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Covas IPcomboio2.jpg
Gare de Covas após as obras de expansão, na Década de 1940.
Linha(s) Linha de Guimarães (PK 53,249)
Coordenadas 41° 25′ 17,66″ N, 8° 18′ 02,95″ O
Concelho Guimarães
Serviços Ferroviários Logo CP 2.svgBSicon LSTR yellow.svgU
Horários em tempo real
Serviços Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Parque de estacionamento


Logos IP.png

BSicon KBHFa grey.svgGuimarães (Sentido Guimarães)
BSicon HST grey.svgCovas
BSicon HST grey.svgNespereira (Sentido Lousado)
BSicon CONTf grey.svg

O Apeadeiro de Covas é uma interface da Linha de Guimarães, que serve a localidade de Covas, no Concelho de Guimarães, em Portugal.

Índice

HistóriaEditar

 
Horário da Linha de Guimarães, onde se faz referência a Covas.

Este apeadeiro situa-se no lanço da Linha de Guimarães entre Vizela e Guimarães, que entrou ao serviço em 14 de Abril de 1884, pela Companhia do Caminho de Ferro de Guimarães.[1][2]

Em 14 de Janeiro de 1927, as Companhias do Caminho de Ferro de Guimarães e do Porto à Póvoa e Famalicão, fundiram-se numa só empresa, a Companhia dos Caminhos de Ferro do Norte de Portugal.[2] Uma vez que o apeadeiro de Covas já não satisfazia as necessidades da crescente população, devido à sua progressiva industrialização por parte da autarquia de Guimarães, a Companhia do Norte começou a planear a expansão do apeadeiro para uma estação, que deveria incluir uma casa para o chefe de estação, jardins, retretes, vias de resguardo e um cais coberto e outro descoberto.[3] Depois de ter sido concluído o projecto e feitas as expropriações, a companhia iniciou a construção da estação.[3] Entretanto, o governo começou a estudar a união de todas as empresas ferroviárias numa só, tendo a Companhia do Norte sido integrada na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses em 1 de Janeiro de 1947.[4] Nessa altura, estavam a decorrer as obras em Covas, tendo já sido concluidas as vias de resguardo e o cais, enquanto que o edifício já estava em meio.[3] A C. P. terminou as obras, e substituiu o encarregado do apeadeiro por um chefe de estação, embora tenha permanecido a categoria de apeadeiro.[3] Em finais de 1948, a população, as autoridades e os comerciantes de Covas enviaram uma exposição ao director geral da companhia, pedindo que Covas subisse à categoria de estação, com distâncias próprias em termos de tarifas, que nessa altura ainda eram calculadas com base em Guimarães ou Vizela em vez de Covas.[3]

Ver tambémEditar

Unidade de Suburbanos do Grande Porto

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros no Grande Porto)
Serviços:   Aveiro  Braga
  Marco de Canaveses  Guimarães


 
         
 Marco de Canaveses (d)
 
         
 Livração (d)
(g) Guimarães 
         
 Recesinhos (d)
(g) Covas 
         
 Vila Meã (d)
(g) Nespereira 
         
 Oliveira (d)
(g) Vizela 
         
 Caíde (d)
(b) Braga 
         
 Pereirinhas (g)
(b) Ferreiros 
         
 Meinedo (d)
(b) Mazagão 
         
 Cuca (g)
(b) Aveleda 
         
 Bustelo (d)
(b) Tadim 
         
 Lordelo (g)
(b) Ruilhe 
         
 Penafiel (d)
(b) Arentim 
         
 Giesteira (g)
(b) Couto de Cambeses 
         
 Paredes (d)
(m)(b) Nine 
         
 Vila das Aves (g)
(m) Louro 
         
 Oleiros (d)
(m) Mouquim 
         
 Caniços (g)
(m) Famalicão 
         
 Irivo (d)
(m) Barrimau 
         
 Santo Tirso (g)
(m) Esmeriz 
         
 Cête (d)
(m)(g) Lousado 
         
 Parada (d)
(m) Trofa 
         
 Recarei-Sobreira (d)
(m) Portela 
         
 Trancoso (d)
(m) São Romão 
         
 Terronhas (d)
(m) São Frutuoso 
         
 S. Martinho do Campo (d)
(m) Leandro 
         
 Valongo (d)
(m) Travagem 
         
 Suzão (d)
(m)(d) Ermesinde 
         
 Cabeda (d)
(m) Ág. Santas / Palm.ª 
         
 
(m) Rio Tinto 
         
 
(m) Contumil 
         
 General Torres (n)
(n)(m) Porto (Campanhã) 
         
 Vila Nova de Gaia (n)
(m) Porto (São Bento) 
         
 Coimbrões (n)
(n) Aveiro 
         
 Madalena (n)
(n) Cacia 
         
 Valadares (n)
(n) Canelas 
         
 Francelos (n)
(n) Salreu 
         
 Miramar (n)
(n) Estarreja 
         
 Aguda (n)
(n) Avanca 
         
 Granja (n)
(n) Válega 
         
 Espinho (n)
(n) Ovar 
         
 Silvalde (n)
(n) Carvalheira-Maceda 
         
 Paramos (n)
(n) Cortegaça 
             
 Esmoriz (n)

Linhas: d Linha do Dourog Linha de Guimarães
b Ramal de Bragam Linha do Minhon Linha do Norte
Fonte: Página oficial, 2010.04

Referências

  1. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 16 de Agosto de 2013 
  2. a b TORRES, Carlos Manitto (16 de Março de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 71 (1686). p. 133-140. Consultado em 16 de Agosto de 2013 
  3. a b c d e «Covas e as suas aspirações» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 60 (1465). Lisboa. 1 de Janeiro de 1949. p. 55-56. Consultado em 14 de Dezembro de 2018 
  4. REIS et al, 2006:63
 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre o apeadeiro de Covas

BibliografiaEditar

  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; Gomes, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Ligações externasEditar