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História da teologia cristã
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Os avivamentos (ou reavivamentos) são acontecimentos, ditos moveres espirituais, em que há a transformação de vidas em número e são típicos do protestantismo anglo-americano, embora tenham ocorrido em todos os continentes. Trata-se de grandes períodos de efervescência espiritual cristã, quando muitos, na maioria milhares, são atraídos às igrejas, principalmente pentecostais, e sinais incomuns como batismo no Espírito Santo e curas em massa acontecem.

Os avivamentos geralmente começam com oração, seja por parte do avivalista que toma o rumo do acontecimento, seja por parte de outros. Um exemplo clássico foi o de William Seymour, iniciante do Avivamento na Rua Azusa em 1905, que orava em torno de sete horas por dia antes do avivamento começar.

As consequências mais normais de um avivamento, além do aumento do número de conversões ao cristianismo - nunca se prendendo a apenas uma classe social e ao mesmo tempo alcançando o maior número de cristãos não praticantes ou não cristãos - são de melhorias na sociedade, sendo que muitas vezes leis sociais são criadas por parte dos governos dos respectivos lugares em função da mudança social que neles ocorre. Além disso, diminui-se o número de salão de bailes e bares na região e verifica-se uma significativa baixa dos índices de casualidades imorais e/ou anticonstitucionais, que são sempre registradas no decorrer e após os avivamentos, revelando que tais eventos trazem, sempre, uma boa consequência para a sociedade, mesmo aquela que não é cristã. Algumas manifestações comuns notadas e testificadas por parte de tantos cristãos e não-cristãos como a presença real de Deus são:

  • Convicção de pecado (em gemidos, choros e etc) e arrependimento (confissões públicas de pecados dantes cometidos), seguidos de genuína alegria (proveniente da certeza do perdão de Deus) por parte dos agora convertidos;
  • Espontaneidade em tudo;
  • Batismo do Espírito Santo, milagres e sinais (curas, expulsão de demônios e etc);
  • Diminuição da frivolidade;
  • Íntima comunhão (inclusive com pessoas dantes desconhecidas);
  • Fé renunciante;
  • Perda da importância das diferenças denominacionais e teológicas (promoção da unidade da Igreja);
  • Ações sociais voluntárias;
  • A desnecessidade de anúncios, petições de coletas, liturgias e etc;
  • E em alguns casos, como visto no Avivamento das Ilhas Fiji, a restauração/despoluição (autônoma?) da natureza.

Jonathan Edwards, teólogo e pastor calvinista norte-americano, que serviu durante o período do Primeiro Grande Despertamento (nas décadas de 1730 e 1740), escreveu sua obra "The Distinguishing Marks of a Work of the Spirit of God" (As marcas distintivas de uma obra do Espírito de Deus) como uma análise crítica de tais fenômenos avivalistas, a fim de examinar a veracidade de muitas manifestações realizadas por parte dos ouvintes. Como apresentado por ele e demais avivalistas, tanto para dar início quanto para conservar o avivamento, é necessária a ênfase na oração, no conhecimento e prática da Palavra de Deus e no testemunho de uma vida santa, tendo Jesus como verdadeiro Senhor.

Conta-se que, após uma das pregações de Charles Finney em Governeur, no estado de Nova Iorque, não houve baile ou representações teatrais por quase seis anos, tamanha a força das palavras proferidas pelo chamado apóstolo do avivamento. Ao longo de todo seu ministério pelos Estados Unidos, calcula-se que cerca de 500 mil pessoas aceitaram ao Senhor Jesus.[1]

Avivacionistas da HistóriaEditar

 
John Wesley, um dos grandes avivacionistas e responsável pelo maior avivamento da Inglaterra.

Um avivacionista, também chamado "avivalista", uma palavra que tem origem no termo em inglês "revivalist", é uma pessoa que promove e divulga o avivamento cristão que ocorre com a mudança de comportamento de uma pessoa, um povo ou uma nação. Vários eventos podem ter lugar durante o avivamento — desde o batismo no Espírito Santo, como citado em Pentecostes (Atos 2:4), até à divulgação de outros avivamentos pelo mundo. Os principais avivacionistas da História e os respectivos lugares onde influenciaram com o início de um avivamento foram:[carece de fontes?]

Além dos já citados, houve outros avivacionistas que também desempenharam papel importante em avivamentos, ou então pregam o avivamento nos dias de hoje. Exemplos são o já falecido pregador inglês Smith Wigglesworth que ajudou em muito no avivamento na Nova Zelândia no início do século passado, Paul David Cull, neo-zeolandês líder do ministério Avivamento Já!.[carece de fontes?]

Ver tambémEditar

Referências

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