Abrir menu principal

Assistencialismo é a ação de pessoas, organizações governamentais e entidades sociais junto às camadas sociais mais desfavorecidas, marginalizadas e carentes, caracterizada pela ajuda momentânea, filantrópica e pontual (doações de alimentos e medicamentos, por exemplo).

O historiador Marco Antonio Villa, critica políticas assistencialistas como as praticadas pelos centros sociais do Rio de Janeiro e alega que esse tipo de assistencialismo é usado primariamente como método de compra de votos.[1]

Frei Betto, um dos líderes do programa Fome Zero no Brasil, defende a doutrina assistencialista, mas critica práticas demagógicas e medidas assistencialistas sem respaldo estrutural, e ressalta o caráter provisório dessas medidas. [2]

Referências