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Ara Ketu

Dan Miranda ( vocalista do Ara ketu)
Informação geral
Origem Salvador, na Bahia
País  Brasil
Gênero(s) Axé music
Período em atividade 1980 - atualmente
Gravadora(s) Onerpm
Integrantes Dan Miranda
Ex-integrantes Larissa Luz (2007-2012)
Tatau (1987-2007; 2012-2015), Tonho Matéria e Linnoy (2015 até 2018)
Página oficial www.araketu.com.br

Ara Ketu (também conhecido como Povo de Ketu, que é sua tradução a partir da língua iorubá) é um grupo brasileiro de axé e pagode baiano fundado em 1980[1] por moradores do subúrbio ferroviário de Periperi, em Salvador, na Bahia.[1] O bloco desfilou pela primeira vez em 1981, homenageando o rei caçador, Oxóssi, que é o orixá protetor do Ara Ketu. Por isso, o símbolo do bloco é o ofá e as cores são azul e branco.

HistóriaEditar

Fundado em 8 de março de 1980, na comunidade de Periperi, Subúrbio Ferroviário de Salvador, tem sua essência afro, com muita luta e resistência ao longo de todos esse anos.

Foi campeão do carnaval de Salvador nos anos de 1981, 1982 e 1983, não podendo mais competir nos anos seguintes.

O Ara Ketu foi idealizado por Vera Lacerda, professora de história e mestra em filosofia, e seu primo Augusto César (falecido em agosto de 2016), guru espiritual de diversos artistas do Brasil.

Assemelhante aos outros blocos afros como Ilê Aiyê e Olodum, o bloco Afro Ara Ketu desenvolvia também um trabalho social voltado para a sua comunidade. Embora durante os anos 1980 os blocos afros tenham ficado quase invisíveis para o grande público no Brasil, as suas músicas foram interpretadas por outros artistas como Banda Reflexu's e Margareth Menezes. Por exemplo: a música "Uma história de ifá" foi gravada no primeiro LP do Ara Ketu em 1987, e lançada no CD de Margareth Menezes do ano seguinte, tendo grande sucesso no Brasil e no exterior. Constituído inicialmente por um bloco de percussão, dançarinos e associados, o "Ara", como é mais conhecido, incorporou instrumentos de sopro, bateria e teclado para se reformular.

Em 1987, lançaram seu álbum de estreia, pela gravadora Continental. Em 1994, foram para a gravadora Columbia, e em novembro do mesmo ano lançaram o álbum Bom Demais. Em 1998, lançaram o álbum Ao Vivo, que foi certificado diamante.[2]

Em 2007, Tatau, vocalista da banda, se desligou do grupo para seguir carreira solo e foi substituído pela cantora Larissa Luz até junho de 2012. No dia 5 de junho de 2012, o antigo vocalista Tatau retornou ao comando da banda.

Em 1 de março de 2015, Tatau deixa mais uma vez o Ara Ketu, dessa vez em definitivo. Entra, no comando dos vocais do Ara Ketu, Tonho Matéria, fazendo o seu primeiro show no em maio de 2015, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim.

Nesse mesmo ano, é feito um concurso para um segundo cantor da banda. Foi escolhido Linnoy (ex-integrante da banda Os Sungas).

Essa formação se manteve até o mês de maio de 2018.

A banda Ara Ketu, hoje composta por Dan Miranda , ( ex integrante da banda Filhos de Jorge) , que teve sua voz eternizada com a música Ziriguidum . Essa formação já se apresentou em diversos Estados do Brasil, levando suas músicas alegres e dançantes por todos os locais aos quais passam. Hoje, além de todos os sucessos do Ara Ketu (Pipoca, Mal Acostumado, Bom Demais, Avise a Vizinha etc.) o Ara já começa a ter musicas autorias , com lançamento nas principais plataformas digitais , como O Som do Ara ( composição de Dan Miranda ) e Praça da paixão ( Samir , Breno e Rubão ) , com lançamento previsto para o mês de julho de 2019.

Essa formação segue junta até os dias atuais, tocando em diversas cidades do Brasil.

DiscografiaEditar

 Ver artigo principal: Discografia de Ara Ketu

PrêmiosEditar

Referências

  1. a b Nei Lopes (2004). «Enciclopédia brasileira da diáspora africana». Google Books. Consultado em 26 de fevereiro de 2013 
  2. «ABPD - Álbuns certificados do Ara Ketu». ABPD. Consultado em 23 de dezembro de 2012 

Ligações externasEditar

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