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Cajati (São Paulo)

município brasileiro do estado de São Paulo localizado no Litoral Sul Paulista
Disambig grey.svg Nota: se procura pela árvore homônima que deu o nome ao município, veja Cajati.

Cajati é um município da Região Geográfica Imediata de Registro, na Região Geográfica Intermediária de Sorocaba, no estado de São Paulo, no Brasil. Aproximadamente 73,0% da população mora na zona urbana.

Município de Cajati
"Capital Nacional da Nutrição Animal"
Bandeira indisponível
Brasão indisponível
Bandeira indisponível Brasão indisponível
Hino
Aniversário 19 de maio
Fundação 13 de junho de 1944 (75 anos)
Emancipação 19 de maio de 1991 (28 anos)
Gentílico cajatiense
Lema Liberdade e igualdade
CEP 11950-000
Prefeito(a) Lucival José Cordeiro (PSB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Cajati
Localização de Cajati em São Paulo
Cajati está localizado em: Brasil
Cajati
Localização de Cajati no Brasil
24° 44' 09" S 48° 07' 22" O24° 44' 09" S 48° 07' 22" O
Unidade federativa São Paulo
Região intermediária

Sorocaba IBGE/2017 [1]

Região imediata

Registro IBGE/2017

Municípios limítrofes Norte: Eldorado;
Sudeste: Jacupiranga;
Sudoeste: Barra do Turvo
.[2]
Distância até a capital federal: 1 217
estadual: 232 km[3]
Características geográficas
Área 454,436 km² [4]
População 28 549 hab. Censo IBGE/2019[5]
Densidade 62,82 hab./km²
Altitude 75 m
Clima subtropical Cwb
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,694 médio PNUD/2010[6]
Gini 0,47 PNUD/2010[7]
PIB R$ 634 437 000,00 IBGE/2012[8]
PIB per capita R$ 22 463,51 IBGE/2012[8]
Página oficial
Prefeitura www.cajati.sp.gov.br
Câmara www.camaracajati.sp.gov.br

EconomiaEditar

Seu produto interno bruto em 2012 foi de 634,437 milhões de reais, sendo que serviços e comércio geraram 275,535 milhões de reais (43,4%) e a produção de banana[9] (126 000 toneladas) e palmito[9] (4 800 toneladas) arrecadaram 56,7 milhões e 19,2 milhões de reais, respectivamente. 109,412 milhões de reais (17,2%) foram gerados com a agricultura.

A mineração de apatita, níquel, água mineral e cal pelas empresas Vale S.A., Cimpor e Fosbrasil geraram, para a indústria, 186,862 milhões de reais (29,5%), contribuindo muito para o desenvolvimento do município, que arrecadou 62,628 milhões de reais (9,9% do produto interno bruto[8]) em impostos naquele mesmo ano.

HistóriaEditar

Por volta do ano 1000, a região foi invadida por povos tupis-guaranis procedentes da Amazônia, que expulsaram os habitantes anteriores, falantes de línguas do tronco linguístico macro-jê, para o interior do continente. No século XVI, quando os primeiros europeus chegaram à região, a mesma era habitada pelos carijós.[10]

Na década de 1810, chegaram, no Porto de Cananéia, alguns jovens portugueses: dentre eles, Matias de Pontes. Na sua busca por ouro, Matias e um índio chamado Botujuru foram desbravando e explorando a mata. 

Matias queria conhecer a região, porém Botujuru, ao contrair malária, veio a falecer. Ele foi o primeiro ser humano de que se tem conhecimento a ser enterrado no lugar. Matias e outros apossaram-se de duas glebas de terras: o acampamento e outra localizada rio acima, onde havia uma pequena queda d'água, que, por essa razão, passou a se chamar Cachoeira. Logo à frente, estava a Serra do Guaraú. 

Outros lugares formam denominados por ele e permanecem até hoje com a mesma nomenclatura: 

Pouso Alto: pelo fato de dormirem numa árvore por medo de feras; 

Barra do Azeite: por encontrarem enorme pedra, na qual um garrafão de azeite de mamona foi quebrado; 

Lavras: por terem sido encontrados vestígios de pessoas que já haviam passado e lavrado uma canoa

No entanto, foi no século XX que suas terras obtiveram maior evidência, quando se descobriu a possibilidade de exploração das jazidas locais, situadas, sobretudo, no Morro da Pedra Cata-Agulha.  

Na década de 1930, o Brasil tinha grande falta de cimento e fertilizantes e suas necessidades eram atendidas por importação. A comprovação de existência de calcário e apatita nas rochas de um vulcão extinto, feita pelo Engenheiro de Minas do Instituto Geográfico e Geológico de São Paulo, Theodoro Knecht, levou o Grupo Moinho Santista, que, naquela época, fabricava apenas tecidos, a pedir autorização ao governo brasileiro para explorar o calcário das jazidas locais. Em 1939, período em que se iniciaram as atividades de lavras de apatita, a Serrana S/A de Mineração construiu uma vila de operários no local onde havia apenas casebres de trabalhadores dos bananais. 

Foi necessário construir uma estrada de ferro que levasse a apatita da mina pela margem esquerda do Rio Jacupiranga à sede do município. Numa segunda etapa, era transportada até ao Porto de Cubatão em Cananéia e, em seguida, levada em barcos até Santos, para depois seguirem por ferrovia, até chegar a São Paulo

Mas foi a partir da Segunda Guerra Mundial que a exploração de minérios assumiu maior importância no crescimento da região. O distrito de Cajati foi criado em 30 de novembro de 1944, no povoado de Corrente, território do município de Jacupiranga, por sua vez fundado em 1864. 

Seu desenvolvimento, contudo, foi bastante lento devido à dificuldade de comunicação, comum às cidades daquela região. Assim, somente em 30 de dezembro de 1993, Cajati emancipou-se de Jacupiranga, tornando-se município autônomo.  

Origem do nomeEditar

"Cajati" é um termo originário da língua geral paulista que designa a árvore Cryptocarya mandioccana.[11][12]

Formação administrativaEditar

Cajati foi elevado à categoria de Distrito de Jacupiranga em 13 de junho de 1944, pelo decreto-lei estadual nº 14 334, de 30 de novembro de 1944.

Em 19 de maio de 1991, foi realizado plebiscito para emancipação político-administrativa, tendo votação favorável de 95% dos eleitores. No dia 31 de dezembro de 1991, o Diário Oficial do Estado publicou a Lei Estadual nº 7 664, criando o Município de Cajati.[13]

TurismoEditar

Há muitos eventos como rodeios trilhas, paraquedismo, voos de asa delta, cinema e teatro, também há espaço para o ecoturismo, com cachoeiras, rios e montanhas onde se pode saltar de paraquedas, ou simplesmente curtir o visual.

Os idosos também têm seu espaço garantido, com academias da terceira idade em diversos pontos da cidade, além dos centros de lazer e cultura onde podem se reunir para dançar, jogar e curtir.

Em Cajati, há três praças. Uma localizada na entrada da cidade no bairro Vila Vitória, outra no centro em frente da estação rodoviária e outra localizada no centro também, em frente da portaria da Vale Fertilizantes. Essas duas últimas praças contam com um palco em seu centro para que haja apresentações culturais e musicais.

Principais Pontos Turísticos[14]:

  • Cachoeira da Capelinha
  • Cachoeira da Noiva do Lamarca
  • Cachoeira do Abraão
  • Cachoeira do Azeite
  • Cachoeira do Braço do Azeite
  • Cachoeira do Lamarca
  • Caverna da Capelinha
  • Caverna do Lamarca
  • Corredeiras do Rio Guaraú
  • Local do fóssil do Homem de Capelinha (fóssil Luzio com aproximadamente 10 mil anos)[15][16]
  • Mirante do Aleixo
  • Mirante da Cachoeira do Rio Turvo
  • Mirante do Guaraú
  • Parque Estadual do Rio Turvo - PERT
  • Piscina Natural no Guaraú
  • Sambaquis
  • Serra do Guaraú

Atrações Turísticas (Manifestações Culturais)

  • Atalaias de Cristo
  • Natal Encantado

ComunicaçõesEditar

A cidade era atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP)[17], que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[18], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[19] para suas operações de telefonia fixa.

Administração PúblicaEditar

Poder Executivo

O atual prefeito de Cajati é Lucival José Cordeiro, mais conhecido como Vavá Cordeiro (PSB) [20], natural de Sertânia no Estado de Pernambuco, Empresário, com ensino fundamental completo, eleito em 2016 pela primeira vez. Na eleição, teve o apoio dos partidos PSB, DEM, PPS e PSDB, que formaram a coligação "Cajati não pode parar". O atual vice-prefeito é Dirney de Pontes, mais conhecido como Ney do Hospital, do PSDB [21].

Poder Legislativo

O Poder Legislativo é representado pela câmara municipal, composta por nove vereadores com mandato de 4 anos. Cabe aos vereadores na Câmara Municipal de Cajati, especialmente fiscalizar o orçamento do município, além de elaborar projetos de leis fundamentais à administração, ao Executivo e principalmente para beneficiar a comunidade.

Subsídios de cargos eletivos de Cajati em 2018[23][24]

GeografiaEditar

Sua população foi estimada em 28 605 habitantes em 2018, e sua área é de 454 km² (62 hab./km²).

Limita ao norte com o município de Eldorado, ao sudeste com o município de Jacupiranga e ao sudoeste com o município de Barra do Turvo.

ClimaEditar

O mês mais quente do ano é Fevereiro, com uma temperatura média de 34 °C. A temperatura média em Julho, é de 19,8 °C. É a temperatura média mais baixa de todo o ano. 52 milímetros é a precipitação do mês de Agosto, que é o mês mais seco. O mês de maior precipitação é Janeiro, com uma média de 246,8 milímetros. A diferença entre a precipitação do mês mais seco e do mês mais chuvoso é de 194,8 milímetros. As temperaturas médias, durante o ano, variam 13,02 °C.

Gráfico climático para Cajati
JFMAMJJASOND
 
 
247
 
34
21
 
 
220
 
34
22
 
 
191
 
33
21
 
 
104
 
31
18
 
 
86
 
28
15
 
 
82
 
27
13
 
 
68
 
27
13
 
 
52
 
29
14
 
 
97
 
29
16
 
 
113
 
30
17
 
 
110
 
32
19
 
 
168
 
33
21
Temperaturas em °CPrecipitações em mm
Fonte: cpa.unicamp.br [25]

DemografiaEditar

População estimada em 2015: 28 962[26]

Dados do Censo - 2010
População
residente
Densidade demográfica (hab./km²): 62,43
Situação do domicílio X Sexo
Total Urbana Rural
Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres
Pessoas 28.372 14.328 14.044 20.720 10.331 10.389 7.652 3.997 3.655
Percentual 100,0 50,5 49,5 73,0 36,4 36,6 27,0 14,1 12,9
Fonte: SIDRA IBGE - 2010[27]


Distribuição da população por sexo, segundo os grupos de idade

+ de 100 anos 1
0,0%
0,0%
1
95 a 99 anos 5
0,0%
0,0%
3
90 a 94 anos 18
0,1%
0,1%
26
85 a 89 anos 44
0,2%
0,2%
51
80 a 84 anos 100
0,4%
0,4%
127
75 a 79 anos 206
0,7%
0,7%
197
70 a 74 anos 294
1,0%
0,9%
269
65 a 69 anos 388
1,4%
1,3%
360
60 a 64 anos 457
1,6%
1,5%
414
55 a 59 anos 608
2,1%
2,0%
562
50 a 54 anos 695
2,4%
2,4%
669
45 a 49 anos 820
2,9%
2,8%
792
40 a 44 anos 903
3,2%
3,0%
862
35 a 39 anos 1.006
3,5%
3,6%
1.017
30 a 34 anos 1.152
4,1%
4,1%
1.176
25 a 29 anos 1.091
3,8%
4,0%
1.148
20 a 24 anos 1.097
3,9%
4,0%
1.146
15 a 19 anos 1.360
4,8%
4,7%
1.322
10 a 14 anos 1.587
5,6%
5,3%
1.500
5 a 9 anos 1.343
4,7%
4,3%
1.226
0 a 4 anos 1.153
4,1%
4,1%
1.176
Homens
Mulheres
Fonte: IBGE - Pirâmide Etária - Cajati (SP) - 2010[28]


SaúdeEditar

EducaçãoEditar

Cidadãos em Idade Escolar em 1º de julho de 2019
Faixa Etária - Escolar Total
00 a 3 anos 1.792
4 a 5 anos 901
6 anos 449
7 a 10 anos 1.779
11 a 14 anos 1.803
15 a 17 anos 1.442
18 a 19 anos 1.032
Total de Cidadãos em Idade Escolar 9.198
Total Geral da População 28.894
Fonte: Fundação SEADE[29]

Desenvolvimento Econômico e SocialEditar

Informações EleitoraisEditar

Histórico Demográfico Eleitoral
Eleitores
cadastrados
Ano
Comparecimentos Votos
Aceitos % Válidos %
13 279 1992 11 516 86,72 9 882 74,41
13 522 1994 11 074 81,89 8 753 64,73
15 467 1996 12 599 81,45 11 662 75,39
15 983 1998 12 232 76,53 9 791 61,25
17 909 2000 15 134 84,50 14 157 79,04
18 356 2002 14 164 77,16 12 571 68,48
20 981 2004 17 385 82,86 16 341 77,88
21 725 2006 16 614 76,47 15 596 71,78
22 293 2008 17 668 79,25 16 784 75,28
22 630 2010 16 603 73,36 15 631 69,07
23 293 2012 17 884 76,77 17 004 73,00
23 436 2014 16 782 71,60 15 640 66,73
23 469 2016 17 540 74,74 16 219 69,10
Fonte: Fundação SEADE[30]

ReligiãoEditar

Doutrina Percentual Número
Evangélicos 43,11% 12 231
Católicos 29,89% 8 480
Sem Religião 22,32% 6 332
Cristã (Outras) 1,81% 514
Espírita 1,32% 374
Fonte: IBGE 2010[31]

HidrografiaEditar

RodoviasEditar

Ver tambémEditar

Referências

  1. «O recorte das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias de 2017» (PDF). Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2017. p. 20–34. Consultado em 10 de agosto de 2017 
  2. «Divisão Territorial» (PDF). Mapa Municipal Estatístico. 17 de junho de 2011. Consultado em 26 de junho de 2016 
  3. «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 26 de junho de 2016 
  4. «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° PR-02 (R.PR-2/16). Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  5. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 26 de junho de 2016 
  6. «Atlas do Desenvolvimento Humano». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 26 de junho de 2016 
  7. Atlas do Desenvolvimento Humano (2013). «Perfil - Cajati, SP». Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 8 de dezembro de 2018 
  8. a b c «Produto Interno Bruto dos Municípios 2008-2012». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 26 de junho de 2016 
  9. a b «SIDRA IBGE - Tabela 1613 - Área destinada à colheita, área colhida, quantidade produzida, rendimento médio e valor da produção da lavoura permanente». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 26 de fevereiro de 2017 
  10. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição revista. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
  11. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 551.
  12. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 316.
  13. Prefeitura municipal de Cajati. Disponível em http://www.cajati.sp.gov.br/novo_site/index.php?nivel=0&exibir=secoes&ID=79. Acesso em 20 de julho de 2017.
  14. «Interior SP - Cidades - Cajati». Interior SP - Cidades. Consultado em 26 de fevereiro de 2017 
  15. «Luzio – Capelinha – Registro do homem de 10 mil anos encontrado na região». Retratos e Roteiros - Parques. Consultado em 5 de março de 2017 
  16. «Luzio - Como vivia um paulista pré-histórico (comentado)». Ciências Biológicas - Primatas e Evolução Humana. Consultado em 5 de março de 2017 
  17. «Área de atuação da Telesp em São Paulo». Página Oficial da Telesp (arquivada) 
  18. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  19. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 
  20. Dados do candidato a prefeito Vavá Cordeiro
  21. Dados do candidato a vice-prefeito Ney do Hospital
  22. Dados do candidato a vereador Geraldo
  23. Subsídios de Prefeito e Vice-Prefeito de Cajati-SP
  24. Subsídios de Vereadores de Cajati-SP
  25. «Clima dos Municípios Paulistas - Cajati». Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas a Agricultura. Consultado em 2 de julho de 2016 
  26. «IBGE - Estimativas de população para 1º de julho de 2015». Consultado em 9 de julho de 2016 
  27. «SIDRA IBGE - Tabela 608 - População residente, por situação do domicílio e sexo». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de julho de 2016 
  28. «IBGE - Pirâmide Etária - Cajati (SP) - 2010». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de julho de 2016 
  29. «Projeções Populacionais». Fundação SEADE-SP. Consultado em 26 de fevereiro de 2017 
  30. «Histórico Demográfico Eleitoral». Fundação SEADE-SP. Consultado em 3 de julho de 2016 
  31. «SIDRA IBGE - Tabela 2103 - População residente, por situação do domicílio, sexo, grupos de idade e religião - 2010». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 24 de julho de 2018 

Ligações externasEditar