Campeonato Brasileiro de Futebol de 2022 - Série A

66.ª edição da principal divisão do futebol brasileiro

A Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2022, oficialmente Brasileirão Assaí – Série A 2022 por motivos de patrocínio,[1] é a 66.ª edição da principal divisão do futebol brasileiro. A disputa tem o mesmo regulamento dos anos anteriores, quando foi implementado o sistema de pontos corridos. Com a Copa do Mundo FIFA de 2022 ocorrendo entre 21 de novembro a 18 de dezembro, a competição iniciou um mês antes do habitual, em abril, com término previsto para 13 de novembro.[2][3][4]

Brasileirão Assaí – Série A 2022
Brasileirão 2022 - Série A
Dados
Participantes 20
Organização CBF
Período 9 de abril – 13 de novembro
Gol(o)s 354
Partidas 150
Média 2,36 gol(o)s por partida
Melhor marcador 9 gols:
Melhor ataque Palmeiras – 27 gols
Melhor defesa Palmeiras – 12 gols
Maiores goleadas
(diferença)
São Paulo 4–0 Athletico Paranaense
Estádio do MorumbiSão Paulo
1ª rodada, 10 de abril
 
Red Bull Bragantino 4–0 Atlético Goianiense
Estádio Nabi Abi ChedidBragança Paulista
2ª rodada, 17 de abril
 
Palmeiras 4–0 Botafogo
Allianz ParqueSão Paulo
10ª rodada, 9 de junho
 
Fluminense 4–0 Corinthians
Estádio do MaracanãRio de Janeiro
15ª rodada, 2 de julho
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atualizado em 4 de julho

Esta é a edição com o maior número de clubes do Centro-Oeste na era dos pontos corridos, com três representantes. A última vez que a região teve no mínimo três equipes na primeira divisão havia sido em 1986.[5] Por outro lado, após cinco anos seguidos com quatro equipes, a Região Nordeste tem apenas dois representantes.[6] O Sudeste segue liderando o ranking por região, com dez clubes, enquanto o Sul tem cinco participantes.[7]

RegulamentoEditar

A Série A de 2022 é disputada por vinte clubes em dois turnos. Em cada turno, todos os clubes jogam entre si uma única vez. Os jogos do segundo turno serão realizados na mesma ordem do primeiro, apenas com o mando de campo invertido. Não há campeões por turnos, sendo declarado campeão brasileiro o clube que obtiver o maior número de pontos após as 38 rodadas. Ao final da competição, os seis primeiros clubes se classificam à Copa Libertadores de 2023, os seis clubes subsequentes se classificam à Copa Sul-Americana de 2023, e os quatro últimos serão rebaixados para a Série B do ano seguinte.[8] O campeão se classificará para a Supercopa do Brasil de 2023.

Introduzido em 2019, o árbitro assistente de vídeo ou VAR (do inglês Video Assistant Referee), estará disponível em todas as 380 partidas do campeonato, tendo seus custos com tecnologia e infraestrutura pagos pela Confederação Brasileira de Futebol.[8]

O limite de troca de técnicos implantado na edição anterior, foi retirado para 2022.[9]

Critérios de desempateEditar

Em caso de empate por pontos entre dois clubes, os critérios de desempate foram aplicados na seguinte ordem:[8]

  1. Número de vitórias;
  2. Saldo de gols;
  3. Gols pró (marcados);
  4. Confronto direto;
  5. Menor número de cartões vermelhos;
  6. Menor número de cartões amarelos;
  7. Sorteio.

ParticipantesEditar

Equipe Cidade Estado Em 2021 Estádio (mando) Capacidade[10] Títulos
América Mineiro Belo Horizonte   MG Independência 23 018 0 (não possui)
Athletico Paranaense Curitiba   PR 14º Arena da Baixada 42 370[11] 1 (2001)
Atlético Goianiense Goiânia   GO Antônio Accioly 10 501 0 (não possui)
Atlético Mineiro Belo Horizonte   MG Mineirão[12] 61 846 2 (1971, 2021)
Avaí Florianópolis   SC 4º (Série B) Ressacada 17 800 0 (não possui)
Botafogo Rio de Janeiro   RJ 1º (Série B) Nilton Santos 44 661 2 (1968[nota 1], 1995)
Ceará Fortaleza   CE 11º Arena Castelão 63 903 0 (não possui)
Corinthians São Paulo   SP Neo Química Arena 47 605 7 (1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015, 2017)
Coritiba Curitiba   PR 3º (Série B) Couto Pereira 40 502 1 (1985)
Cuiabá Cuiabá   MT 15º Arena Pantanal 44 097 0 (não possui)
Flamengo Rio de Janeiro   RJ Maracanã 78 838 7 (1980, 1982, 1983, 1992, 2009, 2019, 2020)[nota 2]
Fluminense Rio de Janeiro   RJ Maracanã 78 838 4 (1970, 1984, 2010, 2012)
Fortaleza Fortaleza   CE Arena Castelão 63 903 0 (não possui)
Goiás Goiânia   GO 2º (Série B) Serrinha 16 500 0 (não possui)
Internacional Porto Alegre   RS 12º Beira-Rio 50 842 3 (1975, 1976, 1979)
Juventude Caxias do Sul   RS 16º Alfredo Jaconi 19 924 0 (não possui)
Palmeiras São Paulo   SP Allianz Parque 43 713 10 (1960, 1967[nota 1], 1967[nota 3], 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016, 2018)
Red Bull Bragantino Bragança Paulista   SP Nabi Abi Chedid 15 010[24] 0 (não possui)
Santos Santos   SP 10º Vila Belmiro 16 068 8 (1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968[nota 3], 2002, 2004)
São Paulo São Paulo   SP 13º Morumbi 72 039 6 (1977, 1986, 1991, 2006, 2007, 2008)

EstádiosEditar

América Mineiro Athletico Paranaense Atlético Goianiense Atlético Mineiro Avaí Botafogo
Independência Arena da Baixada Antônio Accioly Mineirão Ressacada Nilton Santos
Capacidade: 23 018 Capacidade: 42 370 Capacidade: 12 500 Capacidade: 61 846 Capacidade: 17 826 Capacidade: 44 661
           
Ceará
Corinthians
Arena Castelão Neo Química Arena
Capacidade: 63 903 Capacidade: 47 605
   
Coritiba Cuiabá
Couto Pereira Arena Pantanal
Capacidade: 40 502 Capacidade: 44 000
   
Flamengo Fluminense
Maracanã Maracanã
Capacidade: 78 838 Capacidade: 78 838
   
Fortaleza Goiás
Arena Castelão Serrinha
Capacidade: 63 903 Capacidade: 16 500
   
Internacional Juventude Palmeiras Red Bull Bragantino Santos São Paulo
Beira-Rio Alfredo Jaconi Allianz Parque Nabi Abi Chedid Vila Belmiro Morumbi
Capacidade: 50 842 Capacidade: 19 924 Capacidade: 43 713 Capacidade: 15 010 Capacidade: 16 795 Capacidade: 72 039
           

Outros estádiosEditar

Além dos estádios de mando usual, outros estádios foram utilizados devido a punições de perda de mando de campo impostas pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva ou por conta de problemas de interdição dos estádios usuais ou simplesmente por opção dos clubes em mandar seus jogos em outros locais, geralmente buscando uma melhor renda.[25][26][27]

Transmissão televisivaEditar

BrasilEditar

Em setembro de 2021, a WarnerMedia anunciou que deixaria de transmitir o Brasileirão na TNT a partir desta edição, valendo-se de uma cláusula presente no contrato assinado com os clubes.[28] Com isso, os clubes que tinham direitos de transmissão com o grupo para a TV fechada renegociaram o contrato, vendendo ao Grupo Globo para o triênio 2022–2024,[29][30][31]

O Athletico Paranaense transmitirá seus jogos como mandante em sua própria plataforma de streaming, o Furacão Live,[32] e para inscritos do canal do Casimiro na Twitch,[33] se valendo da Lei nº 14205/21.[34] Todos os demais jogos serão exibidos pelo Grupo Globo em suas plataformas: TV Globo em sinal aberto, SporTV em TV fechada e Premiere pelo sistema pay-per-view.[32]

ClassificaçãoEditar

Atualizado em 4 de julho.
Pos. Equipes P J V E D GP GC SG % M Classificação ou rebaixamento
1   Palmeiras 29 15 8 5 2 27 12 +15 64   Fase de grupos da Copa Libertadores de 2023
2   Athletico Paranaense 27 15 8 3 4 19 15 +4 60  1
3   Atlético Mineiro 27 15 7 6 2 24 17 +7 60  2
4   Corinthians 26 15 7 5 3 17 14 +3 58  2
5   Internacional 25 15 6 7 2 22 15 +7 56  1 Segunda fase da Copa Libertadores de 2023
6   Fluminense 24 15 7 3 5 20 14 +6 53  
7   São Paulo 22 15 5 7 3 20 16 +4 49  1 Fase de grupos da Copa Sul-Americana de 2023
8   Flamengo 21 15 6 3 6 18 16 +2 47  1
9   Botafogo 21 15 6 3 6 17 19 –2 47  1
10   Santos 19 15 4 7 4 19 15 +4 42  3
11   Avaí 18 15 5 3 7 18 23 –5 40  
12   Coritiba 18 15 5 3 7 18 23 –5 40  4
13   América Mineiro 18 15 5 3 7 12 17 –5 40  4
14   Red Bull Bragantino 18 15 4 6 5 20 20 0 40  2
15   Ceará 18 15 3 9 3 15 15 0 40  
16   Atlético Goianiense 17 15 4 5 6 17 21 –4 38  3
17   Goiás 17 15 4 5 6 14 18 –4 38  3 Zona de rebaixamento à Série B de 2023
18   Cuiabá 16 15 4 4 7 11 17 –6 36  
19   Juventude 11 15 2 5 8 13 26 –13 24  
20   Fortaleza 10 15 2 4 9 13 21 –8 22  

ConfrontosEditar

AMM ATP ATG ATM AVA BOT CEA COR CTB CUI FLA FLU FOR GOI INT JUV PAL RBB SAN SPA
América-MG 1–0 R–38 R–25 R–20 1–1 0–2 R–27 R–25 2–1 R–33 0–0 R–32 1–0 R–35 4–1 R–18 R–17 R–22 R–30
Athletico-PR R–23 R–18 0–1 2–1 R–38 1–0 1–1 R–32 R–27 1–0 R–25 R–30 R–35 R–17 R–29 R–34 4–2 2–2 R–20
Atlético-GO R–19 R–37 R–25 2–1 1–1 R–33 0–1 2–0 R–23 1–1 R–30 R–17 0–1 R–27 3–1 R–31 R–21 R–35 1–2
Atlético-MG 1–2 R–21 2–0 2–1 R–36 R–31 R–38 2–2 R–37 2–0 R–29 3–2 R–23 2–0 R–34 R–28 R–26 1–1 R–16
Avaí 1–0 R–26 R–29 R–27 R–30 R–37 R–21 2–1 1–2 R–19 R–32 3–2 3–2 R–23 1–2 2–2 R–35 R–17 1–1
Botafogo R–26 R–19 R–22 R–17 0–1 R–21 1–3 R–27 R–35 R–24 0–1 3–1 1–2 R–32 1–1 R–29 R–34 R–37 1–0
Ceará R–29 R–24 1–1 0–0 R–18 1–3 R–17 1–1 R–32 2–2 R–35 R–22 R–30 1–1 R–38 R–20 0–1 R–26 R–27
Corinthians 1–1 R–31 R–28 R–38 3–0 R–20 R–36 R–18 R–29 R–16 R–34 1–0 1–0 R–25 2–0 R–22 R–24 0–0 1–1
Coritiba 1–0 0–1 R–26 R–22 R–24 1–0 R–28 R–37 R–19 R–36 3–2 2–1 3–0 R–33 R–16 0–2 R–31 R–21 1–1
Cuiabá R–28 0–1 1–1 R–18 R–34 R–16 0–0 1–0 R–38 R–31 0–1 R–20 R–33 1–1 R–22 R–36 1–1 R–24 R–25
Flamengo 3–0 R–22 R–20 R–32 R–38 0–1 R–25 R–35 R–17 2–0 R–27 1–2 1–0 R–30 R–18 0–0 R–29 R–34 3–1
Fluminense R–31 2–1 0–2 5–3 2–0 R–33 R–16 4–0 R–23 R–21 1–2 R–26 R–37 0–1 R–28 R–24 R–19 0–0 R–36
Fortaleza 1–0 0–0 R–36 R–33 R–31 R–25 0–1 R–23 R–34 0–1 R–28 0–1 1–1 R–21 1–1 R–16 R–37 R–19 1–1
Goiás R–34 R–16 R–24 2–2 R–22 R–28 1–1 R–32 R–20 1–0 R–26 R–18 R–29 1–2 R–36 1–1 1–1 1–0 R–38
Internacional R–16 R–36 1–1 R–20 0–0 2–3 R–34 2–2 3–0 R–26 3–1 R–22 2–1 R–31 R–24 R–38 R–28 R–29 R–18
Juventude R–21 1–3 R–32 1–2 R–25 R–23 R–19 R–30 R–35 0–1 R–37 1–0 R–27 R–17 1–1 0–3 2–2 1–2 R–33
Palmeiras R–37 0–2 4–2 0–0 R–33 4–0 2–3 3–0 R–30 R–17 R–23 1–1 R–35 R–21 R–19 R–26 2–0 R–27 R–32
RB Bragantino R–36 R–33 4–0 1–1 R–16 0–1 R–23 0–1 4–2 R–30 1–0 R–38 R–18 R–27 0–2 R–20 R–25 R–32 1–1
Santos 3–0 R–28 R–16 R–30 R–36 R–18 0–0 R–33 2–1 4–1 1–2 R–20 R–38 R–25 1–1 R–31 0–1 2–2 R–23
São Paulo 1–0 4–0 R–34 R–35 R–28 R–31 2–2 R–26 R–29 2–1 R–21 R–17 R–24 R–19 R–37 0–0 1–2 R–22 2–1

Desempenho por rodadaEditar

Posições de cada clube por rodada:[35]

Rodada ↓ AMM ATP ATG ATM AVA BOT CEA COR CTB CUI FLA FLU FOR GOI INT JUV PAL RBB SAN SPA
16 20 11 4 6 17 5 3 2 7 10 13 15 19 18 8 14 9 12 1
9 20 18 2 14 10 12 1 8 11 4 6 19 17 13 16 15 3 5 7
14 16 17 2 6 12 15 3 10 4 9 13 20 18 5 19 8 7 1 11
10 16 17 3 9 13 15 1 4 7 12 14 20 18 8 19 11 2 6 5
4 12 19 7 3 8 17 1 10 11 14 15 20 16 9 18 13 5 2 6
8 15 19 2 7 4 18 1 6 14 16 12 20 13 11 17 9 10 5 3
9 12 17 4 10 5 19 1 8 16 14 7 20 15 11 18 2 13 6 3
10 6 18 2 13 7 15 3 4 17 8 11 20 16 12 19 1 14 9 5
5 8 19 3 14 10 16 1 4 18 11 13 20 12 7 17 2 15 9 6
10ª 9 3 18 4 16 15 12 2 5 17 14 8 20 13 7 19 1 11 10 6
11ª 9 5 15 6 10 17 13 2 7 18 16 8 20 14 4 19 1 12 11 3
12ª 13 4 17 6 7 14 15 2 12 18 10 11 20 16 3 19 1 9 8 5
13ª 16 3 12 4 11 7 13 2 15 18 14 6 19 17 5 20 1 10 8 9
14ª 17 3 13 5 11 10 15 2 16 18 9 6 20 14 4 19 1 12 7 8
15ª 13 2 16 3 11 9 15 4 12 18 8 6 20 17 5 19 1 14 10 7
16ª
17ª
18ª
19ª
20ª
21ª
22ª
23ª
24ª
25ª
26ª
27ª
28ª
29ª
30ª
31ª
32ª
33ª
34ª
35ª
36ª
37ª
38ª
Rodada ↑ AMM ATP ATG ATM AVA BOT CEA COR CTB CUI FLA FLU FOR GOI INT JUV PAL RBB SAN SPA

EstatísticasEditar

Hat-tricksEditar

Jogador Clube Adversário Placar Data Ref.
  Jonathan Calleri São Paulo Athletico Paranaense 4–0 (C) 10 de abril [38]
  Róger Guedes Corinthians Avaí 3–0 (C) 16 de abril [39]

PúblicoEditar

Maiores públicos

Estes são os dez maiores públicos do campeonato:

Público[nota 4] Mandante Placar Visitante Estádio Data Rodada Ref.
1 64 816 Flamengo   0–0   Palmeiras Maracanã 20 de abril [40]
2 59 294 Flamengo   1–2   Fortaleza Maracanã 5 de junho [41]
3 54 981 Flamengo   0–1   Botafogo Mané Garrincha 8 de maio [42]
4 53 113 Fluminense   1–2   Flamengo Maracanã 29 de maio [43]
5 52 003 Ceará   2–2   Flamengo Arena Castelão 14 de maio [44]
6 51 094 Flamengo   3–1   São Paulo Maracanã 17 de abril [45]
7 48 310 Atlético Mineiro   2–0   Flamengo Mineirão 19 de junho 13ª [46]
8 47 680 Flamengo   1–0   Goiás Maracanã 21 de maio [47]
9 44 672 Corinthians   1–1   São Paulo Neo Química Arena 22 de maio [48]
10 40 916 Flamengo   2–0   Cuiabá Maracanã 15 de junho 12ª [49]
Menores públicos

Estes são os dez menores públicos do campeonato, sem considerar as partidas com portões fechados:

Público[nota 4] Mandante Placar Visitante Estádio Data Rodada Ref.
1 1 022 América Mineiro   4–1   Juventude Independência 16 de abril [50]
2 1 134 América Mineiro   0–2   Ceará Independência 8 de junho 10ª [51]
3 1 196 América Mineiro   2–1   Cuiabá Independência 4 de junho [52]
4 1 201 América Mineiro   1–0   Athletico Paranaense Independência 30 de abril [53]
5 1 476 América Mineiro   1–0   Goiás Independência 3 de julho 15ª [54]
6 1 661 América Mineiro   0–0   Fluminense Independência 15 de junho 12ª [55]
7 2 271 Juventude   1–0   Fluminense Alfredo Jaconi 5 de junho [56]
8 2 351 Red Bull Bragantino   4–0   Atlético Goianiense Nabi Abi Chedid 17 de abril [57]
9 2 352 Red Bull Bragantino   4–2   Coritiba Nabi Abi Chedid 15 de junho 12ª [58]
10 2 628 Juventude   1–2   Santos Alfredo Jaconi 14 de junho 12ª [59]
Médias de público

Estas são as médias de público dos clubes no campeonato. Considera-se apenas os jogos da equipe como mandante e o público pagante:[60]

Pos. Equipe Média Total Mandos Maior Menor
1   Flamengo 51 262 358 831 7 64 816 40 050
2   Corinthians 36 869 258 080 7 44 672 30 335
3   Palmeiras 32 647 228 526 7 40 235 23 973
4   Ceará 30 760 184 560 6 52 003 21 337
5   São Paulo 28 030 196 208 7 36 746 20 466
6   Fortaleza 25 879 207 035 8 37 507 17 709
7   Atlético Mineiro 25 143 201 143 8 48 310 11 714
8   Botafogo 24 757 173 301 7 34 344 11 525
9   Fluminense 23 626 189 004 8 53 113 4 009
10   Coritiba 21 726 152 081 7 27 356 17 788
11   Internacional 20 598 144 188 7 31 783 11 050
12   Athletico Paranaense 18 550 129 853 7 25 965 12 325
13   Santos 12 924 90 467 7 25 797 7 256
14   Avaí 8 493 59 450 7 8 449 4 709
15   Goiás 8 159 57 116 7 11 442 4 910
16   Cuiabá 7 941 55 585 7 20 591 3 796
17   Atlético Goianiense 5 847 40 928 7 10 887 3 533
18   Red Bull Bragantino 5 664 39 647 7 9 993 2 351
19   Juventude 3 883 27 183 7 6 752 2 271
20   América Mineiro 1 575 9 447 6 3 233 1 022
Total 19 719 2 760 722 140 64 816 1 022

Mudanças de técnicosEditar

Clube Antecessor Data Última partida Rod Pos Sucessor Ref.
  Athletico Paranaense   Alberto Valentim 10 de abril São Paulo 4–0 Athletico Paranaense 20º   Fábio Carille [61][62]
  América Mineiro   Marquinhos Santos 11 de abril Avaí 1–0 América Mineiro 16º   Vagner Mancini [63][64]
  Goiás   Glauber Ramos (interino) 14 de abril Coritiba 3–0 Goiás 19º   Jair Ventura [65][66]
  Internacional   Alexander Medina 15 de abril Internacional 1–1 Guaireña[nota 5] 18º   Mano Menezes[nota 6] [68][69]
  Fluminense   Abel Braga 28 de abril Fluminense 0–0 Unión de Santa Fe[nota 5] 13º   Fernando Diniz[nota 7] [71][72]
  Athletico Paranaense   Fábio Carille 3 de maio The Strongest 5–0 Athletico Paranaense[nota 8] 16º   Luiz Felipe Scolari[nota 9] [74][75]
  Cuiabá   Pintado 12 de maio Cuiabá 0–0 Atlético Goianiense[nota 10] 11º   António Oliveira[nota 11] [78][79]
  Atlético Goianiense   Umberto Louzer 15 de maio Atlético Mineiro 2–0 Atlético Goianiense 19º   Jorginho [80][81]
  Ceará   Dorival Júnior 9 de junho América Mineiro 0–2 Ceará 10ª 12º   Marquinhos Santos [82][83]
  Flamengo   Paulo Sousa Red Bull Bragantino 1–0 Flamengo 14º   Dorival Júnior [84][85]
  Juventude   Eduardo Baptista 20 de junho Atlético Goianiense 3–1 Juventude 13ª 20º   Umberto Louzer [86][87]

PremiaçãoEditar

Campeonato Brasileiro 2022
Série A
 
A definir
Campeão
(?º título)

Jogador do mêsEditar

Mês Jogador Pos. Clube Estatísticas Ref.
J G A
Abril   Jonathan Calleri A São Paulo 3 4 0 [88]
Maio 5 4 1 [89]

Ver tambémEditar

Notas e referências

Notas

  1. a b Taça Brasil
  2. Em 1987, a CBF passava por uma grave crise financeira e anunciou que não poderia organizar o Campeonato Brasileiro nos mesmos moldes. Como resultado, os então treze grandes clubes do Brasil da época fundaram o Clube dos 13 para organizaram seu próprio campeonato chamado de Copa União. Vendo o sucesso que o novo torneio já demonstrava ter, a CBF decidiu que o campeão e vice-campeão da Copa União (Troféu João Havelange/Módulo Verde) enfrentaria o campeão e o vice-campeão do Troféu Roberto Gomes Pedrosa (Módulo Amarelo — que foi disputado por outras equipes) em um quadrangular. O Clube dos 13 não aceitou o regulamento e não permitiu que Flamengo e Internacional (campeão e vice-campeão da Copa União) jogassem o quadrangular. O Flamengo ganhou a Copa União, que foi disputada pelos maiores clubes do Brasil,[13] sendo reconhecida pelo Clube dos 13 e pelo Conselho Nacional de Desportos (CND), contrariando a resolução do CND e a maioria dos juízes do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em 1988, que na época eram as maiores instâncias do futebol nacional e mais tarde, em 2011 pela CBF que eventualmente revogou a decisão por uma decisão judicial. Note-se que, para a CBF, o Flamengo é considerado, de forma não oficial*, ao lado de Sport, campeão brasileiro de 1987, como demonstrado em 2011, não podendo homologá-lo por conta da decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF).[14][15] Em 24 de novembro de 2019, quando o Flamengo ganhou o Campeonato Brasileiro daquele ano, a entidade pôs, em seu site oficial, o título da Copa União na lista de conquistas do clube carioca, mas diferenciando os títulos em "Brasileiro" e "Copa União".[16] No dia seguinte, a CBF informou que acata a decisão do STF de que o Sport é o único campeão brasileiro de 1987 e, por isso, considera oficialmente o Flamengo como hexacampeão brasileiro — e não hepta.[17][18] Mas, em uma nota enviada a imprensa, a entidade informou que, "a título de opinião, sob o ponto de vista esportivo, o Flamengo é merecedor da designação de heptacampeão brasileiro".[19][20] Além disso, quando foi entregar o troféu de Campeão Brasileiro de 2019 ao clube, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, ergueu o troféu sete vezes, segundo o Globoesporte.com, ratificando novamente a opinião da CBF sobre a conquista de 1987.[21][22][23]
  3. a b Torneio Roberto Gomes Pedrosa
  4. a b Considera-se apenas o público pagante.
  5. a b Partida válida pela Copa Sul-Americana.
  6. Cauan de Almeida comandou o Internacional interinamente na 2ª rodada.[67]
  7. Marcão comandou o Fluminense interinamente na 4ª rodada.[70]
  8. Partida válida pela Copa Libertadores.
  9. Wesley Carvalho comandou o Athletico-PR interinamente na 5ª rodada.[73]
  10. Partida válida pela Copa do Brasil.
  11. Luiz Fernando Iubel comandou a Cuiabá interinamente entre a 7ª e a 9ª rodada e Bernardo Franco comandou a equipe interinamente na 10ª rodada.[76][77]

Referências

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  2. Marcel Rizzo (18 de agosto de 2021). «Ano de Copa: Brasileirão-22 vai acabar mais cedo; veja esboço de calendário». UOL. Consultado em 27 de novembro de 2021 
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  4. «CBF apresenta calendário de 2022 com início dos Estaduais em Data Fifa e Brasileirão até novembro». LANCE!. 4 de novembro de 2021. Consultado em 27 de novembro de 2021 
  5. «Atlético-GO resiste e Centro-Oeste pode ter três times na elite pela primeira vez na "era moderna"». Correio Braziliense. 30 de novembro de 2021. Consultado em 11 de dezembro de 2021 
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  7. «Campeonato Brasileiro de 2022 tem participantes definidos nas Séries A, B e C; veja lista». GloboEsporte.com. 9 de dezembro de 2021. Consultado em 11 de dezembro de 2021 
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  10. «CNEF Cadastro Nacional de Estádios de Futebol» (PDF). CBF. 18 de janeiro de 2016. Consultado em 15 de novembro de 2021 
  11. «Aprovados? Veja as notas recebidas pelos estádios paranaenses». Gazeta do Povo. 28 de janeiro de 2016. Consultado em 11 de maio de 2016 
  12. «Atlético-MG define Mineirão como casa em 2020 e se inspira no Vasco para novo programa de sócios». GloboEsporte.com. 11 de dezembro de 2019. Consultado em 15 de novembro de 2021 
  13. Ubiratan Leal (7 de novembro de 2007). «Crise, revolução e traição: a história da Copa União de 1987». Trivela. Consultado em 15 de novembro de 2021 
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  15. «CBF reconhece Sport como 'único' campeão brasileiro de 1987». iG. Consultado em 15 de novembro de 2021 
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  18. «CBF decide respeitar STF e considera Flamengo hexacampeão brasileiro». UOL. Consultado em 15 de novembro de 2021 
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Ligações externasEditar