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CNT Rio de Janeiro

emissora de televisão brasileira do Rio de Janeiro, RJ
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CNT Rio de Janeiro
TV Corcovado S/A
Rio de Janeiro, RJ
Brasil
Tipo Comercial
Canais Digital: 27 UHF
Virtual: 9 PSIP
Outros canais 115 (Sky)
Analógico:
9 VHF (1992-2017)
Sede Bandeira da cidade do Rio de Janeiro.svg Rio de Janeiro, RJ
Slogan Um canal de esperança
Rede CNT (TV Universal)
Rede(s) anterior(es) TV JB (2007)
Fundador José Carlos Martinez
Pertence a Organizações Martinez
Proprietário Flávio Martinez
Antigo proprietário José Carlos Martinez (1992-2003)
Presidente Flávio Martinez
Fundação 9 de março de 1992 (27 anos)
Prefixo ZYB 518
Nome(s) anteriore(s) Rede OM RJ (1992-1993)
TV JB RJ (2007)
Cobertura Partes do estado do Rio de Janeiro
Coord. do transmissor 22° 56' 59.4" S 43° 13' 46.6" O
Potência 10 kW
Página oficial www.cnt.com.br

CNT Rio de Janeiro é uma emissora de televisão brasileira sediada no Rio de Janeiro, capital do estado homônimo. Opera no canal 9 (27 UHF digital), e é uma emissora própria e geradora da CNT, juntamente com a CNT Curitiba e a CNT Tropical. Seus estúdios ficam localizados no bairro de São Cristóvão, e sua antena de transmissão está no topo do Morro do Sumaré, no Rio Comprido.

Histórico do canal 9 no Rio de JaneiroEditar

TV ContinentalEditar

 Ver artigo principal: TV Continental

A TV Continental foi uma extinta emissora de TV do Rio de Janeiro, que foi ao ar entre 1959 e 1972. Foi a terceira emissora inaugurada na cidade, após a TV Tupi Rio de Janeiro (canal 6) e a TV Rio (canal 13) e ocupou o canal 9. No início era uma emissora grandiosa que acabou sendo arrendada por Heron Domingues[1] quando já estava em grave crise financeira, tentou mudar seu nome para TV Guanabara, mas acabou sendo fechada em definitivo[2] em 1972. Silvio Santos comprou e vendeu o canal 9 para Paulo Machado de Carvalho em 1981 e depois em 1982 que foi reinaugurado o canal 9.

TV RecordEditar

Em sua primeira versão, a TV Record Rio de Janeiro foi uma emissora de televisão que ocupou o canal 9 carioca entre 1982 e 1987. A base da programação era a da geradora da TV Record em São Paulo, acrescida de um número crescente de programas locais. O controle acionário da TV pertencia a Silvio Santos e Paulo Machado de Carvalho. Como na antiga TV Record, o Programa Silvio Santos foi retransmitido aos domingos em horários variados, fazendo parte do SBT.

Em 1987, Silvio Santos vendeu sua parte da Record o programa do próprio apresentador deixa de ser retransmitido. A emissora do Rio, ainda sob sua égide, passou a se chamar sucessivamente TV Copacabana e TV Corcovado, mas sem grandes mudanças na programação.

Os cariocas só voltariam a assistir a Record em 1992, após a venda da TV Rio, canal 13, controlada pelo pastor Nilson Fanini, aos bispos da Igreja Universal.

TV CorcovadoEditar

 Ver artigo principal: TV Corcovado

A TV Corcovado funcionou entre 1987 e 1992, no bairro de São Cristóvão no Rio de Janeiro. Começou como TV Copacabana, mas teve que mudar de nome por causa de uma emissora de rádio homônima. Exibia atrações próprias e as da Record.

MTVEditar

A partir do meio-dia de 20 de outubro de 1990 os horários da tarde e da noite da emissora foram inteiramente alugados à MTV Brasil. o horário da manhã foi inteiramente alugado pela TV Corcovado.

Rede OM, CNT, TV JB e CNT novamenteEditar

Em 1992, o contrato com a MTV Brasil foi rescindido e em 9 de março de 1992, a TV Corcovado passou a integrar a Rede OM, renomeada CNT em 1993. Silvio Santos foi obrigado a vender o canal por já possuir outra emissora na mesma cidade. Essa transação, segundo denúncias da época, foi feita com dinheiro emprestado por Paulo César Farias.

Ainda em 1992, a Rede OM programou passar, em duas partes, o filme épico-erótico Caligola, no horário das 23 horas; a primeira parte foi exibida em um dia, mas a censura proibiu a exibição da segunda parte.[3][4]

A CNT do Rio de Janeiro produziu diversos programas jornalísticos e esportivos. Os últimos foram o Jornal do Meio Dia que era apresentado por Domingos Trevisan (também diretor de jornalismo da emissora), Programa Wagner Montes, ancorado por ele próprio antes dele ir para a Record e o Mesa Redonda Rio que era apresentado por José Carlos Araújo.

Em 2007, a CNT foi arrendada pela TV JB. O arrendamento durou apenas 5 meses, por descumprimento do contrato.[5]

Em setembro de 2007 voltou a se chamar de CNT Rio de Janeiro.

Em Dezembro de 2009 a CNT Rio arrenda parte de sua programação a Igreja Mundial do Poder de Deus do apóstolo Valdemiro Santiago pela quantia mensal de R$ 3.000.000,00; dinheiro que inicialmente foi usado para reformar a sede da CNT carioca. Anteriormente o mesmo horário era ocupado pelo missionário RR Soares que pagava um milhão a menos mensalmente.

Nos últimos anos, a CNT Rio produziu uma versão regional do programa Balanço Esportivo, e em novembro de 2011, chegou a produzir uma edição local do programa 190, o 190 Rio, que era exibido de segunda a sexta às 12:30, antes do programa Notícias e Mais, mas no mesmo mês foi substituído por uma edição diária do Balanço Esportivo, também com meia hora de duração, além de continuar aos domingos às 20:30. Gerava também os programas Márcia Peltier Entrevista e Samba de Primeira.

A CNT Rio iniciou no dia 11 de Novembro de 2011 seus testes de transmissão digital. O sinal pode ser captado pelo canal 27 (sinal virtual 9.1). A CNT cumpre o prazo da extinção do sinal analógico prevista para 2016, quando exclusivamente o sinal digital será transmitido.

Em 2014, a CNT Rio demite a maioria de seus funcionários por conta da venda de sua programação para a Igreja Universal do Reino de Deus, causando a extinção do departamento de jornalismo da emissora na cidade. No período, manteve alguns de seus programas locais.

Em 2015, a emissora deixa de exibir o Samba de Primeira e demite a equipe. Em março, é anunciada a saída da equipe do Balanço Esportivo da CNT. Em abril, eles estreiam na Band Rio. Em 2017, a CNT Rio deixa de exibir os programas Márcia Peltier Entrevista e A Cara do Brasil, que foram extintos, enquanto o Fala Baixada migra para a Band Rio.

Em abril de 2018, o programa Deles & Delas migra pra Band Rio.[6] Em 18 de junho, estreou o jornal CNT Noticias RJ. Em 8 de julho, o programa Balanço Esportivo passa a ser chamar Tempo Extra, assim como aconteceu com a versão paranaense do programa.

Em agosto de 2019, o Fala Baixada volta a ser exibido pela CNT Rio, com apresentação as segundas, quartas e sextas, as 23:00.

ProgramaçãoEditar

Além de produzir reportagens para os telejornais da rede, a CNT Rio produz:

  • Jogo do Poder Notícias RJ: Entrevistas, com Ricardo Bruno
  • Tempo Extra RJ: Esportivo, com Luiz Penido
  • Woohoo: Esportivo, com Ana Leal
  • CNT News: Jornalístico, com Marco Alvarenga e Vanda Leston
  • CNT Notícias RJ: Jornalístico, com Thamiris Pinheiro
  • Fala Baixada: Jornalístico, com Mauro Vasconcelos

Sinal digitalEditar

Canal virtual Canal digital Proporção de tela Programação
9.1 27 UHF 1080i Programação principal da CNT Rio de Janeiro / CNT
Transição para o sinal digital

Com base no decreto federal de transição das emissoras de TV brasileiras do sinal analógico para o digital, a CNT Rio de Janeiro, bem como as outras emissoras da cidade do Rio de Janeiro, cessou suas transmissões pelo canal 09 VHF em 22 de novembro de 2017, seguindo o cronograma oficial da ANATEL.[7]

RetransmissorasEditar

Litoral Sul Fluminense

Sul Fluminense

Centro Sul Fluminense

Centro Fluminense


Região dos Lagos


Norte Fluminense

  • Macaé - 11 VHF / 45 HD / 11.1 virtual (autorizado)

Noroeste Fluminense

  • Cambuci - 41 UHF / 43 UHF digital / 41.1 Digital (em implantação)

Ver tambémEditar

Referências

  1. Tatiana Murilo, TV Continental http://www.fgv.br/Cpdoc/Acervo/dicionarios/verbete-tematico/tv-continental
  2. «Médici cassa TV Continental». O Estado de S. Paulo. 23 de fevereiro de 1972. Consultado em 19 de agosto de 2019 
  3. «O circo na TV» 
  4. «Caligula (1979), Trivia» 
  5. «CNT suspende programação da TVJB por falta de pagamento e reassume o canal 9». O Globo. 11 de setembro de 2007 
  6. Dia, O (4 de abril de 2018). «Eleições: pré-candidatos à Presidência na Band». O Dia - Flávio Ricco 
  7. Higa, Paulo (15 de fevereiro de 2016). «Quando a TV analógica será desligada na sua cidade». Tecnoblog. Consultado em 21 de junho de 2017 

Ligações externasEditar

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