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O bombardeio de Stalingrado matou 200 mil militares soviéticos[1] e a cidade possuía uma indústria bélica estratégica,[2] no início, o Exército Vermelho sofreu escassez de armamentos e munições, chegando a ter uma proporção de meia arma de fogo para cada soldado[3] e a maior parte da população civil fora evacuada do local e a comunidade restante fora treinada como guerrilheira na batalha de Stalingrado.[4]

Índice

OfensivaEditar

Em outubro, determinada a quebrar o reforço de 200 mil cossacos que Stalin mandou para a cidade no início de outubro,[5] a Luftwaffe, comandada pelo marechal do ar Wolfram von Richthofen, elevou seus ataques com mais de 2000 saídas de comboios em 14 de outubro de 1942, atacando as posições ao longo do da calha hídrica,cercando o município e a fábrica de tratores Dzherzhinskiy, local de uma das mais encarniçadas resistências de toda a batalha, que matou centenas de soldados e dizimou regimentos inteiros.[6]

Em 15 de outubro, o exército germânico tomou a fábrica de munição Barricadas, minando a produção de suprimentos soviética.[7] Se concentrou forças na estepe para se conter a ofensiva nazista e recuperar parte da cidade.[8] O governo nazi mandou muitas tropas não-alemãs que eram mal treinadas e tinham parco equipamento, o que era aproveitado pelo exército vermelho.[9]

Pós ofensivaEditar

 
Mulher soviética fugindo das bombas.

Os nazistas tiveram ao longo da batalha 140 mil perdas[10] e 94,5 mil viraram prisioneiros[11] Em 20 de novembro os nazistas perderam através de guerra de cerco[12] liderados por de Erich von Manstein vindo do Rio Don.[13] O Richthofen, tentou fazer com que o Goering cancelassem essa decisão sem sucesso, sabedor da dificuldade de sustentar um exército cercado de mais de 300 mil homens.[14]

Referências

BibliografiaEditar