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  • Disambig grey.svg Nota: Para cantor e compositor fluminense, veja Aleh.
Aleh Ferreira
Informação geral
Nome completo Alexandre Ferreira
Nascimento 27 de outubro de 1966 (52 anos)
Local de nascimento São Paulo
País  Brasil
Ocupação(ões) Músico e Compositor
Gravadora(s) Tratore
Página oficial http://www.alehferreira.com.br

Alexandre Ferreira, conhecido como Aleh Ferreira (São Paulo, 27 de outubro de 1966) é Comendador, bandolinista, arranjador, compositor brasileiro,[1] orquestrador e Acadêmico Imortal da Academia de Música do Brasil, na cadeira de nº 26 cujo patrono é Radamés Gnatalli.

Aos 6 anos começou a dedilhar o violão. Aos 9 aprendeu cavaquinho, passando para o bandolim aos 11 anos. Aos 13 anos de idade já era profissional, tocando com Altamiro Carrilho, Nelson Cavaquinho, Noite Ilustrada, Ataulfo Alves Júnior, Moreira da Silva, Zé Keti, Demônios da Garoa, Emilinha Borba, Toquinho, Isaurinha Garcia e com outros grandes nomes da música brasileira. Músico autodidata, apresenta obras clássicas e outras bem populares brasileiras.

Em 1993 gravou seu primeiro CD com obras suas e de outros autores. Dentre seus trabalhos gravados, destaca-se o álbum Aleh Ferreira ao vivo, realizado no âmbito projeto Instrumental SESC Paulista.

Em sua discografia constam trabalhos de sua composição direcionados ao Choro, estilo musical preferido pelo compositor. Em 2000, realizou apresentações de música popular brasileira com Alessandro Penezzi, em Joanesburgo e Luanda, com apoio da Embaixada do Brasil, comemorando a Independência de Angola.

Além de choros refinados, compôs as primeiras suítes brasileiras para violoncelo solo, gravadas pelo violoncelista Júlio Ortiz. Escreveu ainda concertos para flauta e orquestra sinfônica, para oboé e orquestra de cordas e para violoncelo e orquestra de cordas. [2]

Em 2001 fundou o Trio Quintessência, grupo que o levou aos EUA e à Rússia, países em que realizou mais de quinze apresentações. Na Sala Tchaikowsky, encerrou o II Festival de Música Iberoamericana, ao lado do Trio Quintessência. No mesmo ano, apresentou-se em Guadalajara (México) para mais de cinco mil pessoas, a convite do Ministério das Relações Exteriores.

Como compositor, teve dois dos seus concertos para flauta e clarinete interpretados pela Orquestra Sinfônica de Moscou e registrados em CD.

Em 2007 a convite do maestro Cláudio Cruz, tocou ao lado da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e do cantor Toquinho.

Em 2006, a pedido da Orquestra Sinfônica de Moscou, compôs dois concertos para flauta e clarinete. A orquestra teve a regência do maestro Germán Céspedes, e a execução dos solistas Ilia Lundin (flauta) e Anatoli Brazhnikov (clarinete). O concerto foi gravado em CD.[3]

Em 2008, recebeu das mãos de Elena Bitencourt o bandolim de seu pai, Jacob do Bandolim, para uma homenagem ao mestre, no show realizado em São Carlos, no Festival Chorando sem Parar.

A estréia brasileira em 2018, de seu Concerto para Violoncelo e Orquestra, Opus 81 se deu com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, sob a batuta do maestro Miguel Campos Neto e a interpretação do talentoso violoncelista Antonio Del Claro. Foi considerado pelo crítico musical Luis Roberto Trench, um dos melhores concertos para este instrumento já escritos no Brasil, depois das obras congêneres de Heitor Villa-Lobos e de Mário Tavares.

Hoje sua carreira tem se destacado mais como compositor de música erudita que propriamente músico. Suas obras têm sido estreiadas e tocadas em várias países do mundo como Espanha, Ucrânia, Colômbia, Brasil e Venezuela.

Hoje sua carreira tem se destacado mais como compositor de música erudita que propriamente músico. Suas obras têm sido estreiadas em várias partes do mundo como Espanha, Ucrânia Colômbia, Brasil e Venezuela.

CondecoraçõesEditar

  • Ordem Maestro Alírio Díaz (Venezuela) – 2015
  • Ordem ao Mérito Cultural Maestro Carlos Gomes como Comendador (São Paulo) – 2018
  • Título Acadêmico de Imortal da Música Erudita Brasileira pela Academia de Música do Brasil, ocupando a cadeira nº 26, cujo Patrono é Radamés Gnattali - 2019

DiscografiaEditar

  • Sonhos (1993).
  • Choros Sonhos E Emoções (1997)
  • Aleh Ferreira ao vivo (1998)
  • Suítes para violoncelo solo (2000). Solista: Julio Ortiz
  • Trio Quintessência - a quintessência da música (2001)
  • Choros Inéditos. Moderato (2005)
  • Concerto for Flute Op 34 / Concerto for Clarinet Op 37 com Orquestra Sinfônica da Moscou. Solistas: Lundin & Brazhnikov (2006)
  • Aleh Ferreira & Luizinho7 - 120 Anos de Música - Ataulfo Alves (2018)

PremiaçõesEditar

  • 1º lugar no Iº Festival Brasileiro de Chorões, em Araraquara, 1982
  • 1º lugar (júri popular) e 2º Lugar (júri oficial) no I Festival de Choro "Tico Tico no Fubá em 1994 com uma obra de sua autoria chamada "Tristezas de um Violoncelo" (Sadness of a Cello)
  • 1º lugar (júri popular) e 1º Lugar (júri oficial) no Iº Festival de Choro de Diadema, com uma obra de sua autoria denominada "Ternura" (Tenderness), em 1995.
  • 5º lugar no primeiro Festival Brasileiro Curitiba no Choro, com uma obra de sua autoria denominada “Para uma Amiga”, em 2004
  • Em 2001 foi semifinalista do quarto Prêmio Visa de Música Brasileira, com o Trio Quintessência
  • Em 2004 dentre mais de quinhentos inscritos, foi um dos 24 selecionados para o sétimo Prêmio Visa de Música Brasileira.

FestivaisEditar

Aleh Ferreira participou dos seguintes festivais de música:

Principais ComposiçõesEditar

  • OPUS 3 – BOM MOTIVO – Choro de outubro de 1989
  • OPUS 4 – MINHA ESPERANÇA – Valsa de 08/11/1989
  • OPUS 5 – CHORINHO ROMÂNTICO – Choro de 09/11/1989
  • OPUS 6 – MISTERIOSO – Choro de 14/11/1989
  • OPUS 10 – CANÇÃO PARA AMAR – Canção de 11/12/1993
  • OPUS 11 – SÓ VOCÊ – Choro de 24/12/1993
  • OPUS 13 – TRISTEZAS DE UM VIOLONCELO – Choro Erudito de 31/12/1993
  • OPUS 15 – TERNURA – Choro Erudito de 21/02/1994
  • OPUS 20 – SUÍTE N.o 1 PARA VIOLONCELO SOLO – Suíte de 1997
  • OPUS 21 – SUÍTE N.o 3 PARA VIOLONCELO SOLO – Suíte de 1997
  • OPUS 22 – SUÍTE N.o 6 PARA VIOLONCELO SOLO – Suíte de 1997
  • OPUS 23 – SUÍTE N.o 7 PARA VIOLONCELO SOLO – Suíte de 1997
  • OPUS 26 – CHORO SERENATA – Choro de 06/01/1998
  • OPUS 29 – SONATA PARA PIANO – Erudito de 04 de 06 de 1998
  • OPUS 31 – MOZARTIANDO – Choro de 1999
  • OPUS 32 – SERENATA Nº 1 PARA CORDAS – Erudito de 02/1999 a 04 de 1999
  • OPUS 33 – TRISTE SOLIDÃO – Choro de 1999
  • OPUS 34 – CONCERTO PARA FLAUTA – Erudito de 08/2000 a 06/2001
  • OPUS 36 – ASTRO CAÍDO – Choro Serenata de 23/01/1999
  • OPUS 37 – CONCERTO PARA CLARINETE  – de 02/2003 a 05/2003
  • OPUS 47 – CARMEN MIRANDA – Samba de 24/06/1999
  • OPUS 50 – CHORONAS – Choro de 07/09/2000
  • OPUS 51 – QUINTESSÊNCIA – Choro de 20001
  • OPUS 52 – PERFIL DE UM AMIGO – Choro de 2002
  • OPUS 53 – UMA PEÇA PARA O QUINTESSÊNCIA – Erudito de 10/2002 a 11/2002
  • OPUS 54 – POESIA – Choro de 10/12/2002
  • OPUS 55 – PARA UMA AMIGA – Choro de 22/02/2003
  • OPUS 56 – APELO À IEMANJÁ – Suíte N.o 2 para Cello Solo - 2003
  • OPUS 57 – HARMONIA MODULANTE – Choro Moderno de 17/09/2005
  • OPUS 58 – DE HERMETO A BADEN – Bossa Nova de 10/2005
  • OPUS 59 – VARIAÇÕES SOBRE UM TEMA DE PIXINGUINHA – Erudito - 2007
  • OPUS 60 – O VIRTUOSE – Erudito composto de Setembro a Dezembro de 2007
  • OPUS 61 – MARIA, A BELA - Erudito
  • OPUS 62 – CONCERTO Nº 1 PARA VIOLÃO - Erudito
  • OPUS 63 – VIDA - Erudito
  • OPUS 73 – ESPERANÇA - Erudito de 2015
  • OPUS 74 – MARINA EM EL TANGO - Popular/Erudito de 2015
  • OPUS 75 – CONCERTO DE ANGOSTURA Concerto Nº 2 para Violão
  • OPUS 76 – CONCERTO Nº 3 PARA VIOLÃO E ORQUESTRA
  • OPUS 77 – SUÍTE Nº 4 PARA VIOLONCELO SOLO
  • OPUS 78 – INTROSPECÇÃO (Sonata para Violoncelo e Oboé)
  • OPUS 79 – SERENATA Nº 2 PARA CORDAS
  • OPUS 80 – SOLIDÃO (Peça para Violão e Orquestra de Cordas)
  • OPUS 81 – CONCERTO PARA VIOLONCELO E ORQUESTRA
  • OPUS 82 – SUÍTE PARA FLAUTA SOLO
  • OPUS 83 – SUÍTE DA INCERTEZA
  • OPUS 84 – OCTETO PARA VIOLONCELOS
  • OPUS 85 – RAINY DAY

Referências

Ligações externasEditar