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Entrada de um parque de estacionamento Bragaparques

A BragaParques é uma Empresa originária de Braga, mas com negócios em todo o país, especializada na gestão de parques de Estacionamento.

A empresa fez parte do grupo Rodrigues & Névoa, fundado por Domingos Névoa e Manuel Rodrigues até 2019. Com o desmembramento da sociedade o empresa ficou para Domingos Névoa.

Em Braga explora quatro parques subterrâneos de estacionamento.

Em Lisboa tem a concessão dos parques do Martim Moniz, da Praça da Figueira e do Largo Vitorino Damásio. Além disso foi dona dos terrenos em Entrecampos onde funcionava a Feira Popular.

No Porto construiu, em terrenos do Hospital São João, um parque subterrâneo, um centro comercial e um hotel.

Explorou ainda parques em Bragança, Coimbra, Tomar, Almada e Algarve.

Acusação de crime de corrupção activaEditar

Domingos Névoa, sócio da empresa Bragaparques, foi acusado pelo Ministério Público por um crime de corrupção activa[1]. Em causa está uma oferta de 200 mil euros ao vereador do Bloco de Esquerda José Sá Fernandes para que este recuasse nas críticas que fez ao negócio entre a Câmara Municipal de Lisboa e aquela empresa para a permuta de terrenos do Parque Mayer e da Feira Popular.

Domingos Névoa acabou por ser condenado em 23 de Fevereiro de 2009, pelas Varas Criminais de Lisboa, mas por crime de corrupção activa para acto lícito, numa pena de multa de 5 mil euros. Recorreu depois para a Relação de Lisboa, que foi mais longe e o absolveu, em 22 de Abril de 2010. Após recurso do MP e de José Sá Fernandes, assistente no processo, em janeiro de 2012 Supremo Tribunal de Justiça revogou a absolvição do dono da Bragaparques. Domingos Névoa foi condenado a 5 meses de prisão, pena que fica suspensa por um ano se indemnizar o Estado em 200 mil euros[2].

Em 15 de Fevereiro de 2012, o advogado de Domingos Névoa, Artur Marques, assegurou que o processo Bragaparques já prescreveu, o que significa que não haverá qualquer pena para o administrador da empresa[3].

Em junho de 2014, Domingos Névoa pediu em tribunal meio milhão de euros de indemnização aos irmãos Sá Fernandes, que o ajudaram a condenar, e quer que o tribunal os proíba de voltar a falar dele.[4]

Referências