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Antônio Cardoso de Barros foi um português que foi donatário da capitania do Ceará, porém nunca tomou posse desse território. Depois foi nomeado pelo rei dom João III ao cargo de provedor-mor da Fazenda no Brasil em 1548. Ocupou o cargo em 1549.

Foi acusado por Tomé de Sousa de ter desviado dinheiro da coroa para construir seus próprios engenhos de açúcar na Bahia. Rompeu com o governador-geral Duarte da Costa e em seguida partiu para o reino em companhia do primeiro bispo do Brasil, dom Pero Fernandes Sardinha, cujo navio que os conduziam naufragou na costa do rio Coruripe (Alagoas), onde foram devorados pelos índios caetés.

ReferênciasEditar

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