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Apeadeiro de Vila Nova da Rainha

estação ferroviária em Portugal
Vila Nova da Rainha IPcomboio2.jpg
Apeadeiro de Vila Nova da Rainha, em 2013.
Linha(s) Linha do Norte (PK 40,553)
Coordenadas 39° 02′ 10,51″ N, 8° 55′ 42,09″ O
Concelho Azambuja
Serviços Ferroviários Logo CP 2.svgBSicon LSTR yellow.svgU
Horários em tempo real
Serviços Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes
Elevadores
Acesso para pessoas de mobilidade reduzida


Logos IP.png
BSicon CONTfa grey.svg
BSicon HST grey.svgEspadanal da Azambuja (Std. Porto)
BSicon HST grey.svgVila Nova da Rainha
BSicon BHF grey.svgCarregado (Sentido Lisboa)
BSicon CONTf grey.svg

O Apeadeiro de Vila Nova da Rainha é uma interface da Linha do Norte, que serve a localidade de Vila Nova da Rainha, em Portugal. É utilizada pelos comboios suburbanos da Linha da Azambuja, em Lisboa, operados pela empresa Comboios de Portugal.

ServiçosEditar

Transporte ferroviárioEditar

Serviço Municípios Servidos
CP Urbano
Linha da Azambuja
Lisboa, Loures, Vila Franca de Xira e Azambuja

Urbanos de LisboaEditar

    CP Urbanos de Lisboa
 
Alcântara - Terra ↔ Azambuja
(apenas primeiro e último comboio do dia, excepto fins-de-semana e feriados)
 
Santa Apolónia ↔ Azambuja

 Padrão de serviços de comboioEditar

Estação anterior   Comboios de Portugal Estação seguinte
Carregado
Direção Santa Apolónia / Alcântara-Terra1
  CP Lisboa
Linha da Azambuja
  Espadanal da Azambuja
Direção Azambuja

1Apenas primeiro e último comboio do dia, excepto fins-de-semana e feriados

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História da Linha do Norte

Século XIXEditar

Antes da introdução do caminho de ferro, Vila Nova da Rainha fazia parte de uma das rotas da mala-posta introduzidas pelo governo Liberal; a viagem fazia-se de barco a vapor entre Lisboa e Vila Nova da Rainha, e por estrada até às Caldas da Rainha.[1] Com a inauguração do caminho de ferro até ao Carregado, em 1856, as diligências para Caldas da Rainha passaram a sair desse ponto.[2]

Nas bases para o concurso do Caminho de Ferro de Lisboa à Fronteira de Espanha, publicado em 6 de Maio de 1852, determinou-se que a primeira secção desta linha, até à Estação de Santarém, tivesse passagem junto a Vila Nova da Rainha.[3][4] A concessão foi entregue à Companhia Central Peninsular dos Caminhos de Ferro de Portugal, tendo o engenheiro Thomaz Rumball sido encarregado de estudar o traçado, cujo relatório de 7 de Dezembro desse ano confirmou a passagem por Vila Nova da Rainha.[5] Depois de vários problemas, a concessão foi retirada à Companhia Central Peninsular e passada para a gestão directa do estado, tendo sido desta forma aberto à exploração o troço entre o Carregado e Virtudes, em 31 de Julho de 1857.[6]

Século XXIEditar

Em Novembro de 2004, a Rede Ferroviária Nacional anunciou a realização de obras neste apeadeiro, no âmbito de um programa de modernização da Linha do Norte.[7]

CP-USGL + Soflusa + Fertagus

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Sado (CP+Soflusa)  Sintra (CP)
  Fertagus  Azambuja (CP)  Cascais (CP)


(n) Azambuja 
   
 
   
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
   
 
   
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
   
 
   
 Setúbal (u)
(n) Carregado 
   
 
   
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
       
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
       
 Penteado (a)
(n) Alverca 
         
 Moita (a)
(n) Póvoa 
         
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
         
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
         
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
         
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
         
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
       
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
       
 Terreiro do Paço (a)
(n) Santa Apolónia 
       
 Penalva (u)
(z) Marvila 
       
 Coina (u)
 
       
 Fogueteiro (u)
(z) Roma - Areeiro 
       
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
       
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
       
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
         
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
         
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
         
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 
 
   
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
           
 Belém (c)
(s) Queluz - Belas 
           
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
           
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
           
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
           
 Paço de Arcos (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
 
     
 Santo Amaro (c)
(s) Rio de Mouro 
       
 Oeiras (c)
(s) Mercês 
       
 Carcavelos (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
       
 Parede (c)
(s) Portela de Sintra 
       
 São Pedro Estoril (c)
(s) Sintra 
       
 São João Estoril (c)
 
       
 Estoril (c)
(c) Cascais 
       
 Monte Estoril (c)

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaisz L.ª Cintura
n L.ª Norteo L.ª Oestes L.ª Sintrau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A

Fonte: Página oficial, 2018.11
(nomes das estações de acordo com a fonte)

Ver tambémEditar

Referências

  1. RODRIGUES et al, 1993:270
  2. RODRIGUES et al, 1993:287
  3. «Há Oitenta e Três Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 47 (1149). 1 de Novembro de 1935. p. 446. Consultado em 14 de Fevereiro de 2014 
  4. ABRAGÃO, Frederico de Quadros (1 de Março de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas sobre a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 68 (1637). p. 115-120. Consultado em 3 de Dezembro de 2016 
  5. ABRAGÃO, Frederico de Quadros (16 de Março de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas sobre a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1638). p. 131-138. Consultado em 3 de Dezembro de 2016 
  6. TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1681). p. 9-12. Consultado em 14 de Fevereiro de 2014 
  7. VICENTE, António (22 de Novembro de 2004). «Refer elimina passagens de nível». Diário de Notícias. Consultado em 14 de Fevereiro de 2014. Arquivado do original em 23 de fevereiro de 2014  |urlmorta= e |datali= redundantes (ajuda)

BibliografiaEditar

  • RODRIGUES, Luís; TAVARES, Mário; SERRA, João (1993). Terra de Águas: Caldas da Rainha, História e Cultura 1.ª ed. Caldas da Rainha: Câmara Municipal de Caldas da Rainha. 527 páginas 
 
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Ligações externasEditar