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Cândido Godói
  Município do Brasil  
Pórtico de entrada da cidade
Pórtico de entrada da cidade
Símbolos
Bandeira de Cândido Godói
Bandeira
Brasão de armas de Cândido Godói
Brasão de armas
Hino
Lema Trabalho e liberdade
Apelido(s) "Terra dos gêmeos"
Gentílico godoiense
Localização
Localização de Cândido Godói no Rio Grande do Sul
Localização de Cândido Godói no Rio Grande do Sul
Cândido Godói está localizado em: Brasil
Cândido Godói
Localização de Cândido Godói no Brasil
Mapa de Cândido Godói
Coordenadas 27° 57' 07" S 54° 45' 07" O
País Brasil
Unidade federativa Rio Grande do Sul
Municípios limítrofes Santo Cristo, Santa Rosa, Ubiretama, Campina das Missões e Porto Lucena
Distância até a capital 522 km
História
Fundação 09 de outubro de 1963 (56 anos)
Aniversário 1963
Administração
Prefeito(a) Valdi Luis Goldschmidt (PMDB, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [1] 246,275 km²
População total (est. IBGE/2019[2]) 6 198 hab.
Densidade 25,17 hab./km²
Clima subtropical úmido
Altitude 321 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000 [3]) 0,791 alto
PIB (IBGE/2008[4]) R$ 92 263,735 mil
PIB per capita (IBGE/2008[4]) R$ 13 644,44

Cândido Godói é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. A cidade é conhecida como a capital mundial dos gêmeos, pois são registrados pouco mais de 100 pares de gêmeos idênticos em toda a população, proporção considerada notável. O fato intrigante é que dada a incidência geral de gêmeos, que é de 1% da população, Cândido Godói sai do padrão com uma incidência de 10%, ou seja, a cada 10 nascimentos, 1 será de gêmeos.

A alta incidência de gêmeos, aliada ao fato da população ser de descendência alemã, dentro do padrão de beleza ariano, defendido pelos nazistas, levou o historiador argentino Jorge Camarasa, no livro "Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul", a associar a alta taxa de nascimentos de gêmeos com supostas experiências conduzidas pelo médico alemão Josef Mengele, que teria passado por Cândido Godói em 1963.

Neste livro, o historiador argentino diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler.

IdiomasEditar

Além da língua portuguesa, o alemão Riograndenser Hunsrückisch é um dialeto minoritário que é falado ainda hoje e faz parte da história do município já desde a sua fundação. Este dialeto germânico, que é uma língua ágrafa na prática (pois utiliza-se a língua nacional para a escrita), é comumente falado por toda a região Noroeste do estado do Rio Grande do Sul; região esta que antigamente era conhecida por die Neikolonie (Neukolonie) em alemão pois seus pioneiros geralmente eram provenientes das colônias alemãs antigas, die Altkolonie, do leste do estado.

GeografiaEditar

Localiza-se a uma latitude 27º57'07" sul e a uma longitude 54º45'07" oeste, estando a uma altitude de 321 metros.

Possui uma área de 247,21 km² e sua população estimada em 2019 é de 6.198 habitantes.

Ver tambémEditar

Referências

  1. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  2. «Estimativa populacional de 2019». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 01 de julho de 2019. Consultado em 06 de outubro de 2019  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 

Ligações externasEditar