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Araçás

município brasileiro do estado da bahia
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Araçás é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população estimada em 2017 era de 12 608 habitantes. Está localizado no estado da Bahia entre os municípios de Pojuca, Catu, Alagoinhas, Itanagra e Entre Rios. É uma região com predominância econômica na agricultora, produzindo abacate.

Município de Araçás
Bandeira indisponível
Brasão indisponível
Bandeira indisponível Brasão indisponível
Hino
Aniversário 31 de janeiro
Fundação 24 de fevereiro de 1989 (30 anos)
Gentílico araçaense
Padroeiro(a) Senhor Deus Menino
CEP 48108-000
Prefeito(a) Maria das Graças Trindade Leal, Gracinha (PT)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Araçás
Localização de Araçás na Bahia
Araçás está localizado em: Brasil
Araçás
Localização de Araçás no Brasil
12° 13' 12" S 38° 12' 10" O12° 13' 12" S 38° 12' 10" O
Unidade federativa Bahia
Mesorregião Nordeste Baiano IBGE/2008[1]
Microrregião Alagoinhas IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Pojuca, Catu, Alagoinhas, Itanagra e Entre Rios
Distância até a capital 116 km
Características geográficas
Área 487,116 km² [2]
População 12 608 hab. IBGE/2017[3]
Densidade 25,88 hab./km²
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,57 baixo PNUD/2010[4]
PIB R$ 262 627 mil IBGE/2015[5]
PIB per capita R$ 21 094,57 IBGE/2015[5]
Página oficial
Prefeitura www.aracas.ba.gov.br
Câmara www.camara.aracas.ba.io.org.br

Índice

HistóriaEditar

Em 7 de agosto de 1831, José Rodrigues Pontes, pároco da paróquia de Alagoinhas certifica que nesta paróquia há duas casas de oração, uma no lugar Aranha não acabada, nem ainda benta e sem capelão..." Em 11 de agosto de 1832, a Câmara da Vila de Inhampupe, dá posse como juízes de paz da capela curada do Senhor Menino Deus do Aranha Pedro Joaquim de Novaes, o alferes José da Silva Araújo, o capitão Joaquim José de Novaes, e Antonio Januário de Castro e prestarem o juramento da lei e estilo lhes foi deferido pela forma e maneira prescrita na mesma lei "Juremos aos santos evangelhos desempenhar as obrigações de juízes de paz da capela curada do Senhor Menino Deus do Aranha da freguesia de Santo Antonio das Alagoinhas, termo da vila do Inhambupe de Cima e em 1834, a mesma câmara declara ter criado um distrito novo na capela do Senhor Menino Deus do Aranha desmembrando o da paróquia de Santo Antonio das Alagoinhas, a que pertencia, compreendendo em seus limites da passagem do Rio Quiricozinho rio abaixo até o Riacho do Barro e daí atravessando a procurar a estrada que vai para a fazenda do Campestre da mesma passagem do Quiricozinho estrada da Sesmaria abaixo até a passagem do Quiricó grande pelo lado direito todo o termo deste município para o novo distrito do Aranha e pelo lado esquerdo para Alagoinhas sobre o que atenta a distância do lugares se marcou o dia 4 de agosto para eleição de juiz de paz e suplente, a respeito da qual se expedirão as determinações precisas."

Sua história confunde-se com a história de Alagoinhas, da qual foi desmembrada através da Lei Estadual nº 4.849, datada de 24 de fevereiro de 1989 e publicada em 25 e 26 de fevereiro do mesmo ano.

Na época do império, existia uma estrada que vinha de Subaúma e passava no povoado de Aranha. “Araçá” era uma fazenda que ficava próxima a esse povoado. A fazenda Araçá pertencia ao Capitão Manoel Dantas Novaes.

Certa vez no povoado Aranha deu-se uma epidemia, da qual morreram um grande número de pessoas. Como o terreno desse povoado era pedregoso, reuniu-se um grupo de pessoas e saíram para procurar um terreno arenoso para fazer um cemitério, encontrando-o na Fazenda Araçá.

O Capitão Manoel Dantas Novaes resolveu doar cem tarefas de terras para que fossem construídos a capelinha e o cemitério, haja vista seu primo João Barbosa Novaes ser padre e durante sua vida o local era a Freguesia de Senhor Deus Menino dos Araçás. Após sua morte, Araçás volta a pertencer, religiosamente, a freguesia de Alagoinhas, Bahia.

Manoel Dantas Novaes permitiu que os moradores que viviam nas fazendas construíssem moradias, chamadas de ranchos nas terras da fazenda Araçá para cumprirem os rituais da Igreja Católica, o que fez o centro de Araçás se desenvolver bastante. Foram feitos dois barracões onde eram realizadas as feiras, existiam mercearias e até um sobrado, moradia do padre João Barbosa Novaes. Nesta época Antonio Conselheiro, líder da revolução de Canudos, resolveu passar uma noite no povoado. As pessoas que eram contra suas ideias jogaram abelhas e formigas no local em que ele dormia. Indignado, Antonio Conselheiro ao sair, bateu suas botas com força e disse: “Araçás nunca será goiaba, e sim sempre araçá, nunca passará disso”. Mas, segundo José Calasans Brandão da Silva, em O Matricídio de Antonio Conselheiro "Por seu turno, a Arquidiocese também era informada do que estava sucedendo nos sertões baianos, na área visitada pelo Conselheiro. Primeiro, os acontecimentos da freguesia do Senhor Deus Menino dos Araçás, quando três pessoas perderam a vida num dos momentos em que o peregrino pregava e uma mulher foi tomada de alucinação."

Aspectos NaturaisEditar

Possui um rio chamado Rio Quiricó que atravessa a zona urbana do Município. Foi desmembrada de Alagoinhas em 1989

Manifestações culturaisEditar

A banda de música, estilo fanfarra/filarmônica, se chama Pioneirus e é mantida pelo Colégio Engenheiro Luiz Santana Fontes. Ela possui 80 integrantes.

Também possui como artistas musicais uma banda de forró (Cipó Molhado), Grupo de idosas do NASF, Grupo de Teatro CETA e Ceta-Mirin, sob a coordenação do Professor Sérgio Souza, grupo de Música nas Escolas sob a orientação do Professor Geneildo.

ComércioEditar

O comércio cresceu muito e há lojas com serviços básicos

Datas comemorativasEditar

Em 31 de janeiro, se comemora o aniversário da cidade, e no dia 25 de dezembro se comemora a Festa do Padroeiro Senhor Deus Menino.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «estimativa_ibge_2017.xls». agenciadenoticias.ibge.gov.br. Consultado em 14 de dezembro de 2017 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 25 de agosto de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010 à 2015». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 14 de dezembro de 2017 
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