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António José Guião foi um jurista, procurador régio[1] que exerceu as funções de Ministro Assistente ao Despacho, o equivalente a primeiro-ministro, durante a última fase da governação de D. Miguel I de Portugal.

BiografiaEditar

Por carta de 5 de Abril de 1814, do rei D. João VI de Portugal, o Dr. António José Guião, teve a mercê de conselheiro da fazenda, gozando de todas as honras e privilégios que lhe competiam e continuando no exercício de desembargador dos Agravos e da Casa da Suplicação.

Membro da junta criada em 18 de Junho de 1823 para a reforma da lei fundamental[2].

Membro da Junta de 13 de Julho de 1826 que organiza as instruções para a eleição de deputados[3].

Membro da Junta que prepara as Cortes de 1828[4].

Ministro do reino e da marinha de D. Miguel, desde 22 de Setembro de 1833[5].

Depois da Convenção de Évora-Monte acompanhou D. Miguel a caminho do exílio[6], embarcando com ele, pelo porto de Sines, na fragata inglesa HMS Stag.

Notas