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Bill Farr
Nascimento 30 de outubro de 1925
Sapucaia
Morte 13 de setembro de 2010 (84 anos)
Rio de Janeiro
Ocupação Ator e Cantor

Antônio Medeiros Francisco, de nome artístico Bill Farr (Sapucaia, 30 de outubro de 1925 - Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2010) foi um cantor e ator brasileiro.[1]

BiografiaEditar

Passou a infância em Petrópolis e, quando ainda estudante do Colégio Werneck, organizou um grupo vocal. Depois que terminou seu curso científico, ingressou na carreira artística.[2]

Começou como vocalista no Hotel Quitandinha, em Petrópolis. Depois passou a atuar na Rádio Nacional do Rio de Janeiro por intermédio de César de Alencar, participando dos programas Gente Nova, de Celso Guimarães, Programa César de Alencar, Um Milhão de Melodias e Orquestra Melódica. Tornou-se vocalista da orquestra de Ferreira Filho.

Em 1952, gravou seu primeiro disco, pela Sinter, com Abraça-Me[1], samba de Luís Bittencourt, e Depois do Amor, bolero de José Maria de Abreu e Osvaldo Santiago. No mesmo ano, foi lançado como galã no cinema por José Carlos Burle nos filmes Carnaval Atlântida e Barnabé, Tu És Meu. Em 1953, por intermédio de Bené Nunes, transferiu-se para a gravadora Continental, pela qual lançou com sucesso, em 1954, o foxtrote Oh, de Arnold Johnson e Byron Gay, com versão de Haroldo Barbosa, que foi, por vários meses, campeão de vendas.

No mesmo período, gravou o samba Podem Falar, de Antônio Maria e Ismael Neto, a cançoneta Coisas de Paris, de Haroldo Barbosa, e o foxtrote Zum-zum-zum, de Lúcio Alves. No ano seguinte, lançou a marcha Tira a Boca do Caminho, de Mário Lago e Chocolate. Gravou também o fox-polca A Casa do Nicola, de João de Barro e o samba-canção O Que É Amar, de Johnny Alf.

Em 1956, gravou com Emilinha Borba, com arranjos de João de Barro, o fox-marcha Bate o Bife. No mesmo ano, gravou os sambas Só Errando o Português, de Lúcio Alves, e Sonho Desfeito, de Armando Cavalcanti, Paulo Soledade e Tom Jobim. Em 1957, gravou os sambas Vamos Beber, de Paquito, Nelson Boexi e Romeu Gentil, e Não Me Jogue Fora, de Aldacir Louro e Avaré, a Toada do burrinho, de Catulo de Paula e Hermenegildo Francisco, e a valsa Mulher Ideal, de Klécius Caldas e Armando Cavalcanti.

Em 1958 lançou o bolero Vencida, do maestro Eduardo Patané, e os sambas-canção Eu Não Existo Sem Você, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, e Canção para Ninar Gente Grande, de Antônio Maria e Evaldo Gouveia. Em 1959, gravou Mais Um Samba Popular, de Ataulfo Alves, e Manhã de Carnaval, de Luiz Bonfá e Antônio Maria.

Em 1960, gravou o clássico samba Mulher de Trinta, de Luiz Antônio. Em 1961, lançou seu último disco, interpretando a marcha Passarela, de Jota Jr. e Castelo, e o samba Lá Vem Mangueira[1], de Paquito, Romeu Gentil e Paulo Gracindo.

Trocou a carreira de cantor pelo comércio exterior, indo para Madri, Espanha, trabalhar em um escritório brasileiro. [2]

Aos 80 anos, participou do septuagésimo aniversário da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, ao lado de antigos funcionários, produtores e artistas da rádio, como Marlene, Jorge Goulart, Ademilde Fonseca, Daisy Lúcidi e Gerdau dos Santos.

Referências

  1. a b c Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. «Bill Farr». Consultado em 24 de julho de 2019 
  2. a b Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. http://dicionariompb.com.br/bill-farr/biografia. Consultado em 24 de julho de 2019  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
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