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Apeadeiro de Espadanal da Azambuja

estação ferroviária em Portugal
Disambig grey.svg Nota: Não confundir com a Estação Ferroviária da Azambuja, igualmente situada na Linha do Norte.
Espadanal da Azambuja Logos IP.png
Inauguração 1964
Linha(s) Linha do Norte
(PK 43,196)
Coordenadas 39° 3′ N 8° 54′ W
Concelho Azambuja
Serviços Ferroviários Urbano
Serviços Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Elevadores Parque de estacionamento Caixas Multibanco

O Apeadeiro de Espadanal da Azambuja, originalmente denominado apenas de Espadanal, é uma gare ferroviária da Linha do Norte, situada no Concelho de Azambuja, em Portugal. Faz parte da Linha da Azambuja da rede de comboios suburbanos de Lisboa.

Índice

 ServiçosEditar

Transporte ferroviárioEditar

Serviço Municípios Servidos
CP Urbano
Linha da Azambuja
Lisboa, Loures, Vila Franca de Xira e Azambuja

Urbanos de LisboaEditar

    CP Urbanos de Lisboa
 
Alcântara - Terra ↔ Azambuja
(apenas primeiro e último comboio do dia, excepto fins-de-semana e feriados)
 
Santa Apolónia ↔ Azambuja

 Padrão de serviços de comboioEditar

Estação anterior   Comboios de Portugal Estação seguinte
Vila Nova da Rainha
Direção Santa Apolónia / Alcântara-Terra1
  CP Lisboa
Linha da Azambuja
  Azambuja
Terminal

1Apenas primeiro e último comboio do dia, excepto fins-de-semana e feriados

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História da Linha do Norte

Esta interface situa-se no troço da Linha do Norte entre as estações de Carregado e Virtudes, que foi aberto à exploração em 31 de Julho de 1857 pelo estado português, tendo sido transferido para a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses em 1860.[1] Porém, não fazia parte originalmente da linha, tendo a Gazeta dos Caminhos de Ferro de 1 de Agosto de 1964 noticiado que tinha sido aberto à exploração o apeadeiro de Espadanal, na Azambuja.[2]

Em Novembro de 2004, estava planeada a realização de obras no apeadeiro de Espadanal da Azambuja, no âmbito de um programa da Rede Ferroviária Nacional para a modernização da Linha do Norte.[3]

Ver tambémEditar

CP-USGL + Soflusa + Fertagus

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Sado (CP+Soflusa)  Sintra (CP)
  Fertagus  Azambuja (CP)  Cascais (CP)


(n) Azambuja 
   
 
   
 Praias do Sado-A (u)
(n) Esp. Azambuja 
   
 
   
 Pç. do Quebedo (u)
(n) V. N. Rainha 
   
 
   
 Setúbal (u)
(n) Carregado 
   
 
   
 Palmela (u)
(n) Cast. Ribatejo 
       
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
       
 Penteado (a)
(n) Alverca 
         
 Moita (a)
(n) Póvoa 
         
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
         
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
         
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
         
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
         
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
       
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
       
 Terreiro do Paço (a)
(n) Santa Apolónia 
       
 Penalva (u)
(z) Marvila 
       
 Coina (u)
 
       
 Fogueteiro (u)
(z) Roma - Areeiro 
       
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
       
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
       
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
         
 Rossio (s)
(s) Sta. Cruz / Damaia 
         
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
         
 Santos (c)
**(z) Alcântara - Terra 
 
 
 
 
 Alcântara - Mar (c)**
(s) Amadora 
           
 Belém (c)
(s) Queluz - Belas 
           
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
           
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
           
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
           
 Paço de Arcos (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
 
     
 Santo Amaro (c)
(s) Rio de Mouro 
       
 Oeiras (c)
(s) Mercês 
       
 Carcavelos (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
       
 Parede (c)
(s) Portela de Sintra 
       
 S. Pedro Estoril (c)
(s) Sintra 
       
 S. João Estoril (c)
 
       
 Estoril (c)
(c) Cascais 
       
 Monte Estoril (c)

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaisz L.ª Cintura
n L.ª Norteo L.ª Oestes L.ª Sintrau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A (**) vd. Pass. Sup. Alcântara

Fonte: Página oficial, 2013.02
(nomes das estações de acordo com a fonte)

Referências

  1. TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1681). p. 9-12. Consultado em 15 de Fevereiro de 2014. 
  2. «Viagens e Transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 77 (1839). 1 de Agosto de 1964. p. 215. Consultado em 19 de Março de 2018. 
  3. VICENTE, António Pires (22 de Novembro de 2004). «Refer elimina passagens de nível». Diário de Notícias. Consultado em 15 de Fevereiro de 2014. [ligação inativa] 

Ligações externasEditar