Disambig grey.svg Nota: Para a raça-raiz descrita por Blavatsky, veja Arianos (desambiguação).

Ariana, segundo a teosofia, é a quinta e atual raça-raiz desta Ronda que, segundo Helena Blavatsky, existe já há cerca de um milhão de anos. Ela foi formada pelos sobreviventes de um cataclismo que destruiu a raça anterior, a Atlante.

É importante observar que o termo "ariano", como usado na Teosofia, não recebeu nenhuma influência das idéias do nazismo. O termo já era usado quase meio século antes do Partido Nazista ter sido fundado. Por ariano pode-se entender a formação do homem atual a partir do berço indiano (Aryavarta). Os Árias, colonizadores do Norte-Noroeste da India, há mais de doze mil anos.

Todos os seres humanos atualmente pertencem a uma ou outra sub-raça (ramo derivado) desta raça-raiz, embora, segundo Blavatsky, alguns grupos étnicos são mestiços atlanto-lemurianos, como por exemplo os hotentotes, pigmeus, semitas. Segundo Samael Aun Weor (Gnose), a atual sub-raça dominante é a sexta, os latinos.

A característica linguística mais importante desta raça é a inflexão, como no sânscrito e no grego. O símbolo mais importante e sagrado dos Indianos é o touro (e a vaca), mas o símbolo sagrado dos antigos Arianos, era a bandeira branca e o cordeiro, que veio à substituir a era do touro. Os Árias, ao conquistarem e unificarem as tribos do noroeste da atual India, trouxeram paz e prosperidade àquela região, e deixaram marcas indeléveis em sua cultura, que se fazem sentir até os dias de hoje. É devido aos Arias, o costume que temos ainda hoje, de considerar a bandeira branca como símbolo de paz, e o cordeiro como símbolo de pureza, paz e salvação. As religiões, posteriormente, se apropriaram deste símbolo.

Ver tambémEditar