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Em 1700 se diz que Borba Gato apresentou ao governador Artur de Sá e Menezes em São Paulo amostras de ouro paliado, regressando logo a seguir para o sertão de Sabaraboçu na companhia de seus genros, os irmãos Antônio Tavares e Francisco de Arruda e Sá, segundo conta Silva Leme no volume IV página 503 de sua «Genealogia Paulistana» e no volume II, página 464.

Eram ambos da Ribeira Grande, nos Açores, filhos de Nicolau da Costa de Arruda e de Inês Tavares de Melo. Antônio Tavares nasceu em 1674 e foi para o Brasil com seu irmão, casando com Mariana Leite, filha de Manuel da Borba Gato, com quem andou em diligências de pesquisa de ouro nos sertões de Sabaraboçu, ajudando-o a erigir o arraial do Rio das Velhas cerca do ano de 1700. Antônio minerou no ribeirão dos Arrudas, como ficou chamado o rio, e ali enriqueceu, voltando para o reino.

Regressou a Portugal muito rico, diz-se que carregando oito arrobas de ouro em pó em fins de 1710 ao findar a guerra dos emboabas, com o irmão e as duas famílias.