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Canitar

município brasileiro do estado de São Paulo

Canitar é um município do estado de São Paulo, no Brasil. Localiza-se a uma latitude 23º00'23" sul e a uma longitude 49º47'00" oeste, estando a uma altitude de 508 metros. Sua população estimada em 2018 era de 5.139 habitantes (IBGE). Possui uma área de 57,4 km².

Município de Canitar
Canitar 190708 REFON 7.jpg

Bandeira indisponível
Brasão indisponível
Bandeira indisponível Brasão indisponível
Hino
Fundação 19 de maio de 1991 (28 anos)
Gentílico canitarense
Prefeito(a) Anibal Feliciano (PTB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Canitar
Localização de Canitar em São Paulo
Canitar está localizado em: Brasil
Canitar
Localização de Canitar no Brasil
23° 00' 21" S 49° 46' 58" O23° 00' 21" S 49° 46' 58" O
Unidade federativa São Paulo
Mesorregião Assis IBGE/2008[1]
Microrregião Ourinhos IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Chavantes, Ourinhos e Santa Cruz do Rio Pardo
Distância até a capital 368 km[2]
Características geográficas
Área 57,380 km² [3]
População 4 369 hab. Censo IBGE/2010[4]
Densidade 76,14 hab./km²
Altitude 508 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,738 alto PNUD/2000[5]
PIB R$ 30 145,412 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 6 512,29 IBGE/2008[6]
Página oficial
Prefeitura www.canitar.sp.gov.br

EtimologiaEditar

"Canitar" procede do tupi antigo akanetá, que significa cocar.[7]

HistóriaEditar

A região foi habitada pelos xavantes até 1910, quando foi construída a estação de trem Canitar, nas terras de Joaquim Bernardo de Mendonça. Ao redor da estação, o terreno foi loteado e vendido por Joaquim, dando origem ao povoado. Em 1922, o povoado se tornou distrito pertencente ao município de Chavantes. O distrito tornou-se município autônomo em 1991.[8]


Em 30 de novembro de 1944, foi criado o distrito de Canitar, com sede no povoado de Fortuna, município de Chavantes. Esta região teve sua colonização iniciada no final do século XIX e incrementada com a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana.

O município de Canitar nasceu no anseio do povo de conquistar a liberdade. No ano de 1989 foi montada uma equipe pro-emancipação do então distrito de Canitar. No ano de 1991 formou-se uma comissão pró-emancipação, cuja finalidade era esclarecer ao público as vantagens da emancipação e da importância do SIM ao plebiscito.

Foram feitas várias reuniões com os moradores e também viagens a São Paulo para informações e esclarecimentos relacionados a emancipação. No dia 19 de Maio de 1991, houve o Plebiscito (voto do povo por SIM ou Não). Em outubro de 1992 aconteceu a primeira eleição para Prefeito. Disputaram o cargo Aníbal Feliciano e Luis Gimenes Filho. Foi eleito Aníbal Feliciano, sendo José Bernardo de Mendonça o vice-prefeito.

O prefeito tomou posse no dia primeiro de janeiro de 1993. A primeira câmara do município de Canitar era formada pelos seguintes vereadores: João de Oliveira Junior, Osvaldo Obata Filho, Benedito Antonio da Fonseca, Paulo César Feliciano, Dirceu Florêncio de Brito, Getulio Gimenez, Gilberto Silvério, José Roberto Vendramini, Marcos Antonio Nicolini. No primeiro mandato do prefeito Aníbal Feliciano foram instituídos os seguintes feriados, o dia 19 de maio dia do município e o dia 15 de agosto dia da padroeira Nossa Senhora do Perpetuo Socorro.

O segundo prefeito de Canitar foi o José Bernardo de Mendonça, neto do fundador do município de Canitar, sendo Paulo César Feliciano o vice-prefeito.

Principal Atividade econômica: Agricultura (com predomínio de cana-de-açúcar, café, milho, arroz, feijão e soja).


EconomiaEditar

A economia do município se baseia na agricultura, especialmente de cana-de-açúcar, café, milho, arroz, feijão e soja.[9]

ComunicaçõesEditar

A cidade era atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP)[10], que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[11], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[12] para suas operações de telefonia fixa.

GeografiaEditar

HidrografiaEditar

RodoviasEditar

AdministraçãoEditar

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 28 de janeiro de 2011 
  3. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  4. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  7. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p 553.
  8. SP cidades. Disponível em http://spcidades.com.br/cidade.asp?codigo=89. Acesso em 26 de fevereiro de 2017.
  9. SP cidades. Disponível em http://spcidades.com.br/cidade.asp?codigo=89. Acesso em 26 de fevereiro de 2017.
  10. «Área de atuação da Telesp em São Paulo». Página Oficial da Telesp (arquivada) 
  11. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  12. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 

Ligações externasEditar