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Bruno Torres
Nome completo Bruno Torres Moraes
Nascimento 1 de outubro de 1980 (39 anos)
Brasília, DF
Nacionalidade brasileiro
Estatura 1,75m
Progenitores Pai: Geraldo Moraes
Ocupação Ator e cineasta
Principais trabalhos Somos Tão Jovens (Fê Lemos) e Entrando Numa Roubada (Vitor)
Prêmios
  • Melhor Ator Coadjuvante (O Homem Mau Dorme Bem) - XIV CINE-PE.
  • Melhor Ator Coadjuvante (O Homem Mau Dorme Bem) - 42 Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
  • Indicado como Melhor Ator Coadjuvante (Somos Tão Jovens) - Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2014.
Página oficial
brunotorres.com.br

Bruno Torres Moraes (Brasília, 1 de outubro de 1980) é um ator e cineasta brasileiro. Filho do cineasta Geraldo Moraes, da atriz e produtora Mallú Moraes, e irmão do músico e cineasta André Moraes.

Considerado uma das promessas do cinema brasileiro, seu desempenho como "Fê Lemos" no longa metragem Somos Tão Jovens e seus demais trabalhos foram bem recebidos pela crítica especializada[1] e pelo público[2].

BiografiaEditar

Bruno aos oito anos de idade começou a participar como ator em comerciais e espetáculos de teatro amador. Estudou música dos 10 aos 18 anos e estreou profissionalmente como ator em 1997, no longa metragem No Coração dos Deuses, dirigido por seu pai.

Em 1999, a convite do diretor de teatro Hugo Rodas, passou a integrar o elenco da Cia dos Sonhos, pela qual participou de dois espetáculos com turnê nacional: "Arlequim, servidor de dois patrões", de Carlo Goldoni; e "Álbum Wilde", com colagem de textos de Oscar Wilde. Em 2001 atuou em "Não Ficamos Muito Tempo Juntos", com textos de Samuel Beckett. Em seguida atuou no espetáculo "Resta Pouco a Dizer", sob direção de Adriano e Fernando Guimarães, bastante elogiada e reconhecida pela crítica especializada[3]. Em 2004 gravou pequenas participações nas novelas Mulheres Apaixonadas e Celebridade, da TV Globo.

Por sua participação no filme O Homem Mau Dorme Bem, recebeu prêmios de Melhor ator coadjuvante[4] nos Festivais de Brasília[5] em 2009 e Recife[6] em 2010.

Estreou como roteirista e diretor em 2004, com o curta-metragem, "O último raio de sol", que acabou premiado como melhor curta nos festivais de Brasília, Tiradentes e Florianópolis. Em 2009, dirigiu o curta "A noite por testemunha", inspirado no assassinato do índio pataxó Galdino Jesus dos Santos, queimado vivo em Brasília em 1997. Por este trabalho, Bruno conquistou vários prêmios em festivais nacionais e internacionais. [7] [8]

Em 2012, representou o personagem Valdir Brandão[9] na novela Insensato Coração, produzida pela TV Globo.

Seu trabalho mais marcante no cinema foi no longa metragem Somos Tão Jovens, de Antônio Carlos da Fontoura. Como reconhecimento por este trabalhao, Bruno Torres foi indicado na categoria de melhor ator coadjuvante ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, o mais importante do segmento no país, concorrendo com Jesuíta Barbosa, Wagner Moura, Antônio Calloni e Matheus Nachtergaele[10].

Em 2015, atuou em três longas-metragens: BIO[11], dirigido por Carlos Gerbase e lançado nos cinemas em 2018 [12]; MÃE, escrito e dirigido por Adriana Vasconcelos; e CAMPUS SANTO, de Márcio Curi, ainda não lançado. [13]. No mesmo ano integrou o elenco principal do longa metragem de sucesso de bilheteria "Entrando Numa Roubada"[14], de André Moraes.

No segundo semestre de 2019 lançará seu primeiro longa-metragem como diretor, A Espera de Liz[15], em coprodução com a Venezuela [16], filme em que também é ator e produtor.

CarreiraEditar

Na televisãoEditar

No teatroEditar

  • 2007: "Resta pouco a dizer" (dir. Adriano e Fernando Guimarães)
  • 2001: "Não ficamos muito tempo juntos" (dir. Adriano e Fernando Guimarães)
  • 2000: "Álbum Wilde" (dir. Hugo Rodas)
  • 1999: "Arlequim, servidor de dois patrões" (dir. Hugo Rodas)

No cinema (como ator)Editar

No cinema (como diretor)Editar

  • 2019: "A Espera de Liz" (inédito)
  • 2010: "O tempo do plano" (curta)
  • 2009: "A noite por testemunha" (curta)
  • 2008: "Encontro das águas" (documentário, co-dir. Evaldo Mocarzel)
  • 2006: "Pequena paisagem do meu jardim" (média-metragem)
  • 2004: "O último raio de sol" (curta)

Referências

  1. «Guia Rio Show :: O Globo». rioshow.oglobo.globo.com. Consultado em 25 de maio de 2016 
  2. «"Somos Tão Jovens" é a sexta maior estreia desde a retomada do cinema nacional - 07/05/2013 - Ilustrada - Folha de S.Paulo». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 10 de agosto de 2016 
  3. «Blog do Jean-Claude». jcbernardet.blog.uol.com.br. Consultado em 10 de agosto de 2016 
  4. «'As melhores coisas do mundo' leva oito prêmios no Cine PE». www.conquistanews.com.br. Consultado em 25 de maio de 2016 
  5. «É Proibido Fumar é o grande vencedor do Festival de Brasília». RollingStone. 25 de novembro de 2009. Consultado em 25 de maio de 2016 
  6. «"As Melhores Coisas do Mundo" é o grande vencedor do Cine PE - BOL Notícias». noticias.bol.uol.com.br. Consultado em 25 de maio de 2016 
  7. «Matéria do saite E-pipoca sobre a premiação em Brasília 2009». Consultado em 17 de abril de 2016 
  8. «Matéria do saite Visão Arte sobre a premiação em Recife 2010». Consultado em 17 de abril de 2016 
  9. «INSENSATO CORAÇÃO - GALERIA DE PERSONAGENS». memoriaglobo.globo.com. Consultado em 25 de maio de 2016 
  10. «Lista dos finalistas - Academia Brasileira de Cinema | Grande Prêmio do Cinema Brasileiro». Academia Brasileira de Cinema | Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (em inglês). 6 de agosto de 2014. Consultado em 25 de maio de 2016 
  11. «"Bio", novo filme de Carlos Gerbase, tem trama construída a partir de fragmentos de memórias». ZH 2014. Consultado em 25 de maio de 2016 
  12. «Matéria no ClicRBS sobre "Bio"». Consultado em 17 de abril de 2016 
  13. «Página sobre o filme "Campus Santo" no site da Asacine». Consultado em 17 de abril de 2016 
  14. «Entrando Numa Roubada». AdoroCinema. Consultado em 25 de maio de 2016 
  15. «As polaridades da alma | Revista de Cinema». revistadecinema.uol.com.br. Consultado em 25 de maio de 2016 
  16. «Matéria no Jornal de Brasília sobre a rodagem de "A espera de Liz"». Consultado em 17 de abril de 2016