Abrir menu principal

Cariacica

Município do Espírito Santo
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde fevereiro de 2011). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Cariacica é um município Brasileiro do estado do Espírito Santo, situado na Região Metropolitana de Vitória. O município possui área de 280 km2 e limita-se ao norte com Santa Leopoldina, a oeste com Domingos Martins, ao sul com Viana e a leste com as cidades de Vila Velha, Serra e Vitória. A localização privilegiada transforma Cariacica em um grande elo entre o litoral e a região serrana do Espírito Santo, sendo cortada pelas rodovias BR 262 e BR 101.

Município de Cariacica
Bandeira de Cariacica
Brasão de Cariacica
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 30 de dezembro de 1890 (128 anos)
Gentílico cariaciquense
Padroeiro(a) São João Batista
Prefeito(a) Geraldo Luzia de Oliveira Junior (PPS)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Cariacica
Localização de Cariacica no Espírito Santo
Cariacica está localizado em: Brasil
Cariacica
Localização de Cariacica no Brasil
20° 15' 50" S 40° 25' 12" O20° 15' 50" S 40° 25' 12" O
Unidade federativa Espírito Santo
Mesorregião Central Espírito-santense IBGE/2008[1]
Microrregião Vitória IBGE/2008[1]
Região metropolitana Vitória
Municípios limítrofes Domingos Martins, Santa Leopoldina, Vila Velha, Viana e Vitória e Serra
Distância até a capital 15 km
Características geográficas
Área 279,975 km² [2]
População 387 368 hab. (ES: 3º) –  estatísticas IBGE/2017[3]
Densidade 1 383,58 hab./km²
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,718 alto PNUD/2010[4]
PIB R$ 3 552 562,655 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 9 806,21 IBGE/2008[5]
Página oficial
Prefeitura www.cariacica.es.gov.br
Câmara www.camaracariacica.es.gov.br

EtimologiaEditar

Segundo os antigos habitantes, o nome surgiu da expressão "Cari-jaci-caá", utilizada pelos índios para identificar o porto onde desembarcavam os imigrantes. Sua tradução é "chegada do homem branco".

HistóriaEditar

Por volta do ano 1000, a maior parte do litoral brasileiro foi invadido por povos tupis procedentes dos vales dos rios Madeira e Xingu, na margem direita do Rio Amazonas. Eles expulsaram os habitantes anteriores, falantes de línguas do tronco linguístico macro-jê, para o interior do continente. No século XVI, o sul do atual estado do Espírito Santo era habitado pela nação tupi dos temiminós.[6] Nesse século, chegaram, procedentes de Vila Velha, os primeiros colonos portugueses, que implantaram engenhos de açúcar baseados no trabalho escravo de índios e negros.

Em 1829, chegaram os primeiros colonos alemães e pomeranos. Em 1837, tropeiros que vinham da região de Santa Tereza e Santa Leopoldina trazendo parte de suas produções em lombos de cavalos para serem escoadas no porto de Cariacica faziam parada em um planalto que posteriormente foi elevado à condição de Freguesia de São João Batista e onde foi construída a Igreja de São João Batista, região conhecida como o primeiro núcleo urbano da Vila de Cariacica.[7] Em 1890, Cariacica se separou de Vitória, virando um município independente.[8] Na década de 1960, o município tornou-se um importante polo industrial, processo que foi interrompido com a criação do porto de Tubarão, em Vitória, em 1967, e a consequente atração de investimentos para Vitória em prejuízo de Cariacica.[9]

O município de Cariacica foi criado pelo decreto 57, de 25 de novembro de 1890 e instalado em 30 de dezembro do mesmo ano.

GeografiaEditar

Possui uma área de 279,98 km², correspondente a 0,6% do território estadual, limitando-se ao norte com Santa Leopoldina, ao sul com Viana, a leste com Vila Velha, Serra e Vitória e a oeste com Domingos Martins. A sede fica a 15,8 quilômetros da capital, Vitória. Tem uma população de 348 933 habitantes, segundo o censo de 2010, sendo que 95% estão na área urbana. Ela se situa na Região Metropolitana da Grande Vitória.

Cariacica é considerada a "porta de entrada" de Vitória. O município é cortado pelas rodovias BR 101 e BR 262, as duas principais rodovias federais que atravessam o Estado do Espírito Santo. O município também é cortado pela rodovia estadual ES-080, que liga a região serrana do Espírito Santo à Grande Vitória. Neste município também se encontra a Estação Ferroviária Pedro Nolasco, ponto de partida do trem de passageiros que liga a cidade a capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte[10].

Seus centros comerciais são: Campo Grande, Bela Aurora, Castelo Branco, Jardim América, Porto de Santana e Itacibá.

RelevoEditar

Monte Mochuara/Moxuara

A imponência do Mochuara se destaca ao longe. Ao lado do Mestre Álvaro, na Serra, o Mochuara, em Cariacica, é o símbolo do município, como o Convento da Penha é o de Vila Velha. É habitat de diversas espécies ameaçadas de extinção, como o araçá-do-mato, o pau-d'alho, o cobi-da-terra, o cobi-da-pedra, o jequitibá e o jeriquitim. Sua fauna é composta de beija-flores, pica-paus, lagartos e outros bichos.

A grandiosidade do monte serviu de referência para os viajantes e aventureiros que, nos primeiros séculos de colonização portuguesa do Brasil, percorriam os sertões do Espírito Santo em busca de novas terras e riquezas minerais.

Na língua dos índios que habitavam o local, o nome "Mochuara" quer dizer "pedra irmã", mas relatos históricos dizem que, quando corsários Franceses chegaram à baía de Vitória, a neblina que encobria o monte lembrava um imenso pano branco. Daí a expressão mouchoir, que quer dizer "lenço", e se pronuncia "muchuá". Do Monte, descia o rio Cariacica, que deu nome ao município.

ClimaEditar

O município de Cariacica tem verões quentes e invernos amenos. A média durante os invernos pode cair abaixo dos 18ºC e a sensação térmica pode chegar a 12ºC por causa dos ventos. A sede do município está a 46 metros acima do nível do mar e é circundada por serras. O recorde de temperatura positiva (calor) foi de 38ºC e o recorde de temperatura negativa (frio) foi de 10ºC durante a grande onda de ar frio em 1975, registrando-se também a menor temperatura da história da Grande Vitória, ao lado de Vila Velha, que fez 11º. O município de Cariacica possui um clima tropical "Aw", possuindo uma temperatura mais amena em sua sede que seus municípios vizinhos.

SímbolosEditar

A bandeira do município de Cariacica foi criada através do projeto de lei nº 9/1972, constando de um retângulo verde e branco, contendo no centro o brasão do município composto de um elenco de cores: verde, amarelo, azul, branco e vermelho, que representam os fatores da economia municipal alusivos à agricultura, pecuária e indústria.

Em 21 de janeiro de 1992, entrou em vigor a mudança na bandeira, através do projeto de lei CM - 50/1992 que após sancionada ganhou o nº 2310/1992 que insere no brasão a configuração do maciço "Mochuara", com sobreposição de torres compatíveis com a ciência a título de heráldica.

O brasão passou a ter a seguinte constituição: em campo azul, verde e vermelho, encimado pela cor mural de seis torres, sendo quatro a vista em perspectiva no desenho, em prata.

Ornamentos representados pelo prestigiado "Mochuara" em cinza; pela indústria, em preto e vermelho; e pela agropecuária, a cana-de-açúcar, o gado e banana. Listel de cor amarela, contendo o topônimo Cariacica ladeado pela data que assinala a emancipação do município (30 de dezembro de 1890), em vermelho.

EconomiaEditar

A economia da cidade é voltada para o setor terciário, comércio exterior e indústrias. O bairro de Campo Grande é o que concentra o maior contingente de lojas comerciais, sendo considerado o maior shopping a céu aberto do estado do Espírito Santo. É possível entrar em mais de 300 lojas em apenas uma rua, e achar diferentes produtos nas demais. Cariacica possui o "maior" porto seco da América Latina, além de várias empresas de logística. A cidade conta ainda com o Shopping Center Moxuara do Grupo Sá Cavalcante localizado na BR-262/101 no bairro de São Francisco, sendo o primeiro shopping center do município.

Fica sediado neste município o Grupo Águia Branca, um dos maiores grupos empresariais do país. Também são destaques no município a fábrica da Coca-Cola, a empresa Arcelor Mittal Cariacica e o Grupo Coimex.

CulturaEditar

Carnaval de CongoEditar

O Carnaval de Congo de Máscaras de Roda D'Água, que acontece em abril, é uma manifestação da cultura afro-brasileira, com grande influência indígena e que resiste ao tempo. O Carnaval de Congo de Cariacica é um antigo gesto em homenagem à padroeira do Espírito Santo. Contam os descendentes que, no passado, diante da dificuldade de locomoção até o Convento da Penha, os moradores decidiram homenagear a santa saindo pelas ruas da localidade em procissões animadas por tambores de congo. Com o passar dos anos, a festa cristã organizada pelos brancos misturou-se às raízes negras e nativas, dando origem ao carnaval.

Conta ainda a crença popular que os negros usavam acessórios que cobriam o rosto para não serem reconhecidos por seus senhores, originando-se daí o uso de máscaras. O Carnaval de Congo de Cariacica tem como objetivo promover a integração entre as bandas de congo do município e bandas convidadas, além de ser uma forma de proporcionar lazer à comunidade local e visitantes. Todo ano cerca de 10 mil pessoas participam da festa.

EsporteEditar

A cidade sedia em 2019 a Copa do Mundo FIFA Sub-17 no Estádio Kleber Andrade. A competição também é disputada em Gama e Goiânia.[11]

Conselho Municipal de Política Cultural de Cariacica (CMPCC)Editar

O Conselho Municipal de Política Cultural de Cariacica faz parte do Sistema Municipal de Cultura que é coordenado pela Secretaria Municipal de Cultura, esta ligada diretamente ao chefe do poder executivo local. Além do Conselho, também como instância de articulação, pactuação e deliberação, temos a Conferência Municipal de Cultura. Esse sistema, criado pela Lei nº. 5.409, de 17 de julho de 2015, prevê como instrumentos de gestão o Plano Municipal de Cultura, o Sistema Municipal de Financiamento à Cultura, o Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais e o Programa Municipal de Formação na Área da Cultura.[12]

O Conselho é formado por membros representantes do poder público e membros da sociedade civil, de forma paritária, sendo eleito o presidente dentre os membros do Conselho, alternando-se entre membros da sociedade civil e representantes do poder municipal.

Para o biênio 2019/2021, o presidente será escolhido dentre os membros da sociedade civil, devendo ser eleito dentre os titulares das câmaras culturais de Artesanato (Titular – Vilson Barbosa), de Artes Cênicas (Titular – Francimara da Silva), de Artes Visuais (Titular – Vagno Aguiar de Souza), de Áudio Visual (Titular – Maria Zalém Ramiro), de Cultura Popular (Titular – Ana Lúcia da Rocha Conceição), de Arte Contemporânea (Titular – Paulo Henrique de Oliveira), de Literatura (Titular – Jacques Douglas Mota), de Música (Titular – Luís Guilherme Silva) e de Patrimônio Cultural (Titular – Orlandina Dalapícola).[13]

Cultura Jovem de RuaEditar

Segundo o escritor José Roberto Santos Neves, Cariacica foi um celeiro do underground na Grande Vitória no final dos anos 80 e início dos anos 90 do século XX. [14] Afirmação esta corroborada pelo jornalista Jacques Mota, que registrou que em Cariacica existe um forte movimento de cultura jovem de rua, uma cultura contemporânea e underground que desde o final da década de 80 se manifesta e influencia comportamentos em toda Grande Vitória. [15] Também segundo o monografista da temática punk, o historiador Alberto Vidal, um dos berços do movimento jovem de rua nas décadas de 80 e 90 foram os bairros Campo Grande, em Cariacica, e Bairro República, em Vitória.[16]

Por esses motivos, a artista plástica Sandriani Muniz escreveu a dissertação de mestrado "Resistência punk no município de Cariacica/ES - uma narrativa estética, musical e teatral no meio underground"[17], tendo como objetos de pesquisa as bandas Zoopatia e o grupo de teatro Motim.[1]

Uma das concretizações desse movimento na cultura local, foi a criação da Câmara de Arte Contemporânea no Conselho de Cultura municipal, em 2018, fruto dos esforços dos representantes desses movimentos jovens para que suas demandas fossem ouvidas, passando a ter maior influência e reconhecimento nas decisões sobre as políticas culturais do município.

A seguir, a carta do movimento underground de Cariacica, datada de 9 de maio de 2017, ao Conselho de Cultura do município.

Carta do Movimento Underground de Cariacica

Ao Conselho de Cultura de Cariacica

Nos subterrâneos desde o início da década de 80, a cultura underground de Cariacica foge dos padrões normais e não conhecidos pela maioria da sociedade. Formamos um ambiente com uma cultura diferente e diversa, que geralmente não está na mídia mas existe e é muito ativa com seus próprios meios de divulgação. Nosso underground está relacionado à música, cinema, artes plásticas, literatura, direitos humanos e comunicação comunitária, manifestando-se a partir de preocupações pacifistas, ambientalistas, contestação de costumes, emancipação feminina, defesa das minorias e outras formas de expressão conhecidas como cultura urbana contemporânea. Poesia, fanzines, blogues, teatro, HQ’s; música hard core, punk e gótica; black metal, grunge, skate, hip hop, dente outras formas.

No município de Cariacica, o movimento iniciou-se com escritores e atores no final da década de 70. Nos anos 80, o punk explode no Espírito Santo e Cariacica sai na frente com os grupos Guerrilha, Canalhas do Punk, Zoopatia, Resistência Hardcore (RHC) e Phossatery, além do grupo Motim de Teatro, dentre outras manifestações, que funcionavam como verdadeiros “coletivos artísticos”.

A Cariacica que forjamos tornou-se referência na cultura do Espírito Santo, até hoje sendo reconhecida como “celeiro do underground”. Naquela época, foram organizados vários encontros e festivais de artes no município por iniciativa dos próprios membros dos coletivos, que alcançaram grande repercussão local, com ressonância até os dias de hoje. Seu lema era “tudo pelo underground”.

Hoje, mais maduro e íntegro, com todo esse conceito e reconhecimento, é que solicitamos ao Conselho de Cultura de Cariacica uma representação para exprimir esse valoroso seguimento de nossa cultura de rua e de guetos.

Contamos com o apoio de todos nesta nova fase do underground Cariaciquense.

­­Cariacica, 9 de maio de 2017.

PAULO HENRIQUE DE OLIVEIRA (Linguiça)

COLETIVO CARIACICA UNDERGROUND: PAULO HENRIQUE DE OLIVEIRA (Linguiça), JACQUES DOUGLAS MOTA (Jack Zoopatia), NELSON JUNIOR OLIVEIRA (Baby), DANILO DEBONA (Bronha), FÁBIO NUNES NASCIMENTO, PEDRO TONINI, OSWALDO VITOR DE LIMA, VALDEIR OLIVEIRA, GUILHERME JUNKIE, ALDAIR DE ALMEIDA CARDOSO, MARCELO PIMENTA, JEFFERSON ARAÚJO, ANDRESA DAMASCENO, ALEXANDRO DOS SANTOS NASCIMENTO, PAULO MOSCON, ECIO LIPPAUS, HEULER MURILO, PAULO SÉRGIO SARMENTO, IVANIR MARTINS, SANDRA MARA MOTA NICACIO, ADRIANO SIVIRINO, DILIO LYRA, PAULO ROSSI, ROBINHO SARMENTO, JOSÉ RENATO RODRIGUES, ARINALDO BARCELOS DE PAULA, HUDSON BRAGA, NELSON RICARDO AMARO, JÉSSICA LULY, BRUNO BANDEIRA, FELLIPE TERRA, MICHELE SOUZA, ANA MARQUES, KARINE NUNES, FERNANDO FEIJÓ, GILSON VIEIRA COSTA, ERNESTO CAETANO, CÍNTIA BRAGA, ALESSANDRO NICÁCIO, GUILHERME MACHADO.


Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (30 de agosto de 2017). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2017» (PDF). Consultado em 25 de junho de 2018 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de agosto de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  6. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
  7. «É Descobrir e se Apaixonar: Igreja de São João Batista, em Cariacica Sede» 
  8. Clério's home page. Disponível em http://www.clerioborges.com.br/cidadescariacica.html. Acesso em 4 de janeiro de 2014.
  9. Ache tudo e região. Disponível em http://www.achetudoeregiao.com.br/es/cariacica/historia.htm. Acesso em 4 de janeiro de 2014.
  10. http://www.cariacica.es.gov.br/download/Como_chegar3.pdf
  11. «Brasília, Goiânia e Cariacica-ES serão as sedes da Copa do Mundo Sub-17». globoesporte.com. 3 de junho de 2019. Consultado em 29 de outubro de 2019 
  12. CARIACICA (17 de julho de 2015). «Lei Nº. 5.409, de 17 de julho de 2015». Diário Oficial do Município. Consultado em 4 de novembro de 2019 
  13. CARIACICA (4 de novembro de 2019). «DECRETO N° 182, DE 31 DE OUTUBRO DE 2019. Nomeia os membros para compor o Conselho Municipal de Política Cultural de Cariacica, biênio 2019/2021.». Diário Oficial Municipal. Consultado em 4 de novembro de 2019  line feed character character in |titulo= at position 36 (ajuda)
  14. NEVES, José Roberto Santos (2012). Rockrise: a história de uma geração que fez barulho no Espirito Santo. Vitória: Grafitusa 
  15. MOTA, Jacques (6 de agosto de 2017). «Cariacica é Underground». Palhetadas do Rock. Consultado em 7 de novembro de 2019 
  16. MOTA, Jacques (22 de julho de 2014). «O Punk não está Morto». Palhetadas do Rock. Consultado em 7 de novembro de 2019 
  17. Muniz, Sandriani (10 de setembro de 2019). «RESISTÊNCIA PUNK NO MUNICÍPIO DE CARIACICA – UMA NARRATIVA ESTÉTICA, MUSICAL E TEATRAL NO MEIO UNDERGROUND». Ufes. Consultado em 15 de novembro de 2019 

Ligações externasEditar