Abrir menu principal

António Máximo de Almeida Portugal

Question book.svg
Este artigo ou secção não cita fontes confiáveis e independentes (desde março de 2014). Ajude a inserir referências.
O conteúdo não verificável pode ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

António Máximo de Almeida Portugal Soares Alarcão Melo Ataíde Eça Mascarenhas Silva e Lencastre, nascido em 1º de outubro de 1756 e morto em Paris em 4 de maio de 1833, foi 3º Marquês do Lavradio, 6º conde de Avintes. Era filho do 2º Marquês. Senhor de toda a casa e comendas de seu pai.

O título lhe foi concedido por carta de 1791.

Assentou praça de infantaria em 25 de outubro de 1776. Cadete em 31 de janeiro de 1777. Tenente em 6 de abril de 1777. Capitão em 27 de janeiro de 1781 no regimento de Infantaria 4. Promovido a tenente-coronel em 1790, passou ao Regimento de Infantaria de Lippe, nº 1. Em 16 de dezembro de 1793 abandonou o serviço militar. Passou a deputado da Junta dos Três Estados.

Veador e estribeiro-mor da Princesa do Brasil, D. Maria Benedita de Bragança, a quem acompanhou ao Brasil. Foi mordomo-mor de D. João VI de Portugal. Em 1826 foi nomeado Par do Reino e jurou a Carta Constitucional Ao ver em 1828 D Miguel se proclamar rei absoluto, teve que emigrar para a Inglaterra, de onde passou a Bruxelas e a Paris, onde morreu.

Casamento em 16 de julho de 1783 com D. Ana Teles da Silva, dama da rainha D. Maria I e da Ordem de Santa Isabel, 4.ª filha de Manuel Teles da Silva, 2.º marquês de Penalva e 6.º conde de Vilar Maior, e de sua mulher D. Eugénia Mariana Josefa Joaquina de Menezes Caminha, condessa de Tarouca, filha única e herdeira de Luís Teles da Silva Caminha e Menezes, conde deste titulo[1].

Alguns descendentes:

Referências

Ligações externasEditar