem escravos e são eles próprios que plantam e colhem, vivendo, geralmente, em grande penúria. Têm toda a simplicidade e os modos grosseiros de nossos camponeses, mas não possuem, seja sua alegria, seja sua atividade. Se quinze camponeses de França se reúnem num domingo, cantam, riem, discutem, os de que trata apenas falam, não cantam, não riem e mantêm-se tão tristes depois de ter bebido cachaça, como o estavam antes da ingestão dessa bebida alcoólica. Encontrei-me, num domingo, em uma venda visinha da mata de Lambari. Grande número de agricultores estava ali reunido. Esses indivíduos cercavam-me como ocorria em Minas; mas, ali, faziam-me mil perguntas, perdiam-se em conjeturas sobre os fins de meu trabalho; aqui, olhavam-me e não proferiam palavra. Esses camponeses têm todos, pouco mais ou menos, o mesmo costume; andam com as pernas e os pés inteiramente nús; usam um chapéu de abas estreitas e copa muita alta; vestem ceroulas de tecido de algodão e uma camisa do mesmo tecido, camisa cujas fraldas flutuam por cima das ceroulas; trazem um rosário ao pescoço e, ao redor do corpo, um cinto de couro ou de tela, ao qual está presa uma grande faca dentro duma bainha de couro. Os menos pobres usam um colete de pano azul, e o poncho, que é objeto de sua maior ambição. E' desnecessário dizer que as casas desses camponeses não são de melhor aparência no interior do que em seu exterior. Todas se parecem, com poucas modificações apenas: para que se as conheça, bastará a descrição da em que pernoitei à margem do rio Sarapuhú, limite do distrito de Sorocaba. Era essa casa construída de terra e ripas cruzadas; compunha-se de três pequenos compartimentos sem janelas e, por isso, extremamente escuros. O compartimento em que fui alojado era um pouco mais claro do que os outros dois, pela razão de dar para o quintal, e porque, desse lado, não havia outro anteparo senão o constituído por estacas fincadas na terra, umas próximas das outras. Como se tem o costume de acender fogo nos compartimentos internos das casas, ao centro dos mesmos, as paredes e os tetos eram pretos como carvão. Todo o mobiliário consistia num girau, um par de bancos e pilões destinados à socagem do milho para o fabrico de farinha. Não se deve pensar que a população, cujas moradias e cujos caracteres e costumes acabo de descrever, esteja confinada nas doze léguas que separam Sorocaba de Itapetininga ; encontrei pouco mais ou menos indivíduos semelhantes, com a mesma apatia e, quiçá, mais miseráveis, entre esta última vila e os Campos Gerais, num círculo de cerca de 30 léguas. Um único traço mais bastará para completar o retrato desses infelizes. Desde Sorocaba até Morongava, não há menos de 40 léguas; eu apenas percorria duas ou três diariamente. Parava nas melhores casas, mas só encontrei duas em que a água das chuvas não caísse de todos os lados. Não se pode dispensar para habitação, pelo que é indispensável construí-las, mas há muita preguiça para a conservação das mesmas. A água da chuva penetra por um lado, e todos os objetos nesse ponto situados são transportados para outro ponto; e os moradres vão, assim, se refugiando, de um lado para outro, até que a casa caia inteiramente em ruínas.

[...]

Além do Sarapuhú, num espaço de três léguas, até a entrada da pequena mata de Lambari, a região é ondulada. Vêem-se aqui e ali capões de mato; mas a estrada atravessa, sem interrupção, imenso campo, onde os tufos de gramíneas são, como já assinalei, entremeiados de numerosas palmeiras de folhas radicadas. Em alguns pontos baixos elevam-se pequenas árvores, entre as quais reconheci muitas myrsineds; vi, em meio desses campos, plantas para mim desconhecidas, mas encontrei muitíssimas outras pertencentes a todos os campos. Próximo da pequena mata de Lambari, a região torna-se mais arborizada. Durante toda a viagem, tinha visto casebres dispersos pelos campos; perto da mata do Lambari são os mesmos mais comuns. Alojei-me no último dos que precedem à mata; era uma venda com o mesmo nome dessa matas (venda do Lambari), mata que por sua vez tem esse nome tirado dum riacho vizinho. A mata do Lambari, com cerca de uma légua de extensão, ostenta belíssima vegetação. Saindo-se dessa mata, encontram-se campos onde vegetam apenas gramíneas, algumas outras ervas e pouquíssimos subarbustos. O terreno é muito plano na mata de Lambari, o mesmo ocorrendo relativamente ao campo que se lhe segue. [6]

Alambari ModernaEditar

O antigo distrito de paz foi elevado a município com a denominação de Alambari, pela Lei Estadual n.º 7.644 de 30 de dezembro de 1991.

O aniversário do município é comemorado no dia 19 de maio. Alambari faz parte da Região Metropolitana de Sorocaba e fica situado no Sul do Estado, cerca de 156 quilômetros da Capital Paulista, sendo as principais vias de acesso a Rodovia Raposo Tavares – SP-270, Rodovia Humberto Pellegrini – SP-268 e Rodovia Antônio Romano Schincariol – SP-127. Sua população estimada é de 5.918 habitantes (2018[7]), sendo 66% residentes na área urbana e 34% na área rural. A área territorial pertencente à Alambari é de 159 km².

A cidade é composta por diversos bairros: Tatetú, Cercadinho, Ribeirãozinho, Cerrado, Perobal, Barra, Capoavinha, Aterradinho, Sapezal, Recanto dos Pássaros, Luar do Sertão, Vila Correa, Jardim Brasil. As principais atividades econômicas no município hoje, são a Agricultura e a Pecuária, sendo as principais culturas existentes: Hortifrutigranjeiros – Feijão, Milho, Mandioca, Laranja, e Eucaliptos e a pecuária de Corte, de Leite (especialmente de Leite de Búfalas) e também suinocultura.

O padroeiro do município é o Senhor Bom Jesus, cuja comemoração é realizada no dia 6 de agosto.

ComunicaçõesEditar

A cidade era atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP)[8], que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[9], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[10] para suas operações de telefonia fixa.

Produção de leite de búfalaEditar

Segundo dados do IBGE, Alambari possuiu a maior produção de leite de búfala do estado, com 1,07 milhões de litros de leite produzidos em 2006, e a 3ª maior do Brasil, atrás apenas de Autazes (AM) e Almeirim (PA).[11]

PolíticaEditar

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. Arquivado do original em 26 de junho de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  6. Saint-Hilaire, Auguste. Viagem à Província de São Paulo. 1976: Itatiaia Editora. pp. 198,199 
  7. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome IBGE
  8. «Área de atuação da Telesp em São Paulo». Página Oficial da Telesp (arquivada) 
  9. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  10. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 
  11. «IBGE :: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística». ww2.ibge.gov.br. Consultado em 14 de julho de 2019. Arquivado do original em 27 de janeiro de 2019 

Ligações externasEditar

 
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