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Bioarqueologia estuda o passado através de remanescentes biológicos humanos em contextos arqueológicos

A bioarqueologia é uma disciplina voltada para reconstrução do passado através do estudo de remanescentes biológicos humanos recuperados em contextos arqueológicos.[1] Dentre esses remanescentes, ossos e dentes representam a maior parte dos achados.[2] Ela é uma das áreas interdisciplinares que envolve simultaneamente a necessidade de conhecimentos oriundos da Antropologia Biológica, Arqueologia e Antropologia Social.[3]

O termo bioarqueologia foi cunhado pela primeira vez pelo arqueólogo britânico Grahame Clark em 1972 como uma referência à zooarqueologia, ou o estudo de ossos de animais de sítios arqueológicos. Ela é uma disciplina conhecida em outros países como osteoarqueologia ou paleo-osteologia. Redefinida em 1977 por Jane Buikstra a bioarqueologia nos EUA se refere ao estudo científico de restos humanos de sítios arqueológicos. Na Inglaterra e em outros países europeus, o termo "bioarqueologia" é emprestada para cobrir todos os restos biológicos dos locais.[4][5]

Referências

  1. LARSEN, C. S. Bioarchaeology. Cambridge: Cambridge University Press, (2000).
  2. ANÁLISE DOS REMANESCENTES ESQUELÉTICOS RECUPERADOS EM NAUFRÁGIOS DA COSTA BRASILEIRA: Galeão São Paulo (1652) e sítio PAPI-01-SC (Nau NS del Pilar - séc XVIII). por Cunha, Luiz Octavio de Castro (2008)
  3. Bioarqueologia: Cemitério dos Pretos Novos (RJ) (2013)
  4. Martin, Debra L., Ryan P. Harrod, and Ventura R. Pérez. Bioarchaeology: An Integrated Approach to Working with Human Remains. New York: Springer, 2013.
  5. Molleson, Theya (1994). «The Eloquent Bones of Abu Hureyra». Scientific American. 271 (2): 70–75. doi:10.1038/scientificamerican0894-70 
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