Abrir menu principal
Mapa da América do Sul sobre a situação dos países em relação ao Mercosul

Estados-membros do Mercado Comum do Sul referem-se aos Estados soberanos que aderiram ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), organização intergovernamental regional sul-americana sediada em Montevidéu. O Mercosul foi formado com a inclusão do Uruguai e do Paraguai através do Tratado de Assunção (1991) ao processo iniciado entre Argentina e Brasil na década de 1980, quando foi formado. Todos os países sul-americanos fazem parte do Mercosul, seja como membros plenos (no Mercosul, chamados de "Estados-Partes"), sejam como membros associados (chamados de "Estados Associados").[1] Em 2012, a Venezuela torna-se o quinto Estado-Parte. Grupos de trabalho estudam a incorporação da Bolívia e do Equador.[2]

Em suma, Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela são os Estados-Partes, tendo os quatro primeiros fundado o bloco econômico. Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname são Estados associados, estando a Bolívia em processo de adesão como Estado-parte e o Equador em negociação para adesão plena.[3][4] Fora de previsões legais, por vezes, Nova Zelândia e México são apontados como observadores do Mercosul desde os anos de 2006 e 2010, respectivamente.[5][6][7][8][9][10][11]

Índice

Estados-PartesEditar

Nome do país Brasão /
Bandeira
População Área (km²) PIB
(milhões em US$)
Renda
per capita
Moedas Gini IDH Línguas
Argentina
(membro fundador)
    &0000000043590368.00000043 590 368 &0000000002780400.0000002 780 400[nota 1] &0000000000912816.000000912 816 &Erro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecido.Erro de expressão: caractere "," não reconhecido20 170 peso &0000000000000042.70000042,7 &0000000000000000.8270000,827[12] espanhol
Brasil
(membro fundador)
    &0000000208007000.000000208 007 000 &0000000008515767.0000008 515 767 &0000000003216031.0000003 216 031 &Erro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecido.Erro de expressão: caractere "," não reconhecido15 646 real &0000000000000051.50000051,5 &0000000000000000.7540000,754[12] português
Paraguai
(membro fundador)
    &0000000006783272.0000006 783 272 &0000000000406752.000000406 752 &0000000000068005.00000068 005 &Erro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecido.Erro de expressão: caractere "," não reconhecido9 779 guarani &0000000000000051.70000051,7 &0000000000000000.6930000,693[12] espanhol
guarani
Uruguai
(membro fundador)
    &0000000003351016.0000003 351 016 &0000000000176215.000000176 215 &0000000000077800.00000077 800 &Erro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecido.Erro de expressão: caractere "," não reconhecido16 332 peso &Erro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecido.Erro de expressão: caractere "," não reconhecido45 3 &0000000000000000.7950000,795[12] espanhol
português
Venezuela
(aderiu em 2012)
    &0000000031775371.00000031 775 371 &0000000000916445.000000916 445[nota 2] &0000000000404109.000000404 109 &Erro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecido.Erro de expressão: caractere "," não reconhecido8 004 bolívar &0000000000000044.80000044,8 &0000000000000000.7670000,767[12] espanhol

ProcessosEditar

Adesão como Estado-ParteEditar

 
Diagrama de adesão a organizações por membros da ALADI. Membros desta organização podem aderir como Estado-Parte do Mercosul.

O processo de adesão como Estado-Parte contempla requisitos que foram regulamentados em 5 de dezembro de 2005 em adição ao artigo 20 do Tratado de Assunção.[13] Esse artigo estabelece que o bloco é aberto ao ingresso de novos membros,[14] porém, a adesão desse deve ser examinada e aprovada de forma unânime pelos países membros.[14]

Os Estados-Partes são os países que aderem plenamente com direito a voz e voto na organização. Os requisitos ao processo são formalizados em protocolo de adesão assinado por todos e um acordo econômico prévio no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI), devendo ser membro dela. No intervalo de tempo entre a assinatura do protocolo de adesão como Estado-Parte e a ratificação pelos parlamentos nacionais, o Estado aderente é referido como "em processo de adesão".[15] São seis requisitos a serem cumpridos: a adoção do Tratado de Assunção, dos protocolos de Ouro Preto e de Olivos, incorporação da tarifa externa comum (TEC) em cronograma definido, assinatura dos instrumentos internacionais já assinados pelos demais membros e de demais normativas internas e aceitação de programa de liberalização comercial.[13]

Membros plenos:

Adesão como Estado associadoEditar

A condição de Estado associado confere autorização para participar de reuniões de órgãos do bloco. O processo de adesão nesta condição requer o aceite da solicitação formalizado em protocolo, um acordo econômico prévio no âmbito da ALADI e a adesão ao Protocolo de Ushuaia sobre Compromisso Democrático e à Declaração Presidencial sobre Compromisso Democrático.[15] E diferente dos membros plenos, os países associados do Mercosul não adotam a tarifa externa comum (TEC), que os Estados do bloco adotam para as importações provenientes de mercados externos.[20][4]

Guiana e Suriname assinaram acordos-quadro de associação com o Mercosul em julho de 2013[21][22] e de novo em 2015 (após retorno do Paraguai).[1] Porém, tal proposta precisa de aprovação legislativa para ter validade.[23][24]

Membros associados:

SuspensãoEditar

Há a previsão legal de suspensão de um Estado-Parte.[15]

O Paraguai foi suspenso em 2012 com base no Protocolo de Ushuaia. A destituição de Fernando Lugo, presidente do país, ocorreu com falhas na vigência democrática na avaliação dos demais Estados-Partes e os direitos e obrigações do Paraguai foram suspensos, com exceção do uso de recursos do Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (FOCEM). A volta foi condicionada à realização de novas eleições presidenciais, que ocorreram em 2013, quando também teve sua condição de Estado-Parte restaurada.[27][28][29][30][31][32]

A Venezuela foi suspensa em dezembro de 2016 por alegação dos demais Estados-Partes de falta de cumprimento das normativas do Mercosul assumidas no protocolo de adesão.[33] E em agosto de 2017, os mesmos decidiram suspendê-la também com base na cláusula democrática do Protocolo de Ushuaia por ruptura na democracia do país diante da crise pelo qual atravessa. Assim, o retorno foi condicionado à realização de eleições com retomada de calendário eleitoral, dos poderes da Assembleia Nacional, anulação da Assembleia Nacional Constituinte e libertação de presos políticos.[34][35]

O impedimento do mandato de Dilma Rousseff em 2017 levantou discussões sobre a possibilidade de o Brasil ser suspenso por golpe à democracia brasileira. Entretanto a suspensão aventada não ocorreu, embora a presidenta tenha sido destituída.[36][37][38]

Candidaturas à adesãoEditar

  BolíviaEditar

Desde a sua eleição, o presidente boliviano, Evo Morales, e o partido que o sustenta, se mostram favoráveis em estreitar as relações entre a Bolívia e o Mercosul. Depois da nacionalização dos hidrocarbonetos o governo boliviano tem avançado nas negociações que visam a integração da Bolívia como um Membro Pleno. Bolívia ratificou protocolo de adesão em 7 de dezembro de 2012, mas ingressará ao Mercosul sem renunciar à Comunidade Andina (CAN). 72% de suas fronteiras são com o Mercosul e 1,2 milhão de bolivianos vivem nas nações do grupo. O Mercosul é o destino de 55% das exportações da Bolívia, em particular o gás que consomem Brasil e Argentina. O ingresso da Bolívia ao Mercosul também pode significar a consolidação de uma saída ao Oceano Atlântico pelas hidrovias dos rios Paraguai e Paraná.[39][40]

  EquadorEditar

O presidente equatoriano, Rafael Correa, solicitou o ingresso do Equador ao Mercosul[41] na Cúpula de Montevidéu em dezembro de 2011.

  MéxicoEditar

O México assinou um acordo de complementação econômica com o Mercosul em agosto de 2006. O então presidente mexicano, Vicente Fox, expressou seu desejo de o México se tornar um membro pleno do bloco antes do fim de seu mandato. No entanto, concluído o mandato de Fox, o México ainda não se tornou Estado associado e não houve muitos avanços nas negociações entre o México e o Mercosul.[carece de fontes?]

O ingresso do México apresenta vários problemas, tanto para o México como para o Mercosul. Principalmente, os inúmeros acordos bilaterais com os quais o México está comprometido, em particular o Tratado de Livre Comércio da América do Norte, associação comercial que concentra a maior parte de suas transações comerciais.[carece de fontes?]

O ex-presidente argentino Néstor Kirchner convidou em uma excursão o então presidente mexicano, Felipe Calderón, para incorporar o México ao Mercosul. No entanto, durante sua turnê pela América do Sul em 2009, Calderón afirmou, no Uruguai, que o México não contempla ingressar no Mercosul, especialmente pela limitação da Tarifa Externa Comum do bloco na relação do país com seus outros parceiros comerciais, especialmente Estados Unidos e Canadá. Contudo, o presidente Calderón disse que apoia uma maior integração comercial e política na América Latina e pretende ser parte de um esforço integrativo do bloco sul-americano.[42]

CronologiaEditar

Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde setembro de 2009). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

O Tratado de Assunção foi assinado em 26 de março de 1991 por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e estabeleceu o Mercado Comum do Sul, com uma estrutura institucional básica e o estabelecimento de uma zona de livre comércio. Em antecedência à esta fundação, os presidentes da Argentina e Brasil assinaram a Declaração de Iguaçu, pedra fundamental do Mercosul, em 30 de novembro de 1985;[43] o Tratado de Integração, Cooperação e Desenvolvimento, de 29 de julho de 1986, instituiu o Programa de Integração e Cooperação entre Argentina e Brasil (PICAB); e a Lei da Alvorada, 6 de abril de 1988, formalizou a entrada do Uruguai no processo. Portanto, uma vez constituído o Mercosul e sua estrutura definida pelo Protocolo de Ouro Preto (1994), os processos de adesão como Estados Associados e Estados-Partes e de suspensão estão relatados na lista cronológica a seguir.[carece de fontes?]

  • 1996
    • 25 de junho: Chile formalizou sua associação durante a X Cúpula em San Luis, Argentina, através da assinatura do Acordo de Complementação Econômica Mercosul–Chile.
    • 17 de dezembro: Bolívia formalizou sua adesão como Estado associado na XI Cúpula, em Fortaleza, Brasil, mediante a assinatura do Acordo de Complementação Econômica Mercosul–Bolívia.
  • 2003: Peru formalizou sua associação com a assinatura do Acordo de Complementação Econômica Mercosul–Peru (CMC n.° 39/03).
  • 2004: Colômbia, Equador e Venezuela formalizaram sua parceria através da assinatura do Acordo de Complementação Econômica Mercosul–Colômbia–Equador–Venezuela (CMC N.° 59/04).
  • 2006
  • 2010, 2 de agosto: Egito assinou também um acordo de livre comércio.[46]
  • 2012, 28 de junho: Paraguai foi suspenso do Mercosul por desacato ao acordo democrático do bloco, assim permitindo a plena ratificação da Venezuela como membro pleno.
  • 2012, 31 de julho: Venezuela tornou-se o quinto membro pleno.[47]
  • 2012, 7 de dezembro: Bolívia ratificou protocolo de adesão ao Mercosul como membro pleno.
  • 2013; 11 de julho: Presidentes de Guiana e Suriname assinaram acordo-quadro de associação com o bloco.[48][49]
  • 2013; 13 de julho: Foi retirada a suspensão aplicada ao Paraguai, em cumprimento do Protocolo de Ushuaia, sobre o compromisso democrático.[50]
 

DerrogaçõesEditar

Alguns Estados estão menos integrados ao Mercosul do que outros. Na maioria dos casos, isso ocorre porque esses países não obtiveram a aprovação de alguns dos atuais países-membros, ou ainda não implementaram algum tipo de normativa ou aderiram a algum protocolo ou acordo.

País Tipo Situação Aprovação Implementação
dos tratados e normativas
Observação
NC TE RO
  Venezuela Estado Parte Suspenso[51] Sim[52] Sim Sim Sim Suspenso devido ao rompimento da ordem democrática[53][54][51]
  Bolívia Associado[55] Em processo de adesão[56][57] Sim[58] Em curso[56] Em curso[56] em curso[56] -
  Equador Associado[55] Em negociação a membro pleno[55][59] - - - - -
  Suriname Associado[60] - - - - - -
  Guiana Associado[60] - - - - - -
  Chile Associado[61] - - - - - -
  Colômbia Associado[3] - - - - - -
  Peru Associado[62] - - - - - -

Estados e organizações relacionadasEditar

 
Diagrama de adesão de países da América do Sul a organizações regionais (não bilaterais) em 2013. Dentre as organizações, além do Mercosul, estão União de Nações Sul-Americanas (UNASUL), Comunidade Andina (CAN), Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), Comitê Intergovernamental Coordenador dos Países da Bacia do Prata (CIC) e Grupo URUPABOL (URUPABOL).
 
Diagrama de adesão de países e certos territórios dependentes da América ao Mercosul e a outras 19 instituições internacionais do continente (ALADI, AEC, ALBA, AP, CA-4, CAN, Caricom, CSME, CELAC, OEA, OECO, OTCA, PARLACEN, Petrocaribe, SELA, SICA, TIAR, TLCAN, UNASUL) em 2016.

Ver tambémEditar

Notas

  1. Não inclui os territórios reivindicados das Ilhas Malvinas, das Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul e da Antártida Argentina.
  2. Não inclui o território reivindicado da Guiana Essequiba.
  3. Trecho baseado no artigo «MercoAmérica» na Wikipédia em castelhano (acessado nesta versão).

Referências

  1. a b c d e Por Kelly Oliveira, Yara Aquino e Marcelo Brandão (17 de julho de 2015). «Suriname e Guiana vão entrar no Mercosul como membros associados». Agência Brasil. Consultado em 29 de maio de 2019 
  2. «Depois da Venezuela, Bolívia e Equador negociam integração ao Mercosul». Opera Mundi. Consultado em 24 de julho de 2017 
  3. a b Oliveira, Kelly; Aquino, Yara; Brandão, Marcelo (17 de julho de 2015). Aguiar, Valéria, ed. «Suriname e Guiana vão entrar no Mercosul como membros associados». Agência Brasil. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  4. a b Alves Pena, Rodolfo F. «Países-embros do Mercosul». Mundo Educação. Consultado em 3 de outubro de 2017 
  5. Xinhua (22 de julho de 2006). «Mexico bid to join Mercosur as associate member». People's Daily. Consultado em 25 de março de 2019 
  6. New Zealand Government. «New Zealand explores ties with Mercosur». beehive.govt.nz. Consultado em 14 de julho de 2018 
  7. Governo Bolivariano da Venezuela. «Se formaliza adhesión de Venezuela al Mercosur». Consultado em 15 de setembro de 2012. Arquivado do original em 30 de janeiro de 2016 
  8. «Venezuela será incorporada hoje ao Mercosul em cerimônia no Palácio do Planalto». ISTOÉ Independente. Consultado em 15 de setembro de 2012 
  9. «Transporte marítimo no Mercosul». ANTAQ. Consultado em 25 de março de 2019 
  10. Darse Júnior (7 de abril de 2016). «Mercosul traça estratégia integrada para atrair turistas internacionais». turismo.gov.br. Consultado em 25 de março de 2019 
  11. «Países do Mercosul terão programas de bolsas de estudo». brasil.gov.br. 6 de dezembro de 2012. Consultado em 25 de março de 2019 
  12. a b c d e «Human Development Report 2016: Human Development for Everyone» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Relatório de Desenvolvimento Humano. Consultado em 28 de setembro de 2017. página 212 
  13. a b «Mercosul: adesão de novos membros requer cumprimento de condições». EFE. UOL. 6 de dezembro de 2005. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  14. a b «Tratado de Assunção» (PDF). Supremo Tribunal Federal. 5 de dezembro de 2005. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  15. a b c «Países do MERCOSUL». MERCOSUL. Consultado em 13 de março de 2019 
  16. a b c d e «Mercosur — MercoPress». en.mercopress.com. Consultado em 24 de julho de 2017 
  17. a b c Reuters (31 de julho de 2012). «Venezuela officially welcomed into Mercosur trade bloc during ceremony in Brazil». Consultado em 1 de agosto de 2012 
  18. a b c d e «Argentina National Communications Commission (CNC) offial webpage». www.cnc.gov.ar 
  19. «Países do Mercosul oficializam suspensão da Venezuela do bloco». Folha de S.Paulo. 1 de dezembro de 2016. Consultado em 2 de dezembro de 2016 
  20. Costa, Keilla Renata. «Mercosul». Meu Artigo. Consultado em 3 de outubro de 2017 
  21. Mercosur. «Acordo quadro Mercosul-Guiana» (PDF). Consultado em 14 de julho de 2013 
  22. Mercosur. «Acordo quadro Mercosul-Suriname» (PDF). Consultado em 14 de julho de 2013 
  23. Mercosur. «Quem somos». Consultado em 14 de julho de 2013 
  24. Mercosur. «Tratados, protocolos e acordos depositados na Secretaria do Mercosul após 2012». Consultado em 14 de julho de 2013 
  25. a b c d «Mercosur official webpage». www.mercosur.int 
  26. «Today's Stock Market News and Analysis from Nasdaq.com». NASDAQ.com (em inglês). Consultado em 24 de julho de 2017 
  27. «Paraguai será suspenso do Mercosul». Terra. Consultado em 29 de maio de 2019 
  28. «Mesmo com suspensão do Paraguai, Mercosul apoia 19 projetos no país». EBC. 3 de setembro de 2012. Consultado em 29 de maio de 2019 
  29. Frizzera, Guilherme (5 de dezembro de 2013). «A suspensão do Paraguai no MERCOSUL: problema interno, solução externa». Conjuntura Global. 2 (3). ISSN 2317-6563. doi:10.5380/cg.v2i3.34623 
  30. onialufsc (10 de abril de 2014). «A delicada saída e reingresso do Paraguai no Mercosul». Observatório de Negociações Internacionais da América Latina (em inglês). Consultado em 29 de maio de 2019 
  31. Anastasia, Fátima; Monte, Deborah Silva do (2017). «Cláusula Democrática do Mercosul: indefinição conceitual e uso estratégico». Revista de Sociologia e Política. 25 (62): 11–36. ISSN 0104-4478. doi:10.1590/1678-987317256201 
  32. Postiga, Andréa Rocha (31 de dezembro de 2014). «Direitos e Deveres dos Estados-Membros: Efeitos Decorrentes da Aplicação do Mecanismo de Suspensão no Mercosul». Cadernos do Programa de Pós-Graduação em Direito – PPGDir./UFRGS. 9 (2). ISSN 2317-8558. doi:10.22456/2317-8558.40424 
  33. «Suspensão da Venezuela do Mercosul (2016)». Brasil Escola. Consultado em 29 de maio de 2019 
  34. «Mercosul impõe nova suspensão à Venezuela». noticias.uol.com.br. Consultado em 29 de maio de 2019 
  35. «Especialistas dizem que suspensão do Mercosul deve piorar economia da Venezuela». Agência Brasil. 20 de agosto de 2017. Consultado em 29 de maio de 2019 
  36. «Mercosul pode estudar suspender Brasil em caso de impeachment, diz chanceler argentina - Economia». Estadão. Consultado em 29 de maio de 2019 
  37. «Suspensão do Brasil do Mercosul pode prejudicar acordo com a UE». RFI. 29 de abril de 2016. Consultado em 29 de maio de 2019 
  38. «Se tiver 'golpe', Dilma vai pedir suspensão do Brasil no Mercosul». HuffPost Brasil. 22 de abril de 2016. Consultado em 29 de maio de 2019 
  39. EXAME.com (27 de setembro de 2013). «Bolívia quer entrar no Mercosul sem deixar Comunidade Andina» 
  40. «Bolívia quer ser membro pleno do Mercosul sem deixar a Comunidade Andina». www.dci.com.br. Consultado em 24 de julho de 2017 
  41. Fleck, Isabel (6 de maio de 2013). «Mercosul confirma negociações para integrar o Equador ao bloco». Folha de S.Paulo. Consultado em 17 de junho de 2015 
  42. «México no contempla sumarse al Mercosur pero apoya integración» (em espanhol). El Universal. Consultado em 11 de agosto de 2013 
  43. «Acordado pela Ata de Copacabana de 16 de março de 2004» 
  44. Color, ABC. «Una MercoAmérica desde México a Patagonia, propone Lula da Silva - Edicion Impresa - ABC Color» (em espanhol) 
  45. «| XXX Cumbre del Mercosur: Brasil asume presidencia pro témpore, 2006». Archivo Histórico RTA (em espanhol). 21 de julho de 2016 
  46. «Mercosul assina tratado de livre-comércio com Egito». G1.com.br. 2 de agosto de 2010. Consultado em 2 de agosto de 2010 
  47. «Mercosul se reúne para ratificar adesão da Venezuela como membro-pleno». Opera Mundi. Consultado em 24 de julho de 2017 
  48. «Avanza propuesta de incorporación de Guyana y Surinam al Mercosur». América Economía (em espanhol). 18 de julho de 2013 
  49. «Guyana accepted as Associate Member of MERCOSUR». Guyana Chronicle. Consultado em 12 de julho de 2013 
  50. «MERCOSUR rechaza espionaje de EE.UU en la región y levanta sanción a Paraguay». La Red 21 (em espanhol). 11 de agosto de 2013 
  51. a b «Venezuela recebe nova sanção do Mercosul e está suspensa do bloco» (Vídeo). SBT. MSN. 5 de agosto de 2017. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  52. «Congresso paraguaio aprova entrada plena da Venezuela no Mercosul». Reuters. G1. 18 de dezembro de 2013. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  53. «Mercosul aplica "cláusula democrática" e amplia suspensão contra Venezuela». EFE. Época Negócios. 5 de agosto de 2017. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  54. Paraguassu; Lisandra (14 de julho de 2017). «Decisão sobre adoção da cláusula democrática do Mercosul contra Venezuela fica para dezembro». Terra. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  55. a b c Giraldi; Renata (5 de agosto de 2012). «Em setembro, Mercosul começa a negociar adesão do Equador ao bloco». Agência Brasil. Empresa Brasileira de Comunicação. Consultado em 30 de agosto de 2017 
  56. a b c d «Bolívia ingressa no Mercosul». Mercosul. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  57. «Representação Brasileira aprova entrada da Bolívia no Mercosul». Portal Brasil. 17 de agosto de 2017. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  58. «Representação Brasileira aprova ingresso da Bolívia no Mercosul». Agência Senado. Câmara dos Deputados do Brasil. 16 de agosto de 2017. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  59. Paraguassu; Lisandra (6 de maio de 2013). «Equador anuncia que vai aderir ao Mercosul». Exame. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  60. a b «Mercosul vai ter Guiana e Suriname como associados, diz Patriota». G1. 12 de julho de 2013. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  61. Gazir; Augusto (20 de janeiro de 2000). «Chile diz que quer entrar no Mercosul». Folha de S. Paulo. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  62. «XLVIII Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados» (PDF). Ministério das Relações Exteriores. 17 de julho de 2015. Consultado em 30 de setembro de 2017