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Antônio Jorge Cecílio Sobrinho, conhecido como Toninho Cecílio (Avaré, 27 de maio de 1967), é um ex-futebolista, ex-dirigente esportivo e atual treinador brasileiro. Atualmente está sem clube.

Toninho Cecílio
Informações pessoais
Nome completo Antônio Jorge Cecílio Sobrinho
Data de nasc. 27 de maio de 1967 (50 anos)
Local de nasc. Avaré (SP),  Brasil
Altura 1,82
Apelido Toninho
Informações profissionais
Equipa atual Flag of None.svg Sem Clube
Posição Treinador (ex-zagueiro)
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos (golos)
1986–1992
1993
1993
1994–1995
1996
1997
1997
1998
1999–2000
2001
Brasil Palmeiras
Brasil Botafogo
Brasil Cruzeiro
Japão Cerezo Osaka
Brasil Coritiba
Brasil São José
Brasil União São João
Brasil Portuguesa Santista
Brasil Paulista
Brasil Santo André
267 000(12)[1]
Seleção nacional
1990 Brasil Brasil
Times/Equipas que treinou
2005
2007
2010
2010
2010–2011
2011
2011
2012–2013
2013
2014
2014
2015
2015
2015–2016
2016–2017
Brasil Fortaleza
Brasil Guaratinguetá
Brasil Grêmio Prudente
Brasil Vitória
Brasil São Caetano
Brasil Americana
Brasil Avaí
Brasil Paraná
Brasil Guaratinguetá
Brasil Comercial
Brasil Criciúma
Brasil XV de Piracicaba
Brasil ABC
Brasil Mogi Mirim
Brasil Santo André






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Índice

CarreiraEditar

Como jogadorEditar

Toninho Cecílio iniciou a carreira nos juvenis do Palmeiras em 1984, depois de desistir do basquete.[2] No clube ficou por dez anos, sendo um dos titulares da zaga desde 1987,[2] seu melhor momento foi no início dos anos 1990, quando chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira, então comandada pelo treinador Paulo Roberto Falcão. Mais experiente, passou a ser um dos líderes do time: quando a diretoria estava para fechar o contrato de parceria com a Parmalat, em 1992, procurou-o para saber sua opinião.[3] Ele tinha acabado de voltar de uma contusão que o deixara mais de cinquenta dias parado, uma ruptura do músculo no bíceps femural, causada quando deu "um pique" em partida contra o Paysandu.[4] "Foi o pique mais longo de minha vida", disse, à época.[4]

Mesmo sendo capitão da equipe, a ausência de títulos pesou, e acabou sendo negociado com o Botafogo. De lá, Toninho foi para o Cruzeiro e depois para o Cerezo Osaka, do Japão, onde sagrou-se campeão e chegou a integrar a seleção de estrangeiros da J-League. Retornou ao Brasil para atuar no Coritiba, e em equipes do interior de São Paulo, encerrando a carreira em 2001 atuando pelo Santo André.

SindicalistaEditar

Foi presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo de 1989 a 1992, tendo como Vice-presidente, o ex-ídolo são paulino Raí. A gestão ficou marcada por apoiar e contribuir com o ante-projeto de lei ZICO, embrião da Lei Pelé, que, entre outras coisas, acabou com a Lei do Passe.

Como dirigente e treinadorEditar

Tendo formação superior em Publicidade e Propaganda, obteve em 2001 a formação no Curso Internacional de Treinadores de Futebol, assumindo no ano seguinte a Paraguaçuense, mas seu destino era mesmo o de dirigente. Em 2004, assumiu a gerência de futebol da Portuguesa Santista, e no ano seguinte virou coordenador técnico do Fortaleza, que disputava a série A do Campeonato Brasileiro, quando o clube realizou a melhor campanha de sua história em campeonatos nacionais.Permaneceu até 2006 e chegou a assumir o cargo de técnico interino do time.

Guaratinguetá e PalmeirasEditar

Em 2007, iniciou a temporada como treinador do Guaratinguetá, montou a equipe que após sua saída venceu o título do Interior, com Márcio Araújo. Recebeu, e aceitou, um convite do Palmeiras para assumir a gerência de futebol do clube onde iniciara a carreira como jogador. No ano seguinte envolveu-se em polêmica durante as semifinais do Campeonato Paulista com Marco Aurélio Cunha, gerente do São Paulo, por causa de arbitragens. Dois meses depois, quando o time atrasou salários, discursou em 19 de junho: "Vamos tentar pagar na próxima semana. Mas se não tiver dinheiro não vamos pagar. Pronto. Atraso de dez, quinze dias não é nada para jogar no Palmeiras. Se não quiser esperar, a porta está aberta, f…"[3] Tal discurso contrastou com seu passado de sindicalista.

De acordo com o Jornal da Tarde, "sua ligação com o [clube] e aproximação com os atletas foram determinantes para sua manutenção no cargo"[5] durante seu período no clube, quando foi considerado "um dos homens fortes do futebol alviverde".[6] Ele sairia do clube em 18 de fevereiro de 2010, mesmo dia que o técnico Muricy Ramalho, um dia depois de uma derrota por 4 a 1 em casa para o São Caetano. Pouco antes do jogo ele conversara com o JT, garantindo que não pediria demissão e aproveitou para desabafar: "Ninguém lembra tudo que fizemos ano passado. Trouxemos o Vagner Love, contratamos o técnico tricampeão brasileiro e seguramos os principais jogadores. Qual a culpa da diretoria por perder o título?"[5] Como gerente do futebol palmeirense, foi campeão Paulista, em 2008, e chegou às quartas-de-final na Libertadores de 2009.

Grêmio PrudenteEditar

Depois de deixar o cargo de gerente de futebol, Toninho Cecílio manifestou o desejo de voltar a ser treinador e menos de três semanas após sair do Palmeiras assumiu o comando técnico do Grêmio Prudente para substituir Vinícius Eutrópio, demitido dois dias antes.[7] O presidente do clube, Marco Antônio Monteiro de Almeida, demonstrou confiança em seu novo treinador: "Temos certeza de que fizemos a escolha certa."[7] Toninho estreou com três vitórias, o que aproximou o clube da zona de classificação para a segunda fase do Paulistão, com base em uma zaga sólida. "Zaga forte dá tranquilidade para o time e permite a criação de jogadas", analisou Toninho, em entrevista ao JT. "Não gosto de contar com o erro do adversário. Quero o time criando a jogada para o gol. Isso é futebol."[8]

Chegou às semifinais do estadual com impressionantes 87% de aproveitamento, sendo eliminado pelo Santo André, e comandou o time durante treze rodadas no Brasileirão, deixando o clube no dia 9 de agosto para assinar com o Vitória.[9]

VitóriaEditar

Estreou na primeira fase da Copa Sul-Americana de 2010, enfrentando seu antigo clube, o Palmeiras, e obtendo convincente vitória por 2 a 0, mas acabou eliminado ao perder o jogo de volta por 3 a 0. Chegou ameaçado para novo jogo contra o Palmeiras em 8 de setembro, depois de quatro jogos sem vitória e de uma goleada por 4 a 1 sofrida diante do Atlético Goianiense três dias antes.[10] "Se o time está nessa situação, é culpa de quem estava aqui antes de mim", tentou explicar.[10] O Vitória não perdeu, mas o empate por 1 a 1 custou a Toninho o cargo, depois de apenas nove jogos — três vitórias, três empates e três derrotas.[11] Segundo o Jornal da Tarde, o problema teria sido um suposto "desequilíbrio emocional", por causa de discussões com o lateral Egídio, uma semana antes, e com uma repórter de televisão após sua última partida.[11]

São CaetanoEditar

No dia 20 de setembro, acertou com o São Caetano, onde ficaria por exatos quatro meses, até ser demitido depois de derrotas nas duas rodadas iniciais do Campeonato Paulista.

AvaíEditar

Em 22 de agosto de 2011, Toninho foi anunciado como novo treinador do Avaí, após a demissão de Alexandre Gallo.[12][13] Na oportunidade, o clube encontrava-se na penúltima posição do Campeonato Brasileiro, na 18ª rodada da competição.

Na primeira partida à frente do time, Toninho não pôde ficar no banco de reservas, pois, quando ainda era treinador do Americana, fora suspenso por xingamentos ao árbitro Péricles Bassols num jogo válido pela Série B. Ele estreou das tribunas do estádio, no Clássico de Florianópolis, na casa do adversário, pela última rodada do primeiro turno do Brasileiro.[14] O Avaí virou para cima de seu maior rival e venceu por 3 a 2.[15] Não teve êxito na passagem pelo clube e foi dispensado dois dias depois da derrota para o São Paulo por 2 a 0 no Morumbi, pela 34.ª rodada do Brasileiro, deixando o time praticamente rebaixado.[16]

Paraná ClubeEditar

Assumiu o time em agosto de 2012, quando o Paraná estava próximo da zona de rebaixamento. Bons resultados nas rodadas finais garantiram a décima posição. De outubro de 2012 a fevereiro de 2013, o clube conseguiu a segunda maior série invicta de uma equipe brasileira no período. Foram treze jogos sem perder (o segundo maior período de invencibilidade da história do clube).

Durante os oito meses que treinou o Paraná, não perdeu nenhum clássico regional, tanto na Série B do Campeonato Brasileiro como no Campeonato Paranaense. Venceu o Coritiba no Couto Pereira e quebrou um jejum de dezessete anos sem vitórias do Paraná no local. Em oito meses de trabalho, perdeu apenas duas partidas em Curitiba.

Em 25 de abril de 2013, depois da eliminação do Paraná Clube diante do São Bernardo, pela Copa do Brasil, Toninho foi demitido pela diretoria do clube curitibano. Em sua nota oficial, o treinador disse que "o saldo do nosso trabalho à frente do Paraná pode ser considerado positivo", destacando os "cerca de quatro meses que o clube ficou sem perder um jogo sequer".[17]

GuaratinguetáEditar

Em 22 de agosto, acertou com o Guaratinguetá, mas foi demitido no mês seguinte[18], mesmo com 57% de aproveitamento. O motivo da atitude, segundo o presidente do Guará, teria sido o fato de Toninho "não ter se adequado à filosofia do clube". O técnico afirmou ter passado pela maior decepção de sua vida com a demissão.[19]

ComercialEditar

Em 31 de outubro de 2013, acertou com o Comercial de Ribeirão Preto, visando ao Campeonato Paulista de 2014. Após comandar o elenco durante a pré-temporada, inclusive tendo influência em contratações, Toninho não conseguiu implantar padrão tático ao Leão do Norte. A vitória sobre o Bragantino na terceira rodada campeonato quebrou um jejum de 35 jogos do Comercial sem vencer fora de casa.

Foi muito criticado, especialmente pelo esquema de jogo com quatro volantes, deixando a equipe sem um meia de criação. Além disso, sua curta passagem ficou marcada pelo temperamento explosivo. Logo em seu segundo jogo, contra o Palmeiras, no Estádio Palma Travassos, Cecílio teria discutido no vestiário com o atacante Macena.[20] A briga teria sido o motivo da dispensa do jogador, comprometendo a aprovação do técnico perante a torcida. A "gota d'água" foi a derrota contra a Ponte Preta, a terceira em casa. Novamente, Toninho insistiu em um esquema sem meia ofensivo e ainda teria xingado torcedores comercialinos no alambrado do estádio. Com isso, deixou o Comercial após seis jogos (com uma vitória, um empate e quatro derrotas).[21]. O clube acabaria rebaixado naquele ano.

CriciúmaEditar

Em 28 de outubro de 2014, foi confirmado como novo treinador do Criciúma para o restante do Campeonato Brasileiro, com o objetivo de tirar a equipe da zona de rebaixamento. Toninho Cecílio acabou treinando o clube catarinense em apenas quatro partidas, todas derrotas, sendo demitido em 25 de novembro, quando o rebaixamento da equipe já era inevitável.

XV de PiracicabaEditar

Em 22 de fevereiro de 2015, Toninho foi confirmado como técnico do XV de Piracicaba, para o restante da disputa do Campeonato Paulista. Até então sob o comando de Roque Júnior, a equipe do interior ocupava a terceira colocação do Grupo 4, com uma vitória e cinco derrotas em seis jogos.[22]

Com Toninho Cecílio no comando, o XV de Piracicaba venceu quatro dos nove jogos disputados na primeira fase do campeonato, empatou outros três e foi derrotado em duas oportunidades, resultando num aproveitamento de 55,55%. O aproveitamento do XV de Piracicaba com Toninho Cecílio foi superior ao do sexto colocado na classificação geral da primeira fase do Paulistão (53,3%). A equipe terminou a primeira fase do campeonato na 13ª posição na classificação geral, mas classificou-se para as quartas de final, devido a ter a segunda melhor campanha de seu grupo. Fazia 25 anos que o XV de Piracicaba não se classificava para as fases decisivas do Campeonato Paulista.

ABCEditar

Em 16 de julho, foi contratado pelo ABC para comandar o time durante a disputa da Série B.[23] Toninho deixou o comando do ABC em 15 de agosto, menos de um mês após assumir, com saldo de 5 derrotas e 1 empate, e com aproveitamento de apenas 5,55%.

Mogi MirimEditar

Em novembro de 2015, foi contratado pelo Mogi Mirim para as rodadas finais da Série B. Com o time já matematicamente rebaixado para a Série C, sua missão era reestruturar a equipe para o Paulistão de 2016. O treinador não chegaria ao fim da competição estadual, sendo demitido após derrota para o Botafogo por 2 a 0. No comando, ele venceu dois jogos, empatou um e perdeu cinco.[24]

Santo AndréEditar

Em março de 2016, foi contratado pelo Santo André, no lugar de Luciano Dias, para a Série A2[25] e ajudou o time a subir para a Série A1. Após sequencia de maus resultados no Campeonato Paulista de 2017, foi desligado do Santo André em 25 de fevereiro.[26][27]

EstatísticasEditar

Números do técnico Toninho Cecílio no Avaí
Campeonato Brasileiro de 2011¹
Class. final PG J V E D GP GC SG
15 16 4 3 9 27 33 -6
PG - pontos ganhos; J - jogos; V - vitórias; E - empates; D - derrotas;
GP - gols pró; GC - gols contra; SG - saldo de gols

1 - Toninho assumiu o Avaí na 19.ª rodada do campeonato.

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas
  Paraná 36 15 12 9
  Guaratinguetá 8 5 0 3
  Criciúma 4 0 0 4

SindicalismoEditar

Foi presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo entre 1990 e 1993. Tendo o ex-atleta Raí como vice, formaram uma das diretorias mais transparentes e atuantes da história do sindicato, destacando-se o trabalho de apoio ao projeto de lei que acabou com a "Lei do Passe".

TítulosEditar

Como jogadorEditar

Palmeiras
Cerezo Osaka

Como treinadorEditar

Santo André

Como dirigenteEditar

Fortaleza Esporte Clube
  • Campeonato Cearense : 2005
Sociedade Esportiva Palmeiras
  • Campeonato Paulista : 2008

Referências

  1. Celso Dario Unzelte e Mário Sérgio Venditti, Almanaque do Palmeiras, Editora Abril, 2005, pág. 513
  2. a b Placar número 897, 10/08/1987, Editora Abril, pág. 38
  3. a b "Quem não quiser esperar, rua!", Cosme Rímoli, Jornal da Tarde, 20/6/2008, pág. 4C
  4. a b «Toninho volta aos treinos e deve jogar contra o Bahia». O Estado de S. Paulo: Esportes, pág. 2. 15 de abril de 1992 
  5. a b Alex Sabino e Daniel Batista (19 de fevereiro de 2010). «Sobrou pro Toninho». Jornal da Tarde (14 424). São Paulo. pp. 4C 
  6. Rodrigo Farah (28 de maio de 2010). «Palmeiras reencontra Toninho Cecílio após protestos e saída polêmica». Uol Esporte. Consultado em 28 de maio de 2010 
  7. a b «De técnico novo». Jornal da Tarde (14 452). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. 9 de março de 2010. pp. pág. 12C. ISSN 1516-294X. Consultado em 27 de março de 2010 
  8. Daniel Batista (27 de março de 2010). «O voo de Toninho». Jornal da Tarde (14 460). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. pp. pág. 5C. ISSN 1516-294X. Consultado em 27 de março de 2010 
  9. «Diretoria do Vitória anuncia contratação de Toninho Cecílio». ECVitoria.com.br. 9 de agosto de 2010. Consultado em 9 de agosto de 2010 
  10. a b «Vitória joga com técnico a perigo». Jornal da Tarde (14 625). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. 8 de setembro de 2010. pp. pág. 9C. ISSN 1516-294X 
  11. a b «Caíram mais dois». Jornal da Tarde (14 627). São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. 10 de setembro de 2010. pp. pág. 11C. ISSN 1516-294X 
  12. Avaí FC - Toninho Cecílio é o novo técnico
  13. ClicRBS - Toninho Cecílio é confirmado como o novo técnico do Avaí
  14. ClicRBS - Num jogo de elite, Avaí derrota o Figueirense por 3 a 2
  15. Globo Esporte - Na base da disposição, Avaí vira para cima do Figueirense na casa do rival
  16. Globo Esporte - Toninho Cecílio é demitido do Avaí
  17. "Toninho Cecílio exalta trabalho e lamenta divergências no Paraná"
  18. http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/brasileiro/serie-b/ultimas-noticias/2013/09/23/guaratingueta-demite-toninho-cecilio-mesmo-apos-vitoria-sobre-o-america-rn.htm
  19. http://www.gazetaesportiva.net/noticia/2013/09/guaratingueta/toninho-cecilio-lamenta-demissao-maior-decepcao-da-minha-vida.html
  20. http://www.cbnribeirao.com.br/esportes/comefogo/NOT,2,2,919907,Atacante+conta+qual+foi+a+atitude+que+teria+deixado+Toninho+Cecilio+irritado.aspx
  21. http://esportes.terra.com.br/futebol/apos-a-derrota-para-a-ponte-preta-comercial-demite-toninho-cecilio,c743c37340204410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
  22. «Paulistão: XV de Piracicaba confirma Toninho Cecílio para o lugar de Roque Junior» 
  23. «ABC oficializa contratação do técnico Toninho Cecílio, ex-XV de Piracicaba». GloboEsporte.com. 16 de julho de 2015 
  24. Redação (11 de março de 2016). «Terceira derrota seguida custa cargo de Toninho Cecílio no Mogi Mirim». Globoesporte.com. Consultado em 16 de março de 2016 
  25. Redação (11 de março de 2016). «Paulista A2: Santo André acerta com técnico Toninho Cecílio». Futebol Interior. Consultado em 16 de março de 2016 
  26. «Toninho Cecílio é demitido após derrota para o Linense». Terra 
  27. «Linense bate Santo André pelo Paulista, e Toninho Cecílio é demitido». ESPN 

Ligações externasEditar

Precedido por
Ricardo Silva
Técnico do Vitória
2010
Sucedido por
Ricardo Silva (interino)
Precedido por
Alexandre Gallo
Técnico do Avaí
2011
Sucedido por
Mauro Ovelha
Precedido por
Carlos Octávio
Técnico do Guaratinguetá
2013
Sucedido por
Leandro Campos
Precedido por
Gilmar Dal Pozzo
Técnico do Criciúma
2014
Sucedido por
Luizinho Vieira