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Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão

Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão
Nascimento 15 de janeiro de 1825
Nazaré da Mata
Morte 23 de novembro de 1890
Recife
Nacionalidade brasileiro
Ocupação Líder Político[1]
Comerciante

Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão (Nazaré da Mata, 15 de janeiro de 1825Recife, 23 de novembro de 1890) foi um comerciante, senhor de engenho, agricultor e líder político no estado do Rio Grande do Norte. Também conduziu a direção da "Casa de Guarapes", hoje, apesar de se apresentar em ruínas, um dos sítios históricos mais importantes do estado, localizado no município de Macaíba, junto à divisa com Natal.

BiografiaEditar

Amaro Barreto nasceu em Pernambuco. Era filho de Pedro Velho do Rego Barreto e Isabel Cândida de Albuquerque Maranhão. Ainda era um jovem de 15 anos quando foi convidado pelo primo distante, Fabrício Gomes Pedroza a integrar a sua comitiva de tropeiros.[2] Ainda jovem veio para o Rio Grande do Norte, dedicando-se inicialmente ao comércio em Guarapes, onde passou a residir.

Em Macaíba, Guarapes, Canguaretama e, posteriormente, em Natal, Amaro Barreto foi comerciante, senhor de engenho e agricultor. Conduziu a direção da "Casa de Guarapes" após o afastamento e morte de seu sogro Fabrício Pedrosa (pai de Feliciana Pedrosa). A Casa de Garapes foi erguida em 1858, a mando de Fabrício Pedrosa, e representou o apogeu comercial de Macaíba.[3]

Ganhou a concessão para edificar a primeira fábrica do Estado, uma fábrica de tecidos de algodão.[4] Cedeu-a ao genro Juvino Barreto que a fundou em 1888.

Foi o empreiteiro e encarregado da construção da estrada que liga Natal a Macaíba via Mangabeira (1891).[5]

Amaro Barreto Maranhão teve diversos filhos, entre eles algumas figuras exponenciais na história do Rio Grande do Norte, como Augusto Severo, Alberto Maranhão e Pedro Velho.

A rua que liga Natal à cidade de Macaíba, via Alecrim, recebeu seu nome no início do século XX e permanece até hoje.[6]

Referências