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Arquitetura patrimonial de Angra do Heroísmo

Considera-se como arquitectura patrimonial de Angra do Heroísmo o conjunto de conventos, fortificações, igrejas, palácios, solares, quintas senhoriais, e outras edificações de importância histórica e cultural que remontam, na sua maioria, a datas bastante recuadas, algumas mesmo ao século XVI.

Estas edificações que chegaram aos nossos dias têm como característica a robustez e as linhas retas e claras, e demonstram o poder económico que o estrato mais elevado da população da Terceira dispunha em tempos idos.

Com relação aos solares, palácios e quintas, constituíam-se nas casas senhoriais dos grandes proprietários na ilha, remontando às antigas famílias nobres dos inícios do povoamento. São, em geral, casas elevadas, na sua maioria com dois pavimentos.

Os rendimentos que permitiram essas construções estão ligados ao comércio com as Índias, as Américas e a África. Nomeadamente no século XIX, os grandes lucros com a exportação de laranjas foram uma das fontes que permitiu a edificação desses solares, que se multiplicaram principalmente pelas freguesias da cidade de Angra e seus arredores.

Algumas estão actualmente dedicadas ao turismo de habitação, enquanto que outras mantém-se como moradias, nas mãos da mesma família há séculos, como é o caso do Palácio dos Capitães-Generais, uma edificação cujas origens recuam a 1502 e que está na mesma família há cinco gerações.

A lista que se segue, embora incompleta, compreende os edifícios mais notáveis de Angra e seus arredores:

Arquitetura civilEditar

 
Obelisco no Alto da Memória.
 
Edifício da antiga Alfândega.

Arquitetura militarEditar

Arquitetura religiosaEditar

Ver tambémEditar

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