Abrir menu principal

Diocese da Guarda

(Redirecionado de Bispo da Guarda)
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde junho de 2019). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Diocese da Guarda
Ægitaniensis
Sé Catedral da Guarda
Localização
País Portugal
Arquidiocese metropolitana Patriarcado de Lisboa
Estatísticas
População 250 000 (96,0% católicos)
Área 6 759 km²
Informação
Denominação Católica Romana
Rito Romano
Criação Século VI (na Egitânia;
instalação na Guarda em 1199)
Catedral Sé da Guarda
Padroeiro(a) Nª Senhora da Assunção
Governo da diocese
Bispo D. Manuel da Rocha Felício
Jurisdição Diocese
Página oficial http://www.diocesedaguarda.pt
dados em catholic-hierarchy.org

A diocese da Guarda foi fundada originalmente na cidade romana da Egitânia (actual Idanha-a-Velha); face ao declínio acentuado desta última, sobretudo após o domínio muçulmano, o rei Sancho I de Portugal fundou, em 1199, mais a Norte, uma nova cidade (a Guarda), provendo-a com o bispo de Idanha, funcionando desde então aí a sede da diocese que, em latim, retém o velho nome de Dioecesis Ægitaniensis.

Paço Episcopal, Guarda

O seu território abrange, no Distrito de Castelo Branco, os concelhos de Belmonte, Covilhã, Fundão e Penamacor, e ainda quatro freguesias do concelho de Castelo Branco (Almaceda, Louriçal do Campo, Ninho do Açor e São Vicente da Beira); no Distrito de Coimbra, a freguesia de São Gião (concelho de Oliveira do Hospital); no Distrito da Guarda, os concelhos de Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Gouveia, Guarda, Manteigas, Pinhel, Sabugal, Seia, Trancoso, três freguesias do concelho de Fornos de Algodres (Juncais, Vila Ruiva e Vila Soeiro do Chão, sendo esta apenas civil) e duas freguesias de Vila Nova de Foz Coa (Almendra e Castelo Melhor). Tem uma área de 6.759 Km2. A sua população está estimada em 250.000 habitantes (Censos de 2000).

OrdináriosEditar

Bispos da EgitâniaEditar

  1. Adorico (561, 572)
  2. Comundo (589)
  3. Licério (597, 610)
  4. Montésis, Montésio, Montênsis, Mentésio (633, 638)
  5. Arménio (646)
  6. Siclua, Selua (653, 666)
  7. Monefonso (683, 688)
  8. Argesindo (693)

Bispos da GuardaEditar

  1. Rodrigo (I) (1199)
  2. Martinho (I) Pais (1200-1225)
  3. Vicente Hispano (1226-1248)
  4. Rodrigo (II) Fernandes (1248-1267)
  5. Frei Vasco (I) (1267-1278)
  6. Frei João (I) Martins (1278-1301)
  7. Vasco (II) Martins de Alvelos (1302-1313), antes bispo de Lamego
  8. Rodrigo (III) (1313)
  9. Estêvão (I) (1314-1316)
  10. Martinho (II) (1319-1322)
  11. Guterres (1322-1326)
  12. Bartolomeu (1326-1345)
  13. Afonso (I) Dinis (1346-1347), depois bispo de Évora
  14. Lourenço Rodrigues (1349-1356), depois bispo de Coimbra e de Lisboa
  15. Estêvão (II) Tristão (1357-1360?)
  16. Gil (I) Cabral de Viana (1360-1362)
  17. Vasco (III) de Menezes (1362-1367)
  18. Gonçalo (I) Martins (1367)
  19. Afonso (II) Correia (1367-1384)
  20. Frei Vasco (IV) de Lamego (1384-?)
  21. Afonso (III) Ferraz (?-1396)
  22. Gil (II) (1397)
  23. Gonçalo (II) Vasques da Cunha (1397-1426)
  24. Luís (I) da Guerra (1427-1458)
  25. Frei João (II) Manuel (1459-1476)
  26. João (III) Afonso Ferraz (1477-1478)
  27. Álvaro (I) de Chaves (1479-1481), primeira vez
  28. Garcia de Menezes (1481-1484), administrador apostólico
  29. Álvaro (I) de Chaves (1484-1496), segunda vez
  30. Pedro Vaz Gavião (1496-1516)
  31. Cardeal Infante D. Afonso (IV) de Portugal (1516-1519), depois bispo de Viseu e, em acumulação, bispo de Évora e arcebispo de Lisboa
  32. Miguel da Silva (1516-1519), administrador apostólico
  33. Jorge de Melo (1519-1548)
  34. Cristóvão de Castro (1550-1552)
  35. João (IV) de Portugal (1556-1585), filho do conde de Vimioso
  36. Manuel (I) de Quadros (1585-1593)
  37. Nuno de Noronha (1593-1608), também bispo de Viseu
  38. Afonso (V) Furtado de Mendonça (1609-1616), também bispo de Coimbra-conde de Arganil, arcebispo de Braga, arcebispo de Lisboa e vice-rei de Portugal
  39. Francisco de Castro (1617-1630)
  40. Frei Lopo de Sequeira Pereira (1632-1636)
  41. Dinis de Melo e Castro (1639)
  42. Diogo Lobo (1640), eleito, não confirmado pelo Papa
  43. Pedro (II) de Lencastre, depois arcebispo de Évora e de Braga e 5.º Duque de Aveiro, não confirmado pelo Papa
  44. Frei Álvaro (II) de São Boaventura (1669-1672)
  45. Martim Afonso de Melo (1672-1684)
  46. Frei Luís (II) da Silva (1685-1691)
  47. João (V) de Mascarenhas (1692-1693)
  48. Rodrigo (IV) de Moura Teles (1694-1704), também arcebispo de Braga
  49. António (I) de Saldanha (1705-1711)
  50. João (VI) de Mendonça (1713-1736)
  51. Frei José (I) Fialho, O. Cist. (1739-1741)
  52. Bernardo António de Melo Osório (1742-1774)
  53. Jerónimo Rogado do Carvalhal e Silva (1775-1797)
  54. José (II) António Pinto de Mendonça Arrais (1797-1822)
  55. Frei Carlos de São José de Azevedo e Moura (1824-1828)
  56. Joaquim José Pacheco de Sousa (1832-1857)
  57. Manuel (II) Martins Manso (1858-1878)
  58. Tomás Gomes de Almeida (1883-1903)
  59. Manuel (III) Vieira de Matos (1903-1914)
  60. José (III) Alves Mattoso (1914-1952)
  61. Domingos da Silva Gonçalves (1952-1960)
  62. Policarpo da Costa Vaz (1960-1979)
  63. António (II) dos Santos (1979-2005)
  64. Manuel (IV) da Rocha Felício (desde 1 de dezembro de 2005)

RomariasEditar

 
Final da Procissão das Festas em Honra de Nossa Senhora da Ajuda

EscutismoEditar

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar