Bela Donna

filme de 1998 dirigido por Fábio Barreto
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Bela Donna
 Brasil /  Estados Unidos
1998 •  cor •  111 min 
Direção Fábio Barreto
Produção Lucy Barreto
Luiz Carlos Barreto
Coprodução Lenore Mohr
Ted Schachter
Produção executiva Maria da Salete
Roteiro José Almino
Fábio Barreto
Amy Ephron
Baseado em Riacho Doce de José Lins do Rego
Elenco Natasha Henstridge
Eduardo Moscovis
Andrew McCarthy
Odilon Wagner
Florinda Bolkan
Gênero drama
romance
Música Dori Caymmi
Cinematografia Félix Monti
Figurino Diana Eichbauer
Edição Caroline Biggerstaff
Virginia Flores
Lançamento 14 de agosto de 1998[1]
Idioma português
inglês
Orçamento R$ 5,5 milhões[2]

Bela Donna é um filme brasileiro e estadunidense de 1998, um drama romântico dirigido por Fábio Barreto e com roteiro baseado no romance Riacho Doce, de José Lins do Rego.[2]

O filme, que recebeu o título em inglês de White Dunes, foi filmado em Morro Branco e na praia de Canoa Quebrada, no estado brasileiro do Ceará.[2]

SinopseEditar

Na década de 1930, Donna e Frank, um casal de estrangeiros, vem para o Brasil, mais precisamente, para o Ceará. O homem vem para trabalhar num empreendimento petrolífero, e a sua esposa logo se integra aos hábitos da região e acaba conhecendo um atraente pescador, Nô. Os dois acabam apaixonando-se.

ElencoEditar

ProduçãoEditar

O diretor Fábio Barreto chegou ao nome de Natasha Henstridge após analisar um casting proposto pela agência dela em que constavam Gwyneth Paltrow, Elisabeth Shue, Nastassja Kinski, entre outras,"Cheguei a pensar na Patrícia Pillar, mas a Natasha tem o perfil ideal da personagem", disse Barreto. "Depois desse filme, ela tem tudo para se tornar uma 'major actress'".[2] O diretor também disse que o filme é 70% falado em inglês e 30% em português".[2]

As versões do livro de José Lins do Rego e da minissérie homônima exibida pela TV Globo é bem diferente da adaptada por Barreto, Amy Ephron e José Almino Arraes, "Em Bela Donna todos os personagens têm uma crise. A narrativa é vertical, os personagens não estão contando uma história, eles vivem em crise. A paixão é uma crise", afirmou Barreto.[2]

Referências

  1. Sérgio Dávila (14 de agosto de 1998). «Diálogos impertinentes e a estréia de "Bela Donna'». Folha Ilustrada. Consultado em 23 de agosto de 2017 
  2. a b c d e f Negromonte, Marcelo (4 de junho de 1997). «Clã Barreto gasta R$ 5,5 mi sob sol cearense». Folha de São Paulo. Consultado em 25 de novembro de 2019 

Ligações externasEditar

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