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América Futebol Clube (Pernambuco)

Clube desportivo brasileiro de Pernambuco
Disambig grey.svg Nota: Se procura outros significados de América Futebol Clube, veja América Futebol Clube.

América Futebol Clube mais conhecido como América de Pernambuco e América do Recife, é um clube brasileiro de futebol, da cidade do Recife, capital do estado de Pernambuco, sendo o quarto clube mais vitorioso desse estado.

América - PE
America FC (PE).svg
Nome América Futebol Clube
Alcunhas Mequinha
Campeão do Centenário
Alvi-Verde da Estrada do Arraial
Torcedor/Adepto Alviverde
Esmeraldino
Americano
Mascote Periquito
Principal rival Náutico
Santa Cruz
Sport
Fundação 12 de abril de 1914 (105 anos)
Estádio Ademir Cunha
Capacidade 12.000
Localização Paulista (Pernambuco)
Presidente João Antônio Moreira
Treinador Paulo Junior
Patrocinador Bet Esporte.com
Tercio Trindade
Material (d)esportivo Tronadon
Competição Campeonato Pernambucano
Série D
Ranking nacional Aumento 128.º lugar, 459 pontos [1]
Website blogdomequinha.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar
Sede do América Futebol Clube

Atualmente manda suas partidas na cidade de Paulista, usando o Estádio Ademir Cunha para realização de seus jogos. A sede fica localizada na Estrada do Arraial, no bairro de Casa Amarela, zona norte da cidade.

Sua torcida era composta por grandes famílias aristocratas do Recife e também era querido pela Colônia Portuguesa Recifense, sem contar os outros torcedores espalhados pelo Recife, especialmente nos bairros de Casa Amarela, Casa Forte, Apipucos e Caxangá.

HistóriaEditar

O América foi fundado em 12 de abril de 1914 com o nome de João de Barros Futebol Clube, por ter surgido numa casa situada na avenida do mesmo nome. Quase foi o primeiro pentacampeão do futebol pernambucano.

Em 22 de agosto de 1915 passou a ter a denominação atual a pedido do desportista Belfort Duarte, ligado ao América do Rio de Janeiro, que viera ao Recife buscar apoio para a fundação da Federação Nacional de Esportes, antecessora da antiga CBD.

Em visita a Pernambuco em agosto de 1915, Belfort Duarte, um dos símbolos do futebol brasileiro, recebeu uma homenagem do JBFC. Na noite de 22 de agosto, Belfort Duarte foi distinguido como capitão honorário do clube e mudou o nome do clube para América Futebol Clube, em homenagem ao seu clube de coração: o America Football Club, do Rio de Janeiro.

Comunico-vos que em Assembléia Geral do João de Barros Futebol Clube, reunida no dia 22 de agosto de 1915 deliberou a mudança de nome daquela sociedade que ficou denominada "América Futebol Clube", convicto que esta deliberação em nada mudará as atenções dispensadas ao nosso antigo JBFC e espero a continuação das mesmas ao América Futebol Clube.

Carta de Belfort Duarte enviada a imprensa.

Maior virada do futebol brasileiroEditar

Aconteceu em 1915 pelo Campeonato Pernambucano daquele ano onde o América vencia o Santa Cruz por 5 a 1 até os trinta minutos do segundo tempo, e em 15 minutos o Santa Cruz marcou seis gols numa incrível sequência e venceu o jogo por 7 a 5. Essa partida foi a maior virada do futebol profissional brasileiro. A bola do jogo se encontra na sede do Santa Cruz no bairro do Arruda, no Recife.

Em 1918, o América sagrava-se campeão estadual, com a seguinte escalação: Jorge, Ayres e Alecxi; Rômulo,Bermudes e Soares; Siza, Angêlo Perez, Zé Tasso, Juju e Lapa.

Campeão do Centenário da Independência em 1922Editar

Em 1922, o América sagrava-se bicampeão pernambucano, mas o grito que ecoava no Recife era o de Campeão do Centenário, pois nesse ano o Brasil comemorava 100 anos de independência a Portugal.

A campanha vitoriosa foi a seguinte:

  • 07.05 América 2–1 Sport
  • 21.05 América 4–0 Peres
  • 04.06 América 2–1 Náutico
  • 23.07 América 3–1 Equador
  • 06.08 Torre 1–0 América
  • 22.10 América 2–1 Santa Cruz
  • 05.11 América 4–2 Flamengo

Jogos interrompidos pelos mais diversos motivos, principalmente pelo fato de o campo ter ficado escuro, como o clássico América x Sport da primeira rodada, que terminaria decidindo o campeonato; jogos anulados, como o que envolveu o Torre e o novato Equador; entrega de pontos – Equador, Santa Cruz ao Sport, e Peres ao Náutico; jogo não realizado, devido ao desinteresse dos dois clubes – Flamengo e Santa Cruz – após adiamento provocado pelas chuvas, que caíram intensamente, tudo isso marcou o Campeonato Pernambucano de 1922, disputado sob intensa época chuvosa e frio.

O Senhor Inverno, que duas décadas mais tarde, durante a segunda Guerra Mundial, terminaria provocando o fracasso das tropas de Hitler na sua incursão pela União Soviética, deu as cartas no campeonato pernambucano, só que em proporções bem menores, justamente no ano em que o Brasil comemorava o centenário do Grito do Ipiranga.

O campeonato foi disputado em turno único. Assim, houve apenas os jogos de ida. Mais uma vez, Sport e América surgiam como candidatos ao título de campeão. Os rubro-negros pretendiam interromper a marcha de seu maior rival, que buscava o segundo bicampeonato.

A Liga já tinha instituído o sistema de dois ou mais jogos por rodada. Logo de saída, Náutico x Centro Peres deixou de ser disputado por causa do mau tempo. Tendo sido marcada para outra data, a partida terminou não sendo realizada porque o Peres entregou os pontos. Vitória do Náutico, portanto, por WO. No mesmo dia, 7 de maio, o América derrotava o Sport pela contagem de 2 a 1, tendo sido o encontro suspenso por falta de iluminação. Na época invernosa, como ainda acontece hoje, escurece mais cedo nessa região, e os campos ainda não tinham iluminação artificial.

A direção da Liga determinou que os oito minutos restantes fossem disputados em data posterior, depois do cumprimento da tabela. Assim, rubro-negros e alviverdes voltaram a campo em 19 de novembro. Loca, Jaqueira, chamado de América Parque, onde a partida estava sendo disputada ao ser interrompida. Embora estivessem programados apenas alguns poucos jogos, um grande público compareceu. É que estava em cena o pomposo título de Campeão do Centenário.

O América, que sofrera uma derrota em meio à sua jornada, ao perder para o Torre por 1 a 0, chegava àquele momento, com 10 pontos ganhos, enquanto o Sport tinha 11, sem incluir, é claro, os pontos daquela partida, que os americanos estavam ganhando por 2 a 1.

Foram instantes dramáticos. O Sport lançou-se furiosamente ao ataque. Se conseguisse pelo menos empatar o jogo, ficaria com 12 pontos, e deixaria o gramado festejando a conquista de mais um título. Já o América se defendia com unhas e dentes, uma vez que se o placar fosse mantido, passaria a somar 12 pontos e levantaria a taça, pois o Sport permaneceria com 11. E foi o que ocorreu. Fim de jogo, vitória do América por 2 a 1. A torcida alviverde fez muito barulho na comemoração da conquista que ainda é lembrada, quando a imprensa se refere ao clube como o Campeão do Centenário.

Time-base campeão: Nozinho; Rômulo e Cunha Lima; Lindolpho, Licor e Faustino; Meirinha, Fabinho, Zé Tasso, Juju e Matuto.

O primeiro campeão nordestino (Troféu Nordeste 1923)Editar

Enquanto no sul se organizava a Copa dos Campeões e o Torneio Rio-São Paulo, em Alagoas foi organizada uma competição diferente: a Taça Nordeste (o primeiro torneio inter-estadual da região Nordeste de que se tem notícias).

A competição ocorreu para festejar o Dia do Trabalhador, em Maceió. Foram convocadas oito das melhores equipes do Nordeste: Botafogo e Vitória (Bahia), Cabo Branco e América (Paraíba), CRB e CSA (Alagoas) e Sport e América (Pernambuco).

O Mequinha passou às semifinais ao lado do Botafogo-BA e enfrentaria mais uma vez o Sport fazendo uma reprise da final de 1922, e dessa vez aplicando 6 a 2 no Leão, que era até então devastador.

O todo poderoso América ficaria conhecido em todo Nordeste e faria uma final histórica contra o CSA de Alagoas, que havia vencido o Botafogo da Bahia, o campeão baiano da época.

Na final um dos jogos mais eletrizantes da história, com uma vitória para ambas equipes. Como o América detinha a vantagem, sagrou-se o primeiro campeão nordestino de que se tem notícias.

O primeiro jogo foi realizado no dia 4 de fevereiro e o América venceu o CSA por 2 a 1, mostrando todo poderio de uma equipe que era famosa em todo Nordeste. O CSA abriu a contagem através de Nelcino. Zé Tarso e Juju deram a vitória ao clube pernambucano. No dia 6, ocorreu a segunda partida. O CSA a venceu por 4 a 3. Foi uma das mais eletrizantes partidas de futebol da história do América. Juju fez 1 a 0 para o América. Nelcino empatou e Bráulio fez 2 a 1 para o CSA. Zé Tarso empatou outra vez, daí Odulfo fez 3 a 2 e 4 a 2 para os alagoanos. Juju voltou a marcar para o América, fechando o placar. Foi uma vitória consagradora no torneio e que repercutiu nos grandes jornais do Recife. Americanos e azulinos jogaram as duas partidas com os mesmos jogadores. O América tornava-se a primeira potência do futebol nordestino.

O CSA formou com Mendes, Osvaldo e Hilário; Campelo, Mimi e Geraldino; Bráulio; Alírio; Odulfo; Murilo e Nelcino. O América atuou com Nezinho, Romulo e Faustino; Lyndolfo; Moreira e Zizi; Lapinho; Leça; Zé Tarso; Juju e Araújo.

Tal título seria para alguns a maior conquista do clube alviverde até hoje, por ser uma conquista além dos domínios pernambucanos.

1944: O último e heroico TítuloEditar

Zezinho, Capuco, Julinho, Djalma, Edgard, Oseás, Pedrinho, Barbosa, Leça, Galego e Rubens. Essa é a formação da Equipe Esmeraldina que foi Campeã pernambucana pela última vez. Foi o título mais sofrido e heróico do América. Vejam os resultados dessa final acirrada contra o Nautico: 28/01 Náutico 1 x 1 América, 04/02 Náutico 2 x 3 América, 09/02 Náutico 0 x 2 América, 18/02 América 3 x 0 Náutico.

Após a conquista do campeonato de 1944 pelo América, somente os outros três grandes times da capital pernambucana levantaram o caneco.

João Cabral de Melo Neto, um americanoEditar

O reconhecido escritor pernambucano foi um grande torcedor americano e sempre que podia ia ver os jogos do seu clube de coração. Além de poeta, João Cabral chegou a ocupar posição de center-half, ou, como se diz hoje, volante, e foi uma promessa do futebol pernambucano. Nele, disposição física e apuro intelectual conviveram sem crises ou antagonismos. Na adolescência, jogou pelos times do América e do Santa Cruz. Em 1935, aos 15 anos, foi campeão juvenil pelo Santa Cruz.

Dentre suas grandes obras destaca-se "Morte e Vida Severina", de 1955. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de agosto de 1968, tomando posse de sua cadeira em 6 de maio de 1969. No final da década de 80, descobriu que sofria de uma doença degenerativa incurável, a qual lhe impunha fortes e constantes dores de cabeça, o que causaria, aos poucos, a perda de sua visão, fazendo-o parar de escrever e ficar depressivo, e a vontade de falar (“Não tenho muito o que dizer", argumentava).

Morreu no dia 9 de outubro de 1999, no Rio de Janeiro, aos 79 anos, encoberto com a bandeira do América e com a tristeza de não rever o Campeão do Centenário forte como antes, em sua juventude. Um dos momentos marcantes de seu velório foi o discurso proferido Arnaldo Niskier, no "Salão dos Poetas Românticos", na Academia Brasileira de Letras, onde foi velado seu corpo:

"Fecham-se os olhos cansados do poeta João e não conseguimos realizar o sonho que agora desvendo: ver o América Futebol Clube voltar aos seus dias de glória. Nem o daqui do Rio, nem aquele que era a sua verdadeira paixão: o América do Recife."

Anos de jejum e Taça RecifeEditar

Após o Glorioso e heróico título pernambucano de 1944, o América ainda conseguiu um vice-campeonato em 1952, perdendo para o Naútico. Os anos seguintes foram de jejum e, aos poucos, durante o final da década de 1950 e as décadas de 1960 e 1970, o América foi perdendo espaço no cenário esportivo do estado por nunca mais ter consquitado um título. Prevalecia ainda sua "fiel torcida da Velha-Guarda Americana" sempre quando o América ia jogar, e ainda possuindo a simpatia do público do bairro de Casa Amarela.

Em 1975, enfim o América fazia ecoar o grito de campeão. Venceu o Naútico na final da Taça Recife, desbancando até o Santa Cruz que na época era a maior potência local.

A imprensa recifense dava uma certa atenção ao time do América, tanto pelas polêmicas dos dirigentes, como pelos jogadores contratados, e também na tentativa de soerguer o clube, que já vinha numa descendente no futebol. O clube era carinhosamente chamado de Verdão 75. Nos seus jogos sempre havia a presença de uma torcida, mesmo pequena, mas com charanga e bandeiras alviverdes. O artilheiro daquela edição da Taça Recife foi Edu Montes, com 7 gols.

Classificação para o Brasileirão Série DEditar

Liderado por Carlinhos Bala o América conseguiu uma classificação inédita a Série D 2016 e 2017 ,e por pouco não chegou as semifinal do Campeonato Pernambucano 2016 lutando até a última rodada por ela. O clube está novamente na série D em 2019.

Principais títulosEditar

Regionais
Competição Títulos Temporadas
  Troféu Nordeste 1 1923
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
  Campeonato Pernambucano 6

1918, 1919, 1921, 1922, 1927 ,1944

  Torneio Início 11

1921, 1930, 1931, 1934, 1936, 1938, 1941, 1943, 1955, 1967 e 1970

Outras conquistasEditar

Categorias de baseEditar

Futebol femininoEditar

  •   Copinha do Mundo Sub-17 (Representando a seleção dos Estados Unidos): 2014.

EstatísticasEditar

Histórico em competições oficiaisEditar

Competição Temporadas Melhor Campanha Estreia Última P  R 
  Campeonato Pernambucano 84 Campeão (6 vezes) 1915 2019 3
  Série A2 11 Vice-Campeão (2010 e 2013) 1999 2020 2
  Série B 4 8° Colocado (1972) 1972 1991
  Série C 1 26° Colocado (1990) 1990 1990
  Série D 3 24° colocado (2019) 2016 2019

TemporadasEditar

Últimas dez temporadas do América
  Brasil   Pernambuco
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Pernambucano
Div Pos Pts J V E D GP GC Fase Máxima Div Pos Pts J V E D GP GC
2010 D Não classificado A2 30 18 9 3 6 33 25
2011 D Não classificado A1 10º 22 22 7 2 13 26 35
2012 D Não classificado A1 12º 11 22 2 5 15 17 48
2013 D Não classificado A2 29 23 11 5 7 27 23
2014 D Não classificado A1 27 26 7 6 13 19 32
2015 D Não classificado A1 10º 26 24 5 11 8 13 12
2016 D 26º 10 8 3 1 4 10 11 A1 19 16 5 4 7 7 23
2017 D 46º 7 6 2 1 3 3 5 A1 20 16 6 2 8 15 20
2018 D Não classificado A1 12 11 3 3 5 17 19
2019 D 24º 13 8 4 1 3 9 10 A1 1 9 0 1 8 3 16

SímbolosEditar

HinoEditar

Salve o América

Campeão do centenário

Salve o América

Tua glória é um rosário

Salve o América

Campeão do centenário

Salve o América

Tua glória é um rosário

Tens o verde da esperança

E o branco da paz

América, América

Por ti serei capaz

Salve o América

Campeão do centenário

Salve o América

Tua glória é um rosário

 Salve o América

Campeão do centenário

Salve o América

Tua glória é um rosário

Tens o verde da esperança

E o branco da paz

América, América

Por ti serei capaz

 América, América

MascoteEditar

 
Periquito, Mascote do América de Pernambuco.

Como mascote o América é representado pelo periquito. Muitas vezes sendo personificado na figura do Zé Carioca, outras vezes com uma configuração mais específica como um periquito aristocrático, mas sempre o mesmo animal que desperta simpatia e graça naqueles que o veem.

Nos últimos anos a figura do mascote Americano ficou conhecido por aparecer em campanhas de marketing e nas aberturas dos jogos, além de vencer as corridas dos mascotes tradicionalmente realizada em Olinda durante as prévias carnavalescas.

UniformesEditar

     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
     
 
 
3º Uniforme

Uniformes anterioresEditar

  • 2017 (primeiro semestre)
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
     
 
 
3º Uniforme
  • 2016
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
  • 2015
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
     
 
 
3º Uniforme
  • 2014
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
     
 
 
3º Uniforme
  • 2013
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
  • 2012
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
     
 
 
3º Uniforme

ÍdolosEditar

  •   Alberto Salonni: jogou pelo América em 1932
  •   Vavá: jogou pelo América em 1948, mas sem muito destaque logo se tranferiu para o Íbis Sport Club e Sport Club do Recife
  •   Zé Tasso: jogou pelo América de 1918 a 1923
  •   Dequinha: participou da Copa do Mundo de 1950.
  •   Osséias: único campeão vivo da última conquista do América pelo pernambucano em 1944.
  • Carlinhos Bala (campeão da copa do Brasil pelo Sport Recife em 2008): Jogou no América em 2015 e esteve novamente no elenco de 2016.
  • Goleiro Danilo: ex - goleiro do América, que se destacou na Copa da África. Apesar de ter nascido em Caruaru, ele se naturalizou para jogar na seleção de Guiné em 2005. Foi um dos sete convidados pelo técnico brasileiro Antônio Dumas. Defendendo as cores de um país de 600 mil habitantes, Danilo sacudiu Guiné com a defesa de um penal cobrado por Drogba, craque, famoso e milionário. Com uma história curiosa, Danilo foi o único atleta de um clube do estado na Copa Africana de Nações, que aconteceu simultaneamente na Guiné Equatorial e no Gabão.

Ranking da CBFEditar

  • Posição: 175º
  • Pontuação: 25 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

RivalidadesEditar

 Ver artigo principal: Clássico dos Campeões
 Ver artigo principal: Clássico da Técnica e Disciplina
 Ver artigo principal: Clássico da Amizade

Outros embates do Mequinha que merecem destaque:

América vs Ferroviário do Recife: Clássico Suburbano

América vs Central de Caruaru: Clássico da 4ª Força de Pernambuco (O 4º maior da capital x o maior do interior de Pernambuco)

Dados históricosEditar

  • O América é a quarta força do estado de Pernambuco utilizando-se como parâmetro comparativo o número de títulos e troféus conquistados. Nos últimos tempos, Porto e Central ambos da cidade de Caruaru, se revezavam pela quarta hegemonia do futebol pernambucano. Atualmente o Salgueiro da cidade homônima é a quarta força do estado e esses três clubes não têm nenhum título pernambucano da 1ª divisão.
  • O América Futebol Clube, mesmo com tanta tradição na área futebolística, nunca teve um estádio propriamente dito. Até o início dos anos 1990 era comum vê-lo jogando com mando de campo nos estádios dos principais rivais. Campo da Jaqueira (América, 1920): O América teve três campos na era amadora do nosso futebol. Em 1918, o Mequinha passou a tomar conta do histórico British Club, num terreno atrás do Museu do Estado, hoje tomado por edifícios. Em 1920 o Alviverde teve a sua principal casa, o Campo da Jaqueira. Como o nome sugere, ficava onde atualmente existe o Parque da Jaqueira, mais precisamente no circuito de bicicross, pertinho da Rua do Futuro, também era chamado de “América Parque”. Devido a uma crise financeira já naqueles tempos, o clube perdeu a praça esportiva para o Tramways. No último ano do amadorismo, o América assumiu o Campo da Avenida Malaquias, após a mudança do Sport para a Ilha.
  • O América já teve outros esportes agregados além do futebol, como o futebol de salão, com o qual conquistou o título da cidade do Recife em 1981 além do vice-campeonato pernambucano em 1989, e o basquete, com este sendo vice-campeão pernambucano em 1977 e 1978.
  • O América trouxe para a apresentar seus uniformes para a Temporada 2012 a modelo paraguaia Larissa Riquelme.
  • A sede do América trouxe pela primeira vez ao Recife, Roberto Carlos, quando nem "Rei" era, no início da Jovem Guarda.
  • O América do Recife já foi alvirrubro: Em 1938 América troca o verde pelo vermelho. O declínio do Torre Sport Club, que tinha informado a Federação Pernambucana de Desportos (FPD) que não participaria do certame de 1938, foi a oportunidade que o América esperava para mudar as cores alviverde para a alvirrubra. Diante do quadro, a entidade máxima do futebol pernambucano de o aval ao America para utilizar as cores vermelha e branca. A estreia com as novas cores aconteceu no domingo, no dia 27 de março de 1938, na fase preliminar do Torneio Início da FPD. O ex-diretor do Torre, Francis E. Hulder no dia seguinte, enviou uma carta de protesto ao, no dia 28 de março de 1938, Jornal Pequeno, manifestando o seu descontentamento com a ação da FPD: “Tendo lido o despacho que a presidência da FPD de a um oficio do América, e tendo procurado me interar do mesmo, vim  saber que se tratava da mudança de cores do mesmo para o Torre, ou seja, camisetas encarnadas, sob alegação de que o América dos outros estados são todos desse uniforme. Como ex-diretor do Torre e como admirador que ainda sou do mesmo, que se acha afastado da Federação por negação ao apoio da mesma Federação, lanço por este meio o meu protesto à pretensão do América, não somente por acha-se o Torre afastado simplesmente sob licença, como também, por haver outro clube que assiste maior direito de usar as referidas cores por serem iguais alvirrubras“. Apesar da reclamação, a FPD manteve a decisão e o América foi para final do Torneio Início com a ‘camisa encarnada’, na quarta-feira, no dia 30 de março de 1938,. E o resultado não poderia ter sido melhor. Na final, o América goleou o Sport Recife por 3 a 0, faturando o título do Torneio Início de 1938. Parecia que a cor vermelha tinha vindo para ficar. Porém, bastou o América não ir bem no Estadual de 1938 para a oposição no clube exigir a volta da cor verde. Após uma briga interna, a direção do clube decidiu no início de 1939 voltar ao alviverde, colocando um ponto final na ‘camisa encarnada’.
  • Americanos ilustres: João Cabral de melo Neto (poeta), Geraldo Melo (ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes), família Lundgren (Aristocracia do Município de Paulista / PE).

Esportes amadoresEditar

  FutsalEditar

  •   Taça cidade do Recife - 1981
  •   Campeão Pernambucano de Futebol de salão: 1985

Futebol de MesaEditar

  •   Campeão Pernambucano Infantil - 2001
  •   Campeão Pernambucano Master - 2001

CiclismoEditar

  •   Campeão Pernambucano - (1975, 1976, 1977, 1978)

HandebolEditar

  •   Campeonato Pernambucano adulto: 1980
  •   Campeonato Pernambucano juvenil: 1981
  •   Recife Open: 2015

Pólo AquáticoEditar

  BasqueteEditar

Basquete feminino
  •   Campeonato Pernambucano adulto - 2014
  •   Campeonato Pernambucano Sub-19 - 2014
  • Vice-campeão brasileiro (Liga Nacional - América/Uninassau x Corinthians /SP) adulto - 2015
  • 3º colocado no brasileiro (Liga Nacional - América/Uninassau) adulto - 2016

Futebol 7Editar

  •   Copa Abertura de Futebol Society - 2015
  •   Copa Jaboatão - 2015

Athletics pictogram.svg AtletismoEditar

Referências

Ligações externasEditar