Arma de destruição em massa

Arma capaz de causar um número elevado de mortos numa única utilização

Uma arma de destruição em massa ou arma de destruição maciça (ADM) é uma arma capaz de causar um número elevado de mortos numa única utilização. Esta designação é atribuída a armas nucleares, a armas químicas, a armas biológicas, e a armas radiológicas. Na maioria dos casos, o uso de tais armas constitui crimes de guerra, tanto pela crueldade e sofrimento proporcionado pelas tais armas (especialmente as químicas e biológicas) e pela grande quantidade inevitável de mortes civis, quanto por limitar a capacidade do inimigo se defender ou contra-atacar.

Armas nuclearesEditar

São exemplos de armas nucleares de destruição em massa a bomba atómica/nuclear, baseada na fissão descontrolada de isótopos radioativos de metais superpesados, e a bomba de hidrogénio/termonuclear, baseada na fusão nuclear descontrolada de deutério e trítio, e portanto centenas de vezes mais poderosa que uma bomba nuclear comum.

Em termos bélicos, apenas duas bombas atômicas foram detonadas com objetivos militares até hoje: a primeira, em Hiroshima, e, a segunda, em Nagasaki, ambas no Japão, em finais da Segunda Guerra Mundial.

Visão religiosaEditar

CatolicismoEditar

A Igreja Católica condena o uso de armas de destruição em massa, conforme consta no parágrafo 509 do Compêndio da Doutrina Social da Igreja.[1]

Ver tambémEditar

Referências

  1. 509 As armas de destruição de massa – biológicas, químicas e nucleares – representam uma ameaça particularmente grave; aqueles que as possuem têm uma responsabilidade enorme diante de Deus e de toda a humanidade. O princípio da não proliferação das armas nucleares juntamente com as medidas de desarmamento nuclear, assim como a proibição dos testes nucleares, são objetivos estritamente ligados entre si, que devem ser atingidos o mais rápido possível mediante controles eficazes no plano internacional. A proibição de desenvolvimento, de aumento de produção, de acúmulo e de emprego das armas químicas e biológicas, assim como as decisões que impõem a sua destruição, completam o quadro normativo internacional para o abandono de tais armas nefastas, cujo uso é explicitamente reprovado pelo Magistério: «Toda a ação bélica, que tende indistintamente para a destruição de cidades inteiras e de extensas regiões com os seus habitantes, é um crime contra Deus e contra o próprio homem, e como tal deve ser condenada firmemente e sem hesitação» .

Ligações externasEditar

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