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Alberto Pecegueiro

Alberto Pecegueiro é o diretor geral da Globosat.

Pecegueiro, que também é surfista, começou sua carreira na área editorial, quando foi um dos responsáveis por uma das primeiras publicações da área do surfe no Brasil, a revista Brasil Surf, cuja edição inicial saiu em março de 1975.[1]

Em 1979 foi contratado pela Rio Grafica e Editora (atual Editora Globo), onde participou da entrada da empresa no mercado de fascículos e em 1981 relançou a editora no mercado de revistas com o título, Criativa. Depois vieram Moda Brasil, Moda e Moldes, vários especiais e, quando saiu, em 1986 deixou encaminhado o projeto da edição brasileira de Marie Claire.

A saída da Editora Globo deveu-se a uma proposta da Editora Abril para lançar a revista Super Interessante. Ao longo de seis meses acumulou as revistas femininas, masculinas e guias, até 1992 quando recebeu a proposta da Globosat para criar a NET quando ocupava o cargo de Publisher de todos os títulos da casa.

Em 1992, foi para o ramo da televisão por assinatura, ainda em seu início no Brasil. Sua primeira posição na área foi como diretor de marketing da NET Brasil, cargo que ocupou até ser remanejado como diretor geral da Globosat, no lugar de Antônio Athayde, em dezembro de 1994.[2]

Em 2006, Pecegueiro foi um dos ouvidos no processo do CADE sobre práticas anticompetitivas na distribuição dos canais e pacotes esportivos da Globosat, em especial o SporTV e o Premiere FC.[3]

Referências

  1. Paulo Lima (Agosto de 1996). «Páginas Negras». São Paulo: Trip Editora. TRIP (49). ISSN 1414-350X. Consultado em 1 de agosto de 2012. Arquivado do original em 13 de abril de 2010 
  2. «Pecegueiro é novo chefe da Globosat». Folha de S. Paulo. 11 de dezembro de 1994. p. 2. Consultado em 13 de agosto de 2012 
  3. Melo, Lourenço (18 de abril de 2006). «Diretor da Globosat nega que empresa use prática anticompetitiva nas transmissões esportivas». Agência Brasil. Consultado em 1 de agosto de 2012