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Cérebro positrônico

Cérebro positrônico é um conceito científico ficcional desenvolvido nos livros do autor Isaac Asimov, depois aproveitado em séries como Perry Rhodan[1] e Star Trek.[2] Seria o nome de cérebros de robôs que possuem inteligência artificial. Constituído de platina-irídio. Os "circuitos cerebrais" produzem e eliminam pósitrons, partícula recém-descoberta na época em que o autor criava suas primeiras histórias.

ConstituiçãoEditar

O cérebro positrônico imaginado por Asimov é constituído por uma esfera de vidro, com uma atmosfera de hélio dentro. No interior estavam encerrados os chamados "circuitos positrônicos" constituídos de platina-irídio. Pesava aproximadamente um quilo.

FuncionamentoEditar

O cérebro positrônico seria constituído de uma massa esponjosa de platina-irídio, dentro de uma esfera de vidro. Essa massa "esponjosa" constituiria os circuitos cerebrais,onde seriam constantemente produzidos e eliminados pósitrons. Asimov sempre foi vago sobre o funcionamento do cérebro positrônico, mas se sabe que estes eram muito frágeis contra radiação. O seu funcionamento à base de pósitrons também o deixa vulnerável contra descargas elétricas, com uma pequena bateria sendo suficiente para apagar boa parte do cérebro.

As três LeisEditar

As histórias de Asimov sempre se focam mais no "software" dos robôs. Leis da Robótica são as leis gravadas profundamente nos cérebros dos robôs responsáveis por manter a superioridade dos humanos sobre os robôs. São elas:

- Lei n° 1: Um robô não pode ferir um humano, ou, por inação, permitir que um humano se fira.

- Lei n° 2: Um robô deve obedecer todas as ordens dadas por um humano, exceto se tais ordens entrarem em conflito com a primeira lei.

- Lei n° 3: Um robô deve proteger sua própria existência, a não ser que tal proteção entre em conflito com a 1° e 2° leis.

Um cérebro positrônico não pode normalmente ser construído sem incorporar as Três Leis; quaisquer modificações dos mesmos iria alterar drasticamente o comportamento do robô.


Perry RhodanEditar

Na série alemã de ficção científica Perry Rhodan (publicada a partir de 1961), os cérebros positrônicos (alemão: Positroniken) é a principal tecnologia informática; Durante bastante tempo, eles são substituídos pela Syntronics mais poderosa, mas esses param de funcionar devido ao aumento da hiper-impedância. O cérebro positrônico mais poderoso é chamado NATHAN e cobre grandes partes da Lua do Planeta Terra. Muitos dos computadores maiores (incluindo NATHAN), bem como a raça de Posbis combinam um componente biológico com o cérebro positrônico, dando-lhes sensibilidade e criatividade.

Ver TambémEditar

Referências

Ligações externasEditar