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Em genética, DNA complementar (cDNA) é o DNA sintetizado a partir de uma molécula de RNA mensageiro, cujos íntrons já foram removidos, ou seja, o mRNA já passou pelo processo de splicing, sendo uma reação catalisada pela enzima transcriptase reversa.

Após isolar um mRNA é inserido um primer para que a enzima transcriptase reversa se ligue e sintetize a fita única de DNA a partir do molde de RNA, gerando um hibrido complementar de DNA-mRNA e antiparalelo. O RNA é depois degradado pela RNase H, que degrada parcialmente a cadeia de RNA. A DNA polimerase I sintetiza novos fragmentos de DNA usando, como iniciadores, os fragmentos de RNA (deixados pela RNase) associados à cadeia simples de DNA. Por fim, a DNA ligase liga os fragmentos de DNA da nova cadeia, originado uma cadeia dupla de DNA complementar (cDNA).

BibliografiaEditar

  • COMPLEMENTARY DNA (cDNA) Keith Redway, University of Westminster. Página acedida em 19 de julho de 2011.
  • iGenetics - a Molecular Approach. Peter J. Russel, 2014, Pearson Education Limited.
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A técnica de DNA complementar tem como objetivo facilitar a produção de proteínas de seres eucariontes em microrganismos. Se baseia em produzir uma molécula de DNA constituída por exões (segmento de DNA de um gene eucariótico cujo transcrito sobrevive ao processamento) Com o avanço da engenharia genética, surgiu a possibilidade de alterar o DNA de alguns seres vivos com o intuito de potencializar ou criar determinadas características que seriam inviáveis de serem produzidas pela natureza.