Club Athletico Paranaense

clube brasileiro de futebol
(Redirecionado de Atlético-PR)

Club Athletico Paranaense,[4] conhecido também como Athletico-PR ou Athletico, cujo acrônimo é CAP, é um clube de futebol brasileiro, da cidade de Curitiba, capital do estado do Paraná. Foi fundado em 26 de março de 1924, a partir da fusão do International Foot-Ball Club e do América Futebol Clube.[5]

Athletico Paranaense
Club Athletico Paranaense 2019.png
Nome Club Athletico Paranaense
Alcunhas Furacão
Rubro-Negro
Torcedor/Adepto Atleticano
Rubro-Negro
Mascote Família Furacão
Principal rival Coritiba
Paraná
Fundação 26 de março de 1924 (97 anos)
Estádio Arena da Baixada
Capacidade 42.372 lugares[1]
Localização Curitiba, Brasil
Presidente Mario Celso Petraglia[2]
Treinador vago
Patrocinador Philco
Neodent
Havan
Copacol
Brahma
Betmotion!
Material (d)esportivo Umbro
Competição Campeonato Paranaense
Copa do Brasil
Campeonato Brasileiro
Copa Sul-Americana
Ranking nacional Aumento 5.º lugar, 12 968 pontos[3]
Website www.athletico.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar

Suas cores tradicionais são o vermelho e o preto, que lhe rendem a alcunha de rubro-negro. Manda seus jogos no Estádio Joaquim Américo Guimarães, mais conhecido como Arena da Baixada, que reinaugurado em duas fases: em 1999, após ser totalmente reconstruído; em 2014, após as reformas exigidas pela FIFA para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014.

Do futebol paranaense, o Athletico é o único que conquistou títulos internacionais oficiais, a Copa Sul-Americana de 2018 e a Levain Cup/CONMEBOL de 2019, e o único a conquistar a Copa do Brasil. Também foi o primeiro a participar de uma competição nacional, a Taça Brasil de 1959, e a ter sido finalista da Copa Libertadores, feito ocorrido na edição de 2005. Dentre seus principais títulos, possui um Levain Cup (2019), uma Copa Sul-Americana (2018), um Campeonato Brasileiro (2001), uma Copa do Brasil (2019), uma Seletiva para a Libertadores (1999) e outros vinte e seis títulos paranaenses, tendo disputado mais de 4 300 jogos em sua história.[6] Na somatória de títulos oficiais de abrangência nacional e internacional de clubes brasileiros de futebol, sem contar títulos oficiais de abrangência estadual e regional, em setembro de 2019, o Athletico figurava como o mais vitorioso entre os não-fundadores do Clube dos 13, cujos membros fundadores são frequentemente considerados os maiores times do Brasil, então ocupando a 12ª posição. É até hoje o único clube não-fundador a ter ultrapassado membros fundadores em títulos de abrangência nacional e internacional.

Seu principal adversário local é o Coritiba Foot Ball Club, com quem faz um dos clássicos de maior rivalidade do futebol brasileiro, o Atletiba.[7] Também possui rivalidade com o Paraná Clube, cujo duelo se chama Paratico ou Derby da Rebouças.

HistóriaEditar

OrigensEditar

Em 1912, Joaquim Américo Guimarães reuniu um grupo de amigos e fundou o International Foot-Ball Club, que tinhas as cores preta e branca no seu uniforme e disputava torneios na baixada da Água Verde. Em 1917, surgiu o América Futebol Clube, que utilizava as cores vermelha e branca. Equipes independente até 1924, os dois clubes se fundiram em 21 de março daquele ano, dando origem ao Club Athletico Paranaense (grafia original e de época[8]).[9]

O primeiro jogoEditar

A primeira partida de futebol (amistosa) que a nova agremiação realizou foi no dia 6 de abril de 1924, contra o Universal FC. e obteve vitória por 4 a 2. O time jogou com Tapyr, Marrecão e Ferrário; Franico, Lourival e Malello; Smythe, Ari, Marreco, Maneco e Motta.

Os gols foram marcados por Marreco, Ari (2) e Malello. O árbitro foi José Falcine, atleta do Savoia, que mais tarde jogou no rubro-negro.[10]

Década de 1920Editar

Com a união de forças, o clube formou um time reforçado e pôde fazer frente aos mais temíveis esquadrões existentes, como o Britânia, o Savoia, o Palestra Itália e o Coritiba. Realizando uma campanha brilhante, conquistava seu primeiro título de campeão paranaense, em 1925.

Após ser vice-campeão por 3 anos seguidos (1926, 1927 e 1928), voltou a vestir a faixa de campeão em 1929.

Década de 1930Editar

O clube era a melhor equipe do futebol paranaense no início da década de 1930, mantendo os mesmos jogadores que haviam se sagrado campeões em 1929. Os reforços de Chumbinho e Érico, o clube tornou-se uma equipe que se impôs aos adversários. Em 1930, ganhou o título de bicampeão paranaense pela primeira vez em suas história, com duas vitórias sobre o Coritiba por 3x2 durante o campeonato. A partida que consagrou o bicampeonato foi na segunda vitória sobre o Coritiba, em 28 de dezembro de 1930, em uma verdadeira guerra campal com o resultado de 3x2 para o rubro negro (gols de Zinder Lins, Marreco e Levoratto). A última partida do certame de 1930 o time não compareceu, para comemorar com a sua torcida. Este jogo era para ser com o Palestra Itália.[11] Outro feito notável nesse ano, aconteceu no dia 21 de julho, quando em partida amistosa venceu o poderoso Corinthians por 1x0, gol de Marreco.

Em 1934, o Athletico Paranaense já era proprietário, em definitivo, do terreno da Baixada da Água Verde, e o estádio passou a ser denominado de Joaquim Américo Guimarães, sugestão de Alcídio Abreu, para homenagear o grande desportista que havia morrido em 1917.

Nesse ano, após tropeçar em 1931, 1932 e 1933, o rubro-negro voltou a ter uma equipe competitiva e fez bonito. Sagrou-se campeão paranaense de 1934. Na equipe campeã desse ano figurava como goleiro, o jovem Alfredo Gottardi, o "Caju", que viria a ser o maior ídolo de todos os tempos da torcida atleticana. Em 1936, com apenas 12 anos de existência, o Athletico Paranaense conquistava seu quinto título paranaense, e dessa vez, de forma invicta.

O campeonato de 1940 foi muito disputado. Athlético e Ferroviário lideraram o certame. O tricolor ferroviário conquistou o 1º turno, enquanto o rubro negro laureou-se no segundo. Era preciso uma decisão em "melhor de três pontos" para se conhecer o campeão. Em virtude de uma confusão acontecida no último jogo do returno, estava empatado o clássico em 2 a 2, quando o Ferroviário fez um gol, prontamente anulado pelo árbitro em razão de um impedimento. O Britânia Sport Club não se conformou e abandonou o campo aos 35 minutos do 2º tempo. O Tribunal de Justiça da Federação Paranaense de Futebol, julgando o caso, deu vitória ao Athlético - 3 a 2, pois o Ferroviário se negara a continuar jogando. Este motivo anulou a "melhor de três". O clube ficou 180 dias suspenso e o Athlético Paranaense foi considerado campeão paranaense de 1940.

Década de 1940 - surgia o FuracãoEditar

Em 1943, o diretoria trouxe para o elenco o técnico e dois jogadores da Seleção Paraguaia de Futebol. Com a equipe reforçada e com mais qualidade, o rubro-negro voltou a mandar no campeonato. Dois turnos bem disputados. Coritiba campeão do primeiro turno e Athlético do segundo. Novamente, uma "melhor de três pontos" teria que acontecer, o time da baixada venceu os dois Atletibas por 3 a 2 e a torcida festejou o título de campeão.

A rivalidade entre rubros negros e coxas brancas estava em alta no anos 1940. Por duas vezes haviam decidido o título, com uma vitória para cada lado.

Em 1945, o campeonato seria decidido no maior clássico do futebol paranaense. O Athletico Paranaense foi campeão do 1º turno de forma invicta. O Coritiba foi o campeão do 2º turno. Seria realizada uma "melhor de três" para decidir o título. Foram partidas para entrarem na história do futebol paranaense. O Coritiba venceu a primeira por 2-1, no Belfort Duarte, atual Couto Pereira. A segunda foi vencida pelo clube da Baixada em casa, por 5 a 4. A terceira partida foi marcada para o Estádio Belfort Duarte. Foi um jogo muito disputado. Terminou empatado no tempo normal, 1-1. O jogo foi para a prorrogação. Aos sete minutos o atacante Xavier, do Athletico, fez o gol da vitória. Coritiba 1-2 Athletico Paranaense. A torcida fez uma das maiores festas, com carreatas, fogos de artifício e cânticos até o raiar do sol.

Em 1949, o Athletico Paranaense foi um "Furacão" que passou pelos campos do Paraná. Com a manchete de primeira página no extinto jornal Desportos Ilustrados do dia 20 de maio de 1949 anunciando a goleada do Athletico em cima do Britânia (no domingo, dia 19 de maio) em letras garrafais: O “Furacão” Levou o “Tigre” de Roldão, nasceu o apelido do rubro-negro paranaense. Não só o time de "49", como os demais times formados pelo clube, receberam o carinhoso apelido de Furacão e assim sendo, o termo furacão foi inserido no hino atleticano, não só para idolatrar o esquadrão de 1949, que arrasou todos os adversários com placares acima de quatro gols, mas também para representar a força que o clube tem junto a sua torcida e o receio e o respeito que seus adversários devem ter nos confrontos dentro das quatro linhas.[12]

O Desportos Ilustrados, naquela edição de segunda-feira, 20 de maio de 1949 e sua manchete, não imaginava o momento histórico que estampava em sua primeira página. A partir daquele dia as manchetes de todos os jornais paranaenses só falavam do "Furacão" rubro-negro que liquidava as equipes adversárias sempre com goleadas. Em 1949 foram onze goleadas seguidas (recorde quebrado apenas 59 anos depois), tornando-se campeão paranaense daquele ano.[13]

Era dos jejuns (1950-1981)Editar

Depois de conquistar o campeonato paranaense de 1949, o clube obteve poucas conquistas entre 1950 e o início da década de 1980. Ate o ano de 1981, só conquistou 2 títulos: a temporada de 1958 e de 1970.

A equipe rubro-negra, campeã de 1958, com a comissão técnica formada Jackson Nascimento e Caju e Pedro Sthengel Guimarães, conquistou o direito de representar o Paraná na primeira Taça Brasil em 1959. A estreia do furacão foi no domingo, 23 de agosto, na cidade catarinense de Tubarão aonde conseguiu uma vitória por 2 a 1 no Hercílio Luz. Nesta partida, comandada pelo capitão "Tocafundo" e com gols do ponta-esquerda Tião aos 9 minutos do primeiro tempo e do atacante Gaivota aos 30 minutos do segundo tempo, o rubro negro fez um jogo histórico.

Em 1967, a situação financeira do clube era desfavorável, e com uma campanha de somente três vitórias, onze empates e quatorze derrotas, foi rebaixado para a segunda divisão do paranaense.[14] Foi o presidente Jofre Cabral e Silva que conseguiu tirar o time da segunda divisão, trazendo os campeões mundiais de 1962 Djalma Santos e Bellini, formando um time competitivo em 1968. Jofre Cabral acabou morrendo devido a um infarto durante uma partida do clube, declarando momentos antes "Não deixem - nunca - morrer o meu Atlético!".

 
Djalma Santos atuou no Furacão junto com Bellini e Sicupira

Em 1970 o clube conquistou o título de campeonato paranaense, goleando o Seleto por 4x1 jogando fora de casa. Um novo título estadual voltou a acontecer somente em 1982, com os jogadores Washington e Assis, liderando o time.

Com o "casal 20", como ficou conhecido a dupla Washington e Assis, o rubro negro obteve o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro de futebol de 1983, e no último jogo do clube nesta competição (Athlético 2 x 0 Flamengo), houve o recorde de público (marca que possivelmente nunca será ultrapassada pelas modificações que o estádio passou) no estádio Couto Pereira, com e 67.391 pessoas.[15]

Depois de 1982 e até o final da década, o clube conquistou os estaduais de 1983, 1985, 1988 e 1990.

Era da revolução (1995-década de 2000)Editar

Em 1995, depois de perder de 5x1 para seu rival, Coritiba, assumiu uma nova diretoria, onde lançaram o "Atlético Total", um novo projeto estratégico do clube, iniciado com a volta à Série A do Brasileirão de 1996, sendo campeão Brasileiro da Série B de 95 em cima do seu maior rival, o Coritiba. Em 1997, o antigo estádio Joaquim Américo foi demolido para a construção do novo estádio.

Em 24 de junho de 1999, o clube inaugurou o estádio mais moderno da América Latina, na época, com um jogo amistoso entre Athlético e Cerro Porteño, do Paraguai. A partida terminou 2 a 1 para a equipe rubro-negra.

Dois dias depois, ainda em virtude da inauguração do estádio, a Seleção Brasileira de Futebol disputou um amistoso contra a Seleção da Letônia, proveniente do Leste Europeu. O jogo terminou 3 a 0 para o Brasil.

Em 2004, foi firmada uma parceria com a empresa fabricante de aparelhos celulares japonesa Kyocera, renomeando o estádio para Kyocera Arena. Em 2005, após 10 anos de contenda judicial, o clube firmou acordo assumindo definitivamente o direito de uso do terreno vizinho.

Em 2001, o rubro negro venceu seu primeiro Campeonato Brasileiro (final contra o São Caetano, onde ganhou por 4x2 e 0x1) e em 2004 foi vice, com o artilheiro Washington marcando um recorde histórico de trinta e quatro gols numa única edição do Campeonato Brasileiro. Em 2001, com a conquista do "Brasileira", Alex Mineiro consagrou-se como ídolo do clube.

Na final da Libertadores de 2005, o clube não pôde fazer o 1º jogo da decisão em seu estádio, que mesmo sendo considerado na época[16] como o mais moderno da América Latina, não possuía a capacidade mínima de 40 mil lugares exigida pelo regulamento. Mesmo assim, a diretoria investiu, em regime de urgência, 1 milhão de reais na construção de arquibancadas móveis para dar capacidade ao estádio para mais de 42 mil pessoas. Mesmo com a autorização oficial de uso das arquibancadas, após vistoria do Corpo de Bombeiros e o órgão oficial de engenharia responsável pela vistoria entregues à CONMEBOL, a entidade transferiu o jogo para o Estádio Beira-Rio e o resultado da partida foi o empate por 1x1. Na segunda partida, no Estádio do Morumbi, o rubro negro perdeu a partido, levando quatro gols no final do jogo, diante de mais de 70 mil torcedores e perdendo o título da Copa Libertadores da América.

Na Copa Sul-Americana de 2006, o clube também fez uma boa campanha, passando por Paraná Clube, River Plate e Nacional do Uruguai, chegando à semifinal do torneio, onde foi eliminado pelo Pachuca.

O ano de 2008 foi marcado pela quebra do recorde de vitórias consecutivas do "Furacão de 49", quando ganhou 12 partidas seguidas. Em 2009, conquistou o Campeonato Paranaense. No último ano da década, em 2010, finalizou na 5ª posição no Campeonato Brasileiro.

 
Torcida atleticana na Arena da Baixada em 2009.

Década de 2010Editar

Em 2011, o clube terminou na 17° posição no Campeonato Brasileiro e, depois de 15 anos de permanência na série A, acabou rebaixado para a Série B do Brasileirão.

Em 2012, garantiu acesso à Série A do Brasileirão com o 3° colocação do Campeonato Brasileiro da série B. Em 2013, o clube foi vice-campeão do Campeonato Paranaense, da Copa do Brasil e 3° colocado no Campeonato Brasileiro.

Em 2014, ficou na 4ª posição no Campeonato Paranaense e foi eliminado nas oitavas-de-final da Copa do Brasil. No Campeonato Brasileiro, terminou na 8ª posição. Em 2015, ficou na 10° posição no Campeonato Brasileiro. No campeonato estadual, disputou o Torneio da Morte, grupo destinado a decidir os rebaixados.[17] Em 2016, conquistou o Campeonato Paranaense e terminou em 6° colocado o brasileirão. Esta posição lhe rendeu uma vaga na pré-Libertadores da América de 2017.

O destaque do clube na temporada de 2017, foi vice-campeonato estadual,[18] enquanto na temporada de 2018, foi campeão estadual e campeão da Copa Sul-Americana.

Em 2019, obteve a Triplice coroa no futebol, sendo bicampeão estadual, campeão da Levain Cup/CONMEBOL (no Japão) e da Copa do Brasil,[19][20] estas duas últimas pela primeira vez em sua história. Já no Campeonato Brasileiro, terminou na 5ª colocação, dentro da zona de classificação para a Libertadores da América de 2020. Em 2020, foi vice-campeão da Supercopa do Brasil[21] e sagrou-se tricampeão paranaense, ganhando os dois jogos da final no clássico Atletiba (ida e volta, Arena-1x0, Couto Pereira-1x2) em 2 e 5 de agosto.[22]

TítulosEditar

Honrarias
Competição Títulos Temporadas
  Tríplice Coroa 1 2019
Internacionais
Competição Títulos Temporadas
  Levain Cup/CONMEBOL 1 2019
Continentais
Competição Títulos Temporadas
  Copa Sul-Americana 1 2018
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
  Campeonato Brasileiro 1 2001
  Copa do Brasil 1 2019
  Seletiva para a Libertadores 1 1999
  Campeonato Brasileiro - Série B 1 1995
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
  Campeonato Paranaense 26 1925, 1929 , 1930, 1934, 1936 , 1940, 1943, 1945, 1949, 1958, 1970, 1982, 1983, 1985, 1988, 1990, 1998, 2000, 2001, 2002*, 2005, 2009, 2016, 2018, 2019, 2020
  Copa Paraná 2 1998  e 2003[23]
  Torneio Início 6 1936, 1947, 1955, 1958, 1987 e 1988

  Campeão invicto

* Supercampeonato Paranaense

EstatísticasEditar

 Ver artigo principal: Estatísticas de todas as temporadas
Participações
Participações em 2021
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P   R  
  Campeonato Paranaense 97 Campeão (26 vezes) 1924 2021
  Primeira Liga 1 Vice-campeão (2016) 2016 2016
  Campeonato Brasileiro 45 Campeão (2001) 1959 2021 3
Série B 6 Campeão (1995) 1980 2012 4
Copa do Brasil 25 Campeão (2019) 1989 2021
Supercopa do Brasil 1 Vice-campeão (2020) 2020 2020
  Copa Libertadores da América 7 Vice-campeão (2005) 2000 2020
Copa Sul-Americana 8 Campeão (2018) 2006 2021
Recopa Sul-Americana 1 Vice-campeão (2019) 2019 2019
  Levain Cup/CONMEBOL 1 Campeão (2019) 2019 2019

Campanhas de destaqueEditar

Club Athletico Paranaense
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
  Levain Cup/CONMEBOL 1 (2019) 0 0 0
  Copa Libertadores da América 0 1 (2005) 0 0
  Copa Sul-Americana 1 (2018) 0 1 (2006) [24] 0
  Recopa Sul-Americana 0 1 (2019) (não existe esta colocação) (não existe esta colocação)
  Campeonato Brasileiro – Série A 1 (2001) 1 (2004) 1 (2013) 1 (1983)
  Copa do Brasil 1 (2019) 1 (2013) 0 0
  Supercopa do Brasil 0 1 (2020) (não existe esta colocação) (não existe esta colocação)
  Campeonato Brasileiro – Série B 1 (1995) 1 (1990) 1 (2012) 0
  Primeira Liga do Brasil 0 1 (2016) 0 0
 x  Copa Sul-Minas 0 1 (2002) 0 1 (2000)
  Campeonato Paranaense 26 vezes 19 vezes 12 vezes 11 vezes
  Copa Paraná 2 (1998, 2003) 0 0 1 (2008)

Maiores artilheirosEditar

Top 10 goleadores do Club Athletico Paranaense[25][26]
Pos. Jogador Gols
1 Sicupira 157
2 Jackson 143
3 Kléber Pereira 124
4 Marreco 115
5 Cireno 114
6 Valter 106
7 Paulo Rink 80
8 Guará 76
9 Alex Mineiro 65
9 Adriano Gabiru 65

Jogadores destacadosEditar

  Jogadores que, no mundo, só jogaram pelo Club Athletico Paranaense

  Jogadores que, no Brasil, só jogaram pelo Club Athletico Paranaense

  Jogadores que, no Paraná, só jogaram pelo Club Athletico Paranaense

Esta é uma lista de jogadores de destaque que já passaram pelo Athletico Paranaense:

Seleção dos 80 anosEditar

No ano de 2004, o clube comemorou os 80 anos de existência e para celebrar a história do Furacão, a equipe do site "Furacao.com" reuniu 15 profissionais, entre eles jornalistas, escritores, colunistas, historiadores e ex-jogadores para eleger a Seleção dos 80 anos.[28] Nela estão jogadores que atuaram nos primeiros anos do Clube e outros que atuaram já no século XXI. Também foi eleito o técnico e o dirigente que marcaram época no Furacão.

Goleiro
1   Caju
Laterais
2   Djalma Santos
6   Pepicelli
Zagueiros
3   Gottardi Jr.
4   Zanetti
Meias/Atacantes
8   Barcímio Sicupira
10   Jackson Nascimento
5   José Kléberson
7   Benedito Assis
11   Cireno Brandalise
Atacantes
9   Alex Mineiro
Técnico
  Eugênio Geninho
Dirigente
  Mário Petraglia

TreinadoresEditar

 
Vadão foi um dos principais técnicos da história do Athletico Paranaense

Esses são os principais treinadores:

ElencoEditar

  Última atualização: 18 de agosto de 2021.

Elenco atual do Club Athletico Paranaense[29][30]
N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome
1 G   Santos  ² 17 A   Bissoli 37 Z   Lucas Fasson
2 Z   Nicolás Hernández 18 M   Léo Cittadini 38 A   Vinícius Mingotti
5 LD   Marcinho 19 A   Jáderson 44 Z   Thiago Heleno  
6 LE   Márcio Azevedo 21 A   Matheus Babi 55 M   Fernando Canesin
8 LE   Nicolas 25 V   Richard 70 M   Bruno Leite
10 M   Jadson 26 V   Erick 79 A   Renato Kayzer
11 M   Nikão 27 Z   Zé Ivaldo 80 M   David Terans
13 LD   Khellven 28 A   Vitinho 88 V   Christian
14 Z   Edu 30 Z   Luan Patrick 96 A   Carlos Eduardo
15 A   Jader 32 A   Pedro Rocha 98 G   Anderson
16 LE   Abner 34 Z   Pedro Henrique 99 G   Bento

Técnico:   António Oliveira


UniformesEditar

Identidade visualEditar

Na década de 1940, o jogador Ayrton Lolô Cornelsen, à época também estudante de engenharia e arquitetura, decidiu redesenhar o escudo do rubro-negro porque o achava muito conservador e parecido com o do Flamengo carioca. O antigo símbolo era triangular, com listras horizontais em vermelho e preto e o acrônimo CAP (de Club Athletico Paranaense) em estilo gótico no lado superior, enquanto o novo era o CAP com letras mais estilizadas e grossas, mantendo o entrelaçar delas, em um estilo barroco, sem nenhum contorno. Por ser simpático pelo Flamengo, deixou uma pequena homenagem ao clube carioca na forma como as letras se entrelaçam, remetendo justamente ao seu escudo.[31] Em algumas publicações mais antigas, o CAP do escudo possuía fontes geométricas devido a dificuldade de reproduzir a fonte original.

Posteriormente, voltou-se a utilizar um contorno quase triangular com listras vermelhas e pretas na horizontal e a letras estilizadas por Lolô. Este escudo foi utilizado até setembro de 1988, quando houve uma pequena alteração, pois as listras passaram para a vertical.

Em 1997, na era Petraglia, o escudo foi modificado, mantendo as linhas verticais e as letras concebidas por Lolô, porém, dentro de um escudo redondo, modernizando um dos principais símbolos do clube.[32]

Em 2018, o clube passou por uma nova e radical reformulação na sua identidade visual. O nome "Clube Atlético Paranaense", adotado a partir da década de 1950, cedeu lugar à denominação original "Club Athletico Paranaense". A troca permitiu o fim de confusões com outro grande time, o Clube Atlético Mineiro.[33][34]

Além da nova grafia, o clube adotou um novo escudo, com visual moderno, formado por linhas paralelas ascendentes nas cores do time e com o formato remetendo a um furacão, apelido do Athletico, encimado com acrônimo CAP. O escudo reúne também detalhes da bandeira do estado do Paraná e o conceito de crescimento.[35][36]

Os uniformes também passaram para um remodelação. A nova camisa passa a estampar a ideia do escudo, com as tradicionais listras pretas perdendo o protagonismo. O uniforme principal é vermelho e com as quatro listras no canto esquerdo. O segundo uniforme é branco e obedece o mesmo formato, com as listras vazadas.

Também foi criada a "Família Furacão", novos mascotes compostos por marido, esposa, dois filhos e o Fura-Cão, o cachorro da família.[37]

Evolução do Escudo do Club Athletico Paranaense
1924 - 1935 1936 1937 1938 1939 1940 - 1945 1946 - 1948
   
1949 1950 - 1969 1970 - 1989 1990 - 1996 1997 - 2001 2002 - 2018 2019 - Atual

Valor de mercadoEditar

De acordo com um ranking de 2015 da consultoria BDO RCS Auditores Independentes, o Athletico Paranaense detinha o décimo terceiro maior valor de mercado do futebol do Brasil, com 146,8 milhões de reais.[38]

Sedes e estádiosEditar

Arena da BaixadaEditar

 Ver artigo principal: Estádio Joaquim Américo Guimarães

Seu estádio é o Joaquim Américo Guimarães, ou Arena da Baixada, popularmente conhecida pelos torcedores apenas como "Caldeirão". O campo da baixada, como era conhecido desde a sua inauguração em 1914, levantado em madeira pelo Internacional (um dos times fundadores do Athletico), teve como jogo inaugural, no dia 6 de setembro de 1914, a partida entre o Internacional e o Flamengo carioca, quando o clube do Rio de Janeiro venceu a partida por 7x1.

 
Foto panorâmica de jogo disputado na Arena da Baixada em 2014.

A primeira grande reforma da Baixada ocorreu em 1967, com ampliação das arquibancadas. Essa reforma ocorreu com a ajuda dos irmãos Alberto e Alfredo (Caju) Gottardi, ex-jogadores do Clube. A segunda reforma aconteceu entre 1992 e 1994, com a construção de um tobogã no gol de fundos. Em 1997 o estádio foi demolido para a construção de uma arena e entre 2012 e 2014, ocorreu a reforma completa para o complemento das arquibancadas e a adaptação aos padrões da FIFA e assim, receber quatro partidas da Copa do Mundo FIFA de 2014.

CT do CajuEditar

O Centro de Treinamentos Alfredo Gottardi ou CT do Caju, é o centro de treinamento do clube. Em 1995, a diretoria recém empossada, desfez-se do antigo Parque Aquático, localizado no bairro do Boqueirão, para viabilizar a construção de um CT. O local foi inaugurado em 26 de junho de 1999 e sua denominação é uma homenagem ao ídolo Alfredo Gottardi.[39]

CAP S/AEditar

Em novembro de 2011, o clube constituiu uma Sociedade de propósito específico (SPE) com a finalidade de administrar as reformas da Arena da Baixada, obras necessárias para a adaptação ao livro de encargos da FIFA e aos jogos que ocorreram nesta praça esportiva na Copa do Mundo de 2014.[40]

Com a denominação de CAP S/A - Arena dos Paranaenses, a empresa pode contrair empréstimos, ficando assim, estes recursos disponíveis exclusivamente para as obras e não fazendo parte da contabilidade do Clube Athletico Paranaense. Após a conclusão das obras e finalização das dívidas efetuadas pelo CAP S/A, esta empresa será extinta.

Clássicos e RivalidadesEditar

AtletibaEditar

 Ver artigo principal: Atletiba

O Atletiba é o nome do clássico disputado entre Athletico e Coritiba, considerado o mais tradicional da capital paranaense e uma das maiores rivalidades brasileiras.

O primeiro confronto oficial considerado válido para as estatísticas se deu em 8 de junho de 1924,[41] no Parque Graciosa, pelo Campeonato Paranaense, em que o Coritiba goleou o Athletico pelo placar de 6 a 3.[42] De acordo com atleticanos, o primeiro confronto teria ocorrido anteriormente, em 20 de abril de 1924, logo após a fundação do Athletico, numa disputa de trinta minutos em que venceu o estreante por 2 a 0.[43] A validade de tal exibição é contestada pois não se tratava de uma partida oficial com noventa minutos de duração.[44]

ParaticoEditar

 Ver artigo principal: Paratico (clássico)

O clássico Paratico é a rivalidade entre Athletico e Paraná Clube.

Ambos confrontaram-se no primeiro (e até então único) clássico paranaense realizado por uma competição internacional, pela Copa Sul-Americana de 2006. Os resultados foram de vitória atleticana, por 1 a 0 na Arena da Baixada e outra por 3 a 1 no Pinheirão. O time tricolor acabou eliminado pelo rubro-negro.[45]

PresidentesEditar

Outros esportesEditar

O Rubro-Negro também é um dos fundadores da Federação Paranaense de Futsal, também já teve outras modalidades esportivas, já teve time de Basketball, e Futsal, onde foi revelado o jogador Paulo Rink.

Guias de jogosEditar

PreliminarEditar

Preliminar foi uma revista tipo match guides (em português: guias de jogos) do Club Athletico Paranaense. A revista era editada e entregue no estádio Kyocera Arena nos dias de jogos do clube. O conteúdo deste periódico fazia referente aos detalhes do confronto, do adversário, do campeonato em questão, estatísticas e reportagens especiais e curiosidades.[46][47][48]

Seu lançamento ocorreu em abril de 2006[46] no jogo contra o Fluminense.[46] O periódico foi editado entre 2006 e 2008 e foi substituída pelo revista Uh! Caldeirão.[49]

Uh! CaldeirãoEditar

A Uh! Caldeirão foi uma revista brasileira de conteúdo futebolístico do Club Athletico Paranaense.[50][51] O periódico foi o guia oficial do C.A.P. para os jogos do clube dentro da Arena da Baixada.[49][50]

Em um formato de 14,8 cm x 21 cm,[52] a revista era distribuída gratuitamente em cada partida dentro do estádio atleticano e sua tiragem era de aproximadamente 10 mil exemplares para os jogos do Campeonato Paranaense, 15 mil exemplares nos confrontos da Copa do Brasil e de 15 a 20 mil nas disputas do Campeonato Brasileiro.[52] Com informações sobre o jogo que iria acontecer (na ocasião da sua distribuição), tanto do Athletico como do time adversário e sobre a competição da disputa. A revista não possuía periodicidade definida, pois suas edições ocorriam conforme a sucessão de jogos realizados dentro do Estádio Joaquim Américo Guimarães.

A primeira edição da revista circulou no confronto entre o C.A.P. e o Corinthians Paulista no sábado, dia 27 de junho de 2009, pela 8° rodada do Campeonato Brasileiro.[51][53] O destaque desta edição foi a estreia, no time paranaense, do técnico Waldemar Lemos.[53]

A revista foi a substituta do periódico Preliminar,[48] lançada em maio de 2006 como o Guia de Jogo Oficial[47] do clube e também distribuído gratuituamente nos dias de jogos na então Kyocera Arena. Este conceito (guia oficial de jogo), o C.A.P. copiou nos moldes dos clubes ingleses que editam os chamados match guides.[54]

A Uh! Caldeirão teve sua última edição no dia 5 de dezembro de 2010 (última rodada do Brasileirão 2010) quando o rubro negro paranaense ganhou de 1 a 0 do Avaí. A revista foi substituída pelo “Guia de Jogo Oficial do CAP”, num conceito mais simples, compacto e adaptado aos “match guides” esportivos norte-americano e do futebol europeu, sendo diferente do formato "revista" que possuía a Uh! Caldeirão.[55] O novo guia (Guia de Jogo Oficial do CAP) estreou no jogo contra o Corinthinas Paranaense, na noite de 10 de março de 2011, pelo Campeonato Paranaense de 2011.

Ver tambémEditar

Referências

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  55. «Atlético Paranaense lança novo Guia de Jogo oficial» [ligação inativa] Site Oficial do Clube Atlético Paranaense em 11 de março de 2011

Ligações externasEditar

 
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