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Braz Chediak
Nascimento 1 de junho de 1942 (77 anos)
Três Corações, MG

Braz Chediak (Três Corações, 1 de junho de 1942) é um ator, roteirista, cineasta e escritor brasileiro. Filho de Elias José e de Maria Aparecida Guimarães Chediak, começa sua carreira como ator no filme O Homem que Roubou a Copa do Mundo (1963) de Victor Lima, ao lado de Grande Otelo, Ronald Golias, Herval Rossano e Renata Fronzi.[1]

No teatro atua, em 1962, na peça Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, sob a direção de Paulo Afonso Grisolli. Escreve em 1966 seu primeiro roteiro para o filme Na Onda do Iê-Iê-Iê, de Aurélio Teixeira, em parceria com o diretor e Renato Aragão. Os Viciados (1968) é sua primeira realização cinematográfica. Com Aurélio Teixeira, foi responsável pelo argumento e pelo roteiro do filme Mineirinho, Vivo ou Morto (1967).[2] e da adaptação de "O Meu Pé de Laranja Lima" em 1970. Roteirizou todos os filmes que dirigiu: A navalha na carne, Dois perdidos numa noite suja, Bonitinha, mas ordinária, Perdoa-me por me traíres, entre outros tantos. Tem crônicas publicadas em vários jornais.

FilmografiaEditar

BibliografiaEditar

  • 2000 - Beijos, peça teatral em parceria com Nelson Rodrigues Filho
  • 2002 - Futebol Paixão, peça teatral em parceria com Nelson Rodrigues Filho e Maurício Antoun
  • 2005 - Crime feito em casa: contos policiais brasileiros (Editora Record), com o conto "O peixinho dourado"
  • 2011 - Cortina de sangue: uma aventura de Popeye (Editora Mirabolante) - Romance
  • 2017 - Uma Corruíra na Varanda (Editora PenaLux) - Crônicas

Referências

  1. Cultural, Instituto Itaú. «Braz Chediak | Enciclopédia Itaú Cultural». Enciclopédia Itaú Cultural 
  2. Cinemateca Brasileira Mineirinho, Vivo ou Morto [em linha]

Ligações externasEditar

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