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BuzzFeed
Slogan The Media Company for the Social Age
Proprietário(s) BuzzFeed Inc.
Requer pagamento? Não
Gênero Portal de notícias e entretenimento
Cadastro Opcional e gratuito
País de origem  Estados Unidos
Idioma(s) Inglês
Português
Francês
Espanhol
Alemão
Lançamento Estados Unidos 01 de novembro de 2006 (12 anos)
Brasil 18 de outubro de 2013 (5 anos)
Posição no Alexa Mundo Baixa 99º
Estados Unidos Aumento 34º
Brasil Estável 140º[1]
Desenvolvedor Jonah Peretti
Endereço eletrónico www.buzzfeed.com
Estado atual Ativo

BuzzFeed é uma empresa norte-americana de mídia de notícias. Foi fundada em 2006 na cidade de Nova Iorque, como um laboratório viral por Jonah Peretti, a empresa cresceu mundialmente.[2] A empresa cobria uma variedade de tópicos, incluindo a política, DIY, animais e negócios. No final de 2011, o jornalista Ben Smith, do jornal Politico, foi contratado como editor chefe, visando expandir o site ao jornalismo sério, com reportagens longas, embora mantendo o conteúdo orientado para entretenimento e diversão, tendo como uma das características o viés de esquerda política e pautas feministas.[3]

No Brasil, o site foi inaugurado em português no dia 18 de outubro de 2013.[4][5][6][7]

Índice

HistóriaEditar

 
O fundador do BuzzFeed, Jonah Peretti, em novembro de 2006.

Inicialmente, o “BuzzFeed Labs” foi criado pelos editores do BuzzFeed para testar, rastrear e criar o conteúdo viral na Internet. Sem nenhuma agenda de lançamento, os projetos anteriores eram realizados esporadicamente. Tais projetos incluíam: tentar quebrar uma garrafa de cerveja ao meio, para usá-la como canivete em uma briga de bar; jornalismo cidadão investigando um incêndio na Ponte de Manhattan ; a criação de uma bebida energética de malte, usando cerveja e uma lata de Red Bull.[carece de fontes?]

FinanciamentoEditar

Em agosto de 2014, o BuzzFeed arrecadou $50 milhões da empresa de capital de risco Andreessen Horowitz, mais do que as rodadas duplicadas anteriores de financiamento.[8][9] O site teria sido avaliado em cerca de $850 milhões por Andreessen Horowitz.[8] O BuzzFeed gera a sua receita de publicidade através de publicidade nativa, que corresponde ao seu próprio conteúdo editorial e não depende de anúncios em banners.[10]

AquisiçõesEditar

A primeira aquisição do Buzzfeed aconteceu em 2012, quando a empresa comprou o Kingfish Labs, uma empresa iniciante focada na otimização de anúncios do Facebook.[11]

Em 28 de outubro de 2014, o Buzzfeed anunciou a sua próxima aquisição, a Torando Labs. A equipe da Torando viria a se tornar primeira equipe de engenharia de dados do Buzzfeed.[12]

Reformulação GlobalEditar

Em janeiro de 2019, o grupo inicia uma mudança global, colocando o foco em conteúdos diferentes dos anteriores. Como parte da mudança, alguns escritórios como o do Espanha são fechados e o conteúdo local desativado. No Brasil, a empresa reduziu em 40% o quadro de funcionários, incluindo redatores e jornalistas, e dimuindo em 50% as postagens e conteúdos do portal.

CríticasEditar

Campanha contra Donald TrumpEditar

Durante a campanha presidencial de Donald Trump, o site publicou um documento de 35 páginas não comprovadas sobre uma tentativa russa de prejudicá-lo, o que gerou críticas do presidente dos Estados Unidos. Segundo o jornal brasileiro Gazeta do Povo, muitos jornalistas consideraram Trump como correto em sua atitude. O site ressaltou que quando Trump critica algum meio de comunicação, há uma campanha de jornalistas para apoiá-lo. Segundo o site brasileiro, não houve mobilização quando Trump chamou o BuzzFeed de uma pilha falida de lixo. A vice-presidente do Instituto Poynter, em sua coluna no The New York Times, disse que o BuzzFeed deixou que Trump colocasse uma sombra de dúvida em todo o jornalismo. Outros colunistas americanos também criticaram o site.[13]

Reportagem sobre Trump e advogadoEditar

A versão americana do BuzzFeed publicou uma reportagem que acusa Trump de pedir ao seu ex-advogado, Michael Cohan, que mentisse em depoimento ao Congresso dos Estados Unidos sobre a suposta interferência russa nas eleições americanas. O gabinete do procurador especial americano, Robert Mueller, responsável pelas investigações da suposta interferência russa, considerou a reportagem como imprecisa. O Estadão classificou o pronunciamento como raro, dizendo a equipe do procurador não tem o costume de se pronunciar. Trump comentou a declaração dizendo que as notícias falsas são inimigas do povo.[14]

NotasEditar

  • Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês, cujo título é «BuzzFeed».

Referências

  1. «Alexa Traffic Ranks - BuzzFeed» (em inglês). Alexa Internet. Consultado em 19 de abril de 2015 
  2. «BuzzFeed gets $50 mn cash infusion, to set up operations in India» (em inglês). The Economic Times. 12 de agosto de 2014 
  3. Stelter, Brian (12 de dezembro de 2011). «BuzzFeed Adds Politico Writer» (em inglês). The New York Times - Media Decoder Blog 
  4. «BuzzFeed chega ao Brasil traduzido por alunos de curso de inglês online». Terra Tecnologia. 13 de outubro de 2013 
  5. «BuzzFeed estreia sexta-feira no Brasil com todo o conteúdo traduzido para o português». Gizmodo. 14 de outubro de 2013 
  6. «Buzzfeed ganha versão traduzida para o português!». Todateen. 22 de outubro de 2013 
  7. «BuzzFeed chega ao Brasil nesta sexta-feira com tradução de plataforma online gratuita». Tecnoblog 
  8. a b «BuzzFeed raises another $50 million to fund expansion» (em inglês). CNNMoney. Consultado em 29 de agosto de 2014 
  9. «Site BuzzFeed recebe financiamento de US$ 50 milhões». Terra Tecnologia. 11 de agosto de 2014 
  10. Shontell, Alyson. «Inside BuzzFeed: The Story of How Jonah Peretti Built the Web's Most Beloved New Media Brand» (em inglês). Business Insider 
  11. Constine, Josh (13 de setembro de 2012). «BuzzFeed's First Acquisition Kingfish Labs Could Make Its FB Ads Go More Viral Than Football Cats» (em inglês). TechCrunch 
  12. Ha, Anthony (28 de outubro de 2014). «BuzzFeed Acquires Startup Torando Labs To Create A New Data Engineering Team» (em inglês). TechCrunch 
  13. https://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/por-que-tantos-jornalistas-estao-furiosos-com-o-buzzfeed-592e541ubhqr3gwwhtjhjp8s3/
  14. https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,procurador-especial-classifica-reportagem-sobre-trump-e-cohen-como-imprecisa,70002685945

Ligações externasEditar