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Campeonato Brasileiro de Futebol de 2014 - Série A

(Redirecionado de Campeonato Brasileiro de 2014)

A Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2014, oficialmente Brasileirão Chevrolet 2014 – Série A por motivos de patrocínio,[4] foi a 58ª edição da principal divisão do futebol brasileiro. A disputa teve o mesmo regulamento dos anos anteriores, quando foi implementado o sistema de pontos corridos.

Campeonato Brasileiro de 2014 - Série A
Brasileirão Série A 2014
Brasileirão Chevrolet 2014.jpg
Logotipo oficial da competição, com patrocínio da Chevrolet.
Dados
Participantes 20
Organização CBF
Local de disputa  Brasil
Período 19 de abril7 de dezembro
Gol(o)s 860
Partidas 380
Média 2,26 gol(o)s por partida
Campeão Minas Gerais Cruzeiro (4º título)
Vice-campeão São Paulo São Paulo
Rebaixado(s) Bahia Vitória
Bahia Bahia
Rio de Janeiro Botafogo
Santa Catarina Criciúma
Melhor marcador Fred (Fluminense) – 18 gols
Melhor ataque (fase inicial) Minas Gerais Cruzeiro – 67 gols
Melhor defesa (fase inicial) Rio Grande do Sul Grêmio – 24 gols
Maiores goleadas
(diferença)
Botafogo Rio de Janeiro 6–0 Santa Catarina Criciúma
Estádio do MaracanãRio de Janeiro
10 de maio, 4ª rodada
 
Goiás Goiás 6–0 São Paulo Palmeiras
Estádio Serra DouradaGoiânia
21 de setembro, 23ª rodada
Público 6 208 190[i]
Média 16 337,3 pessoas por partida
Premiações
Melhor jogador
(CBF)
Éverton Ribeiro (Cruzeiro)[3]
Melhor treinador Marcelo Oliveira (Cruzeiro)[3]
Melhor árbitro Minas GeraisMG Ricardo Marques Ribeiro[3]
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Os jogos tiveram uma pausa durante a Copa do Mundo de 2014, que foi realizada entre junho e julho no Brasil. A competição teve nove rodadas disputadas antes da paralisação.[5]

O título brasileiro foi definido com duas rodadas de antecedência, quando o Cruzeiro foi declarado campeão ao derrotar o Goiás por 2–1, em Belo Horizonte. Foi a quarta conquista do clube mineiro na história.[6]

Além do campeão Cruzeiro e do previamente classificado Atlético Mineiro – campeão defensor da Copa do BrasilSão Paulo[7] e Internacional[8] classificaram-se a Copa Libertadores da América de 2015 via Campeonato Brasileiro. O Corinthians, quarto colocado do campeonato, também garantiu a classificação, porém, na fase preliminar, onde duas equipes se enfrentam em partidas de ida e volta, para então disputar a fase de grupo do torneio continental.[9]

Dentre os rebaixados à Série B de 2015, o Criciúma foi o primeiro clube descendido com o empate em 1–1 com o Flamengo, em São Luís, na 36ª rodada.[10] Na penúltima rodada, o Botafogo, campeão brasileiro em duas ocasiões, também foi rebaixado com a derrota por 2–0 para o Santos, na Vila Belmiro.[11] Vitória e Bahia completaram a relação de rebaixados na última rodada; o primeiro com a derrota para o Santos, por 1–0 em pleno Barradão; e o segundo, com a derrota de virada para o Coritiba por 3–2 no Couto Pereira,[12][13] deixando o estado baiano sem representantes na Série A em 2015.[14]

Índice

RegulamentoEditar

A Série A foi disputada por 20 clubes em dois turnos. Em cada turno, todos os times jogaram entre si uma única vez. Os jogos do segundo turno foram realizados na mesma ordem do primeiro, apenas com o mando de campo invertido. Não há campeões por turnos, sendo declarado campeão brasileiro o time que obtiver o maior número de pontos após as 38 rodadas.[15] Os quatro primeiros colocados garantiram vaga na Copa Libertadores da América de 2015 e os quatro últimos foram rebaixados para a Série B do ano seguinte.[15]

Critérios de desempateEditar

Em caso de empate por pontos entre dois clubes, os critérios de desempate seriam aplicados na seguinte ordem:[15]

  1. Número de vitórias
  2. Saldo de gols
  3. Gols pró
  4. Confronto direto (soma de resultados dos dois turnos, com gol fora de casa em consideração)
  5. Menor número de cartões vermelhos
  6. Menor número de cartões amarelos
  7. Sorteio

Ao final do campeonato, em caso de empate nos quatro primeiros critérios acima, iria se realizar uma partida de desempate em campo neutro para a determinação do campeão ou definição de descenso. Essa partida seria realizada em até sete dias após o encerramento do campeonato e, em caso de empate, decida através de disputa por pênaltis.[15]

A partir dessa temporada cada equipe poderia colocar em campo até cinco jogadores estrangeiros. Até 2013, era permitido somente três jogadores.[16]

ParticipantesEditar

Equipe Cidade Estado Em 2013 Estádio (mando) Capacidade[17] Títulos
Atlético Mineiro Belo Horizonte   MG Independência 23 018 1 (1971)
Atlético Paranaense Curitiba   PR Arena da Baixada 42 372[18] 1 (2001)
Bahia Salvador   BA 12° Arena Fonte Nova 50 025 2 (1959, 1988)
Botafogo Rio de Janeiro   RJ Maracanã[BOT] 78 838 2 (1968[TB], 1995)
Chapecoense Chapecó   SC 2º (Série B) Arena Condá 19 325[19] 0 (não possui)
Corinthians São Paulo   SP 10° Arena Corinthians 45 000 5 (1990, 1998, 1999, 2005, 2011)
Coritiba Curitiba   PR 11º Couto Pereira 40 502[20] 1 (1985)
Criciúma Criciúma   SC 14º Heriberto Hülse 19 300 0 (não possui)
Cruzeiro Belo Horizonte   MG Mineirão 61 846[21] 3 (1966, 2003, 2013)
Figueirense Florianópolis   SC 4º (Série B) Orlando Scarpelli 19 584 0 (não possui)
Flamengo Rio de Janeiro   RJ 16º Maracanã 78 838 5 (1980, 1982, 1983, 1992, 2009)
Fluminense Rio de Janeiro   RJ 15° Maracanã 78 838 4 (1970, 1984, 2010, 2012)
Goiás Goiânia   GO Serra Dourada 42 000 0 (não possui)
Grêmio Porto Alegre   RS Arena do Grêmio 55 500[22] 2 (1981, 1996)
Internacional Porto Alegre   RS 13° Beira-Rio 56 000 3 (1975, 1976, 1979)
Palmeiras São Paulo   SP 1º (Série B) Pacaembu[PAL]
Allianz Parque[PAL]
37 730
43 600
8 (1960, 1967[TB], 1967[RGP], 1969, 1972, 1973, 1993, 1994)
Santos Santos   SP Vila Belmiro 16 068 8 (1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968[RGP], 2002, 2004)
São Paulo São Paulo   SP Morumbi 66 795 6 (1977, 1986, 1991, 2006, 2007, 2008)
Sport Recife   PE 3º (Série B) Ilha do Retiro 30 520 1 (1987)
Vitória Salvador   BA Barradão 35 000 0 (não possui)
Notas
  • RGP. ^ Torneio Roberto Gomes Pedrosa
  • TB. ^ Taça Brasil
  • BOT. ^ O Estádio Engenhão está interditado para partidas de futebol. O Botafogo manda seus jogos no Maracanã.
  • PAL. ^ O Palmeiras mandou seus jogos no Estádio do Pacaembu até a 33ª rodada. A partir da 35ª rodada passou a utilizar seu próprio estádio, o Allianz Parque.[23]

Indefinição de participantesEditar

Por ter escalado o atleta Héverton contra o Grêmio, na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2013, a Portuguesa foi julgada e condenada por unanimidade pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva com a perda de quatro pontos. Assim, a equipe paulista caiu para a 17ª colocação, primeira dentro da zona de rebaixamento, livrando o Fluminense da queda para a Série B.[24][25]

Inconformados com a decisão do STJD, torcedores da Portuguesa entraram com várias ações na Justiça comum em 2014 e alguns deles até conseguiram liminares que devolviam o time paulista à primeira divisão,[26] mas a Confederação Brasileira de Futebol conseguiu derrubar uma a uma, questionando a legitimidade dos torcedores para defenderem o clube. Em fevereiro, foi a vez do Ministério Público de São Paulo entrar com uma Ação Civil Pública contra a confederação, mas o pedido foi negado, mantendo a punição.[27]

No começo de abril de 2014, a Portuguesa finalmente entrou na Justiça comum para anular uma decisão do STJD.[28] A decisão inicial da Justiça comum foi favorável à Portuguesa, que recuperava a vaga na Série A perdida para o Fluminense.[29] No entanto, a CBF conseguiu cassar a decisão.[30] Um dia antes da estreia do time na Série B 2014, dirigentes descobriram a existência de uma liminar que mantinha a Portuguesa na Série A.[31] Ainda assim a equipe entrou em campo para enfrentar o Joinville na estreia da Série B, mas abandonou a partida aos 17 minutos após essa liminar chegar as mãos do delegado da partida.[32]

A menos de uma semana do início da Série A, o Icasa obteve uma liminar na Justiça comum para participar da competição.[33] O clube cearense havia terminado a Série B 2013 na quinta colocação, um ponto atrás do Figueirense, porém o time catarinense escalou o jogador Luan de forma irregular (o atleta ainda tinha contrato com outro clube).[34] Dias depois, a CBF conseguiu da Justiça a cassação dessa liminar.[35]

EstádiosEditar

Atlético Mineiro Atlético Paranaense Bahia Botafogo Chapecoense Corinthians
Independência Arena da Baixada Arena Fonte Nova Maracanã Arena Condá Arena Corinthians
Capacidade: 23 018 Capacidade: 42 372 Capacidade: 50 025 Capacidade: 78 838 Capacidade: 19 325 Capacidade: 45 000
           
Coritiba
Criciúma
Couto Pereira Heriberto Hülse
Capacidade: 40 502 Capacidade: 19 300
 
Cruzeiro Figueirense
Mineirão Orlando Scarpelli
Capacidade: 61 846 Capacidade: 19 584
   
Flamengo Fluminense
Maracanã Maracanã
Capacidade: 78 838 Capacidade: 78 838
   
Goiás Grêmio
Serra Dourada Arena do Grêmio
Capacidade: 42 000 Capacidade: 55 500
 
Internacional Palmeiras Santos São Paulo Sport Vitória
Beira-Rio Allianz Parque / Pacaembu Vila Belmiro Morumbi Ilha do Retiro Barradão
Capacidade: 56 000 Capacidade: 43 600 / 37 730 Capacidade: 16 068 Capacidade: 66 795 Capacidade: 30 520 Capacidade: 35 000
           

Outros estádiosEditar

Devido a realização da Copa do Mundo FIFA de 2014, alguns estádios foram cedidos para as seleções como centro de treinamento, além dos doze estádios que foram utilizados para a realização do evento. Com isso alguns clubes ficaram impossibilitados de mandar os jogos em seus estádios em algumas rodadas. Outro fator é a perda de mando de campo imposta a alguns clubes por punição do STJD ou simplesmente por opção dos clubes mandar seus jogos em outros locais, geralmente buscando uma melhor renda.[36] Há ainda o caso do Sport Recife, que além de utilizar a Ilha do Retiro, manda jogos na Arena Pernambuco. Com isso os seguintes estádios também são utilizados:[37][38][39][40]

Ainda foram utilizados o Centenário em Caxias do Sul, Estádio do Vale em Novo Hamburgo, Estádio Castelão em São Luís, Primeiro de Maio em São Bernardo do Campo e o Moacyrzão em Macaé.[41]

ClassificaçãoEditar

Pos Times Pts J V E D GP GC SG % M Classificação ou rebaixamento
1   Cruzeiro 80 38 24 8 6 67 38 +29 70   Segunda fase da Copa Libertadores de 2015
2   São Paulo 70 38 20 10 8 59 40 +19 61  
3   Internacional 69 38 21 6 11 53 41 +12 60  
4   Corinthians 69 38 19 12 7 49 31 +18 60   Primeira fase da Copa Libertadores de 2015
5   Atlético Mineiro 62 38 17 11 10 51 38 +13 54  1 Segunda fase da Copa Libertadores de 20151
6   Fluminense 61 38 17 10 11 61 42 +19 53  1
7   Grêmio 61 38 17 10 11 36 24 +12 53  
8   Atlético Paranaense 54 38 15 9 14 43 42 +1 47  
9   Santos 53 38 15 8 15 42 35 +7 46  1
10   Flamengo 52 38 14 10 14 46 47 –1 45  1
11   Sport 52 38 14 10 14 36 46 –10 45  
12   Goiás 47 38 13 8 17 38 40 –2 41  1
13   Figueirense 47 38 13 8 17 37 47 –10 41  1
14   Coritiba 47 38 12 11 15 42 45 –3 41  
15   Chapecoense 43 38 11 10 17 39 44 –5 38  
16   Palmeiras 40 38 11 7 20 34 59 –25 35  
17   Vitória 38 38 10 8 20 37 54 –17 33   Rebaixados à Série B de 2015
18   Bahia 37 38 9 10 19 31 43 –12 32  
19   Botafogo 34 38 9 7 22 31 48 –17 30  
20   Criciúma 32 38 7 11 20 28 56 –28 28  

1Atlético Mineiro tem vaga garantida na Copa Libertadores de 2015 por ter sido campeão da Copa do Brasil de 2014.

ConfrontosEditar

 Ver artigo principal: Resultados do primeiro turno
 Ver artigo principal: Resultados do segundo turno
  ATM ATP BAH BOT CHA COR CTB CRI CRU FIG FLA FLU GOI GRE INT PAL SAN SPA SPT VIT
Atlético-MG 3–1 1–1 1–0 1–0 0–0 1–2 0–0 2–1 1–1 4–0 2–0 0–1 0–0 1–0 2–1 3–2 1–0 3–2 2–0
Atlético-PR 1–0 0–0 2–0 1–1 1–0 2–0 2–0 2–3 3–0 2–1 0–3 1–0 1–0 0–1 1–1 1–1 2–2 0–1 2–0
Bahia 1–1 1–2 1–0 0–1 1–2 0–0 0–0 1–2 3–0 2–1 0–1 1–0 1–0 0–1 0–1 0–2 0–2 1–0 1–1
Botafogo 0–0 0–2 2–3 1–0 1–0 1–0 6–0 1–1 0–1 2–1 2–0 1–0 0–2 2–2 0–1 1–0 2–4 1–1 1–1
Chapecoense 1–1 3–0 2–1 2–0 0–1 0–0 1–1 1–1 0–1 1–0 1–0 0–0 1–2 5–0 2–0 1–1 0–0 3–1 0–1
Corinthians 1–0 1–1 1–1 1–1 1–1 2–2 2–1 1–0 0–1 2–0 1–1 5–2 1–0 2–1 2–0 1–0 3–2 3–0 2–1
Coritiba 0–0 1–0 3–2 2–0 3–0 0–0 1–0 1–2 0–2 0–1 1–0 3–0 1–1 1–1 2–0 0–0 3–1 0–1 2–0
Criciúma 3–1 0–1 0–1 1–1 1–0 0–0 1–0 0–0 1–0 0–2 3–2 1–0 0–3 0–0 1–2 3–0 1–2 2–2 1–3
Cruzeiro 2–3 2–0 2–1 2–1 4–2 0–1 3–2 3–1 5–0 3–0 2–1 2–1 1–0 2–1 1–1 3–0 1–1 2–0 3–1
Figueirense 2–2 1–3 0–2 1–0 1–0 1–0 4–0 1–1 1–1 1–2 1–1 0–1 0–1 1–2 3–1 0–2 1–1 3–0 2–0
Flamengo 2–1 1–2 1–1 1–0 3–0 1–0 3–2 1–1 3–0 1–1 1–1 0–0 0–1 2–0 4–2 0–1 0–2 1–0 4–0
Fluminense 0–0 2–1 1–1 1–0 1–4 5–2 1–1 4–2 3–3 3–0 2–0 2–0 0–0 1–1 3–0 1–0 5–2 4–0 1–2
Goiás 2–3 3–1 3–0 2–0 4–2 0–1 3–0 1–0 0–1 1–0 1–0 0–2 0–0 0–1 6–0 2–2 2–1 0–0 0–0
Grêmio 2–1 1–0 1–0 2–1 1–0 2–1 2–3 2–0 1–2 1–0 1–1 1–0 0–0 4–1 0–0 0–0 0–1 2–0 1–0
Internacional 2–1 2–1 2–0 2–0 2–0 1–2 4–2 3–0 1–3 2–3 4–0 2–1 1–0 2–0 3–1 1–0 0–1 2–1 1–0
Palmeiras 0–2 1–1 1–1 0–2 4–2 1–1 1–0 1–0 1–2 1–0 2–2 0–1 2–0 2–1 0–1 1–3 1–2 0–2 2–0
Santos 1–2 2–0 1–0 2–0 3–0 0–1 2–1 2–0 0–1 3–1 0–0 0–1 2–0 0–0 1–2 2–0 0–1 1–1 3–1
São Paulo 2–1 1–0 2–1 3–0 0–1 1–1 2–2 1–1 2–0 1–1 2–2 1–3 3–0 1–0 1–1 2–0 2–1 2–0 3–1
Sport 2–1 1–1 1–0 1–0 2–1 1–4 1–0 2–0 0–0 1–0 2–2 2–2 0–1 0–0 0–0 2–1 3–1 1–0 1–2
Vitória 2–3 2–2 2–1 2–1 0–0 0–0 1–1 3–1 0–1 0–1 1–2 3–1 2–2 2–1 2–0 0–1 0–1 1–2 0–1

Desempenho por rodadaEditar

Clubes que lideraram o campeonato ao final de cada rodada:

Rodadas
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38
FLU COR INT CRU

Clubes que ficaram na última posição do campeonato ao final de cada rodada:

Rodadas
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38
FIG CHA FIG CTB FIG FLA FIG FLA CTB PAL VIT BAH VIT PAL CRI CTB BOT CTB CRI

ArtilhariaEditar

Maiores públicosEditar

Estes são os dez maiores públicos do Campeonato:

Público[PP] Mandante Placar Visitante Estádio Data Rodada Ref.
1 58 627 São Paulo   2–0   Cruzeiro Morumbi 14 de setembro 21ª [44]
2 56 729 Cruzeiro   2–1   Goiás Mineirão 23 de novembro 36ª [6]
3 51 994 Cruzeiro   2–1   Internacional Mineirão 4 de outubro 26ª [45]
4 51 858 Flamengo   0–1   Grêmio Maracanã 6 de setembro 19ª [46]
5 49 534 Cruzeiro   2–3   Atlético Mineiro Mineirão 21 de setembro 23ª [47]
6 46 512 São Paulo   1–1   Criciúma Morumbi 2 de agosto 13ª [48]
7 45 804 Cruzeiro   2–1   Fluminense Mineirão 7 de dezembro 38ª [49]
8 44 975 Fluminense   1–2   Vitória Maracanã 3 de maio [50]
9 43 653 Grêmio   0–1   São Paulo Arena do Grêmio 4 de outubro 26ª [51]
10 43 456 Grêmio   4–1   Internacional Arena do Grêmio 9 de novembro 33ª [52]
  • PP. ^ Considera-se apenas o público pagante

Menores públicosEditar

Estes são os dez menores públicos do Campeonato:[PF]

Público[PP] Mandante Placar Visitante Estádio Data Rodada Ref.
1 766 Atlético Paranaense   1–1   Chapecoense Willie Davids 18 de maio [53]
2 777 Figueirense   0–2   Bahia Arena Barueri 27 de abril [54]
3 1 063 Atlético Paranaense   2–0   Coritiba Willie Davids 25 de maio [55]
4 1 271 Botafogo   1–0   Coritiba Raulino de Oliveira 19 de julho 11ª [56]
5 1 345 Bahia   0–1   Fluminense Arena Barueri 24 de maio [57]
6 1 392 Goiás   3–0   Coritiba Serra Dourada 11 de outubro 28ª [58]
7 1 475 Goiás   4–2   Chapecoense Serra Dourada 7 de dezembro 38ª [59]
8 1 544 Goiás   3–1   Atlético Paranaense Serra Dourada 31 de agosto 18ª [60]
9 2 005 Chapecoense   0–0   Goiás Arena Condá 6 de setembro 19ª [61]
10 2 090 Goiás   1–0   Criciúma JK 27 de abril [62]

Médias de públicoEditar

Estas são as médias de público dos clubes no Campeonato. Considera-se apenas os jogos da equipe como mandante e o público pagante:[63][64]

  1.   Cruzeiro – 29 678
  2.   Corinthians – 28 960
  3.   São Paulo – 28 544
  4.   Flamengo – 26 411
  5.   Internacional – 22 318
  6.   Grêmio – 21 028
  7.   Palmeiras – 19 755
  8.   Fluminense – 18 490
  9.   Sport – 18 220
  10.   Atlético Mineiro – 14 132
  1.   Bahia – 12 579
  2.   Coritiba – 12 329
  3.   Atlético Paranaense – 12 237
  4.   Botafogo – 11 362
  5.   Vitória – 10 267
  6.   Chapecoense – 10 021
  7.   Santos – 9 243
  8.   Criciúma – 9 089
  9.   Figueirense – 8 378
  10.   Goiás – 6 942

Mudança de técnicosEditar

Clube Antecessor Motivo Data Última partida Rod Pos Sucessor Ref.
  Atlético-MG   Paulo Autuori Demitido 24 de abril Atlético Nacional 1–0 Atlético-MG[Lib] 10º   Levir Culpi [65][66]
  Criciúma   Caio Júnior Demitido 29 de abril Goiás 1–0 Criciúma 19º   Wagner Lopes [67][68]
  Figueirense   Vinícius Eutrópio Demitido 30 de abril Figueirense 0–2 Bahia 20º   Guto Ferreira [69][70]
  Palmeiras   Gilson Kleina Demitido 8 de maio Sampaio Corrêa 2–1 Palmeiras[CBr] 14º   Ricardo Gareca[a1] [71][72]
  Vitória   Ney Franco Resignado 12 de maio Bahia 1–1 Vitória 12º   Jorginho[a2] [73][74]
  Flamengo   Jayme de Almeida Demitido 12 de maio Fluminense 2–0 Flamengo 16º   Ney Franco [75]
  Atlético-PR   Miguel Ángel Portugal Resignado 19 de maio Atlético-PR 1–1 Chapecoense 13º   Doriva[a3] [76][77]
  Chapecoense   Gilmar Dal Pozzo Demitido 23 de maio Criciúma 1–0 Chapecoense 20º   Celso Rodrigues (interino) [78]
  Flamengo   Ney Franco Demitido 23 de julho Internacional 4–0 Flamengo 11ª 20º   Vanderlei Luxemburgo [79]
  Figueirense   Guto Ferreira Demitido 23 de julho Figueirense 2–1 Bragantino[CBr] 11ª 18º   Argel Fucks [80][81]
  Bahia   Marquinhos Santos Demitido 26 de julho Bahia 0–1 Internacional 12ª 19º   Gilson Kleina[a4] [82][83]
  Grêmio   Enderson Moreira Resignado 27 de julho Grêmio 2–3 Coritiba 12ª 10º   Luiz Felipe Scolari[a5] [84][85]
  Vitória   Jorginho Demitido 21 de agosto Coritiba 2–0 Vitória 16ª 19º   Ney Franco [86][87]
  Coritiba   Celso Roth Demitido 24 de agosto Palmeiras 1–0 Coritiba 17ª 19º   Marquinhos Santos [88]
  Atlético-PR   Doriva Demitido 24 de agosto Atlético-PR 0–0 Bahia 17ª   Claudinei Oliveira[a3] [89][90]
  Criciúma   Wagner Lopes Demitido 25 de agosto Criciúma 0–2 Flamengo 17ª 17º   Gilmar Dal Pozzo[a6] [91][92]
  Palmeiras   Ricardo Gareca Demitido 1 de setembro Palmeiras 0–1 Internacional 18ª 16º   Dorival Júnior [93][94]
  Santos   Oswaldo de Oliveira Demitido 2 de setembro Botafogo 1–0 Santos 18ª 11º   Enderson Moreira [95][96]
  Chapecoense   Celso Rodrigues (interino) Remanejado 11 de setembro Coritiba 3–0 Chapecoense 20ª 16º   Jorginho [97][98]
  Criciúma   Gilmar Dal Pozzo Demitido 27 de outubro Vitória 3–1 Criciúma 31ª 20º   Toninho Cecílio [99][100]
  Bahia   Gilson Kleina Resignado 11 de novembro Goiás 3–0 Bahia 33ª 19º   Charles Fabian (interino) [101]
  Chapecoense   Jorginho Demitido 17 de novembro Chapecoense 0–1 Vitória 34ª 17º   Celso Rodrigues (interino) [102][103]
  Criciúma   Toninho Cecílio Demitido 20 de novembro Criciúma 0–1 Bahia 35ª 20º   Luizinho Vieira (interino) [104]
Notas

PremiaçãoEditar

Ver tambémEditar

Referências

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Ligações externasEditar