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Campeonato Brasileiro de Futebol de 2019 - Série A

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Campeonato Brasileiro de 2019 - Série A
Dados
Participantes 20
Organização CBF
Período 27 de abril8 de dezembro
Gol(o)s 849
Partidas 370
Média 2,29 gol(o)s por partida
Campeão Flamengo (6º título)
Rebaixado(s) CSA
Chapecoense
Avaí
Melhor marcador Gabriel (Flamengo) – 25 gols
Melhor ataque Flamengo – 86 gols
Melhor defesa São Paulo – 29 gols
Maiores goleadas
(diferença)
Flamengo 6–1 Goiás
Estádio do MaracanãRio de Janeiro
14 de julho, 10ª rodada
 
Santos 6–1 Goiás
Estádio Vila BelmiroSantos
4 de agosto, 13ª rodada
 
Grêmio 6–1 Avaí
Arena do GrêmioPorto Alegre
26 de setembro, 21ª rodada
 
Flamengo 6–1 Avaí
Estádio do MaracanãRio de Janeiro
5 de dezembro, 37ª rodada
Público 7 838 516
Média 21 185,2 pessoas por partida
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atualizado em 5 de dezembro

A Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2019, oficialmente Brasileirão Assaí – Série A 2019 por motivos de patrocínio,[1] é a 63.ª edição da principal divisão do futebol brasileiro. A disputa tem o mesmo regulamento dos anos anteriores, quando foi implementado o sistema de pontos corridos. Houve pausa durante a Copa América 2019, que foi realizada entre 14 de junho e 7 de julho no Brasil.[2]

Esta é a edição com o maior número de federações representadas na história da competição por pontos corridos, dez ao todo: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.[3] Pelo segundo ano consecutivo, o Nordeste terá quatro times na Série A – igualando o recorde no atual formato, com Bahia, Ceará, CSA e Fortaleza.[4] O Sudeste mais uma vez tem a maioria, com dez representantes; a região Sul conta com cinco participantes; e o Centro-Oeste tem um.[5]

O título foi definido com quatro rodadas de antecedência. O Flamengo garantiu seu sexto título brasileiro, beneficiado pela derrota do Palmeiras para o Grêmio, em São Paulo, por 2–1.[6] A conquista veio menos de 24 horas depois de vencer a Copa Libertadores contra o River Plate, em Lima, no Peru. Com isso tornou-se o primeiro clube desde 1963 a obter os títulos nacional e continental na mesma temporada.[7] Além disso, a equipe carioca ainda bateu o recorde de pontos conquistados em uma única edição na história dos pontos corridos, desde o formato adotado com vinte clubes na disputa, em 2006.[8]

O rebaixamento à Série B de 2020 começou a ser definido com cinco rodadas para o término da competição. O Avaí foi o primeiro clube a ter o descenso confirmado, após empate sem gols com o Cruzeiro, em Belo Horizonte.[9] Na 35ª rodada, a Chapecoense sofreu o primeiro rebaixamento de sua história, após perder para o Botafogo por 1–0, em plena Arena Condá, deixando o estado de Santa Catarina sem representantes na elite pela primeira vez desde 2001.[10][11] Na penúltima rodada, a própria Chapecoense derrotou o CSA por 3–0, forçando o clube alagoano a acompanhá-la na segunda divisão no ano seguinte.[12]

Regulamento

A Série A de 2019 é disputada por vinte clubes em dois turnos. Em cada turno, todos os times jogam entre si uma única vez. Os jogos do segundo turno serão realizados na mesma ordem do primeiro, apenas com o mando de campo invertido. Não há campeões por turnos, sendo declarado campeão brasileiro o time que obtiver o maior número de pontos após as 38 rodadas. Ao final da competição, os seis primeiros times se classificam à Copa Libertadores de 2020, os seis clubes subsequentes se classificam à Copa Sul-Americana de 2020, e os quatro últimos serão rebaixados para a Série B do ano seguinte. O campeão se classificará para a Supercopa do Brasil de 2020.[13]

Nessa edição foi introduzido o árbitro assistente de vídeo ou VAR (do inglês Video Assistant Referee), em todas as 380 partidas do campeonato, tendo seus custos com tecnologia e infraestrutura pagos pela Confederação Brasileira de Futebol, enquanto o pagamento dos árbitros de vídeo é de responsabilidade dos clubes, como já vem sendo feito com as equipes de arbitragem em campo.[14]

Participantes

Equipe Cidade Estado Em 2018 Estádio (mando) Capacidade[15] Títulos
Athletico Paranaense Curitiba   PR Arena da Baixada 42 370[16] 1 (2001)
Atlético Mineiro Belo Horizonte   MG Independência 23 018 1 (1971)
Avaí Florianópolis   SC 3º (Série B) Ressacada 17 826 0 (não possui)
Bahia Salvador   BA 11º Arena Fonte Nova 50 025 2 (1959, 1988)
Botafogo Rio de Janeiro   RJ Nilton Santos 44 661 2 (1968[nota 1], 1995)
Ceará Fortaleza   CE 15° Arena Castelão 63 903 0 (não possui)
Chapecoense Chapecó   SC 14º Arena Condá 20 089 0 (não possui)
Corinthians São Paulo   SP 13º Arena Corinthians 47 605 7 (1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015, 2017)
Cruzeiro Belo Horizonte   MG Mineirão 61 846 4 (1966, 2003, 2013, 2014)
CSA Maceió   AL 2º (Série B) Rei Pelé 19 105[17] 0 (não possui)
Flamengo Rio de Janeiro   RJ Maracanã 78 838 5 (1980, 1982, 1983, 1992, 2009)
Fluminense Rio de Janeiro   RJ 12º Maracanã 78 838 4 (1970, 1984, 2010, 2012)
Fortaleza Fortaleza   CE 1º (Série B) Arena Castelão 63 903 0 (não possui)
Goiás Goiânia   GO 4º (Série B) Serra Dourada 42 000 0 (não possui)
Grêmio Porto Alegre   RS Arena do Grêmio 55 662 2 (1981, 1996)
Internacional Porto Alegre   RS Beira-Rio 50 128 3 (1975, 1976, 1979)
Palmeiras São Paulo   SP Allianz Parque 43 713 10 (1960, 1967[nota 1], 1967[nota 2], 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016, 2018)
Santos Santos   SP 10º Vila Belmiro 16 068 8 (1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968[nota 2], 2002, 2004)
São Paulo São Paulo   SP Morumbi 72 039 6 (1977, 1986, 1991, 2006, 2007, 2008)
Vasco da Gama Rio de Janeiro   RJ 16º São Januário 21 680 4 (1974, 1989, 1997, 2000)

Estádios

Athletico Paranaense Atlético Mineiro Avaí Bahia Botafogo Ceará
Arena da Baixada Independência Ressacada Arena Fonte Nova Nilton Santos Arena Castelão
Capacidade: 42 370 Capacidade: 23 018 Capacidade: 17 826 Capacidade: 50 025 Capacidade: 44 661 Capacidade: 63 903
           
Chapecoense
Corinthians
Arena Condá Arena Corinthians
Capacidade: 20 089 Capacidade: 47 605
   
Cruzeiro CSA
Mineirão Rei Pelé
Capacidade: 61 846 Capacidade: 19 105[17]
   
Flamengo Fluminense
Maracanã Maracanã
Capacidade: 78 838 Capacidade: 78 838
   
Fortaleza Goiás
Arena Castelão Serra Dourada
Capacidade: 63 903 Capacidade: 42 000
   
Grêmio Internacional Palmeiras Santos São Paulo Vasco da Gama
Arena do Grêmio Beira-Rio Allianz Parque Vila Belmiro Morumbi São Januário
Capacidade: 55 662 Capacidade: 50 128 Capacidade: 43 713 Capacidade: 16 068 Capacidade: 72 039 Capacidade: 21 680
           

Outros estádios

Além dos estádios de mando usual, outros estádios foram utilizados devido a punições de perda de mando de campo impostas pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva ou por conta de problemas de interdição dos estádios usuais ou simplesmente por opção dos clubes em mandar seus jogos em outros locais, geralmente buscando uma melhor renda.[18][19][20][21][22][23][24]

Direitos de transmissão

Pela primeira vez após dezenove anos, houve profundas mudanças nos direitos de transmissão da Série A do Campeonato Brasileiro. O Grupo Globo deixou de ter a exclusividade completa nos direitos de transmissão. Em 2016, a Turner acertou com dezesseis clubes os direitos em TV por assinatura entre 2019 e 2024 (dependendo de cada clube), com os demais se mantendo com o SporTV.[25] Na época, a Turner tinha como propriedade a emissora Esporte Interativo, cuja extinção viria a acontecer em meados de 2018. Mesmo assim, a Turner manteve o compromisso firmado com os clubes, com as transmissões acontecendo em outros canais do grupo.[26] Sete clubes permaneceram com a Turner nessas condições (Athletico Paranaense, Bahia, Ceará, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e Santos). Os outros treze renovaram com o SporTV.

Os clubes que acertaram com a Turner mantiveram com o Grupo Globo os direitos em outras mídias como a Rede Globo, na TV aberta, e o Premiere no sistema de pay-per-view (o Athletico Paranaense apenas em TV aberta).[27] O Palmeiras inicialmente não teve acerto com o Grupo Globo em nenhuma plataforma,[28][29] fazendo com que alguns jogos do clube ficassem sem transmissão nas primeiras rodadas,[30] mas em 23 de maio o clube e o Grupo Globo chegaram a um acordo sobre os direitos de transmissão em TV aberta e pay-per-view.[31]

Classificação

Atualizado em 5 de dezembro.
Pos. Equipes P J V E D GP GC SG % M Classificação ou rebaixamento
1   Flamengo 90 37 28 6 3 86 33 +53 81   Fase de grupos da Copa Libertadores de 2020[nota 3]
2   Santos 71 37 21 8 8 56 33 +23 64  
3   Palmeiras 71 37 20 11 6 59 32 +27 64  
4   Grêmio 65 37 19 8 10 62 36 +26 59  
5   Athletico Paranaense 63 37 18 9 10 51 32 +19 57  
6   São Paulo 60 37 16 12 9 37 29 +8 54  
7   Corinthians 56 37 14 14 9 41 32 +9 50  1 Segunda fase da Copa Libertadores de 2020
8   Internacional 54 37 15 9 13 42 38 +4 49  1
9   Fortaleza 50 37 14 8 15 48 48 0 45   Copa Sul-Americana de 2020
10   Goiás 49 37 14 7 16 43 62 –19 44  
11   Bahia 49 37 12 13 12 43 41 +2 44  
12   Atlético Mineiro 48 37 13 9 15 44 47 –3 43  1
13   Vasco da Gama 48 37 12 12 13 38 44 –6 43  1
14   Fluminense 43 37 11 10 16 36 45 –9 39  1
15   Botafogo 42 37 13 3 21 30 44 –14 38  1
16   Ceará 38 37 10 8 19 35 40 –5 34  
17   Cruzeiro 36 37 7 15 15 27 44 –17 32   Zona de rebaixamento à Série B de 2020
18   CSA 32 37 8 8 21 23 56 –33 29  
19   Chapecoense 31 37 7 10 20 30 51 –21 28  
20   Avaí 19 37 3 10 24 18 62 –44 17  

Confrontos

 Ver artigo principal: Resultados do primeiro turno
 Ver artigo principal: Resultados do segundo turno
  ATP ATM AVA BAH BOT CEA CHA COR CRU CSA FLA FLU FOR GOI GRE INT PAL SAN SPA VAS
Athletico-PR 1–0 0–1 1–0 1–0 1–0 1–1 0–2 0–0 1–0 0–2 3–0 4–1 4–1 2–0 1–0 1–1 1–0 0–1 4–1
Atlético-MG 0–1 2–1 0–1 2–0 2–1 0–2 2–1 2–0 4–0 2–1 2–1 2–2 2–0 1–4 1–3 0–2 2–0 1–1 1–2
Avaí R-38 1–0 0–2 0–2 1–2 0–1 1–1 2–2 0–0 0–3 1–1 1–3 0–0 1–1 0–2 1–2 1–2 0–0 0–0
Bahia 1–2 1–1 1–0 2–0 1–2 1–1 3–2 0–0 1–0 3–0 3–2 1–1 1–1 1–0 2–3 1–1 0–1 0–0 1–1
Botafogo 2–1 2–1 2–0 3–2 R-38 0–0 1–0 0–2 2–1 0–1 0–1 1–0 3–1 0–1 0–1 0–1 0–1 1–2 1–0
Ceará 1–1 1–2 1–0 0–0 0–0 4–1 0–1 0–0 4–0 0–3 2–0 2–1 0–1 2–1 2–0 2–0 0–1 1–1 1–1
Chapecoense 1–1 1–2 1–0 0–0 0–1 1–0 0–1 1–1 3–0 0–1 1–1 1–3 2–2 0–1 2–0 1–2 0–1 0–3 1–2
Corinthians 2–2 1–0 3–0 2–1 2–0 2–2 1–0 1–2 1–0 1–1 R-38 3–2 2–0 0–0 0–0 1–1 0–0 1–0 1–0
Cruzeiro 0–2 0–0 0–0 1–1 0–0 1–0 1–2 0–0 0–1 1–2 0–0 1–1 2–1 1–4 1–1 R-38 2–0 1–0 1–0
CSA 0–4 2–2 3–1 1–2 1–2 1–0 2–0 2–1 1–1 0–2 0–1 0–2 1–0 0–0 1–0 1–1 0–0 R-38 0–3
Flamengo 3–2 3–1 6–1 3–1 3–2 4–1 2–1 4–1 3–1 1–0 2–0 2–0 6–1 3–1 3–1 3–0 1–0 0–0 4–4
Fluminense 1–2 1–1 0–1 2–0 0–1 1–1 1–1 1–0 4–1 0–1 0–0 0–0 0–1 2–1 2–1 1–0 1–1 1–2 0–0
Fortaleza 2–1 2–2 2–0 R-38 1–0 1–0 2–0 1–3 2–1 3–0 1–2 0–1 2–0 2–1 0–1 0–1 2–1 0–1 1–1
Goiás 2–1 0–0 2–0 4–3 1–0 2–1 3–1 2–2 1–0 1–0 2–2 3–0 1–2 R-38 2–1 1–2 0–3 1–2 0–1
Grêmio 2–1 1–0 6–1 0–1 3–0 2–1 3–3 0–0 2–0 2–1 0–1 4–5 1–0 3–0 2–0 1–1 1–2 3–0 2–1
Internacional 1–1 R-38 2–0 3–1 3–2 1–0 1–0 0–0 3–1 2–0 2–1 2–1 2–2 1–2 1–1 1–1 0–0 1–0 0–1
Palmeiras 1–0 1–1 2–0 2–2 1–0 1–0 1–0 1–1 1–0 6–2 1–3 3–0 4–0 5–1 1–2 1–0 4–0 3–0 1–1
Santos 1–1 3–1 3–1 1–0 4–1 2–1 2–0 1–0 4–1 2–0 R-38 2–1 3–3 6–1 0–3 0–0 2–0 1–1 3–0
São Paulo 0–1 2–0 1–0 0–0 2–0 1–0 4–0 1–0 1–1 1–1 1–1 0–2 2–1 0–1 0–0 2–1 1–1 3–2 1–0
Vasco da Gama 1–1 1–2 1–1 0–2 2–1 1–0 R-38 1–1 1–0 0–0 1–4 2–1 1–0 1–1 1–3 2–1 1–2 0–1 2–0

Desempenho por rodada

Clubes que lideraram o campeonato ao final de cada rodada:

Rodadas
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38
CEA SPA ATM PAL SAN FLA

Clubes que ficaram na última posição do campeonato ao final de cada rodada:

Rodadas
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38
CSA VAS AVA CHA AVA

Estatísticas

Hat-tricks

Jogador Clube Adversário Placar Data Ref.
  Giorgian De Arrascaeta Flamengo Goiás 6–1 14 de julho [34]
  Gilberto Bahia Flamengo 3–0 4 de agosto [35]
  Thiago Galhardo Ceará Chapecoense 4–1 10 de agosto [36]
  Luiz Adriano Palmeiras Fluminense 3–0 10 de setembro [37]
  Bruno Henrique Flamengo Corinthians 4–1 3 de novembro [38]
Ceará 4–1 27 de novembro [39]

Maiores públicos

Estes são os dez maiores públicos do Campeonato:

N.º Público[nota 4] Mandante Placar Visitante Estádio Data Rodada Ref.
1 65 649 Flamengo   1–0   CSA Maracanã 27 de outubro 28ª [40]
2 65 418 Vasco da Gama   1–4   Flamengo Mané Garrincha 17 de agosto 15ª [41]
3 64 648 Flamengo   6–1   Avaí Maracanã 5 de dezembro 37ª [42]
4 62 541 Flamengo   0–0   São Paulo Maracanã 28 de setembro 22ª [43]
5 62 510 Flamengo   1–0   Santos Maracanã 14 de setembro 19ª [44]
6 61 390 Flamengo   3–0   Palmeiras Maracanã 1 de setembro 17ª [45]
7 61 246 Flamengo   4–1   Ceará Maracanã 27 de novembro 35ª [46]
8 60 961 Flamengo   3–1   Bahia Maracanã 10 de novembro 32ª [47]
9 60 947 Flamengo   6–1   Goiás Maracanã 14 de julho 10ª [48]
10 60 244 Flamengo   3–1   Internacional Maracanã 25 de setembro 21ª [49]

Menores públicos

Estes são os dez menores públicos do Campeonato:

N.º Público[nota 4] Mandante Placar Visitante Estádio Data Rodada Ref.
1 1 948 Avaí   0–1   Chapecoense Ressacada 24 de novembro 34ª [50]
2 2 121 Chapecoense   1–2   Atlético Mineiro Arena Condá 14 de julho 10ª [51]
3 2 411 Chapecoense   3–0   CSA Arena Condá 4 de dezembro 37ª [52]
4 2 638 Avaí   1–3   Fortaleza Ressacada 30 de outubro 29ª [53]
5 2 850 Avaí   1–1   Fluminense Ressacada 1 de dezembro 36ª [54]
6 2 860 Chapecoense   1–0   Ceará Arena Condá 17 de novembro 33ª [55]
7 3 050 Chapecoense   0–1   Botafogo Arena Condá 27 de novembro 35ª [56]
8 3 241 Atlético Mineiro   2–1   Avaí Independência 27 de abril [57]
9 3 300 Atlético Mineiro   2–1   Ceará Independência 29 de setembro 22ª [58]
10 3 391 Chapecoense   2–2   Goiás Arena Condá 20 de outubro 27ª [59]

Médias de público

Estas são as médias de público dos clubes no Campeonato. Considera-se apenas os jogos da equipe como mandante e o público pagante:[60]

Pos. Time Média Total Mandos Maior Menor
1   Flamengo 55 025 1 045 477 19 65 649 32 601
2   Corinthians 32 677 588 189 18 43 230 17 441
3   Fortaleza 31 914 574 444 18 49 101 16 633
4   São Paulo 29 432 559 203 19 47 705 7 853
4   Palmeiras 27 962 531 269 19 37 754 6 779
6   Bahia 26 339 500 439 19 43 099 12 759
7   Ceará 26 010 494 191 19 49 809 11 935
8   Cruzeiro 22 350 402 300 18 37 844 11 363
9   Fluminense 20 209 383 977 19 39 034 10 637
10   Internacional 19 891 358 035 18 36 031 7 905
11   Vasco da Gama 18 195 327 502 18 65 418 8 249
12   Grêmio 16 648 316 309 19 40 618 3 761
13   Atlético Mineiro 16 052 304 995 19 38 530 3 241
14   Botafogo 15 484 278 705 18 33 143 4 898
15   Athletico Paranaense 15 115 287 182 19 31 988 8 248
16   Goiás 13 860 249 480 18 35 170 5 264
17   CSA 10 867 195 609 18 37 458 6 633
18   Santos 10 140 182 520 18 14 062 5 634
19   Avaí 8 008 144 137 18 47 575 1 948
20   Chapecoense 6 029 114 549 19 12 676 2 121
Total 21 185 7 838 516 370 65 649 1 948

Mudança de técnicos

Clube Antecessor Motivo Data Última partida Rod Pos Sucessor Ref.
  Vasco da Gama   Marcos Valadares (interino) Remanejado 8 de maio Vasco da Gama 1–1 Corinthians 20º   Vanderlei Luxemburgo[nota 5] [62]
  Flamengo   Abel Braga Resignado 29 de maio Flamengo 3–2 Athletico Paranaense   Jorge Jesus[nota 6] [64][65]
  Avaí   Geninho Demitido 17 de junho Palmeiras 2–0 Avaí 20º   Alberto Valentim [66][67]
  CSA   Marcelo Cabo Demitido 30 de junho Sport 3–1 CSA[nota 7] 19º   Argel Fucks [68][69]
  Chapecoense   Ney Franco Demitido 24 de julho São Paulo 4–0 Chapecoense 11ª 18º   Marquinhos Santos[nota 8] [71][72]
  Goiás   Claudinei Oliveira Demitido 4 de agosto Santos 6–1 Goiás 13ª 10º   Ney Franco[nota 9] [74][75]
  Cruzeiro   Mano Menezes Resignado 8 de agosto Cruzeiro 0–1 Internacional[nota 10] 13ª 18º   Rogério Ceni[nota 11] [77][78]
  Fortaleza   Rogério Ceni Contratado pelo Cruzeiro 11 de agosto Ceará 2–1 Fortaleza 14ª 14º   Zé Ricardo[nota 12] [78][80]
  Fluminense   Fernando Diniz Demitido 19 de agosto Fluminense 0–1 CSA 15ª 18º   Oswaldo de Oliveira [81][82]
  Palmeiras   Luiz Felipe Scolari Demitido 2 de setembro Flamengo 3–0 Palmeiras 17ª   Mano Menezes [83][84]
  São Paulo   Cuca Resignado 26 de setembro São Paulo 0–1 Goiás 21ª   Fernando Diniz [85][86]
  Cruzeiro   Rogério Ceni Demitido 26 de setembro Ceará 0–0 Cruzeiro 21ª 16º   Abel Braga [87][88]
  Fortaleza   Zé Ricardo Demitido 27 de setembro Athletico Paranaense 4–1 Fortaleza 21ª 15º   Rogério Ceni [89][90]
  Fluminense   Oswaldo de Oliveira Demitido 27 de setembro Fluminense 1–1 Santos 21ª 16º   Marcão[nota 13] [92][93]
  Ceará   Enderson Moreira Resignado 1 de outubro Atlético Mineiro 2–1 Ceará 22ª 15º   Adílson Batista [94][95]
  Botafogo   Eduardo Barroca Demitido 6 de outubro Botafogo 0–1 Fluminense 23ª 12º   Alberto Valentim[nota 14] [98][99]
  Internacional   Odair Hellmann Demitido 10 de outubro CSA 1–0 Internacional 24ª   Zé Ricardo[nota 15] [102][103]
  Avaí   Alberto Valentim Contratado pelo Botafogo 11 de outubro Avaí 0–0 Vasco da Gama 24ª 19º   Evando [99][104]
  Atlético Mineiro   Rodrigo Santana Demitido 13 de outubro Atlético Mineiro 1–4 Grêmio 25ª 11º   Vágner Mancini [105][106]
  Corinthians   Fábio Carille Demitido 3 de novembro Flamengo 4–1 Corinthians 30ª   Dyego Coelho (interino) [107][108]
  Athletico Paranaense   Tiago Nunes Resignado 5 de novembro Athletico Paranaense 1–0 CSA 30ª   Eduardo Barros (interino) [109][110]
  Ceará   Adílson Batista Demitido 28 de novembro Flamengo 4–1 Ceará 35ª 16º   Argel Fucks [111][112]
  CSA   Argel Fucks Contratado pelo Ceará 29 de novembro Cruzeiro 0–1 CSA 35ª 18º   Jacozinho (interino) [112][113]
  Cruzeiro   Abel Braga Demitido 29 de novembro Cruzeiro 0–1 CSA 35ª 17º   Adílson Batista [114]
  Palmeiras   Mano Menezes Demitido 1 de dezembro Palmeiras 1–3 Flamengo 36ª   Andrey Lopes (interino) [115][116]

Premiação

Campeonato Brasileiro 2019
Série A
 
Flamengo
Campeão
(6º título)

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. a b Taça Brasil
  2. a b Torneio Roberto Gomes Pedrosa
  3. Flamengo e Athletico Paranaense têm vagas garantidas na Copa Libertadores de 2020 por serem campeões da Copa Libertadores de 2019 e da Copa do Brasil de 2019, respectivamente.
  4. a b Considera-se apenas o público pagante.
  5. Marcos Valadares ainda comandou o Vasco da Gama interinamente na 4ª rodada.[61]
  6. Marcelo Salles comandou o Flamengo interinamente da 7ª à 9ª rodada.[63]
  7. Partida amistosa.
  8. Emerson Cris comandou a Chapecoense interinamente da 12ª à 19ª rodada.[70]
  9. Robson Gomes comandou o Goiás interinamente em partida atrasada da 7ª rodada.[73]
  10. Partida válida pela Copa do Brasil.
  11. Ricardo Resende comandou o Cruzeiro interinamente na 14ª rodada.[76]
  12. Marconne Montenegro comandou o Fortaleza interinamente na 14ª rodada.[79]
  13. Marcão comandou o Fluminense interinamente na 22ª rodada.[91]
  14. Bruno Lazaroni comandou o Botafogo interinamente na 24ª e 25ª rodada.[96][97]
  15. Ricardo Colbachini comandou o Internacional interinamente da 25ª a 27ª rodada.[100][101]

Referências

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Ligações externas